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Brasil conquista melhor resultado da história no Mundial de Duplas Mistas

Pedra a pedra, o Brasil comprovou esta semana a sua evolução no curling, na disputa do Mundial de Duplas Mistas, em Östersund, na Suécia. Com três vitórias em sete partidas, Aline Gonçalves e Marcio Cerquinho terminaram sua participação nesta quinta-feira, dia 26, em 17º lugar, melhor colocação do país na história. A parceria brasileira ficou bem perto de conseguir uma vaga entre os 16 melhores times e avançar para o mata-mata. A vaga escapou no critério de desempate do Draw Shot Challenge (também conhecido como Last Stone Draw), que é a média das distâncias dos lançamentos de cada país antes das partidas.

“Ficamos muito perto da classificação, em 17º lugar, e conseguimos pontos importantes para o Brasil no ranking de duplas mistas da WCF (World Curling Federation). Tínhamos chances de passar à próxima fase dependendo de uma combinação de resultados, e isso quase aconteceu. No geral, foi uma boa campanha”, disse Aline Gonçalves.

O Brasil ficou numa chave difícil na competição, enfrentando adversários da Alemanha, Áustria, Canadá, Coreia do Sul, Guiana, Irlanda do Norte e República Tcheca. Isso não impediu que Aline e Márcio derrotassem países com tradição nos esportes de inverno, com vitórias sobre os alemães (8 a 4), austríacos (8 a 5) e irlandeses (7 a 6).

O resultado mais emblemático, porém, foi contra o Canadá, país que lidera o ranking mundial de duplas mistas. O placar final foi de derrota por 7 a 5, mas os brasileiros chegaram ao último end à frente no marcador, num duelo muito equilibrado contra Laura Crocker e Kirk Muyres.

“Nós levamos muitas lições desse campeonato. Não há mais grupos fáceis. Tivemos momentos frustrantes, mas também mostramos que podemos jogar de igual para igual com as potências do esporte. Foi nosso primeiro ano juntos e, com mais experiência e mais jogos em condições similares, podemos achar nosso ritmo e desenvolver um sistema para progredir como dupla”, afirmou Aline.

O Campeonato Mundial de Duplas Mistas de Curling vai até o fim de semana em Östersund. É a 11ª edição do evento. O Brasil estreou em 2014 e, desde então, mostra evolução. Em 2014 e 2015, conquistou apenas uma vitória em cada edição do Mundial. Em 2016, venceu dois jogos. Em 2017, foram três triunfos e a 28ª colocação. Este ano, o país entra pela primeira vez no top 20 e mostra que está perto de mudar de patamar na modalidade.

O curling é um dos esportes de inverno mais populares do mundo. A disputa consiste no lançamento de pedras até o alvo do outro lado da pista. A fim de alterar a velocidade e a trajetória da pedra, os atletas usam vassouras para abrir caminho no gelo. As partidas de duplas são disputadas em oito ends (períodos) e cada time lança seis pedras. A cada end, as pedras mais próximas do centro do alvo valem pontos. No fim, vence quem tiver somado mais pontos no jogo.

Confira os resultados do Brasil no Mundial 2018:
21/4 (sábado): Brasil 1 x 6 República Tcheca
22/4 (domingo): Brasil 8 x 4 Alemanha
22/4 (domingo): Brasil 5 x 7 Canadá
23/4 (segunda-feira): Brasil 8 x 5 Áustría
24/4 (terça-feira): Brasil 2 x 10 Coreia do Sul
25/4 (quarta-feira): Brasil 3 x 6 Guiana
26/4 (quinta-feira): Brasil 7 x 6 Irlanda

Brasil estreia neste sábado no Mundial de Duplas Mistas, na Suécia

O Brasil faz sua estreia neste sábado, dia 21, no Campeonato Mundial de Duplas Mistas de Curling, em Östersund, na Suécia. O país será representado na competição pela parceria formada por Aline Gonçalves e Marcio Cerquinho. O primeiro confronto está marcado para 15h de Brasília contra Zuzana Hajkova e Tomas Pau, da República Tcheca. O evento terá cobertura ao vivo no seguinte link:

www.youtube.com/worldcurlingtv

A dupla brasileira está no Grupo E do Mundial. Terá pela frente adversários da Alemanha, Áustria, Canadá, Coreia do Sul, Guiana, Irlanda do Norte e República Tcheca. As 16 melhores parcerias da fase de grupos avançam às oitavas de final. A partir daí, a disputa passa a ser em sistema de mata-mata. A competição vai até o próximo dia 28.

Essa é a 11ª edição do Campeonato Mundial. O Brasil estreou em 2014 e, desde então, jamais esteve ausente.

“Para o Brasil, este Mundial tem o potencial de representar uma consolidação do curling de duplas. É a quinta participação seguida. E houve uma evolução significativa entre a primeira, em 2014, e agora, 2018. Esperamos contribuir ainda mais para essa melhoria e levar o país mais longe na competição”, diz Aline Gonçalves.

Em 2014 e 2015, o Brasil conquistou uma vitória em cada edição do Mundial. Em 2016, venceu dois jogos e fez partidas equilibradas em seu grupo. Em 2017, foram três triunfos e por pouco não veio a classificação para as oitavas de final.

Os dois jogadores brasileiros já têm experiência prévia na competição. Aline vai jogar pela quarta vez (2014, 2015 e 2016). Marcio Cerquinho já esteve na disputa em 2017.

“Nossa expectativa é melhorar a campanha do ano passado, que é a melhor do Brasil até hoje em duplas mistas. Esperamos obter a quarta vitória, o que nos colocaria em boa posição para avançar aos playoffs. Faremos nosso melhor para que isso aconteça”, acrescenta Aline, que ao lado de Cerquinho conquistou no ano passado o título brasileiro de duplas mistas em Toronto, no Canadá.

A Suíça é a atual detentora do título mundial de duplas mistas de curling, com a parceria formada por Jenny Perret e Martin Rios. Nos Jogos Olímpicos de Inverno PyeongChang 2018, a medalha de ouro foi para os canadenses Kaitlyn Lawes e John Morris.

O curling é um dos esportes mais populares entre as modalidades de inverno. A disputa consiste no lançamento de pedras até o alvo do outro lado da pista. Para alterar a velocidade de deslocamento da pedra, os atletas usam vassouras a fim de diminuir o atrito com o gelo. As partidas de duplas são disputadas em oito ends (períodos) e cada time lança seis pedras. A cada end, as pedras mais próximas do centro do alvo valem pontos. No fim, vence quem tiver somado mais pontos no jogo.

Confira a tabela completa do Brasil na primeira fase do Mundial:

21/4 (sábado): Brasil x República Tcheca, 15h
22/4 (domingo): Brasil x Alemanha, 9h30
22/4 (domingo): Brasil x Canadá, 16h
23/4 (segunda-feira): Brasil x Áustría, 6h15
24/4 (terça-feira): Brasil x Coreia do Sul, 3h
25/4 (quarta-feira): Brasil x Guiana, 12h45
26/4 (quinta-feira): Brasil x Irlanda, 4h
Obs.: horários de Brasília

Brasil tenta se manter vivo na busca por uma vaga no Mundial de Curling

Após duas derrotas nas duas primeiras partidas, a equipe brasileira de Curling Masculina e Feminina precisa vencer a partida deste sábado para manter viva a chance de classificação para a Copa do Mundo da modalidade.

O campeonato mundial de Curling acontece anualmente e conta com 12 equipes. A região das Américas classifica apenas duas equipes. Como o Canadá ficou em melhor colocação no campeonato de 2016 a disputa pela outra vaga ficou entre a seleção brasileira e a americana. Desde a criação da Federação Mundial de Curling apenas Canadá e Estados Unidos representaram as Américas. 

Dado o tamanho do desafio da equipe brasileira é hora de falar sobre os confrontos deste primeiro dia.

Masculino

Os norte-americanos iniciaram anotando quatro pontos na rodada. Nas duas rodadas seguintes a equipe brasileira conseguiu anotar um ponto, deixando a partida em 4-2. Na quarta rodada a equipe americana conseguiu anotar novamente 2 pontos e abrir a vantagem para 6-2. O Brasil conseguiu nova pontuação quinta rodada. As equipes trocaram pontos únicos nas rodadas seguintes finalidades com os americanos finalizando a vitória com um double takeout para marcar dois pontos no oitavo

* EUA (John Shuster)                     400 201 02x x – 9

  Brasil (Marcelo Mello)                 011 010 10x x – 4

 

Feminino 

Depois de um primeiro jogo histórico no qual a equipe feminina dos Estados Unidos continuou a não dar chances para a equipe brasileira. A equipe comanda Nina Roth começou de forma agressiva e logo após duas rodas já liderava a partida por 5 pontos e manteve o controle por toda a partida para conquistar uma vitória de 12-2.

EUA (Nina Roth)                            140 410 2xx x – 12

*Brasil (Aline Goncalves)             001 001 0xx x – 2

*última pedra na primeira rodada (Martelo)

 

Calendário de Jogos (horário de Brasília)

Jogo 1 – 27/01 – Brasil x EUA (Feminino 2x16 / Masculino 6x8)

Jogo 2 – 27/01 – Brasil x EUA (Feminino 2x12 / Masculino 4x9)

Jogo 3 – 28/01 – 15h00 – Brasil x EUA

Jogo 4 – 28/01 – 23h00 – Brasil x EUA (se necessário)

Jogo 5 – 29/01 – 13h00 – Brasil x EUA (se necessário)

 

Live scores are available for all games via www.usacurl.org.

Brasil desafia EUA no America's Challenge de Curling

Após dois anos, a Seleção Brasileira de Curling volta a desafiar os Estados Unidos por uma vaga no Mundial da modalidade – e dessa vez com presença dos times masculino e feminino. O America’s Challenge de 2017 acontece entre 27 e 29 de janeiro no Clube de Curling de Duluth, no estado norte-americano de Minnesota.

Os jogos começam nesta sexta-feira, 27, a partir das 18h30 (horário de Brasília). As partidas dos homens e mulheres acontecem no mesmo horário, mas em pistas diferentes (veja cronograma abaixo). Disputado em uma série de cinco confrontos, o America’s Challenge é a competição que define o segundo representante do continente no Mundial por equipes em 2017 – o Canadá fica com a primeira vaga por estar melhor colocado no ranking internacional.

A lista de convocados da seleção brasileira foi definida após o Campeonato Brasileiro de Curling em novembro de 2016. A equipe masculina é composta por Marcio Cerquinho, Filipe Nunes, Marcelo Mello e Scott McMullan, com Sergio Mitsuo como reserva. No feminino, foram convocadas as atletas Isis Oliveira, Anne Shibuyu, Aline Lima e Alessandra Barros – Luciana Barrella é reserva. A convocação e os treinamentos ficaram sob responsabilidade do técnico canadense Robbie Gallaugher.

Esta é a quarta vez que o Brasil desafia os Estados Unidos no America’s Challenge. Anteriormente, o país participou com o time masculino em 2009, 2010 e 2015, com derrotas de 3 x 0 em todas as ocasiões.

Preparação

No último fim de semana, a seleção brasileira de curling competiu em dois bonspiels (torneios de curta duração). Os homens participaram do Manitoba Open, em Winnipeg (Canadá), e, pela primeira vez, conseguiram chegar às quartas de final da competição com uma campanha de três vitórias e três derrotas. Já o time feminino esteve presente no Marpole Women’s Open em Vancouver e foi eliminado na primeira fase.

 

Os rivais

Os Estados Unidos convocaram duas de suas equipes mais fortes para enfrentar o Brasil no America’s Challenge de Curling. No feminino, Nina Roth e sua equipe representam a seleção norte-americana na disputa. Campeã nacional em 2014 e vice-campeã em 2016, Nina terá a companhia de Tabitha Peterson, Aileen Geving, Becca Hamilton e Cory Christensen (reserva).

No masculino, os Estados Unidos serão representados pelo time John Shuster, campeão norte-americano em 2015 e vice em 2016. A equipe, composta por Tyler George, Matt Hamilton, John Landsteiner e Joe Polo (reserva), também conquistou a medalha de bronze no Mundial de 2016.

 

Calendário de Jogos (horário de Brasília)

Jogo 1 – 27/01 – 18h30 – Brasil x EUA

Jogo 2 – 27/01 – 23h30 – Brasil x EUA

Jogo 3 – 28/01 – 15h00 – Brasil x EUA

Jogo 4 – 28/01 – 23h00 – Brasil x EUA (se necessário)

Jogo 5 – 29/01 – 13h00 – Brasil x EUA (se necessário)

 

As partidas terão cobertura em tempo real nos sites www.usacurl.org e www.curlingzone.com

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