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Redação

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Skate Vert Battle reúne os melhores atletas do skate vertical

Em novembro, começa a 3ª edição do Desafio de Skate Vert Battle, evento idealizado pelo skatista profissional Rony Gomes, campeão brasileiro e mundial de Vertical, juntamente com a Associação Social Skate, de Sandro Testinha. A competição, que acontece até dezembro, vai reunir os principais nomes do segmento para a modalidade de skate vertical.

Campeões brasileiros e internacionais participam de um final de semana de competição em alto nível de Skate, entre 3 cidades do Estado de São Paulo, trazendo mais desenvolvimento à cena do esporte, com muita adrenalina, diversão para o público e participação social. O mais importante circuito de Skate Vertical do Brasil terá etapas divididas em dois dias (sextas-feiras e sábados), com clínicas gratuitas pela Social Skate (com palestras de profissionais), apresentações, treinos oficiais, provas, eliminatórias, premiações, confraternização e shows de encerramento.

Os locais escolhidos para as três etapas do Skate Vert Battle são: RG Skate Park em Atibaia (SP), o Parque Cittá di Maróstica - Half Pipe Público em São Bernardo do Campo (SP) e o Half Pipe da Liberdade em Jacareí (SP), contando com uma grande estrutura para receber competições deste porte, que abrange espectadores de diversas regiões que seguem o circuito. As etapas do circuito são válidas pelo Brasileiro de Skate Vertical Profissional 2018.

São aguardados diversos participantes, entre eles o anfitrião Rony Gomes (bicampeão brasileiro e mundial e medalha de prata nos X Games Sidney 2018), Edgard Vovô (vice-campeão mundial da Mega Rampa), Dan Cezar (bicampeão brasileiro), Italo Penarrubia (recordista de aéreo nos X Games e membro da Seleção Brasileira Olímpica), Marcelo Kosake (tetracampeão brasileiro), Cris Mateus (atual campeão brasileiro Pro Master), Sérgio Negão (bicampeão brasileiro) além da novíssima geração profissional Augusto Akio e Biel Machado, entre outras do Skate brasileiro. Ronydefende o título de atual campeã profissional do circuito, enquanto Cris, bicampeão pro master. O evento também espera receber todo o tipo de público, sendo um ambiente familiar e receptivo para todas as tribos.

A entrada é gratuita (havendo limite de acordo com a capacidade do local da etapa e as normas públicas de segurança). A prova recebe atrações de diversas marcas e artistas, além de bar e food trucks à disposição do público presente. Para todos, serão finais de semana com muito esporte, arte, música, entretenimento, inclusão e lazer.

Serviço:

Desafio de Skate Vert Battle

Entrada: FRANCA - Capacidade 500 pessoas, conforme normas de segurança.

1ª fase:  9 e 10 de Novembro – Atibaia/SP (RG Skatepark)

2ª fase: 23 e 24 de Novembro – São Bernardo do Campo/SP (Parque Cittá di Maróstica)

3ª fase: 7 e 8 de Dezembro - Jacareí/SP (Espaço Liberdade)

Etapas: MASCULINO - Amador, Profissional e Pro Master (profissionais nascidos em 1978 ou antes).

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Sesc RJ vence o Flamengo e fará final do Carioca

O Carioca de vôlei já tem um finalista. Após vencer o Flamengo por 3 sets a 1 (25-19, 23-25, 25-20 e 25-19), nesta segunda-feira (05.11), na Gávea, o Sesc RJ garantiu seu lugar na luta pelo título. A decisão do Estadual será na próxima segunda-feira (12.11), às 20h, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, e Fluminense e Flamengo disputarão, sábado (10.11), quem será o adversário da equipe comandada pelo técnico Bernardinho.
 
Responsável por dar ritmo a esse novo time do Sesc RJ, a levantadora Roberta não saiu de quadra contente com a vitória. Acostumada a jogar no mais alto nível, ela ainda enxerga muito caminho pela frente para evoluir.
 
“Ainda estamos muito longe do que queremos. O Flamengo mostrou que montou um bom time, que vai fazer bonito na Superliga B, mas deveríamos ter mostrado um voleibol melhor. No segundo set principalmente. Em uma equipe como a nossa, o nível de concentração não pode cair como caiu. Precisamos estar mais lúcidas durante as partidas para não acontecer novamente. Estivemos abaixo no passe, nos contra-ataques. Eu pequei muito na precisão. Fica a lição para estudarmos e treinarmos bastante em cima dos nossos erros”, analisou Roberta.
 
Ao mesmo tem em que tem a clareza para indicar os pontos onde o Sesc RJ precisa melhorar neste início de temporada, Roberta também explica que muitas falhas acontecem em função da ansiedade das jogadoras em dar o seu melhor sempre.
 
“Vivemos um início de temporada onde estamos muito ansiosas. Temos a Gabiru, assumindo uma nova função na carreira, a Kosheleva voltando de lesão depois de tanto tempo, a Bia chegando agora e querendo mostrar trabalho, eu, com apenas duas semanas de trabalho com o elenco. Acabamos errando em nossas particularidades para tentar colocar o time em ordem. Tentamos acertar o individual antes de acertar o coletivo”, explicou a levantadora.
 
O jogo
O saque do Sesc RJ quebrou a linha de recepção do Flamengo no início da partida. Roberta emendou uma sequencia de cinco serviços seguidos, com direito a três aces, e o técnico rubro-negro foi obrigado a parar a partida com um pedido de tempo quando o placar marcava 6-1. Só que não adiantou muito para as donas da casa. A equipe de Bernardinho continuou sacando bem e pontuava bastante também no bloqueio, provocando um segundo pedido de tempo para o adversário quando Mayhara marcou 12-5 em um ace.
 
Desta vez a paralização fez efeito e as rubro-negras emplacaram quatro pontos seguidos (12-9). Vendo sua linha de passe sofrer, Bernardinho parou o jogo e impediu a reação do Flamengo. A partir daí, o jogo estabilizou-se, a vantagem do Sesc RJ dobrou, fechando em 25-19, num erro de saque do Fla.
 
A vantagem se inverteu no início do segundo set. Com uma recepção instável, o Sesc RJ viu o Flamengo abrir boa vantagem (6-2) e Bernardinho utilizou seu primeiro pedido de tempo. E as palavras do treinador fizeram efeito. Logo em seguida, Juciely virou uma bola rápida pelo meio e Mayhara foi para o saque. A meio de rede emplacou dois aces seguidos e foi a vez do Rubro-negro parar a partida (6-5). 
 
O Sesc promoveu a virada logo em seguida, em um ataque de Kasiely na paralela, pela entrada de rede (9-8). E a partir daí, o time de Bernardinho comandou o placar por quase toda parcial, mas o Flamengo conseguiu buscar o resultado. Após um belo bloqueio em Monique, numa jogada de meio fundo, e dois ataques da ponteira Mayara Felix pela entrada de rede, as donas da casa viraram e contaram com um erro do Sesc para fechar em 25-23.
 
Empolgadas com a recuperação no set anterior, as rubro-negras começaram a terceira parcial pressionando a recepção do Sesc RJ e abriram 4-1. No entanto, após uma sequência de três bloqueios seguidos, o time de Bernardinho virou para 7-6 com Mayhara. E ampliou para uma vantagem confortável num ace de Monique: 13-9. O Flamengo até tentou esboçar uma nova reação, mas não conseguiu: 25-20 numa china da meio Bia.
 
Com dois aces de Roberta, o Sesc RJ abriu logo 5-2 no placar da quarta parcial. E mandou no jogo até o final, sem ser ameaçado como nos sets anteriores. Após uma china de Mayhara, a vantagem do time de Bernardinho já estava em seis pontos (14-8). E se manteve até Bia fechar em mais uma china: 25-19.
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Fluminense arranca vitória em cima do Sesc-Rj

Com casa cheia, dois gigantes do voleibol do Rio feminino entraram em quadra neste sábado, 3, nas Laranjeiras. Fluminense e SESC-RJ se enfrentaram na segunda rodada do Campeonato Carioca e quem levou a melhor foi o Flu, que venceu de virada por 3 a 2 (18x25, 23x25, 25x18, 25x23 e 17x15.

A capitã Letícia Hage falou sobre a vitória:

"Foi muito bom jogar contra uma equipe forte como o SESC, para ver como estávamos. Sentimos os dois primeiros sets, mas depois o time encaixou, tudo fluiu e conquistamos essa vitória importante".
 
Pelo lado do Sesc-Rj, Juciely falou sobre a partida:
 
 
 
“Ainda vamos demorar para formar um time de verdade. Além de estarmos sem ritmo, ainda não podemos contar com o melhor de muitas de nossas jogadoras e isso acaba alternando muito o desempenho. Hoje, quando sacamos bem, conseguimos dominar a partida. Em outros momentos, não conseguimos reagir. Foram momentos fundamentais para vermos o que teremos pela frente nesta temporada. Temos que trabalhar bastante para buscar aquele nosso equilíbrio, para sermos aquele time que se encaixa no olhar”, analisou Juciely.
 
 
 
O jogo
 
A partida começou equilibrada, como se esperava. Com a oposta Joycinha inspirada, o Fluminense mostrou resistência ao Sesc, que apresentava mais volume de jogo e mais opções na virada de bola. Com isso, conseguiu abrir vantagem com os contra-ataques e chegou a três pontos de frente antes da metade do primeiro set quando Roberta marcou numa bola de segunda (10-7). 
 
Mesmo atrás no placar, o Fluminense não desistiu e conseguiu o empate após um erro do Sesc e em ace de Thaisinha (14-14). Mas o time comandado por Bernardinho logo abriu outra vantagem, desta vez maior ainda, numa boa passagem de Carol Leite, com direito a ace, pelo saque (21-15). Aí foi só administrar e fechar em 25-18.
 
As duas equipes retornaram errando bastante na segunda parcial. Com isso, o equilíbrio se manteve no marcador até Kasiely conseguir um bloqueio e o Sesc RJ abrir três pontos (12-9). Desestabilizado em quadra, o Fluminense passou a errar bastante e deixou o time de Bernardinho abrir muito. Kosheleva colocou uma bola no chão pela entrada de rede e fez 21-14.
 
Mas o que parecia tranquilo acabou se complicando para o Sesc RJ. Thaisinha foi para o saque do Fluminense e fez estrago. A recepção do time de Bernardinho não encaixava e o Tricolor virou em 23-22, num ataque de Joycinha. Mas um erro no saque, logo em seguida, deu o empate ao Sesc RJ, que conseguiu fechar em 25-23 num ace de Kosheleva.
 
A vantagem adquirida pelo Sesc RJ parecia encaminhar mais uma vitória, mas o jogo reservava ainda muita história. Com as entradas de Larissa, no meio de rede, e Carla, na ponta, o Fluminense melhorou bastante. Ao mesmo tempo, o Sesc passou a errar demais. Logo no início da terceira parcial, a vantagem tricolor chegou a seis pontos (1-7). O time comandado por Bernardinho chegou a empatar, após cinco pontos seguidos (14-14), mas esbarrou no volume de jogo tricolor, que foi ampliando novamente o marcador até fechar em 18-25 num bloqueio de quadra.
 
A vitória na parcial fez o Fluminense crescer bastante. Apesar de um início equilibrado no quarto set, o Sesc não conseguiu segurar a reação das donas da casa. Carla dividia com Joycinha a responsabilidade de colocar as bolas no chão e o Tricolor chegou a fazer 24-19, com um ataque de sua oposta titular. Mas o time de Bernardinho ensaiou uma reação. Assinalou quatro pontos seguidos, teve chance de empatar, mas acabou deixando a decisão para o tie break: 23-25 Flu num ataque de Pri Daroit.
 
Acostumado a decisões, o Sesc RJ comandou o quinto set. Com muitas bolas rápidas de meio, Roberta acionava ora Juciely ora Bia, deixando o bloqueio do Fluminense perdido. Em uma dessas jogadas, Juciely marcou 13-10 e parecia ter encaminhado a vitória. Mas veio a reação tricolor, que se aproveitou novamente dos erros do Sesc para fazer 17-15.
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Oposto Wallace estreia no Sesc RJ na próxima partida da Superliga

Após vencer o Copel Telecom/Maringá Vôlei por 3 sets a 1 em sua primeira partida na temporada 2018-19 da Superliga Cimed, o Sesc RJ estreia em casa com o seu maior reforço, o campeão olímpico Wallace, que chega à equipe ao lado do central Maurício Souza depois de merecido descanso após o Mundial de Clubes seguido de pré-temporada. O jogo, que promete agitar o Ginásio da Tijuca, no sábado (03 de novembro), será às 21h30

A partida tem tudo para ser um grande jogo já que os paranaenses do Caramuru devem chegar com força total pois buscam reverter o resultado negativo sofrido em sua estreia da competição. Já os cariocas, que vêm de uma vitória contra o Maringá, terão ainda a seu favor o oposto Wallace e o central Maurício Souza. Eles estavam em preparação física a todo vapor com intensos treinamentos na Arena 3, no Parque Olímpico, Zona Oeste do Rio de Janeiro. 

“Agora de forma definitiva os atletas que estavam na seleção brasileira retornam. Neste final de semana já vamos contar com Wallace e Maurício Souza, que são grandes ajudas para conseguirmos nossos objetivos. Daqui para frente foco total nesse primeiro turno da Superliga”, afirma o técnico Giovane Gávio.

Wallace, oposto de 31 anos e 1,98m, tem como maior glória de sua carreira a conquista do título olímpico nos Jogos Rio 2016. Agora, chega ao Sesc RJ com o objetivo de conquistar o ponto mais alto do pódio nas competições da temporada.

“O Sesc RJ fez grandes reforços e espero ajudar a equipe da melhor maneira possível após passar por essa forte preparação física. Quero contribuir para todos os objetivos da equipe nas próximas competições”, diz o atleta.

Jogos com entrada solidária

Além dos reforços de peso, o Sesc RJ conta com mais novidades para a temporada 2018-29. Para garantir a entrada em todos os jogos do time masculino, basta trocar 2kg de alimentos não-perecível em qualquer unidade do Sesc RJ (exceto Arena 3 e Parque Radical/Deodoro) pelo ingresso do jogo.

Os donativos, serão revertidos para entidades cadastradas no Mesa Brasil Sesc, que recolhe doações de produtos alimentícios em condições de consumo e as distribui às instituições de assistência social previamente cadastradas, como asilos, creches, orfanatos, entre outras instituições.

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