Bruno Lopes

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Por apenas um ponto, Anderon Primo e Jessica Griffith são campeões do primeiro WOD JAM

Se de virada é mais gostoso, a dupla Anderon Primo e Jessica Griffith vai ter mais motivos para comemorar o título do primeiro WOD JAM, maior evento fitness do país, que terminou neste domingo, 14, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. O atleta de Bauru, interior de São Paulo, e a norte-americana terminaram os dois primeiros dias da competição na terceira colocação. Com grandes desempenhos individuais na três últimas provas, foram os campeões, superando a dupla formada pelo argentino Gonza Duro e a islandesa Bjork Odinsdottir por apenas um ponto.
 
“Na primeira prova do dia, terminamos em terceiro lugar. Foi um resultado bom porque subimos para segundo e abrimos uma certa vantagem. Fizemos nossos melhores desempenhos da vida nas disputas individuais e ficamos em segundo na última prova. Fiquei em dúvida se conseguiríamos vencer o campeonato. Na hora que anunciaram os vencedores e a diferença, foi surreal! Uma virada no último dia, depois de dois dias terminando em terceiro, foi demais”, comemorou Anderon Primo, que é tetracampeão brasileiro.
 
“A competição foi muito bem organizada. Os WODs foram fenomenais. E equilibrados. Participamos de uma competição de alto nível, com os times muito próximos na pontuação, mas que foi também superdivertida”, elogiou a campeã Jessica Griffith.
 
“Perdi por um ponto! É chato, mas fizemos muito bem nossas provas. Minha dupla foi incrível. Não me incomodei com o clima quente, até curti. E a torcida é uma das coisas que mais gosto nesse esporte. Eles nem sempre me entendem, mas estão sempre apoiando”, disse a islandesa Bjork Odinsdottir.
 
“Estou muito contente com o resultado. Sempre estivemos disputando cabeça a cabeça com os melhores atletas. Por apenas um ponto não ficamos com o título, e isso se deve muito aos dois primeiros lugares que eles conseguiram nas provas individuais. Acho que tenho que melhorar muito nesse tipo de prova, treinar um pouco mais, mas estou muito feliz com a experiência”, afirmou Duro.
 
A terceira colocação da Elite ficou com a dupla Colgate Total 12, formada por Pablo Chalfun e Antonelli Nicole. As três duplas vão dividir o prêmio de R$ 70 mil. Os Templários, Gui Malheiros e Luana Soares, terminaram em quarto. Karime Ferrari, que liderou os dois primeiros dias da competição ao lado de Alec Smith, sentiu muitas dificuldades devido a um problema na mão e acabou fechando o WOD JAM na quinta colocação.

"Essa competição foi uma experiência incrível, apesar de ter ficado muito triste com meu desempenho na última prova. Foi a competição que eu mais quis alcançar um pódio. Competi ao lado de um dos atletas mais condicionados do mundo, admirável como atleta e pessoa. E vou guardar isso pra sempre", disse Karime Ferrari.
 
O WOD JAM reuniu, ao todo, mais de 200 atletas nas categorias Elite, Rx - quem já faz de tudo nas competições e dentro do box, mas ainda não chegou à elite-, Scaled - para os que ainda não fazem todos os movimentos ginásticos complexos nem levantam cargas pesadas, mas que já são bons nos movimentos básicos - e Master - duplas mistas com média de idade de, no mínimo, 39 anos. Todos os resultados estão disponíveis em https://wodjam2018.appcrossx.com/leaderboard/.
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Segundo dia do maior evento fitness do país embola disputa pelo título da Elite

O segundo dia do WOD JAM embolou a disputa pelo título da Elite. Apenas 8 pontos separam líderes Karime Ferrari e Alec Smith (435 pontos) da dupla terceira colocada, Anderon Primo e Jessica Griffith (427). O argentino Gonza Duro e islandesa Bjork Odinsdottir (432) estão na segunda colocação. A dupla Colgate Total 12, Pablo Chalfun e Antonelli Nicole (392), está em quarto e os Templários, formado por Guilherme Malheiros e Luana Soares, fecha a lista dos cinco primeiros, com 382. As três melhores duplas de elite dividirão o prêmio de R$ 70 mil. Pela manhã, ainda foram realizadas as disputas das duplas Master e a tarde dos Quartetos RX e Quartetos Scaled.


“O segundo dia foi muito produtivo. A estratégia encaixou do jeito que tínhamos combinado, e ganhamos a prova 5. A prova 6 acabou fugindo um pouquinho, mas mesmo assim fechamos bem. Estamos próximos aos líderes e a diferença é pequena. Amanhã tem provas a nosso favor e vamos brigar pelo título”, afirma Anderon Primo, que é tetracampeão brasileiro na modalidade.

 

A competição termina neste domingo, 14. A partir das 8h, serão disputadas as finais da Elite e do Master. O RX e Scaled começam às 11h30 e as duplas e quartetos campeões serão premiados às 17h.

Categorias – A Elite é formada por 20 duplas, que estão no mais alto nível competitivo. O Quarteto RX é para quem já faz de tudo nas competições e dentro do box, quer se desafiar, fazer bonito com mais três amigos enquanto ainda não chegou à elite. Representantes da categoria RX dividirão o prêmio de R$ 10 mil. A liderança é do Time Vittoria CrossFit, seguido de perto por Team Sucrilhos, do Red Fever CrossFit e por Time Rapdomiolise, do CrossFit Crown Copacabana. 


O Scaled é para todos os atletas que ainda não fazem todos os movimentos ginásticos complexos nem realizam movimentos de LPO (levantamento de peso olímpico) com cargas pesadas, mas que já são bons nos movimentos básicos. É uma categoria para se divertir com os amigos que podem ser de diferentes boxes e se desafiar. Já o Master tem duplas mistas com média de idade de, no mínimo, 39 anos.

Programação

 

Domingo, 14/10

06h30: Abertura dos portões

08h: Início das competições Máster e Elite

11h30: Início das competições Rx e Scaled

17h: Premiação e encerramento 

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Reinaldo Colucci e Pamella Oliveira garantem o bi no CAIXA IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro

Deu Brasil mais uma vez no CAIXA IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro. O paulista Reinaldo Colucci e a capixaba Pamella Oliveira mantiveram a hegemonia nacional e garantiram o bicampeonato da prova na manhã deste domingo, na Praia do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes. Colucci, campeão em 2016,  completou os 1,9 km de ciclismo, 90,1 km de ciclismo e 21,1 km de corrida com o tempo de 3h51min58seg, estabelecendo o novo recorde da etapa, seguido por Iuri Vinuto (BRA), 3h54min22seg e Fernando Toldi (BRA), 3h55min38seg.

Entre as mulheres, Pamella confirmou o bom momento – venceu o CAIXA IRONMAN 70.3 Florianópolis e foi quarta no mundial da África do Sul, ambos neste ano – e ganhou  de ponta a ponta e também estabeleceu o novo recorde com a marca de 4h18min01seg. A segunda colocação, com no ano passado, ficou com a argentina Romina Palácio, 4h33min37seg, enquanto o terceiro lugar ficou com a brasileira Carolina Furriela, 4h49min14seg.

Reinaldo Collucci também comemorou o bicampeonato na etapa carioca. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

A prova reuniu 1600 triatletas de 30 países, com destaque na Elite que contou com as principais feras do país e destaques do exterior. E, pelo quarto ano seguido, o Brasil sobrou na disputa.  Mesmo saindo um pouco atrás na natação, Reinaldo assumiu a ponta no ciclismo e conseguiu manter a vantagem também na corrida para garantir sua segunda conquista no Rio de Janeiro.

Reinaldo era só alegria com o desempenho. “Gosto muito desta distância. Acho que é a que mais me sinto bem competindo. A velocidade ajuda muito, apesar de estar cansado após uma série forte na Europa. Mas estou feliz porque o corpo respondeu bem. Isso mostra que o trabalho está sendo bem feito, pois pude fazer força do início ao fim”, destacou o triatleta, que já garantiu vaga para o Mundial IRONMAN no Havaí, em outubro.

Já Pamella não deu chances às adversárias. Ela esteve sempre à frente e conseguiu repetir a vitória do ano passado com grande vantagem para a segunda colocada e com marca recorde. “Nem estava preocupada com o tempo, mas é muito bom. Fico feliz em voltar um ano depois e saber o quanto evolui. A mudança da ITU para a o longo foi a melhor escolha. Agora é pensar no Sul-Americano e, para 2019, quem sabe o IRONMAN”, declarou a bicampeã. 

Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

O evento classificou 30 participantes na Faixa Etária para o Mundial de IRONMAN 70.3 em 2019, que será realizado em Nice, França. Para os profissionais, além da premiação de US$ 25 mil, a novidade foi que o evento também valeu vaga no mundial, sendo uma no masculino e uma no feminino para os melhores colocados.

 

Resultados de 2018 - Elite

 

Masculino

1) Reinaldo Colucci (BRA), 3h51min58seg

2) Iuri Vinuto (BRA), 3h54min22seg

3) Fernando Toldi (BRA), 3h55min38seg

Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

 

Feminino

1) Pamella Oliveira (BRA), 4h18min01seg

2) Romina Palácio (ARG), 4h33min37seg

3) Carolina Furriela (BRA), 4h49min14seg

Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

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Sesc RJ vence o Botafogo e conquista o tricampeonato Carioca

Ainda sem todos os atletas do elenco para a temporada 2018/19 em quadra, o Sesc RJ venceu o Botafogo por 3 sets a 1 na manhã deste sábado (22/9), no Ginásio de General Severiano, no Rio, e conquistou o tricampeonato carioca. O Sesc RJ saiu na frente vencendo os dois primeiros set, mas sentiu a reação alvinegra no terceiro e, no quarto, teve que suar para evitar o tie break. As parciais foram 25/22, 25/18 e 18/25 e 28/26.

 

A partida iniciou disputada, com os adversários brigando ponto a ponto por mais da metade do set. Após um ataque do oposto Paulo Victor, colocando o Sesc RJ à frente em 16/15, o time visitante assumiu a dianteira no placar definitivamente até fechar a parcial em 25/22.

 

No segundo set, a equipe comandada pelo técnico Giovane Gávio demostrou superioridade técnica do início ao fim, furando o bloqueio do Botafogo ao intercalar ataques pelo meio, com Victor Hugo, e pela ponta com Djalma.  Resultado: 25/18.

 

A reação do Botafogo veio no terceiro set. Após um início equilibrado, até os 10/10, o alvinegro passou a frente no placar em uma manhã inspirada de André e Robinho, que conduziram a equipe à vitória parcial de 25/18.

 

O equilíbrio foi a tônica do quarto set, com o Botafogo disposto a levar a partida para o tie break. A parcial manteve-se indefinida até os 15/15, ponto em que a equipe alvinegra passou a frente no placar, chegando a abrir diferença de 3 pontos (19/16). Após pedido de tempo do técnico Giovane, o Sesc RJ encostou no marcador. Em um final emocionante, com ambas as equipes desperdiçando set e match point, o Sesc RJ finaliza a partida em 28/26 e leva para casa o seu terceiro título estadual.

 

Ao final da partida, o técnico Giovane Gávio analisou as dificuldades do seu time e elogiou o adversário.

 

“A gente já esperava que aqui dentro essa pressão da torcida fizesse a diferença. Começamos a errar muito no terceiro set, tivemos que tirar o PV (Paulo Victor), que é o ponto de referência do time, que sentiu a coxa. A equipe se desestabilizou um pouco. Mas tem muito mérito do Botafogo, que jogou com coragem, com vontade e fez um jogaço digno de final”, disse o treinador.

 

O central Victor Hugo, que defendeu o Sesc RJ na estreia do time em 2016 e agora retorna à equipe para a próxima temporada, disse que o grupo está evoluindo fisicamente e também destacou as qualidades da equipe adversária.

 

“A gente vem num crescente, tanto fisicamente como em aspecto de grupo. Fizemos uma série de amistosos e torneio na Argentina, o que deu corpo à nossa preparação. Mas mesmo assim ainda não estamos no ritmo ideal, como exige a Superliga, a Libertadores e outros campeonatos que vamos disputar. Em relação ao jogo de hoje, as mudanças do Botafogo foram muito boas, eles tiveram volume de jogo. Eles estão de parabéns e o nosso grupo também, por ter resiliência e se superar nos momentos difíceis”, avaliou o camisa 4.

 

EXPECTATIVA PARA A TEMPORADA É CHEGAR MAIS ALTO - Lançado oficialmente em 1º de outubro de 2016, o time do Sesc RJ conquistou os três títulos estaduais que disputou (2016, 2017 e 2018). Depois de iniciar na Superliga B em 2016, sendo campeão, a equipe do Sesc RJ estreou ano passado na Superliga 2017/18. À época, a meta do treinador para a primeira temporada do time na elite do vôlei nacional era chegar ao final da competição entre os quatro primeiros colocados. O objetivo não só foi alcançado, como superado: ficou em terceiro lugar. Para a temporada 2018/19, o horizonte foi ampliado.

 

“A expectativa é que a gente chegue mais alto do que chegou no ano passado. Ficamos em terceiro lugar, então agora precisamos ir para a final. A expectativa é melhorar sempre. Mas vai ser um campeonato equilibrado, todas as equipes se reforçaram. Então temos que continuar a fazer o que estamos fazendo: trabalhando bastante. Contamos com a boa recuperação do Maurício Borges, para que ele nos ajude também. Mas sem dúvida a expectativa é sempre alta”, projeta o bicampeão olímpico.

 

JOGADORES MOTIVADOS - Entre os jogadores, o clima também é de confiança. O líbero Tiago Brendle lembra o caminho que equipe percorreu desde a estreia, em 2016, até agora, para projetar o futuro.

 

“Nosso projeto é muito sólido, desde o surgimento respeitou o passo a passo correto e saudável. Começou na temporada 16/17 com a conquista da Superliga B e a vaga de acesso. Na 17/18, veio a terceira colocação na liga principal. Nesta temporada 18/19, mantivemos a base do grupo e nos reforçamos pontualmente, o que eleva nossas chance de melhorarmos os resultados. Baseados nisso, projetamos e trabalhamos muito motivados para alcançarmos ótimos resultados, visando  levar nosso Sesc RJ sempre ao topo”, afirma o jogador.

  • Publicado em Vôlei
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