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Ricardo Erlich

Ricardo Erlich

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Carmelita Jeter, Veronica Campbell e Kerron Stewart confirmadas na terceira edição do Mano a Mano

A disputa feminina da terceira edição do Mano a Mano promete ser emocionante e de altíssimo nível.  No dia 19 de abril, no Jockey Club Brasileiro (RJ), o público presente terá a oportunidade de ver de perto três mulheres que, juntas, somam nada menos do que treze medalhas olímpicas.  A organização anunciou que a americana Carmelita Jeter, vice-campeã em 2014, e as jamaicanas Veronica Campbell Brown e Kerron Stewart vão disputar os 100m deste ano.  A outra participante sairá de uma eliminatória brasileira, que acontece no dia 18. A competição conta ainda com provas masculina, com a presença de Usain Bolt, e paralímpica.

 

“Teremos três das melhores corredoras do mundo competindo aqui, a menos de um ano para as Olímpiadas. Vai ser uma prova de altíssimo nível. A torcida pode esperar por um espetáculo, não só no feminino, mas em todas as categorias do MANO A MANO 2015", afirma Bernardo Fonseca, da X3M Sport Business,  empresa que organiza o evento em parceria com a Dream Factory.

 

Terceira colocada em 2014, Carmelita Jeter, de 35 anos, espera subir no lugar mais alto do pódio este ano. Em seu currículo, nada menos do que três medalhas olímpicas, todas em Londres 2012: ouro no revezamento 4x100m, prata nos 100m e bronze nos 200m.  Considerada a segunda mulher mais rápida no mundo, atrás apenas da jamaicana Shelly-Ann Fraser-Pryce.  Além disso, Jeter também conquistou oito medalhas em campeonatos mundiais (três de ouro, duas de prata e três de bronze). 

 

"Em 2015, o Mano a Mano chega ainda mais com forte e com nomes bastante expressivos no atletismo mundial. No feminino, são 13 medalhas na mesma pista. Ter a oportunidade de assistir à estes atletas de perto e ainda por cima com entrada gratuita, é um oportunidade única", diz Duda Magalhães, diretor geral da Dream Factory. 

 

Para faze frente à Carmelita, duas feras da Jamaica: a primeira é Veronica Campbell Brown, dona de sete medalhas olímpicas (três de ouro, duas de prata e duas de bronze) e onze em campeonatos mundiais. É uma das poucas atletas do mundo a ter conquistado títulos mundiais nas categorias juvenil, júnior e adulto. Em 2000, tornou-se a primeira jamaicana a ganhar dois ouros nas duas provas de velocidade, 100 e 200 m, no Campeonato Mundial Júnior de Atletismo, em Santiago do Chile e também a primeira a ganhar uma medalha de ouro olímpica, nos 200m – e também integrando o revezamento 4x100 m – em Atenas 2004.

 

A segunda é Kerron Stewart, dona de três medalhas olímpicas (duas de prata e uma de bronze) e cinco em mundiais. Especialista em 100m e 200m, Stewart foi descoberta por acaso jogando futebol.  Um treinador sugeriu que ela migrasse para o atletismo e fez a escolha certa.  Apesar de ser um nome incontestável no atletismo, a jamaicana não esconde sua paixão pelo futebol.  Ela torce pelo Manchester United, da Inglaterra e tem como ídolo, o francês Thierry Henry, que entre outros clubes, atuou pelo Arsenal, rival do United.

 

O MANO A MANO também terá disputas nas categorias masculina e paraolímpica, com nomes como Usain Bolt e Alan Fonteles. 

Badminton é apresentado a jornalistas no Rio de Janeiro

Rede, Raquetes e uma peteca. Você já deve ter visto um esporte desses sendo praticado em praias e parques pela cidade e talvez não saiba que ele é um esporte olímpico e um dos mais praticados pelo mundo. Estamos falando do badminton, um esporte que foi apresentado numa conferência de imprensa realizada na manhã de hoje na sede do comitê olímpico brasileiro (COB) e que sonha alto para os jogos pan-americanos este ano e olímpico ano que vem.

Os jogos são disputados em três games. O vencedor é o que ganhar dois games primeiro. Em todas as modalidades, os games são de 21 pontos. Se houver empate em 20 pontos, vencerá aquele que abrir 2 pontos de vantagem. Havendo empate em 29, vencerá aquele que fizer 30 pontos. O jogador que venceu o primeiro game serve primeiro do outro lado da quadra no novo game. O ganhador do segundo game muda de lado e começa servindo no terceiro game. No terceiro game, o jogador muda de lado e continua servindo no décimo primeiro ponto.

São cinco categorias que o esporte tem. O individual masculino e feminino, as duplas masculina e feminina e diferente do tênis em jogos olímpicos, o badminton tem também a categoria mista.

A seleção brasileira conta com 16 atletas e a maioria deles estão concentradas em Campinas, onde fica o CT da seleção. Os atletas treinam em dois períodos, um pela manhã e outro à tarde onde se preparam atualmente para a disputa dos jogos pan-americanos no Canadá.

“Este ano, vamos para Toronto e iremos buscar a medalha em todas as modalidades. Estamos preparados e prontos para encarar de igual para igual qualquer adversário que vier, sejam os canadenses, americanos ou o que for. Temos condições de vencê-los” – Conta Beto Santini – diretor técnico da seleção brasileira de badminton.

Entre os destaques do Brasil, estão os atletas Daniel Paiola número 67 do mundo e Fabiana Silva número 62. Mesmo o país tendo duas vagas garantidas nas olimpíadas do Rio em 2016, eles teriam condições de hoje entrarem no torneio através da posição do ranking em que se encontram. Será a primeira participação nacional na modalidade.

“Será um marco para a história a nossa primeira participação nos jogos olímpicos. Espero que possamos ser a porta de entrada para muitos outros atletas e torço para que o Brasil possa se tornar um grande país no badminton que é um esporte que jogo desde criança e defendo ele” – Conta Daniel que antes de fazer parte da seleção, viajou por conta própria para a Europa para tentar a sorte no esporte e conquistou a medalha de bronze nos jogos pan-americanos em Guadalajara em 2011.

“Antes de me dedicar ao badminton, eu era da vela em Niterói e comecei a jogar muito por um acaso e acabei mudando meu foco. A vinda do técnico português Marcos Vasconcelos só nos ajudou a melhorar nossa posição do ranking e hoje temos meninas brigando um pouco mais. Espero jogar bem em Toronto e quem sabe, jogar as olimpíadas.” – Diz Fabiana Silva

Após as apresentações, tive a oportunidade de bater uma peteca com o Daniel e a Fabiana e entender como funciona este jogo. É um esporte dinâmico e que exige bastante atenção. A peteca pode atingir uma grande velocidade, como também pode perdê-la em pouco tempo e consegui ter um joguinho razoável, mesmo que tenha sido um mero aquecimento para eles.

 

Brasil com força total no Ironman 70.3 Brasilia

Os brasileiros prometem lutar pela vitória no Ironman 70.3 Brasília, prova que abre, no dia 5 de abril, o Circuito Ironman no Brasil. Este ano a prova vale como Campeonato Latino Americano, e oferece aos primeiros colocados uma premiação de US$ 100 mil e 1.500 pontos no ranking mundial. O evento ainda distribuirá 35 vagas aos atletas das faixas etárias para o Mundial de Ironman 70.3, na Áustria.

Com 25 brasileiros na categoria Elite, a relação de atrações nacionais começa pelo catarinense Igor Amorelli, terceiro colocado no ano passado e vencedor do Ironman Brasil Florianópolis em 2014. Em grande momento, o atleta chega para Brasília embalado com o título do 70.3 de San Juan, em Porto Rico. Com isso, Igor disputa o Ironman 70.3 Latin American Championship Brasília na condição de sério candidato a mais uma vitória. 

Outros destaques no masculino são o goiano Santiago Ascenço, quarto no ano passado e vencedor do 70.3 em Penha (SC) em duas oportunidades, o paranaense Guilherme Manocchio, campeão do Ironman Brasil Fortaleza 2014, e o paulista Fabio Carvalho, primeiro colocado no 70.3 Foz do Iguaçu na temporada passada.

No feminino, a lista começa com a paulista Carolina Furriela, vice-campeã em 2014. A atleta também vem de um bom resultado, pois venceu no domingo a etapa de abertura do 25º Troféu Brasil de Triathlon. O Brasil ainda terá as representantes Vanessa Gianinni, quinta colocada no ano passado e também campeã em Penha, Ariane Monticeli, Ana Lidia Borba, Bruna Manh e Mariana Borges de Andrade.

A prova em Brasília também terá a presença de muitos amadores. Vários deles em fase de preparação para o Ironman Florianópolis, dia 31 de maio. A carioca Erica Bamberg, embalada pela vitória no Rio Triathlon (distância Sprint) e com o título de melhor amadora no 70.3 de Foz do Iguaçu, em 2014, faz planos para um bom resultado, mas não esconde que o foco mesmo é o IM Florianópolis.

“Estou muito animada para competir em Brasília. Adoro essa distância 70.3 e tenho confiança que vou conseguir me superar. Os treinos para o IM estão bem firmes e esta prova será uma ótima oportunidade para colocar em prática parte do planejamento desses treinos feitos pelo meu coach Raul Furtado. Estudamos bem os desafios do percurso e do clima de Brasilia. Vai ser bom para testar a cabeça também! Será ótimo que boa parte da minha família mora lá e estarão todos na torcida! Vou buscar o meu melhor.”

Juliana Sacchi, que venceu a distância olímpica do Rio Triathlon, também encara a prova como uma boa oportunidade para testar estratégia de prova e suplementação, mas também pretende aproveitar a oportunidade para rever amigos curtir o clima do evento.

“Quando decidi fazer o Ironman, montei com meu treinador um calendário de provas que pudesse auxiliar meu objetivo final. Incluímos o 70.3 de Brasília porque a data da prova e as distâncias casam certinho com o ciclo de aumento de volume para o IM. Nesta prova podemos saber se o treinamento está no caminho certo, Além disso, o clima da prova, o reencontro com os amigos e testar o que estamos treinando nos dá um ânimo extra”.

Treinador de Erica e Juliana, Raul Furtado explica que o 70.3 de Brasília serve para dar ritmo de prova aos atletas e diz que a prova é uma espécie de treino simulado de luxo.

“É sempre importante treinos simulados, não só para achar um ritmo ideal de prova, mas para testar alimentação, equipamentos, etc. Tendo a chance de competir, melhor ainda, já que o atleta vai contar com toda a estrutura de prova, além de centenas de outros atletas. A data da prova se encaixa perfeitamente no período de treinos para o Ironman, pois o volume de treinos ainda é baixo”, disse Raul.

  • Publicado em Triatlo

Betina Lorscheitter vence três provas no Rei e Rainha do Mar

Numa manhã ensolarada na praia de Copacabana, a gaúcha Betina Lorscheitter, um dos principais nomes da maratona aquática do Brasil venceu as três provas que disputou no Rei e Rainha do Mar, o maior festival de esportes na praia. Fora as provas de maratona aquática, o evento conta com corrida na areia, beach biatlo, provas de Stand Up.

“Foram três provas e três primeiros lugares. Estou muito feliz Vim aqui para conciliar treino e competir. Se tivesse mais uma prova eu faria certamente. Eu adoro vir participar da prova e ano passado tive o privilégio de competir na elite ficando em terceiro e sempre que puder, estarei aqui presente.” – Conta Betina sobre a prova.

Em sua primeira prova do dia, a gaúcha venceu a Sprint, prova de 1km, numa disputa acirrada com Thais Sant'ana e a venceu por apenas 3s de vantagem. Já na Classic (2km) e na Challenge (4km), Betina não deu a menor chance para suas adversárias e dominou ambas as provas se tornando a grande campeã do dia.

Pelo masculino no Classic, Francisco Augusto de Paula que é técnico em informática venceu a prova de forma surpreende. Acostumado apenas em treinar na piscina e pouca prática no mar, ele faturou a prova e deixou sua emoção rolar na linha de chegada.

“Foi uma prova surpreende e não esperava vencer. Não sou acostumado ao mar e foi um privilégio para mim, completar a prova em primeiro lugar” – Conta.

Junto as principais provas do Rei e Rainha, o ultramaratonista Marcio Villar que comemorou ontem seu aniversário, correu 100 km na areia em beneficio ao Pro Criança Cardiaca, onde a organização pagará uma cirurgia para uma criança salvando uma vida. 

Mais informações: www.reierainhadomar.com.br 

 

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