Resende recebe as segunda e terceira etapas do Circuito UFF Rio Ciclismo nos próximos dias 21 e 22

Competição reunirá os principais ciclistas de alto rendimento do Brasil em um circuito inédito na cidade do Sul Fluminense. Crédito: Divulgação

 

O Circuito UFF Rio Ciclismo chega a mais um final de semana com provas qualificadas e desafiadoras. Nos próximos dias 21 e 22, a cidade de Resende, no Sul Fluminense, vai se tornar o centro das atenções no Brasil nas modalidades contra-relógio e resistência, com os melhores atletas de alto rendimento do país, em um circuito inédito de 8km e premiação em dinheiro.

Na manhã de sábado (21), a partir das 8h, acontecerá o Campeonato Estadual de Resistência, com a participação apenas de ciclistas federados da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj). À tarde, a partir das 14h, será disputada a 2ª Etapa do Circuito UFF Rio Ciclismo, com a modalidade Contra-Relógio Individual. No domingo, a partir das 8h, será a vez da 3ª Etapa do CIRCUITO, com prova de Resistência. As três provas estão entre os eventos de destaque na agenda da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) no mês de outubro.

A cidade de Resende fica a 146 km da capital e abrindo os trabalhos deste final de semana, um Congresso Técnico será realizado na sexta-feira, dia 20, no Hotel Cegil, na Avenida Dr. Jéfferson G. Bruno 1.580, a partir das 19h.

“O local escolhido para essas duas etapas é o complexo industrial da Nissan. Teremos uma infraestrutura perfeita para as provas de contra-relógio e resistência, com todo o percurso sendo usado exclusivamente pelos ciclistas”, afirma Cláudio Santos, diretor-técnico do Circuito e ex-presidente da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro. Santos. “Digo que quem planejou o complexo pensou nos ciclistas, pois a qualidade do asfalto é ótima e o circuito é ideal para a prática do esporte”.

O Circuito UFF Rio Ciclismo tem o patrocínio do Ministério do Esporte e organização da Universidade Federal Fluminense.

 

Programação Circuito UFF Rio Ciclismo 2017

Segunda etapa - sábado 21/10

8h: Campeonato Estadual de Circuito UFF

14h:  Contra Relógio Individual

Terceira etapa – domingo 22/10

8h: Resistência

Preço das inscrições (até dia 17/10):

Atletas federados: R$ 140

Atletas não federados: R$ 160

Inscrições no site http://www.riociclismo.com.br

Primeira edição do Circuito UFF Rio Ciclismo terá quatro etapas e estreia será no dia 3 de setembro, na Enseada de Botafogo

Primeira etapa será neste domingo no Aterro. Crédito: Divulgação
 
 
O Rio de Janeiro ganha uma nova competição de ciclismo. O Circuito UFF Rio Ciclismo terá, em sua primeira edição, quatro etapas, entre setembro e novembro. Serão provas nas modalidades de circuito, contra-relógio, resistência e montanha, que valerão pontos para os rankings estadual e brasileiro.
 
“O Circuito UFF vem preencher uma carência no calendário de competições de ciclismo de estrada no Estado do Rio. Em 2016, tivemos 12 provas no calendário, enquanto que, este ano, apenas a São Salvador, em Campos”, afirma Cláudio Santos. Diretor-técnico do Circuito e ex-presidente da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro. “A competição vai ser um alívio para os ciclistas, que estavam treinando sem nenhuma prova-alvo no estado”.
 
A modalidade circuito de estrada será a prova de abertura do calendário do Circuito UFF Rio Ciclismo, no dia 3 de setembro. A largada e chegada acontecerão na Enseada de Botafogo, com a pista tendo uma extensão de 4.280m. As 24 categorias, que vão da Infanto Juvenil à Open, estão divididas em quatro baterias, com a primeira sendo realizada às 7h. As inscrições estão abertas em www.riociclismo.com.br e se encerram no dia 30 de agosto.
 
“Vamos começar o Circuito com uma prova tradicional e em um cartão postal do Rio de Janeiro. A Enseada de Botafogo tem um asfalto perfeito para o ciclismo e uma pista larga”, conta Santos.
Poderão participar das provas do Circuito UFF atletas federados na Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj) e de outros estados nas categorias oficiais. Já os atletas não federados só competirão na categoria Open. Haverá premiações em dinheiro para os três primeiros colocados de cada categoria, assim como troféus para os cinco melhores em todas as etapas. As inscrições dos atletas das categorias de base (infanto, juvenil e junior) e da categoria paradesportiva, tanto masculino quanto feminino, são isentas, com os atletas devendo formalizar seu pedido pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
As segunda e terceira etapas acontecerão, respectivamente, nos dias 21 e 22 de outubro, na fábrica da montadora Nissan, em Resende, no Sul Fluminense. No sábado, serão disputadas as baterias de contra-relógio, com largada às 14h, em um circuito com a distância de aproximadamente 8km. No domingo, as baterias da modalidade resistência começam às 8h, em um percurso de 7,35km. O Congresso Técnico será no dia 20, no Hotel Cegil, às 19h.
 
“O local escolhido para essas duas etapas é o complexo industrial da Nissan. Teremos uma infraestrutura perfeita para as provas de contra-relógio e resistência, com todo o percurso sendo usado exclusivamente pelos ciclistas”, diz Santos. “Digo que quem planejou o complexo pensou nos ciclistas, pois a qualidade do asfalto é ótima e o circuito é ideal para a prática do esporte”.
 
No dia 21, também será disputada a única etapa do Campeonato Estadual de Estrada restrita para atletas federados na Fecierj, com 20 categorias. A prova de resistência terá largada às 8h, e a de contra-relógio do Circuito UFF, também valerá pontos para o ranking estadual.
 
Já a quarta etapa será de montanha, no dia 12 de novembro, em Petrópolis. O percurso será de 23km, com largada às 10h30m, no Parque Municipal, em Itaipava, e chegada no topo da Serra das Hortênsias.
“Nessa etapa, serão 10km em terreno plano, um aquecimento para os atletas desempenharem o seu melhor, na subida de 13km até linha de chegada”, diz o diretor-técnico.“

Cidade das Serestas, Conservatória recebeu GFNY – Brasil, uma das maiores competições de ciclismo do mundo

A pequena Conservatória com suas estradas foram um palco perfeito para disputa do primeiro GFNY no Brasil. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Conservatória é nacionalmente conhecida como a capital das serestas, onde sempre nos fins de semana, os seresteiros começam a tocar seus violões com músicas de amor na pracinha e saem tocando pela rua a noite adentro. Este distrito de Valença no sul-fluminense se viu invadida por uma outra tribo, a dos ciclistas. Cerca de 1200 atletas se alinharam na linha de largada ao lado da antiga estação de trem, onde a locomotiva é atração turística e partiram para um duro percurso na primeira edição da Grand Fondo New York Brasil, uma das principais provas do gênero e encararam as várias estradas da região e se desafiam em dois percursos, um de 70km de participação e outro de 160km de competição.

Acostumado a subir todos os dias a Vista Chinesa no Rio, encarar as estradas de Conservatória não foi nenhum problema para Antônio Garnero, vencedor da prova com 4h29min18s. Sua maior especialidade são as subidas e foi a segunda vez que competiu por esse caminho.

Antônio Garnero foi o primeiro vencedor do evento no Brasil. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

“Uma prova dura, duríssima! Uma prova exigente e de atletas de alto nível. Dei sorte no final e consegui uma energia no final para ganhar. Vim aqui há dois anos atrás no Tour do Rio e sabia que era montanhoso e sabia que teria chance. A parte mais difícil foi a última serra, uma longa estrada de 30km que foi decisiva para vencer aqui. ” – Conta sobre a prova.

A paulista Marcella Toldi venceu a prova feminina com 4h46min29s numa chegada emocionante, com a segunda colocada Ana muito por perto que também levou o título de rainha da montanha. Ela teve a oportunidade de ter vindo antes a cidade para fazer o reconhecimento do percurso. Ela pretende ano que vem seguir por várias provas do circuito.

Marcella comemora sua vitória. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

“Foi emocionante e dura. A vitória veio nos últimos quilômetros quando começava a não acreditar que daria, mas no fundo sabia que deveria tentar. Acho que ele lá em cima me escolheu e acredito que foi a prova mais dura da minha vida. Gostei muito do percurso onde tinha momentos que dava para seguir bem no pelotão e em outros momentos, principalmente nas subidas mais duras em que dava para definir alguma coisa. Gosto muito de percursos assim que não separam o pelotão. ” – Conta

Junto com os vencedores, muitos outros atletas vindos de diversos lugares do Brasil e da américa do Sul curtiram vir participar da competição. Entre eles está Anderson Zomer que já foi da seleção brasileira na modalidade e venceu provas como a Copa Light de ciclismo. Ele é de Santa Catarina e mora no Rio de Janeiro e já pedala há 30 anos e pedalando por diversão.

“A prova me surpreendeu com bastante altimetria e vento cruzado durante a prova. O pessoal estava bem preparado e percurso bem seletivo. No final, sentimos um pouco de calor e curti do início ao fim. A organização está de parabéns pela escolha do percurso. ” – Completa

A competição contou com alguns atletas paralímpicos. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Muitos iniciantes também estavam na prova, entre elas Georgia que começou a pedalar há apenas seis meses por incentivo de sua amiga Luciana que a incentivou a pedalar de brincadeira e acabou virando algo sério. Ela também esteve presente pedalando a competição de 67km.

“Foi uma prova difícil e o que me ajudou a me dar um pouco melhor aqui, foi ter participado do treino oficial onde fiz um reconhecimento do percurso – Diz. 

O Esportes de A à Z viajou a convite da organização para acompanhar de perto o evento. Veja mais imagens da prova.

O técnico Bernardinho foi um dos famosos presentes ao evento. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Uma das principais competições de ciclismo no mundo, GFNY estreia no Brasil neste domingo

Ciclistas tem encontro marcado neste domingo em Conservatória-RJ na primeira edição do evento. Crédito: Divulgação/GFNY

 

O próximo domingo (6) será uma data marcante ao ciclismo. Na pequena cidade de Conservatória, cidade conhecida como a capital das Serestas no interior do estado do Rio, será palco da primeira edição do Gran Fondo New York – Brasil, uma das competições de ciclismo mais desejadas pelos ciclistas e que conta com várias provas pelo mundo e com 1200 inscritos que estarão divididos nas distâncias de 72 e 160 km com largada às 7h.

Conservatória não foi escolhida à toa. A tranquilidade e a música que atraem os visitantes, esconde um percurso com um percurso bem duro e uma boa variação de altimetria misturado aos cartões postais da cidade como a o trem de Maria-Fumaça onde será a largada, túnel que chora e seguindo até a divisa com Minas Gerais e voltando ao ponto inicial.

Na prova principal em Nova Iorque que aconteceu em maio que contou com participantes de 97 países, o Brasil foi o segundo com maior número de participantes, perdendo apenas para os donos da casa. Essa grande massa brasileira, sem dúvidas motivou a organização americana a ceder uma etapa do circuito que acontece também em mais 11 países.

Quem está por trás da organização do GFNY é uma dupla conhecida. Maria Luísa Jucá é conhecida por organizar eventos como a Copa Rio de ciclismo e o Tour do Rio que já passou anteriormente na cidade e ela se juntou a Fernanda Venturini, uma das melhores atletas do vôlei do século XX que começou a praticar o ciclismo também. Ela conversou com o Esportes de A à Z falando um pouco sobre a expectativa desse evento:


1- Como surgiu a ideia de trazer um evento como esse para o Brasil?
Fernanda: O GFNY é conhecido em todo o mundo, com provas em outros 11 países. Me associei a Luisa Jucá, que já fazia grandes provas profissionais aqui no Brasil, e fomos até Nova Iorque tentar trazer a prova para o Brasil. Por ela ter esse conhecimento e histórico de já ter realizado muitas provas com grande repercussão, os donos da marca, um casal, toparam ceder a marca para fazermos o GFNY Brasil. O Brasil é um mercado muito importante para eles. Os brasileiros são a maior nacionalidade da prova de Nova Iorque depois dos americanos. Na última prova realizada, em maio, foram quase 800 lá em Nova Iorque.

2- Por que Conservatória foi escolhida para ser a primeira etapa?
Fernanda: O GFNY é caracterizado por provas duras, com altimetrias altas. A Luisa Jucá já havia realizado provas na região e sabia que a mesma oferece bem isso, além de ter uma rede hoteleira bem vasta. Conservatória é linda e todos estão convidados a conhecer

3- Qual a expectativa para o evento? Sentem um gostinho para participar dele?
Fernanda: Nós, sócias, não pedalaremos no GFNY, pois estaremos cuidando de tudo na organização. Mas estamos muito felizes com o excelente resultado das inscrições. Ninguém imaginou que mulheres podiam fazer uma organização desse porte, mas a prova atingiu os 1.200 inscritos.

4- Como é trazer um evento desses num pós-olimpíadas?
Fernanda: Quando fechamos o negócio, o Brasil e, principalmente o Rio, não estava tão ruim. Mas com o passar dos meses foi para o fundo do poço o Rio de Janeiro e o Brasil. Demos azar de pegar o pior ano de Brasil, economicamente falando, tivemos dificuldades de fechar patrocinadores, mas conseguimos bater a meta de inscritos e temos certeza que faremos uma grande prova de estreia do GFNY no Brasil.

Prova Ciclística 9 de Julho abre as inscrições

A tradicional Prova Ciclística Internacional 9 de Julho está com as inscrições abertas para a sua 71ª edição. Atletas aspirantes, federados e de elite, masculino e feminino, podem confirmar presença no site oficial da prova, www.gazetaesportiva.com/corrida9dejulho. O valor é R$ 195,00 e as inscrições deverão ser feitas até 12 de junho, ou quando o limite de 4 mil participantes for alcançado.

Assim como no ano passado, os participantes deverão obrigatoriamente comparecer à Fundação Cásper Líbero (Av. Paulista, 900) para o Congresso Técnico e a retirada dos kits nas datas e horários a serem divulgados pela organização.

Tradicionalmente realizada no dia 9 de Julho, neste ano, a Corrida será disputada no domingo pela manhã e percorrerá algumas das principais ruas e avenidas da capital paulista. A largada e a chegada acontecerão na Avenida Lineu de Paula Machado, em frente ao Jockey Club de São Paulo.

Os ciclistas passarão por alguns dos principais parques da cidade, como Ibirapuera, Povo e Villa Lobos, além das pontes Cidade Universitária e Cidade Jardim, e avenidas Juscelino Kubitschek, República do Líbano e Pedro Álvares Cabral, entre outras.

O pelotão de aspirantes vai abrir a disputa, com largada às 6h45 e um circuito de 28,3 km a ser concluído em até 1 hora. A elite masculina sairá às 8h e terá que completar o percurso de 96,4 km, sendo uma volta de 28,3 km e três voltas de 22,7 km de acordo com trajeto programado. Logo em seguida, às 8h02, os atletas federados irão percorrer os mesmos 96,4 km. O pelotão feminino terá a largada às 8h05 e percorrerá o trajeto de 73,7 km, com uma volta a menos do que o masculino.

A Prova Ciclística 9 de Julho é uma das principais atrações do calendário esportivo da cidade de São Paulo e a cada ano vem registrando novos feitos. O ano de 2015 marcou a volta da Prova às ruas de São Paulo. Em 2016, alcançou o número de 2.129 participantes e, com isso, passou a ser a prova ciclística com o maior número de participantes no Brasil.

Na edição passada, Joel Prado Júnior (Green Bike/Piracicaba ) garantiu o bicampeonato, enquanto, entre as mulheres, a paranaense Daniela Lionço (Funvic Soul Cycles/São José dos Campos), levou a melhor e conquistou o primeiro título na tradicional disputa. Joel cumpriu o percurso de  96,4 km com o tempo de 2h06min47seg, enquanto Daniela marcou 2h15min27seg para os 73,7 km.

Gideoni Monteiro é top 10 na terceira etapa da Copa do Mundo de Ciclismo de Pista

O fim de semana foi especial para o ciclista cearense Gideoni Monteiro (Indaiatuba/Shimano/Força Aérea Brasileira), integrante do HTPro Team. Em sua participação na terceira etapa da Copa do Mundo de Ciclismo de Pista, realizada em Cali (COL), Gideoni obteve o melhor resultado do Brasil na competição internacional, com o nono lugar na omnium, neste sábado (18), somando 68 pontos. O australiano Sam Welsford foi o campeão, com 128 pontos, seguido pelo belga Lindsay de Vylder (107) e o dinamarquês Casper Von Folsach (104).

"Este foi o melhor resultado de um brasileiro em Copa do Mundo, o que me deixa muito feliz. Começar um ciclo e estar no top 10 mundial, comprova que estou em evolução em relação ao meu começo no ciclismo de pista há alguns anos atrás, quando o objetivo era estar representando o Brasil na Rio 2016", comemorou Gideoni. "Queria estar no top 10 aqui em Cali e consegui o que estava dentro do meu objetivo. Degrau por degrau venho me firmando no cenário mundial. Vamos continuar trabalhando para melhorar cada vez mais. Sei que tenho muito a evoluir, com detalhes que podem ser lapidados na preparação", completou.

A prova em Cali marcou a estreia de Gideoni no novo formato da categoria omnium, adotado a partir de outubro de 2016. O modelo atual conta com apenas um dia de competição e quatro provas, diferentemente de antes que eram dois dias com três disputas diárias. Na parte da manhã, o atleta competiu no scratch e tempo race, onde somou 16 e 22 pontos, respectivamente, enquanto de tarde o ciclista encarou a eliminação, somando 24 pontos, e a corrida final por pontos (25 km), com mais seis somados.

"Esse novo modelo da omnium me agradou bastante, porque acabou que eu me adaptei muito bem aos estilos das provas, com características de pelotão. Ficou mais duro competir, com intensidade altíssima e pouco tempo de recuperação entre as provas", avaliou. "Realmente ficou mais puxado, então é importante demais planejar o máximo possível para você não sobrar em uma disputa e faltar energia nas outras", complementou Gideoni.

Gideoni Monteiro embarca para etapa da Copa do Mundo de Pista

O atleta Shimano Gideoni Monteiro (Indaiatuba/HTPro Nutrition/Força Aérea Brasileira) encerrou nesta segunda-feira (13) sua preparação para a etapa colombiana da Copa do Mundo de Ciclismo de Pista, após o período de uma semana treinando no Velódromo Municipal de Maringá (PR). Nesta terça-feira (14) Gideoni embarcou para Cali, na Colômbia, para disputar a terceira etapa da competição, programada para esta sexta até domingo (17 a 19). 

"Este período em Maringá foi importante, porque fizemos muitos treinos específicos para a Ominium. Treinamos bastante vácuo com moto no Velódromo, entre outros treinos", destaca Gideoni. "Durante a minha preparação de base treinei visando o ano todo. Porém, surgiu a oportunidade de disputar esta etapa da Copa do Mundo, muito importante para manter uma boa posição no ranking e garantir uma vaga no Campeonato Mundial, que será realizado em abril, em Hong Kong, onde pretendo chegar focado e com força total", avalia Gideoni, número 38 no ranking UCI da modalidade Omnium.

A etapa de Cali da Copa do Mundo será a primeira competição internacional de Gideoni Monteiro no ciclismo de pista, após ter representado o Brasil na Rio 2016, quebrando uma sequência de 24 anos sem o País ter um ciclista no Velódromo Olímpico. "Foi uma alegria e honra muito grande poder representar o Brasil nos Jogos Olímpicos, ainda mais sendo disputado na nossa casa", relembra Gideoni. 

"Acho que é um sonho para todo atleta. Poder chegar até ali foi uma recompensa de vários anos de trabalho. É muito gratificante e me arrepia até hoje. Quando entrava na prova, não pensava apenas em competir defendendo meu nome, mas de toda uma nação. Não estava ali correndo só por mim, mas por todo um País. Busco a cada dia me dedicar mais e chegar na excelência, para em cada prova que disputar, representar bem o Brasil", completa.

Shimano Sports Team define equipe para 2017 com atletas de oito modalidades

Líder mundial no mercado de componentes para bicicletas e uma das empresas que mais incentivam e fomentam o ciclismo no País, a Shimano apresenta o seu time de atletas para a atual temporada. O Shimano Sports Team será composto por 24 atletas, competindo com os produtos de alta performance e representando a marca em oito modalidades: BMX, MTB cross country (XC), downhill e enduro, triatlo, triatlo cross-country, ciclismo de estrada e de pista.

"Estamos felizes com o grupo de atletas do Shimano Sports Team para 2017. Temos alguns dos destaques das modalidades que apoiamos e temos certeza de que nossos produtos de alta tecnologia melhorarão o rendimento do grupo nas principais competições do Brasil e exterior," ressalta Rogério Tancredi, gerente de marketing da Shimano Latin America.

No BMX, uma dupla de representantes olímpicos na Rio 2016 renovou com a marca: Renato Rezende (GT/FOP/Shimano) e Priscilla Stevaux (Caixa/Shimano/Frootiva). Principais nomes da modalidade nos últimos anos, o carioca Rezende e a sorocabana Stevaux não somente irão em busca do penta e do tetracampeonato na elite nacional, respectivamente, como representarão o Brasil nas principais competições realizadas no exterior.

No cross country, um time e tanto com ciclistas de cinco equipes. Na Caloi Elite Team, o mineiro Sherman Trezza e fluminense Wolfgang Soares seguem no time, o mesmo ocorrendo com o catarinense Ricardo Pscheidt, da equipe Trek Brasil, que tem como novidade Adriana Nascimento no time da Shimano, e o casal de mineiros Daniel Grossi e Isabella Lacerda, nova integrante da Groove/Shimano. Na Sense Bike Factory Racing, Guilherme Muller e Mario Couto continuam na equipe mineira, que agora conta com Rubinho Valeriano, representante do Brasil em três Olimpíadas.

A Oggi/Isapa seguirá utilizando os componentes Shimano por mais uma temporada. E, entre os atletas da equipe, cinco deles farão parte do grupo da marca: os mineiros Mario Veríssimo e Karen Olímpio, o baiano Kennedi Lago e o goiano Luiz Renato Borges. A grande novidade do ano no mountain bike fica por conta da AVA Project, equipe conceito criada pelo ciclista olímpico Henrique Avancini visando o desenvolvimento de jovens atletas, que pelo primeiro ano terá patrocínio da Shimano. O potiguar Jefferson Batista e o carioca João Pedro Firmeza são os nomes confirmados até o momento na equipe.

Downhill e enduro - Uma das principais revelações do downhill brasileiro nos últimos anos, o catarinense Lucas Borba (Audax) segue com o patrocínio Shimano por mais uma temporada. Além de competir provas de downhill no Brasil e também no exterior, Luquinha vai pedalar também nas principais provas de enduro do circuito nacional, sempre utilizando em suas bikes os componentes da mais alta tecnologia da marca. Enquanto utiliza o grupo Shimano Saint na sua bike de downhill, Borba tem o grupo Shimano XT com rodas Shimano XTR de carbono na bicicleta de enduro.

Triatlo - Principal nome brasileiro no circuito internacional de XTerra, a paulista Sabrina Gobbo, da Trek Brasil, estará por mais uma temporada no Shimano Sports Team, representando a marca no País e exterior no triatlo cross-country. Já Laura Mira (Oggi/Isapa), vice-campeã do XTerra Brasil 2016, atrás apenas de Sabrina no ranking geral do evento, passa a fazer parte do time de patrocinados pela marca no País.

Já no triatlo tradicional, a Shimano apresenta uma grande novidade: o paulista Reinaldo Colucci, representante da seleção brasileira em Pequim-2008 e Londres-2012, dono da medalha de ouro do Pan-Americano de 2011, em Guadalajara, e que também disputa provas de Ironman. A jovem mineira Clara Carvalho, da Sense Bike Factory Racing, também entra para o time, após ser campeã brasileira de triatlo olímpico sub-23 e líder do ranking nacional em sua categoria.

Estrada e pista - Repetindo a fórmula do BMX, a Shimano traz ao seu time dois nomes que estiveram na Rio 2016. No ciclismo de estrada, a carioca Flavia Oliveira (Specialized) viveu um ano especial em 2016 e garantiu o sétimo lugar nos Jogos Olímpicos do Rio. No ciclismo de pista, mas também competindo em provas de estrada, o cearense Gideoni Monteiro (Indaiatuba / HTPro Nutrition / Shimano) colocou o Brasil no velódromo olímpico, após 24 anos sem participação, com o 13º lugar na prova do Omnium no Rio de Janeiro.

BMX termina Pan perto do pódio

O ciclismo BMX brasileiro ficou perto de subir ao pódio dos Jogos Pan-americanos Toronto 2015. Nas finais das categorias feminina e masculina, disputadas neste sábado, dia 11 de julho, Priscila Stevaux e Anderson Ezequiel terminaram na quarta colocação. Thaynara Morosini e Renato Rezende foram eliminados nas semifinais.

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Renato Rezende busca medalha para o Brasil no Pan

Uma das principais esperanças de medalha da delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, é o carioca Renato Rezende (GT/FOP/Shimano). O tricampeão brasileiro de BMX, 11º colocado no ranking mundial, é apontado como um dos favoritos da modalidade no Pan. Nesta sexta (10), Renato se classificou para as quartas de final, com o sétimo tempo no treino classificatório (37s410), e voltará à pista neste sábado (11) para buscar uma medalha, ao lado do outro brasileiro, Anderson Ezequiel, também classificado. Apesar do momento ascendente, que inclui o título pan-americano de BMX, conquistado no fim de maio, Renato faz questão de descartar qualquer tipo de favoritismo.