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Ricardo Erlich

Ricardo Erlich

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Lagoa recebe INCAvoluntário pela 10º vez

Um dia de solidariedade! A Lagoa Rodrigo de Freitas recebe pela 10º vez o INCAvoluntário onde o ultramaratonista Marcio Villar e outros corredores irão correr das 7 as 17hrs cerca de 100km arrecadando mantimentos para o projeto que cuida para melhoria de vida de pessoas com câncer.

Tudo começou quando sua mãe teve um câncer e foi curada pelo Inca e há 10 anos, ele repete o desafio. Já foi correndo do Rio para Búzios como também já deu várias voltas na Lagoa.

Marcio Villar é conhecido por ser dono de diversas marcas como ser o primeiro a conquistas a Copa do Mundo de ultramaratonas e de dobrar algumas dessas. Bem como é o dono do recorde masculino de correr 7 dias na esteira e de percorrer o caminho de Santiago de Compostela que estão registrados no Guinness Book, o livro dos recordes.

 A meta deste ano do desafio é arrecadar até 3 mil pacotes de leite integral para o Inca, ração para a Suípa e tampinhas plásticas para pagar a castração de animais. Você pode comparecer a Lagoa na altura do Jardim de Alah para fazer a sua doação e de brinde, dar algumas voltas com o Márcio contando suas histórias e desafios.

Quem não puder comparecer, basta entrar em contato com o Marcio pelo telefone 21-99915-9117 que ele dá um jeito de recolher as doações.

Serviço:

INCAvoluntário – 24-08 das 7 as 17hrs

Local: Lagoa Rodrigo de Freitas – Altura do Jardim de Alah

Doação: Leite em pó, Ração para cachorro e tampinhas plásticas

Ainda vale a pena participar da Meia Maratona Internacional do Rio? Veja nossa opinião!

Será que uma Meia Maratona que tinha o ranço de ter horário ruim, kits péssimos e uma chance de aparecer por três segundos na televisão pode se transformar numa corrida com ótimo padrão de organização? Quem correu ontem a Meia Maratona Internacional do Rio na manhã de ontem, deve ter notado fortemente as mudanças e é o que apresentaremos a seguir.

A elite da prova

Certamente os melhores corredores presentes devem ter gostado de largarem 15 minutos antes da massa deixando a disputa somente para eles. Com menos gente na pista a disputa foi forte no pelotão até o queniano Stanley Biwott disparar e cravar o tempo de 1h01min49s que é a mais forte do ano no Brasil nos últimos tempos e que não se via nesta competição desde 2015.

A vantagem de Biwott foi tanta que o Ugandense Fred Musobo que chegou em segundo, ficou a 1min30s dele que abriu mais 1min15s para o terceiro, o brasileiro Giovani dos Santos.

A parte final da prova é bem desgastante por conta das inúmeras curvas do percurso, o que quebra um pouco o ritmo”, disse Stanley, de 33 anos, vencedor das maratonas de Nova York e Paris e que fez 1h01min43seg na Luso Meia Maratona de Lisboa ano passado. Stanley, que considera o Rio um “lugar muito legal” disputou a Maratona Olímpica em 2016, mas não completou a prova.

Esther Kakuri foi tricampeã da prova. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

Já no feminino, temos uma tricampeã! a queniana Esther Kakuri, de 25 anos, melhorou seu tempo de 2018 em 1min50s e garantiu o tricampeonato com o tempo de 1h16min52seg. “É muito importante manter essa regularidade em uma prova. Estou feliz e já com planos de voltar ano que vem. Sempre venho preparada para dar o meu melhor”, comentou a corredora, que terá como próximo desafio a Meia Maratona de Buenos Aires, no próximo domingo, prova na qual foi terceira colocada em 2018. “Dessa vez sigo para a Argentina para melhorar meu resultado”.

A mudança no percurso

Com a largada há 5 km de distância da original na praia do Leblon e sem a longa subida de quase 2km da Avenida Niemeyer contribuíram e muito para as marcas que vimos na elite. No entanto, numa rápida enquete feita com os corredores na chegada da prova, houve reclamação a voltinha extra na praia de Botafogo entre o 8 e o 9o km. E para corrigir esse ponto, é possível recuar uns 500m a largada no Leblon. O último guarda-volumes estava posicionado nessa parte e transferir ele para a outra pista da orla, faria uma combinação perfeita. Fica o toque para organização.

Como podemos ver, no setor laranja havia corredores fora de seu setor correspondente. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

Esse certamente é o único ponto a ser ajustado. No mais, a largada por baia de cor praticamente funcionou, faltando um pouco mais de controle. Estávamos na de cor laranja e havia alguns gatos pingados fora de sua área correspondente e com a mudança do local, foi muito positiva, o que permitiu que a prova fluísse muito melhor, sem contar a mudança de horário. Espero que a Yescom mantenha as mudanças desse ano que provavelmente facilitaram a logística daqueles que vem de fora do Rio e ocupam hotéis pela zona sul.

No mais, a comunicação durante a prova anunciando as quilometragens, os postos de hidratação, isotônico e alimentação estavam posicionados de modo que pudéssemos ver igual ao regulamento e a dispersão como sempre, impecável dando um bom espaço, acesso a hidratação e a posterior retirada de medalhas. O guarda-volumes em seguida, ajudou também como estar do lado das tendas das assessorias. Por final, onde estavam os treinadores com seus alunos? Não havia muitas delas dessa vez.

A entrega dos kits

Por mais um ano, a entrega dos kits foi realizada na Marina da Glória, um ótimo espaço que contou com alguns expositores e palestras que não foram divulgadas com antecedência. A corrida ainda tem uma presença tímida em redes sociais através do perfil @meiamaratonadoriodejaneiro no instagram com um trabalho que começou há pouco tempo e lá havia essa informação. A nossa sugestão é para organização fortalecer essa comunicação se utilizando das mídias sociais, mesmo tendo apoio da maior TV do Brasil o que certamente dará bons resultados não só na meia, como em seus outros eventos. Muitos nem sabiam da realização da corrida e me abordavam perguntando se era ela mesma ou alguma nova na cidade.

 

A entrega de uma camiseta regata nesta edição foi uma volta do tempo que nos agradou. Essa é uma tecla que o Esportes de A à Z vem batendo nos últimos tempos por conta do clima da cidade.

Conclusão

Para uma corrida que tinha largada as 10 da manhã num sol de rachar até uns anos atrás e veio progredindo ano a ano antecipando seu horário de início, finalmente em 2019 atingiu o melhor horário de largada para um corredor às 7:15 da manhã e ainda organizada com baia de cores, onde era seu ponto fraco. Caso se mantenha ano que vem da mesma forma, será uma corrida a se incluir no calendário de 2020, sem contar que em termos de valor de inscrição, ela começou a R$80 sem a opção de camiseta e terminou em R$140 com a opção de parcelamento em 2x no cartão, abaixo de outras corridas do género.  

O que você deve saber sobre a Meia Maratona Internacional do Rio?

Neste domingo pela 23º vez, a cidade do Rio de Janeiro vai sediar uma de suas corridas mais famosas, a meia maratona internacional do Rio recheada de novidades para essa edição e que o Esportes de A à Z vem contar para você. Quer saber o que é essencial saber? Venha com a gente e acompanhe algumas dicas que separamos para você.

 

A disputa pelo troféu

Com uma boa premiação, a Meia Maratona Internacional do Rio atraí um bom público na elite da competição e aquela disputa entre brasileiros e africanos. Na última edição, a vitória foi dos africanos. Mas em 2016, Giovani dos Santos e Joziane Cardoso faturaram e em 2017, José Marcio Leão venceu.

Dos brazucas presentes, destaque maior para Solonei da Silva campeão pan-americano da maratona em 2011 (Guadalajara), bicampeão da Maratona Internacional de São Paulo (2012/28) e vencedor da Meia Maratona Internacional de São Paulo (2015). O time também contará com Giovani dos Santos, também dono de vitórias na Volta Internacional da Pampulha e Meia Maratona Internacional de São Paulo; Gilmar Lopes, escolhido para representar o país no Sul-Americano de Meia Maratona deste ano; Wagner Noronha, 12º colocado na Maratona de Berlim no ano passado; Edson Amaro, que ficou como terceiro lugar na Maratona de Padova, em abril, e foi vice-campeão da Maratona de São Paulo em 2017; e Damião de Souza, campeão da Meia Maratona de São Paulo em 2009; entre outros.

No feminino, as atrações são Marizete Moreira dos Santos, bicampeã da Maratona Internacional de São Paulo; e Alice Yuri, campeã dos 21 km na Maratona de São Paulo deste ano.

Pelos gringos, o ugandense Fred Musobo, de 23 anos, atleta  selo prata na IAAF que este ano marcou o tempo de 1h01min na Meia Maratona de Cardiff (GBR) e 2h06min56 na Maratona de Daegu (Coréia), além de ter sido o primeiro no World Mountain Running Championships, em 2015; os quenianos Stanley Biwot, vencedor das maratonas de Nova York e Paris e que fez 1h01min43seg na Luso Meia Maratona de Lisboa no ano passado; e William Sitonik, que este ano venceu uma prova em Pádua (ITA) e foi terceiro na Azpeitia (ESP), com 1h00min47seg.

Completam a lista entre os homens o tanzaniano Marco Joseph Marco, top 20 na Birmingham IAAF Wolrd Half Marathon Championship em 2009; e o etíope Feleke Darsema Tulu, campeão da Maratona Internacional de São Paulo, em maio deste ano.

No feminino, a grande atração será a queniana Esther Kakuri, bicampeã da prova (2017/18). Sua melhor marca para os 21km é 1h10min07seg, obtida na Meia Maratona de Istambul em 2017. Outras duas representantes do Quênia, Maurine Kipchumba, com 1h11min55seg na Meia Maratona do Rio em 2013, bicampeã da Volta da Pampulha (2012/2013) e campeã da São Silvestre (2012) e Nancy Jesang, com 1h15min40seg neste ano; a  tanzaniana Anjelina Yumba e a ugandense Viola Chemos também deverão brigar pela ponta com a atletas brasileiras no domingo.

 

 

 

Novo percurso e horários

Devido a interdição da Avenida Niemeyer, a largada será realizada na praia do Leblon, bem no início dela em frente ao Jardim de Alah. E para ficar ainda melhor, o horário dela foi antecipado para 7:15 para o público em geral e um pouco mais cedo para elite feminina, masculina e cadeirantes. Uma mudança por muito tempo clamada pelo público e finalmente atendida pela organização. Lembrando que até uns 10 a 12 anos atrás, a mesma era 10 da manhã e veio se diminuindo nos últimos anos.

Com as mudanças, a largada será menos apertada para o público que terá três faixas para se espalhar na orla de Ipanema. Até a edição passada, os corredores tinham que se espremer em duas faixas e ainda na subida da Av. Niemeyer, o que tornava o início da corrida bem lento. A corrida ainda conta com divisão de baias de ritmo que são determinados por sua cor do seu numeral. Preste atenção na cor e entre na divisão correta que deverá haver uma fiscalização.

Com a largada cerca de 5km do ponto original, significa que a aquela volta no Aterro do Flamengo permanece e ficou maior. A primeira volta será no 8 km onde os corredores irão percorrer cerca de 500m na pista sentido Copacabana, pegando um primeiro retorno e depois um segundo já no 9 km e seguindo viagem, passando próximo a linha de chegada no 11 km.

A parte nova do percurso será a partir da altura do MAM (Museu de Arte Moderna) no 14km onde você irá passar pelo Aeroporto e pegará um desvio a direita passando perto da Praça XV. Neste trecho, você fará um pequeno labirinto indo até a Avenida Antônio Carlos e regressa para próximo ao aeroporto retornando ao Aterro e seguir para linha de chegada que permanece no mesmo local. Nesse trecho mais desconhecido, existem pequenos aclives e declives, mas nenhum deles que exijam um maior esforço.

Para aqueles que fizeram algumas das últimas meia maratonas na cidade, fica apenas de novidade o trecho do 8 km. No mais, ele já foi explorado e por ser mais plano que o anterior, será possível fazer uma boa marca se estiver treinado. A previsão do tempo aponta um dia de sol com previsão de 19c para hora da largada, esquentando ao longo da manhã.

Outro ponto com a mudança do percurso será praticamente sem a presença de público ao longo do caminho. Provavelmente haverá algumas pessoas até o final da Praia de Copacabana e depois só aqueles que estivem correndo.

Posso ir na pipoca, correr com o número de outra pessoa ou copiar do meu amigo?

Se o seu senso de se achar o “espertão” estiver aguçado, vai fundo! Mas olha só: Na largada, se não tiver número, você não vai poder pular grade e nem vai poder entrar em nenhuma das baías. No percurso, se você tirar a água de algum atleta, seu colega no pelotão de trás vai ficar sem esse copo e para ficar bonito, um grupo de seguranças estará próximo na linha de chegada para te retirar e não ter acesso a medalha. Se passar mal, a organização não será obrigada a te atender e terá que acionar os bombeiros no 193 para te resgatar.

Agora se você estiver o número de outra pessoa, lembre-se que caso tenha algum problema de saúde, nenhum parente seu será avisado, bem como a da pessoa que não correu poderá levar um susto com uma falsa comunicação de algum hospital. Será que esse risco vale a pena?

Para piorar, se você copiar o numeral de alguém, saiba que a corrida estará lotada de fotógrafos doidos pelos melhores sorrisos e caras de sofrimento e será fácil identificar de quem é. E tenha a certeza que em breve poderá ser processo por fraude como já aconteceu em outros eventos da Yescom. Vai arriscar?

Onde achar as principais informações da corrida?

A melhor dica para este sábado, é acessar o regulamento da corrida no site oficial com suas 20 regras e detalhadas em vários quesitos importantes. Vale também uma consulta a parte do percurso da prova onde está detalhado o que você irá encontrar em cada km da corrida como postos de hidratação, isotônicos e posto médico ao longo do caminho.

O Esportes de A à Z estará na cobertura da Meia Maratona, assim como estamos na cobertura de outros eventos esportivos que acontecem na cidade maravilhosa. Nos siga em nossas redes sociais - Instagran - @esportesdeaaz ou no facebook - /esportesdeaaz

A experiência no Games XP

Está chegando hoje o final da Games XP e como ele é anunciado, é o maior game park do mundo. Mas será que essa é a impressão correta que devemos ter do evento? As atrações que temos por ali realmente compensar pagar o alto valor do seu ingresso para acessar o evento? Essa e outras perguntas, vamos tentar responder por aqui em nossa experiência por dois dias desse evento que aconteceu no parque olímpico na cidade maravilhosa.

E falando no parque olímpico, ele é o maior beneficiário de haver um evento desse porte por lá. Desde o início de junho, com a extinção da AGLO, a autarquia que assumiu o local após os jogos olímpicos o local está sem futuro definido e no momento a administração está nas mãos do ministério da cidadania e segue numa inércia. Os contratos vigentes estão mantidos, porém, o risco do local ser abandonado em definitivo é bem alto devido sua baixa procura e pouca divulgação do que acontece por lá. O que irá acontecer após o fim do rock in rio no local em setembro, é mistério até o momento.

Os Cosplays estavam espalhados pelo parque olímpico dando um colorido especial. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Mas voltando ao Games XP, podemos dizer que do ano passado para cá, o evento cresceu em tamanho, cerca de 60% e isso pode ser notado. Diferente do ano passado em que ficava difícil de circular e sem contar as filas que chegavam nos poucos brinquedos a uma espera de 3 a 4 horas, esse ano com mais brinquedos e um palco que contou com diversos shows e mais um dia de atração, espalhou muito mais o público o que deu mais espaço para circular e até diminuir as filas das atrações.

Algumas das atrações

Em um game park, não poderia faltar a presença deles, os cosplays! os personagens dos games estavam espalhados por todos os cantos do parque fazendo a alegria da criançada que pedia para os pais tirarem fotos com eles e sem contar as poses. Foram inúmeros que presenciamos nesses dois dias.

O Kart foi uma das atrações que nossa equipe experimentou. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

A atração mais disputada nessa edição foi a montanha-russa que tinha uma pegada diferente das que estamos acostumados a ver nos parques. Você andava nela com um óculos de realidade virtual que te levava para uma outra realidade a qual tivemos a oportunidade de experimentar. No momento em que o carrinho começa a movimentar, um filme no espaço é passado e você é levado para outro lugar enquanto está subindo e a queda é a maior surpresa e foram três delas!

Ainda no campo da realidade virtual, outra atração muito disputada, principalmente pelas crianças foi a Dinomundi. Se utilizando de outra versão mais moderna do óculos, você viajava para um mundo pré-histórico na época da extinção dos dinossauros e precisava achar um portal para seguir adiante passando por diversos obstáculos pelo caminho. Fomos tranquilos, mas as crianças se assustavam fácil. E o mais legal é que por um aplicativo no celular uma figurinha, dá para simular também.

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Também tivemos a oportunidade de andar na roda gigante enquanto rolavam dois espetáculos diferentes, o show do Projota de um lado e o por do sol do outro e certamente é a atração que leva mais tempo para você passar. Andamos também no kart que não atingia muita velocidade, mas valia pela brincadeira e passamos pela tirolesa cruzando a pista de kart por cima.

No caminho, se você queria um game de dança, podia participar de uma exibição do Just Dance que também contou com show da Lexa. E houve até campeonato do jogo também.

Dentro das arenas, muitas exibições de games. De simulador de moto que contava até com ventilador, campeonatos de games com direito a locução e uma parte para autógrafos, sem contar outra que contava com games antigos como o bom e velho pinball.

O Kabum tinha uma fila disputada. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Mas na Arena Carioca 1, estava lá novamente o maior telão do mundo e contou com campeonato de raibow six, Cs:Go e coutry-srite com direito a boa premiação em dinheiro para os seus vencedores e até direito a disputas internacionais. O e-sports veio para ficar e a prova é o público que vibrava a cada avanço das equipes presentes.

E o que pode melhorar?

Senti falta de algumas das principais marcas como a Nintendo, Microsoft, EA Games e outras que produzem alguns dos jogos mais conhecidos no mundo, como também de empresas que comercializam assessórios para os games. Havia o velho pac-man representado e um canto para o Winning Eleven onde podia jogar futebol, mas ficaram de fora essas marcas. Algo que espero ver nas próximas edições do Games XP

Vale o ingresso?

Mesmo sem essas marcas, vale cada centavo que pagar no ingresso que não é dos mais em conta, mas certamente tem atração tanto para as crianças quanto aos adultos.

Veja mais fotos do evento:

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Está chegando hoje o final da Games XP e como ele é anunciado, é o maior game park do mundo. Mas será que essa é a impressão correta que devemos ter do evento? As atrações que temos por ali realmente compensar pagar o alto valor do seu ingresso para acessar o evento? Essa e outras perguntas, vamos tentar responder por aqui em nossa experiência por dois dias desse evento que aconteceu no parque olímpico na cidade maravilhosa.

E falando no parque olímpico, ele é o maior beneficiário de haver um evento desse porte por lá. Desde o início de junho, com a extinção da AGLO, a autarquia que assumiu o local após os jogos olímpicos o local está sem futuro definido e no momento a administração está nas mãos do ministério da cidadania e segue numa inércia. Os contratos vigentes estão mantidos, porém, o risco do local ser abandonado em definitivo é bem alto devido sua baixa procura e pouca divulgação do que acontece por lá. O que irá acontecer após o fim do rock in rio no local em setembro, é mistério até o momento.

Mas voltando ao Games XP, podemos dizer que do ano passado para cá, o evento cresceu em tamanho, cerca de 60% e isso pode ser notado. Diferente do ano passado em que ficava difícil de circular e sem contar as filas que chegavam nos poucos brinquedos a uma espera de 3 a 4 horas, esse ano com mais brinquedos e um palco que contou com diversos shows e mais um dia de atração, espalhou muito mais o público o que deu mais espaço para circular e até diminuir as filas das atrações.

Algumas das atrações

Em um game park, não poderia faltar a presença deles, os cosplays! os personagens dos games estavam espalhados por todos os cantos do parque fazendo a alegria da criançada que pedia para os pais tirarem fotos com eles e sem contar as poses. Foram inúmeros que presenciamos nesses dois dias.

A atração mais disputada nessa edição foi a montanha-russa que tinha uma pegada diferente das que estamos acostumados a ver nos parques. Você andava nela com um óculos de realidade virtual que te levava para uma outra realidade a qual tivemos a oportunidade de experimentar. No momento em que o carrinho começa a movimentar, um filme no espaço é passado e você é levado para outro lugar enquanto está subindo e a queda é a maior surpresa e foram três delas!

Ainda no campo da realidade virtual, outra atração muito disputada, principalmente pelas crianças foi a Dinomundi. Se utilizando de outra versão mais moderna do óculos, você viajava para um mundo pré-histórico na época da extinção dos dinossauros e precisava achar um portal para seguir adiante passando por diversos obstáculos pelo caminho. Fomos tranquilos, mas as crianças se assustavam fácil. E o mais legal é que por um aplicativo no celular uma figurinha, dá para simular também.

Também tivemos a oportunidade de andar na roda gigante enquanto rolavam dois espetáculos diferentes, o show do Projota de um lado e o por do sol do outro e certamente é a atração que leva mais tempo para você passar. Andamos também no kart que não atingia muita velocidade, mas valia pela brincadeira e passamos pela tirolesa cruzando a pista de kart por cima.

No caminho, se você queria um game de dança, podia participar de uma exibição do Just Dance que também contou com show da Lexa. E houve até campeonato do jogo também.

Dentro das arenas, muitas exibições de games. De simulador de moto que contava até com ventilador, campeonatos de games com direito a locução e uma parte para autógrafos, sem contar outra que contava com games antigos como o bom e velho pinball.

Mas na Arena Carioca 1, estava lá novamente o maior telão do mundo e contou com campeonato de raibow six, Cs:Go e coutry-srite com direito a boa premiação em dinheiro para os seus vencedores e até direito a disputas internacionais. O e-sports veio para ficar e a prova é o público que vibrava a cada avanço das equipes presentes.

E o que pode melhorar?

Senti falta de algumas das principais marcas como a Nintendo, Microsoft, EA Games e outras que produzem alguns dos jogos mais conhecidos no mundo, como também de empresas que comercializam assessórios para os games. Havia o velho pac-man representado e um canto para o Winiing Eleven onde podia jogar futebol, mas ficaram de fora essas marcas. Algo que espero ver nas próximas edições do Games XP

Vale o ingresso?

Mesmo sem essas marcas, vale cada centavo que pagar no ingresso que não é dos mais em conta, mas certamente tem atração tanto para as crianças quanto aos adultos.

Veja mais imagens do Games XP

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

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