Redação

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22ª Meia Maratona do Rio de Janeiro ajusta horários de largada

Pensando no bem-estar dos atletas, a 22ª Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, programada para o domingo, dia 19 de agosto, começará mais cedo. Será uma antecipação de 15 minutos na disputa de 21.097 metros, com largada em São Conrado e término no Aterro do Flamengo, Haverá ainda o Super 5, prova de 5k com largada e chegada no Aterro do Flamengo, que seguirá sem alteração.

Dessa forma, os horários ficaram assim: Cadeirante,  largada 7h59; Elite Feminino: largada 8h;  Elite Masculino, largada 8h15; Pelotão Geral, largada 8h15; Corrida Super 5K permanece com largada às 7h.

A 22ª Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, a mais rápida  bonita do gênero no país, marcada para o dia 19 de agosto, terá entrega de kits e EXPO Atleta na Marina da Glória entre 16 e 18 de agosto. Com o objetivo de melhor atender aos atletas, evitar filas e demora na retirada do kit, bem como poder curtir mais a EXPO, a Yescom escolheu o novo local.

O espaço na Marina da Glória terá cerca de 3 mil m2 de área coberta, com várias vantagens para os corredores. Além de estar ao lado do Aeroporto Santos Dumont, o que favorecerá aos atletas de outros estados, ainda possui muitas vagas de estacionamento.

A facilidade da retirada do kit ainda permitirá que os atletas aproveitem mais a EXPO Atleta. O espaço terá vários estandes de produtos, serviços, área de alimentação, palestras e uma área exclusiva para as assessorias esportivas. Mais informações poderão ser obtidas no site.

Ação Social

O Sesc RJ é um dos apoiadores da prova ao lado da Yescom e terá atividades nas áreas de cultura, saúde e educação. Além de curtir uma programação especial, levando um quilo de alimento não perecível na retirada do kit, o atleta também colaborará com instituições  sociais atendidas pelo Mesa Brasil Sesc RJ.

Considerada a melhor meia maratona do país, ela tem um percurso rápido e que possibilita a obtenção de tempos baixos. A prova ratificou sua importância em 2008, em sua 12ª edição, quando também foi válida pelo Mundial de Meia Maratona. Os atletas Zersenay Tadese, da Eritréia, com o tempo de 59min56seg, e Lornah Kiplaga, da Holanda, 1h08min37seg, foram os vencedores.

Em 2017, o Brasil repetiu o topo do pódio no masculino, desta vez com o atleta pernambucano Marcio Leão, enquanto no feminino a vitória foi da queniana Esther Kakuri.

SELEÇÃO FEMININA: Brasil é superado no terceiro amistoso

Com uma atuação superior aos dois primeiros amistosos, a seleção brasileira feminina de vôlei fez uma boa apresentação na noite desta quinta-feira (16.08), apresentou evolução, mas acabou superada pelos Estados Unidos. No terceiro amistoso contra as norte-americanas, a equipe dirigida pelo técnico José Roberto Guimarães venceu os dois primeiros sets, mas sofreu a virada por 3 sets a 2 (25/15, 25/23, 21/25, 23/25 e 15/17) jogando no ginásio do Centro Olímpico da UFTM, em Uberaba (MG).

A série de quatro amistosos servem como preparação para o Campeonato Mundial, que vai ser no Japão, de 29 de setembro a 20 de outubro, e será concluída no próximo sábado (18.08), quando as duas seleções voltarão a se enfrentar, desta vez, no Rio de Janeiro (RJ), em um momento marcante para o voleibol brasileira: a reabertura do Maracanãzinho.

Nos dois primeiros amistosos, o Brasil havia sido superado por 3 sets a 1 e, depois 3 a 0. Nesta noite, com boa atuação, o grupo verde e amarelo contou com a central Thaísa entre as titulares. Após a partida, a experiente jogadora falou sobre a sua evolução pessoal.

“Ainda tenho muito o que melhorar, estou voltando a pegar ritmo e ainda mais com a dificuldade de enfrentar um time que joga tão rápido. Estou me esforçando bastante, as meninas estão me ajudando e sei que posso fazer mais, mas isso vai acontecer gradativamente, com os treinamentos. Tem que ter um pouco de paciência. Estou tentando fazer o meu melhor e na hora certa vai dar tudo certo”, afirmou Thaísa.

A ponteira Gabi foi a maior pontuadora da seleção brasileira, com 23 acertos. “Começamos com um ritmo muito bom, jogando muito bem taticamente, sacando e defendendo bem, que era algo que o Zé Roberto vinha cobrando, mas deixamos cair do terceiro set em diante, com erros bobos. Foi uma partida melhor do que as anteriores, mas ainda temos muito o que melhorar, especialmente diminuindo os nossos erros”, analisou Gabi.

O técnico José Roberto Guimarães lamentou o resultado negativo, mas destacou a importância de fazer uma partida como essa em uma fase de preparação para uma competição tão forte como o Mundial.

“Conseguimos fazer um primeiro set muito bom. O segundo já emperrou um pouco e depois o pior foi o quarto. Faltou concentração e regularidade e paramos de agredir no saque. Depois, saímos muito atrás no tie break, recuperamos, fizemos 14 a 14 e temos que ressaltar que foi bom. Nós precisávamos de um jogo como esse, de um 3 a 2”, explicou o treinador da seleção brasileira.

O JOGO

O Brasil abriu o placar do jogo com Gabi e Tandara fez 2/0. Com Thaisa, a seleção brasileira chegou a 5/2. Os Estados Unidos contaram com erros da equipe da casa e chegaram ao ponto de empate em 6/6. Com dois bloqueios de Adenízia e dois ataques de Rosamaria, o placar foi a 11/6. Kiraly pediu tempo. Gabi surgiu na pipe e o Brasil chegou a 15/7. Na bola de segunda de Dani Lins, 17/8. Com bom aproveitamento, a seleção verde e amarela chegou a nove de vantagem em 19/10. Com Rosamaria, a equipe da casa marcou 23/14. E, com grande atuação, a seleção de José Roberto Guimarães contou com Tandara para fechar em 25/15.

O Brasil manteve o bom ritmo no segundo set e, com ponto de bloqueio de Adenízia, abriu vantagem de 4/0. Assim como no primeiro set, os Estados Unidos se recuperaram e chegaram ao ponto de empate (5/5). A equipe verde e amarela voltou a ter vantagem, fazendo 9/6. Depois de bom levantamento de Dani Lins, Rosamaria fez 13/9. No ace de Thaísa, 15/10. No erro das adversárias, a seleção brasileira manteve os cinco de diferença: 17/12. O adversário aproximou no placar (15/18) e Zé Roberto pediu tempo. Com bom saque, a seleção norte-americana marcou 18/20. Com dois bloqueios seguidos, empate em 20/20. As brasileiras voltaram a pontuar bem e Tandara fechou em 25/23.

No ace de Dani Lins, o Brasil fez 2/0. Quando o placar apontou 3/1, Kiraly pediu tempo. A parada funcionou e a seleção norte-americana assumiu o comando do set em 5/4. Contando com erros da equipe brasileira, os Estados Unidos marcaram 7/4 e foi a vez de Zé Roberto pedir tempo. As brasileiras se recuperaram e empataram em 8/8. Tandara colocou o Brasil em vantagem novamente (11/10). Thaísa marcou ponto de saque e colocou o Brasil com três de vantagem: 15/12. Pedido de tempo de Kiraly. O set esteve igual em 17/17. No bloqueio, 21/18 para os Estados Unidos. Na sequência, a equipe visitante fez 23/20. No bloqueio, 25/21 para as norte-americanas.

O quarto set começou equilibrado, com o empate em 2/2. Depois de boa defesa de Gabiru, Gabi pontuou no ataque e o Brasil empatou mais uma vez (5/5). Em boa passagem de Dani Lins pelo saque, a seleção brasileira conseguiu abrir vantagem, chegando a 8/5. Rosamaria pontuou e manteve os três de vantagem: 11/8. O set voltou a ficar equilibrado, 12/11 para a equipe verde e amarela. A parcial esteve igual novamente em 16/16. Gabi colocou o Brasil em vantagem (17/16). No erro da adversária, a equipe da casa empatou em 19/19 e mais uma vez com Gabi, desta vez na largada, 20/19. Empate em 21/21. As norte-americanas marcaram 23/22 e 24/22. Gabi fez 23/24, mas os Estados Unidos fecharam em 25/23.

Ao ver que o adversário abriu 3/0 logo no começo do set decisivo, José Roberto Guimarães parou o jogo com pedido de tempo. Na troca de lado, a seleção dos Estados Unidos tinha boa vantagem em 8/4. Quando a equipe visitante marcou mais um (9/4), Zé Roberto pediu tempo. As norte-americanas seguiram bem em quadra e fizeram 11/7. No bloqueio de Thaísa, o Brasil aproximou no placar: 10/12. Os Estados Unidos fizeram 14/12, a seleção brasileira aproximou em 12/14, e, com Tandara, empatou em 14/14. Mas, no final, vitória da equipe visitante por 17/15.

EQUIPES

BRASIL - Dani Lins, Tandara, Adenízia, Thaísa, Rosamaria e Gabi. Líbero – Gabiru

Entraram – Amanda, Fernanda Tomé, Roberta, Carol

Técnico: José Roberto Guimarães

ESTADOS UNIDOS - Carlini, Lowe, Madi Kingdon, Lee, Adams e Gibbemeyer. Líbero – Benson  

Entraram – Hancock e Drews

Técnico: Karch Kiraly

  • Publicado em Vôlei

Game XP 2018 revela credenciais com artes do Mario Kart!

Um grande evento já começa com a expectativa da chegada dos ingressos. Porém, no caso da Game XP, o acesso ao primeiro Game Park do Mundo será feito com credenciais colecionáveis, que trazem ilustrações exclusivas, com cores incríveis, do jogo Mario Kart. Elas já estão sendo enviadas e, em breve, estarão nas mãos de quem já garantiu presença no maior evento de games do Brasil.

“A experiência da Game XP começa no momento em que a pessoa entra em contato com o ingresso, que é uma credencial colecionável e exclusiva. Nós queremos que cada pedacinho do evento seja algo inesquecível e jamais feito para o mercado de games no Brasil.”, explica Roberta Coelho, diretora geral da Game XP.

Uma ilustração por dia

Quinta: Bowser

Sexta: Luigi

Sábado: Yoshi

Domingo: Donkey Kong

Ingresso de 4 dias: Princesa Peach

Player One: Mario (Quatro ilustrações diferentes)

 

Sobre a Game XP

A Game XP é o maior evento gamer da América Latina e, a partir de 2018, o primeiro Game Park do mundo. A estreia aconteceu no Rock in Rio 2017, quando recebeu 361 mil pessoas durante o festival. Este ano será realizado de forma independente e ocupará, por quatro dias, as três arenas olímpicas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que se tornarão a Oi Game Arena, a Expo Play e a Inova Arena, além de uma área externa de 100 mil metros quadrados com ativações para os visitantes. A Game XP é uma parceria dos criadores do Rock in Rio, da CCXP e o Grupo Globo.

 

SERVIÇO

Game XP 2018

Data: 06, 07, 08 e 09 de setembro

Hora: 12h às 21h

Local: Parque Olímpico do Rio de Janeiro - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Ingressos e estacionamento: ingressos.gamexp.com.br  

06/09: R$ 130 (inteira), R$ 65 (meia) – Família R$ 260

07, 08 e 09/09: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia) – Família R$ 300

Pacote para os 4 dias: R$ 450 (inteira) e R$ 225 (meia)

Filipe, Medina e Italo nas quartas de final em Teahupoo

Os três brasileiros que estão na briga direta pelo título mundial, passaram para as quartas de final da etapa que abre a segunda metade do World Surf League Championship Tour. Filipe Toledo está com a lycra amarela do Jeep Leaderboard e vai disputar a primeira bateria com o sul-africano novato na elite, Michael February. Já Gabriel Medina e Italo Ferreira, se enfrentam na briga pela última vaga para as semifinais no confronto do número 3 e 4 do ranking. Ambos tiram a vice-liderança do australiano Julian Wilson se chegarem na final do Tahiti Pro Teahupoo. A primeira chamada da sexta-feira é as 7h00 no Taiti, 14h00 no Brasil.

As previsões das ondas não são boas para o período da etapa taitiana esse ano, então está sendo necessário aproveitar o que tem. O evento já ficou parado na terça e na quarta-feira, retornando na quinta-feira em ondas pequenas ainda, 3-5 pés, com poucas boas entrando na maioria das baterias nos longos intervalos entre as séries. Mas, durante o dia, tubos foram surfados, aéreos e grandes manobras decidiram classificações. As condições do mar eram melhores em algumas baterias, em outras não entrava quase nada de ondas, coisas da Natureza. Então, era preciso escolher bem e não desperdiçar qualquer chance de surfar.

Filipe Toledo conseguiu a primeira vitória brasileira na sexta bateria da quinta-feira, depois do campeão mundial Adriano de Souza e dos novatos na “seleção brasileira” do CT, Michael Rodrigues e Jessé Mendes, terem sido eliminados. O número 1 do Jeep Leaderboard começou forte com nota 7,83 na primeira onda e não deu qualquer chance para o convidado taitiano, Tikanui Smith. O mar até ficou bom nessa hora, porém à tarde, as condições já estavam bem deterioradas pela ação do vento na batalha por vagas nas quartas de final.

“O Tika (Smith) é um grande cara e perigoso aqui em qualquer tamanho de onda, porque conhece muito bem esse lugar”, disse Filipe Toledo. “Estou muito feliz em continuar competindo nesse lugar lindo. As ondas não estão do tamanho que todos nós gostaríamos, não tem aqueles tubos, mas estão bem divertidas para surfar. Quero continuar seguindo assim, dando um passo de cada vez, pois é de passo em passo que a gente alcança os resultados”.

À tarde, Filipe entrou na segunda bateria da quarta fase e não conseguiu achar boas ondas para repetir o seu ataque matador nas esquerdas de Teahupoo. No entanto, duas notas na casa dos 5 pontos foram suficientes para superar o japonês Kanoa Igarashi e passar em segundo na vitória do australiano Owen Wright, por 12,67 a 11,40 do brasileiro. O próximo oponente do líder Filipe Toledo é Michael February, a surpresa do dia com a vitória no duelo sul-africano do novato na elite com o número 5 do ranking, Jordy Smith. Depois bateu o sexto colocado, Wade Carmichael, que avançou em segundo na bateria que abriu a quarta fase.

O MELHOR NO TAITI – Logo após a vitória de Filipe Toledo, começou a primeira bateria brasileira da terceira fase, que acabou sendo a melhor do dia até ali. Gabriel Medina e Wiggolly Dantas pegaram boas ondas, com oportunidades para surfar belos tubos e fazer grandes manobras. Medina aumentou o maior placar da terceira fase para 14,73 pontos, superando os 14,66 que Filipe Toledo tinha acabado de fazer. Wiggolly também foi bem e perdeu com 13,67 pontos, suficientes para vencer quatro das seis baterias disputadas até ali.  

Depois, Medina também surfou a melhor onda, nota 7,5, para controlar a vantagem até vencer o penúltimo confronto do dia por 13,67 pontos. Foi logo após a classificação de Filipe Toledo e também foi fraco de ondas. Na luta pela segunda vaga para as quartas de final, o americano Kolohe Andino ganhou por pouco do outro brasileiro, Yago Dora, 10,43 a 9,50. Ele ficou em nono lugar no Tahiti Pro Teahupoo, mas entrou no grupo dos 22 primeiros do ranking que são mantidos na elite para o ano que vem, tirando da lista o também catarinense Tomas Hermes.   

“Eu amo surfar Teahupoo, não importa o tamanho das ondas”, disse Gabriel Medina. “A previsão deste ano não é boa, mas ainda temos algumas ondas para surfar tubos e fazer manobras, está divertido o mar. É um tipo diferente de surfe aqui, mas estou feliz em estar nas quartas de final mais uma vez. É um evento importante na corrida do título mundial este ano e todos estão querendo um bom resultado aqui, eu também”.

Gabriel Medina tem o melhor retrospecto na perigosa bancada de Teahupoo nos últimos anos. Desde 2014, quando bateu o mestre Kelly Slater numa final com tubos enormes e desafiadores, foi vice-campeão no ano seguinte contra o francês Jeremy Flores, também perdeu o título para Julian Wilson no ano passado e foi semifinalista em 2016. Essa é quinta vez consecutiva que ele chega nas quartas de final, agora para um duelo brasileiro decisivo na briga pelo título mundial com Italo Ferreira.

POTIGUAR VOADOR – Enquanto Medina busca sua primeira vitória no ano, o potiguar ganhou duas das cinco consecutivas do Brasil nas seis etapas disputadas até o Taiti. Outras duas foram vencidas por Filipe Toledo e uma pelo catarinense Willian Cardoso. Italo Ferreira competiu pela primeira vez em Teahupoo em 2015 e foi a única que também chegou nas quartas de final, parando no australiano Owen Wright. Na quinta-feira, o potiguar de Baía Formosa já disputou uma bateria brasileira com o pernambucano Ian Gouveia que fechou a terceira fase.

Ele voltou na última do dia e seus adversários acharam os tubos para dominar toda a bateria. Tanto o tubo do francês Jeremy Flores, como o de Connor O´Leary, recebeu nota 8,17 dos juízes. O australiano já tinha batido todos os recordes do campeonato na terceira fase, com a nota 9,20 num tubaço incrível e os 16,53 pontos que totalizou contra o taitiano Michel Bourez.

Com a vantagem, os dois ficaram dominando o pico, o tempo foi passando e, como não vinham mais tubos, Italo passou a arriscar os aéreos. E foi voando, que ele conseguiu notas 7,07 e 6,03 nas últimas ondas, para conquistar a última vaga para as quartas de final. Jeremy venceu por 15,24 pontos, o potiguar voador passou em segundo com 13,10 e o australiano foi eliminado com 11,34, somando 3,17 da última onda que surfou para tentar a classificação.

SELEÇÃO BRASILEIRA – Além dos três classificados para as quartas de final e de Yago Dora, que perdeu na quarta fase, outros cinco brasileiros competiram na quinta-feira e ficaram na primeira rodada do dia, em 13.o lugar no Tahiti Pro Teahupoo, com apenas 1.665 pontos no ranking. Dois deles caíram nos duelos brasileiros da terceira fase, Wiggolly Dantas na bateria paulista com Gabriel Medina e Ian Gouveia no confronto nordestino com Italo Ferreira.

O dia não começou bem para o Brasil, com três eliminações seguidas. O cearense Michael Rodrigues entrou na segunda bateria e não achou nada de ondas contra o havaiano Ezekiel Lau. A disputa seguinte também foi fraca de ondas e o paulista Jessé Mendes tentou de tudo, mas perdeu por 9,50 a 9,40 para o australiano top-6 do ranking, Wade Carmichael. Depois, o campeão mundial Adriano de Souza só conseguiu pegar duas ondas na sua e a segunda foi a melhor da bateria, valeu 7,50. Mas, o japonês Kanoa Igarashi ainda pegou uma no final para tirar outra nota na casa dos 5 pontos e vencer por 11,40 a 11,17.  

Depois dessas três derrotas seguidas, Filipe Toledo confirmou o favoritismo contra o taitiano Tikanui Smith, Gabriel Medina derrotou Wiggolly Dantas, Yago Dora despachou o australiano Mikey Wright e Italo Ferreira venceu Ian Gouveia na batalha pela última vaga para a quarta fase. Com a classificação, Yago Dora tirou a 22.a posição no ranking do também catarinense Tomas Hermes, que não passou nenhuma bateria no Taiti. Sua vaga no G-22 do CT só é ameaçada pelo sul-africano Michael February, adversário de Filipe Toledo nas quartas de final.

Acompanhe a transmissão ao vivo do último dia do Tahiti Pro Teahupoo pelo www.worldsurfleague.com ou pelo Facebook ou pelo aplicativo da World Surf League.

QUARTAS DE FINAL DO TAHITI PRO TEAHUPOO:

1.a: Filipe Toledo (BRA) x Michael February (AFR)

2.a: Wade Carmichael (AUS) x Owen Wright (AUS)

3.a: Gabriel Medina (BRA) x Italo Ferreira (BRA)

4.a: Kolohe Andino (EUA) x Jeremy Flores (FRA)

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