Ricardo Erlich

Ricardo Erlich

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Uma esteira para quem odeia elas

Se você acha que subir numa esteira é coisa para “rato de laboratório” e reclama que ela atrapalha sua mecânica de corrida, bem como te força a ficar apertando botões se quiser alterar a velocidade, o que diria de uma máquina sem motor em que você controla seu ritmo e faz um treino igual que faz na rua? Essa é a proposta da Skillmil da Technogym a qual o Esportes de A à Z teve o prazer de conhecer.

A Skillmill é uma esteira diferente de todas que estão no mercado. Visualmente, ela é diferente das demais, onde seu formato em curva já chama a atenção. Mas sua principal vantagem é o fato de não ter aquele motor que não para de rodar numa única velocidade. Por ser mecânica, é possível num treino intervalado alternar a velocidade sem precisar apertar botão e só acelerar, bem como na hora de diminuir que ela te acompanha.

Num primeiro momento, você se assusta com a velocidade que ela pode atingir. Mas para se acostumar com o equipamento é algo fácil. Tanto que em um teste que executamos na marcha mais leve dela, conseguimos atingir a velocidade de 20km/h por uns 20s que é o equivalente ao que um atleta de elite corre uma maratona.

Fora correr, a Skillmil pode ser usada para outros tipos de treinos. Colocando em sua marcha mais pesada, ela vira um verdadeiro treino de subida, como se estivesse subindo até a Vista Chinesa e consegue simular escalada também. Também dá para fazer movimento de costas e de lateral, que auxiliam no progresso de cada um.

A esteira pode ser encontrada em algumas academias pelo Brasil. No Rio, você encontra ela para algumas aulas na academia Go Health em frente ao colégio Militar na Tijuca onde fica um showroom da Technogym.

Veja um pouco do nosso teste nesta esteira no vídeo abaixo com a explicação do professor Robson Silvestre Maia.

Grã-Bretanha fatura 5 medalhas no primeiro dia do Mundial de Paraciclismo de Pista Rio 2018

Líder do quadro de medalhas do ciclismo nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, a Grã-Bretanha seguiu no mesmo caminho na abertura do Mundial de Paraciclismo de Pista Rio 2018, nesta quinta-feira (23). O país europeu conquistou 5 medalhas (dois ouros, duas pratas e um bronze) no primeiro dia do evento, que está sendo disputado no Velódromo do Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro. O local foi sede dos Jogos de 2016 e volta a receber uma competição de grande porte. 

Tradicional na modalidade, a Grã-Bretanha viu dois ciclistas subirem ao lugar mais alto do pódio sob sua bandeira. Katie Toft foi a medalhista de ouro na perseguição individual 3km da classe C1. Ela concluiu o percurso em 4min41s945. Seu compatriota Jody Cundy seguiu o mesmo caminho e ficou com o título mundial do contrarrelógio masculino de 1km, classe C4, com o tempo de 1min04s579. 

"Eu estou positivamente surpreso com a organização e a recepção que tivemos no Rio de Janeiro até aqui. Muitos voluntários e pessoas à nossa disposição para ajudar. O ambiente aqui é realmente adequado para uma competição grande. Por esse motivo, vir aqui e competir tão bem quanto eu competi hoje é incrível. Foi uma experiência fantástica e estamos apenas no primeiro dia, então espero voltar ao pódio no contrarrelógio por equipes", disse Jody Cundy.

Prova bem disputada na categoria feminina de perseguição. Crédito: Ricardo Dungó/EAZ

O desempenho britânico foi acentuado com as medalhas de prata de Jon Butterworth no C5 contrarrelógio masculino 1km (1min05s850) e Megan Giglia, que obteve a segunda posição na perseguição individual feminina de 3km, classe C3 (4min21s413). Fechou a quina de medalhas da Grã-Bretanha Blaine Hunt, que ficou atrás de seu compatriota no contrarrelógio masculino 1km C5, em 1min07s326. 

Nesta sexta-feira (23), as disputas começam às 10h com o qualificatório do tandem. Na perseguição individual 4km masculino, os destaques são os espanhóis Ignacio Avila Rodriguez e Joan Font Bertoli e duas duplas britânicas: James Ball e Peter Mitchell e Stephen Bate e Adam Duggbley. O Brasil será representado pela dupla Marcos Novello e Marcelo Andrade. No feminino, perseguição individual 3.000m, as britânicas Lora Fachie e Corrine Hall e Sophie Thornhill e Helen Scott despontam como favoritas. O Brasil terá a dupla Marcia Fanhani e Thaíse Benato.

Em seguida, serão disputadas as finais do contrarrelógio 500m feminino das classes C1, C2 e C3 e do masculino 1.000m classe C1. Nomes como a holandesa Alyda Norbruis, dois ouros na Rio 2016, a britânica Megan Giglia, também medalhista em Jogos Paralímpicos, e o canadense Ross Wilson são alguns dos destaques. 

Melhor brasileiro, Lauro Chaman ficou em sexto na prova de contra relógio de 1 km na classe C5. Crédito: Ricardo Dungó/EAZ

A partir das 15h, serão disputadas as finais do tandem, do contrarrelógio feminino classes C2 e C3 e do scratch 10km feminino, classes C1-2-3. A prova masculina do scratch será qualificatória. 

Os brasileiros
Entre os ciclistas do Brasil, o melhor desempenho foi de Lauro Chaman, sexto colocado na prova do contrarrelógio 1km masculino classe C5. Ele fez o tempo de 1min08s741. Na mesma prova, Jonathan Santos foi o 18º, ao registrar 1min12s194. No contrarrelógio 500m feminino classe C5, Telma Bueno ficou na 11ª colocação, com o tempo de 46s168. 

Atletas do mundo inteiro estão participando do campeonato. Crédito: Ricardo Dungó/EAZ

 

Resultados completos: http://paraworlds2018.veloresults.com/

Revelação do Skate vence no STU Open Series

A praça Duó, na Barra da Tijuca, recebeu nas duas últimas semanas o STU Qualyfing Series uma competição de skate com os melhores atletas brasileiros na modalidade Street que fará parte dos jogos olímpicos de Tóquio em 2018. E quem se deu bem, foi Lucas Rabelo de 19 anos no masculino e Letícia Bufoni no feminino.

Depois de sair em segundo lugar nas semifinais, só perdendo para o pentacampeão mundial Kelvin Hoefler, o garoto Lucas Rabelo surpreendeu o público com manobras ousadas e conseguiu chegar ao lugar mais alto do pódio, superando Thiago Lemos que ficou em segundo e o favorito Kelvin em terceiro.

Letícia Bufoni venceu depois de cinco anos sem competir no Brasil. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

“Foi animal! Estava bem e não fiquei nervoso dessa vez, algo que costumo ficar. É muito bom competir com esse pessoal que me inspira no esporte. Eu realmente não esperava ficar em primeiro, mas nas últimas manobras consegui me colocar entre os três primeiros e acabou que venci” – Comenta Lucas sobre a vitória.

Sem competir no Brasil há cinco anos, Letícia Bufoni confirmou seu favoritismo e chegou ao lugar mais alto do pódio depois de ótimas manobras. Ela que venceu os X-Games por três vezes superou a também campeã Pâmela Rosa que chegou em segundo e Gabriela Mazetto que chegou em terceiro.

“Estou muito feliz pela vitória. É muito bom voltar a competir por aqui depois de 5 anos com minha família por perto e amigos. Foi ótimo ter um circuito brasileiro, uma grande novidade para o calendário e agradeço a organização e patrocinadores. Também gostei muito de andar nessa pista aqui que venho treinando na última semana e ficaria fácil treinando todos os dias por aqui” – Comenta a campeã.

Pâmela Rosa chegou em segundo na competição. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

Resultados do Oi STU QS Street:

 

Final feminina:

 

1 – Letícia Bufoni: 299.33 pontos

2 – Pâmela Rosa: 288.00

3 – Gabriela Mazetto: 260.33

4 – Virginia Águas: 252.34

5 – Rayssa Leal: 239.00

6 – Ariadne Souza: 234.67

7 – Vitória Mendonça: 228.67   

8 – Isabelly da Silva: 213.33

 

 

Final masculina:

 

1 – Lucas Rabelo: 341.33 pontos

2 – Tiago Lemos: 319.00

3 – Kelvin Hoefler: 318.33

4 – Felipe Gustavo: 317.66

5 – Alex Carolino: 296.34

6 – Rogério Febem: 282.00

7 – Paulo Galera: 209.00

8 – Mike Dias: 118.67

 

Veja mais imagens:

Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

 

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Sesc-Rj atropela Pinheiros e avança na Superliga

O time do Sesc-rj carimbou as vagas nas semifinais da Superliga Feminina depois de vencer pela segunda vez o time de Pinheiros por 3 sets a 0 em uma partida que o time oscilou um pouco nos dois primeiros sets e foi muito superior no último em jogo realizado no Jeunesse Arena diante de sua torcida que fez a sua parte.

Na primeira partida das quartas-de-final na semana passada, o Sesc-rj havia ganho com muitas dificuldades na casa do adversário por 3 sets a 2 em uma partida muito dura e equilibrada. A torcida que esperava um mesmo tipo de confronto, acabou vendo uma vitória mais tranquila do time carioca com mais facilidade.

O destaque da partida ficou por conta de Gabi, que foi eleita a melhor jogadora da partida. Ela contribuiu decisivamente para a vitória do Sesc-rj.

“Estou muito feliz com a vitória e todos do time estão me passando confiança e aos poucos estou voltando a minha melhor forma. Temos que dar parabéns ao Pinheiros pela linda campanha e agora é buscar uma constância maior e lutar com tudo na semifinal para buscar, quem sabe, mais uma final” – Conta.

Gabi foi um dos destaques da partida. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

Para a líbero Fabi que ao final do jogo recebeu uma homenagem, a partida foi mais tranquila que elas esperavam.

“O time jogou bem e estamos de parabéns. Elas lá quase conseguiram ganhar da gente e por aqui fizemos o jogo ficar mais tranquilo e saímos com a vitória. ” – Finaliza.

O jogo

O Pinheiros saiu na frente e ainda fez 2/0. Com Peña, o Sesc RJ empatou em 2/2. O set seguiu disputado ponto a ponto e as equipes empataram novamente em 6/6. O time carioca assumiu o comando do placar fazendo 8/7. Quando as adversárias chegaram a 11/8, o técnico do Pinheiros, Paulo de Tarso, pediu tempo. A vantagem carioca foi a 14/9. Em boa passagem de Lana pelo saque, o time visitante reagiu e tirou a diferença para 12/14. Foi a vez de Bernardinho pedir tempo. No bloqueio de Roberta, o Pinheiros empatou: 16/16. A equipe visitante passou a frente em 18/17. O Sesc RJ voltou a comandar o set, fazendo 21/19. No bloqueio de Mayhara, 23/20. O Pinheiros encostou em 22/23. No final, o time carioca fechou em 25/22.

No ponto de saque de Peña, o Sesc RJ marcou 3/1 logo no início da segunda parcial. O time do Rio de Janeiro teve dois de vantagem também em 5/3. O Pinheiros buscou e assumiu o comando do placar em 6/5. No ponto de saque de Bruninha, o placar foi a 10/8 a favor do time de São Paulo. O Sesc RJ reagiu e empatou em 11/11. Em boa passagem de Peña pelo saque, o time do Rio marcou 13/11 e Paulo de Tarso pediu tempo. Na largadinha de Juciley, 16/12. Com Gabi bem no saque, o Sesc RJ ampliou a vantagem e fez 20/12. No bloqueio de Vanessa, o Pinheiros reduziu a diferença no marcador: 16/21. Bernardinho pediu tempo. As visitantes seguiram pontuando e chegaram a 19/22. A reta final do sete seguiu com equilíbrio e o Pinheiros encostou em 22/23. E no ponto de saque de Carol Leite, assim como no set anterior, o Sesc RJ fechou em 25/22.

Time aguarda vencedor entre Minas e Fluminense nas semifinais. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

Com Gabi pontuando bem, o Sesc RJ abriu 5/2 no terceiro set com ponto de bloqueio. Neste momento, Paulo de Tarso pediu tempo. Na largadinha de Peña, o time da casa chegou a 7/4. Quando o placar chegou a 9/6, o treinador do Pinheiros pediu mais um tempo. Na volta, a equipe carioca ainda chegou a 11/5. Juciely colocou oito pontos de vantagem a favor do Sesc RJ: 18/10. No bloqueio duplo, o time da casa chegou a 20/11. Melhor em quadra, o marcador ainda marcou 23/22. Superior na parcial, o Sesc RJ venceu o terceiro set por 25/13.

O time do Sesc-Rj aguarda o vencedor da série entre Minas e Fluminense que se enfrentam amanhã em Minas. Na primeira partida, as mineiras se saíram melhor e venceram por 3 sets a 1.

“Se pegarmos o Minas, é um time que já conhecemos bem. Ano passado fizemos também a semifinais com elas e foram cinco partidas bem duras. Já o Fluminense é um time que vem jogando bem e tem chances de chegar. Seja quem vier, vamos treinar para conseguirmos nos dar bem na sequência de jogos seguidos que virão” – Finaliza Gabi

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