fbpx

Bia fura o quali e conhece adversária da estreia no Australian Open

A tenista paulista Beatriz Haddad Maia garantiu, na noite desta quinta-feira, sua vaga para a chave principal do Australian Open ao chegar à terceira vitória no qualifying. Bia é a única representante do Brasil no primeiro Grand Slam da temporada.

Com grande atuação na terceira e última rodada do quali, Bia superou a norte-americana Jennifer Brady, cabeça de chave 16 do qualifying e 125o. do mundo, por 6/3 6/4, em 1h26min de partida.

“Virei um jogo duro, estava 4/1 e vantagem pra ela, com saque e duas quebras na frente e eu consegui lidar com a situação. Fisicamente, senti que ela estava cansada e fiz ela jogar todos os pontos, fazendo ela correr e sair com a vitória”, explicou a tenista número 1 do Brasil e 176o. do mundo.

Bia disputa pela segunda vez o Australian Open. No ano passado chegou à segunda rodada, quando foi parada pela tcheca Karolina Pliskova, então sexta favorita ao título do torneio.

A brasileira fará sua estreia na chave contra a norte-americana Bernarda Pera, 69o. do mundo. Será o segundo encontro entre as duas. O primeiro aconteceu em 2014, no saibro de Breda, na Holanda, vencido pela norte-americana por 6/1 7/6(8).

“Estou muito feliz com a minha atuação no quali. Agora sim entramos no torneio. Estou com uma energia muito boa, confiante e jogando agressiva, o que eu acho que é o principal”, afirmou Bia.

ATP divulga lista completa do Rio Open 2019

A lista completa de jogadores garantidos na chave de simples do Rio Open foi divulgada nesta terça-feira (8) pela ATP. O maior torneio de tênis da América do Sul terá quatro tenistas do top 20 do ranking mundial: o austríaco Dominic Thiem (8º), os italianos Fabio Fognini (13º) e Marco Cecchinato (18º) e o argentino Diego Schwartzman (19º), atual campeão. Os ingressos para o evento, que acontece entre 16 e 24 de fevereiro no Jockey Club Brasileiro, estão à venda pelo site tudus.com.br/rioopen, com preços a partir de R$ 30. 

A chave será liderada pelo vice-campeão de Roland Garros, Thiem, que tentará o bicampeonato no Rio Open, assim como Schwartzman. Vice em 2015, Fognini é um dos grandes nomes da história do torneio carioca, e Cecchinato retorna após o melhor ano de sua carreira, em que derrotou Novak Djokovic nas quartas de final de Roland Garros e alcançou sua primeira semifinal de Grand Slam. Na última semana, ele alcançou as semifinais do torneio de Doha.

Finalistas da edição de 2016, o uruguaio Pablo Cuevas e o argentino Guido Pella retornam em 2019, assim como outros tenistas que já fizeram boas campanhas no Rio Open, como o espanhol Pablo Carreño Busta, o chileno Nicolas Jarry e o norueguês Casper Ruud.

Com nove jogadores entre os 50 melhores do mundo, o line-up conta com alguns estreantes no Rio Open. Por exemplo, o espanhol Jaume Munar, de 21 anos, que treina na academia de Rafael Nadal, em Mallorca, e já ocupa a 74ª colocação do ranking, meses após alcançar as semifinais do NextGen Finals. Outros jovens que farão sua primeira participação no torneio são o alemão Maximilian Marterer, 70º, e sérvio Laslo Djere, 91º, ambos com 23 anos. O veterano tunisiano Malek Jaziri, de 34 anos, também debuta na competição.

Caso alguns dos jogadores inscritos tenham que desistir do torneio, os cinco primeiros na lista de “alternates" são Cameron Norrie (GBR), Pedro Sousa (POR), Lorenzo Sonego (ITA), Felix Auger-Aliassime (CAN) e Paolo Lorenzi (ITA). Norrie e Auger-Aliassime são grandes esperanças para 2019. O britânico de 23 anos estreou na Copa Davis em 2018 com vitória sobre o número 23 do mundo Roberto Bautista Agut. Já o canadense foi o tenista mais jovem a vencer um jogo de Challenger da história, aos 14 anos, e venceu o US Open juvenil em 2016. Atualmente, ele tem 18 anos e se aproxima do top 100.

Além dos 23 que têm entrada garantida pelo ranking, o brasileiro Thiago Wild tem seu lugar garantido na chave principal. O paranaense de 18 anos conquistou a vaga ao vencer a Maria Esther Bueno Cup, torneio “next gen” entre tenistas brasileiros. Ainda há oito posições a serem preenchidas: quatro pelo qualifying (realizado nos dias 16 e 17 de fevereiro), mais três convidados e um special exempt (para tenistas que não puderem disputar o qualifying por estarem em ação em outro torneio). Um dos três convites é reservado para solicitação de tenistas da lista A+ da ATP. 

“Já tínhamos garantidos três dos melhores jogadores de saibro do mundo (Thiem, Fognini e Schwartzman) e teremos também o Cecchinato, que fez uma ótima temporada em 2018, com uma vitória sobre o Djokovic e uma semifinal de Grand Slam. Além deles teremos nomes da nova geração como o Munar, Garín, Jarry, Marterer, Norrie e o Auger-Aliassime. Tem tudo pra ser umas das edições mais disputadas com 7 dos 10 tenistas com mais vitórias no saibro em 2018 no circuito da ATP”, disse Luiz Carvalho, Diretor do Torneio.


Veja a lista de inscritos no Rio Open:


Dominic Thiem (AUT) - 8º

Fabio Fognini (ITA) - 13º

Marco Cecchinato (ITA) - 18º

Diego Schwartzman (ARG) - 19º

Pablo Carreño Busta (ESP) - 24º

Malek Jaziri (TUN) - 42º

Nicolas Jarry (CHI) - 43º

João Sousa (POR) - 44º


Dusan Lajovic (SER) - 45º


Leonardo Mayer (ARG) - 54º


Albert Ramos-Viñolas (ESP) - 65º


Guido Pella (ARG) - 66º


Aljaz Bedene (ESV) - 67º


Maximilian Marterer (ALE) - 70º

Roberto Carballes Baena (ESP) - 73º

Jaume Munar (ESP) - 74º


Federico Delbonis (ARG) - 77º


Taro Daniel (JAP) - 78º


Guido Andreozzi (ARG) - 80º


Pablo Andujar (ESP) - 82º


Christian Garin (CHI) - 86º


Pablo Cuevas (URU) - 90º


Laslo Djere (SER) - 91º


(WC) Thiago Wild (BRA) - 447º

 

Alternates

Cameron Norrie (GBR) - 93º

Pedro Sousa (POR) - 103º

Lorenzo Sonego (ITA) - 104º

Felix Auger Aliassime (CAN) - 106º

Paolo Lorenzi (ITA) - 109º

Com força máxima, Brasil é convocado para Copa Davis, em Uberlândia

O Brasil irá com força total em busca de uma vaga no Grupo Mundial da Copa Davis, contra a Bélgica. A equipe comandada pelo capitão João Zwetsch será formada pelos dois brasileiros mais bem colocados no ranking de simples da ATP, o cearense Thiago Monteiro (123o) e o paulista Rogério Dutra Silva (165o), e terá a forte dupla composta pelos mineiros Bruno Soares (7o) e Marcelo Melo (9o), além do paranaense Thiago Wild (530o), de apenas 18 anos, como quinto jogador.

O confronto será disputado nos dias 1 e 2 de fevereiro de 2019 no saibro do Ginásio Sabiazinho, em Uberlândia-MG. (Clique aqui para adquirir seu ingresso). 
 
“A equipe está bem formada. Rogerinho e Monteiro são os dois jogadores que tiveram os melhores resultados em 2018. A volta do Bruno também é importante para a equipe. O Bruno e o Marcelo são uma das melhores duplas da Copa Davis nos últimos anos, apesar de o Marcelo Demoliner ter demonstrado que pode suprir uma eventual ausência de um dos dois com qualidade. E o Thiago Wild como quinto jogador, de acordo com nosso critério de sempre chamar um garoto na fase de transição, que tenha qualidade e possa jogar eventualmente”, explicou Zwetsch.
 
O capitão brasileiro acredita em um confronto duro contra os belgas, que devem ter David Goffin, atual 22 do mundo e ex-top 10, na equipe. Mas Zwetsch aposta no fator casa para fazer a diferença. A última vez que o Brasil jogou em casa na Copa Davis foi em 2016, em Belo Horizonte, quando venceu o Equador por 3 a 1. 
 
“A gente prevê um jogo muito difícil contra a Bélgica do Goffin, que vem jogando em um nível muito alto nos últimos anos e consequentemente eleva o nível da equipe. Será um confronto difícil, mas o fator local ainda é importante na Copa Davis. O apoio da torcida, a energia que ela traz para dentro do jogo é muito importante. Temos que aproveitar bem isso. Nossa torcida é sempre forte, nos ajuda muito e tenho certeza que dessa vez será da mesma forma”, destacou.
 
O número 1 do Brasil, Thiago Monteiro também confia na força do fator local. O tenista, que está em pré-temporada com sua nova equipe na Argentina, está bastante motivado para o confronto contra a Bélgica e tem como uma das metas para 2019 obter um bom resultado na Copa Davis.
 
“Sem dúvida jogar em casa depois de cinco confrontos fora será uma motivação a mais. Sentir o calor da torcida, aquele clima diferenciado que a Davis proporciona. Estou muito motivado com minha nova equipe fazendo a pré-temporada, pretendo ter um grande ano em 2019 e jogar bem na Davis, ajudando a classificar o Brasil para o Grupo Mundial. Essa é uma meta não apenas minha, mas de toda a equipe”, ressaltou Monteiro.
 
De volta à equipe, após priorizar seu calendário na ATP em 2018, Rogerinho também está motivado. “Muito legal estar voltando para a Copa Davis, uma das competições que eu mais gosto. Jogar em casa, ainda mais agora que será diferente daqui pra frente. Então, vai ser muito bacana jogar, espero que possamos sair com a vitória em casa e quem sabe jogar o Grupo Mundial”, projetou. 
 
Bruno Soares, que também não jogou os confrontos da Davis em 2018 por questões pessoais – o nascimento do segundo filho –, também está feliz por voltar a representar o Brasil na competição entre países. “Depois de um ano afastado por questões pessoais será legal demais voltar para a equipe. Jogar em casa para classificar nesse formato novo. Muito bacana para o Brasil. Estou muito feliz em ser chamado e ter a confiança do capitão. Expectativa boa demais de jogar em terras mineiras. Muito especial. Espero que eu e Marcelo possamos contribuir com nosso ponto”, afirmou o tenista de Belo Horizonte.
 
Sétimo jogador que mais defendeu o Brasil em Copa Davis com 21 participações, Marcelo Melo comemorou mais uma convocação. “Estou muito feliz em mais uma vez ser convocado para fazer parte da equipe. Todos sabem a importância que eu dou para a Copa Davis, tenho um orgulho enorme em defender o Brasil”, revelou.
 
Por fim, o jovem Thiago Wild, que fez uma excelente temporada em 2018, conquistando o inédito título do US Open juvenil para o Brasil, e fazendo bons jogos no profissional, também ficou feliz com a convocação.
 
“Fazer parte da equipe da Davis é sempre muito interessante, o ambiente é bom e a convivência é legal. Eu já faço parte da equipe da Davis há dois anos, mas como jogador será a segunda vez. Como estou começando agora, acho que aos poucos irei me acostumando com o torneio, com o modo dos jogos e irei ganhando espaço na equipe”, avaliou Wild, que foi convocado pela primeira vez em Santo Domingo e participou do Programa Juniors/Pró da CBT, que dá a oportunidade para jovens tenistas acompanharem os profissionais na Copa Davis e em grandes torneios.
 
Este será o quarto confronto entre Brasil e Bélgica e a equipe brasileira tentará quebrar o tabu de nunca ter vencido os belgas na Copa Davis. Os europeus venceram os três duelos anteriores, todos em casa, em 1960, em 1993 (quando o Brasil perdeu o mando de quadra) e em 2016.
 
Caso vença a Bélgica, o Brasil garantirá vaga na fase final da competição, na Espanha, entre os dias 18 e 24 de novembro. Em 2019, a tradicional competição terá novo formato com 18 países disputando o cobiçado troféu em Madri, ao fim da temporada, depois do ATP Finals.

Uberlândia sediará próximo confronto do Brasil na Davis

A cidade de Uberlândia será sede do próximo confronto do Brasil no Play-off da Copa Davis. Valendo vaga na fase final da competição entre países, o confronto irá ocorrer nos dias 1 e 2 de fevereiro de 2019, contra a Bélgica, no saibro do Ginásio Arena Tancredo Neves, conhecido como Sabiazinho. Com capacidade para 6 mil pessoas, o local já foi palco de grandes eventos, como a decisão da Superliga Feminina de Vôlei 2017/2018.

A solenidade de assinatura de contrato e a coletiva de imprensa foram realizadas na sede da Prefeitura Municipal de Uberlândia, nesta terça-feira (6), com a presença do presidente da Confederação Brasileira de Tênis, Rafael Westrupp; do presidente da Federação Mineira de Tênis, François Rahme; do presidente do Praia Clube, Aldorando Dias de Sousa e do prefeito de Uberlândia Odelmo Leão.

“Gostaria de fazer um agradecimento especial ao prefeito Odelmo, ao dr. Aldorando, presidente do Praia Clube, ao presidente da Federação Mineira, François Rahme e ao diretor de tênis Luiz Eugênio, pessoas que se engajaram nesse sonho que hoje começa a se tornar realidade. Outras cidades tinham apresentado interesse em sediar a Copa Davis, como Salvador, Fortaleza, São Paulo, Criciúma, dentre outras cidades”, revelou Westrupp.

A escolha por Uberlândia foi feita em conjunto com a comissão técnica e o capitão João Zwetsch, que está acompanhando o atleta Thiago Wild no Uruguai, e por isso não pôde comparecer ao evento.

"Nós da comissão técnica conversamos e pensamos que essas seriam as melhores condições para jogarmos: quadra de saibro, bola mais lenta, quadra coberta, com um pouquinho de altitude para não deixar o jogo tão lento também. Condições muito parecidas com o Ibirapuera, no Brasil Open, que é onde todos nossos jogadores se sentem bem jogando. A ideia era essa, deixar as condições mais adequadas para enfrentarmos a Bélgica na melhor das possibilidades", explicou o capitão João Zwetsch.

Todas as informações e os detalhes de ingressos para este confronto em Uberlândia serão anunciados até o dia 15 de novembro.

Cidade do Triângulo Mineiro já tem tradição no tênis

Uberlândia já está acostumada a receber grandes eventos de tênis. Nos últimos quatro anos, a cidade do Triângulo Mineiro sediou o Brasileirão Infantojuvenil da CBT e a Copa das Federações, que mobiliza mais de 1 mil atletas durante duas semanas de disputas no Praia Clube.

“Muitas pessoas não sabem, mas Uberlândia já sedia o maior torneio infantojuvenil da CBT há quatro anos, juntamente com o Praia Clube e a Federação Mineira. Mais de 1 mil crianças, que são o futuro do nosso tênis, da nossa sociedade, passam por Uberlândia uma vez ao ano”, ressaltou o presidente da CBT.

O último confronto do Brasil em casa, em 2016, também foi em Minas Gerais, quando a equipe brasileira venceu o Equador, em Belo Horizonte. Este será o quarto confronto entre Brasil e Bélgica e a equipe brasileira tentará quebrar o tabu de nunca ter vencido os belgas na competição. Os europeus venceram os três duelos anteriores, todos em casa, em 1960, em 1993 (quando o Brasil perdeu o mando de quadra) e em 2016.

“Há três anos não tínhamos a oportunidade de jogar a Copa Davis em casa. Será uma revanche, no bom sentido, contra a Bélgica, para quem perdermos em Ostend, em 2016. Mas tenho certeza que, com essa união de Uberlândia, todos os torcedores e o ginásio Sabiazinho lotado, nossa equipe vai estar ainda mais motivada a ganhar e se classificar para a Copa do Mundo, que será realizada no final do ano que vem”, projetou Westrupp.

“É um privilégio ter esse evento em Minas Gerais mais uma vez. Acho que é uma grande oportunidade para todo o público de Uberlândia, para todos os mineiros, para que a gente possa lotar a Arena Sabiazinho e garantir essa vitória para o Brasil”, reforçou o presidente da Federação Mineira de Tênis, François Rahme.

“Graças ao Odelmo, que construiu o Sabiazinho, é que hoje podemos trazer a Copa Davis para Uberlândia. É um sonho antigo, mas não tínhamos estrutura porque há a exigência de um ginásio com, no mínimo, 4 mil lugares. O Praia pensa não apenas nos seus associados, mas também na cidade de Uberlândia. O evento trará muitos benefícios para a cidade”, afirmou o presidente do Praia Clube, Aldorando Dias de Sousa.

“A prefeitura foi uma parceira, uma facilitadora. Nos treinamentos poderemos levar as comunidades, as associações de bairros, as crianças, para conhecerem o esporte. Esse é o lado social do evento, que vamos promover com a autorização da CBT. Um evento desses gera cerca de 11 horas de transmissão para 150 países do mundo, um momento ímpar para a cidade de Uberlândia. O Praia hoje promove o maior Campeonato Brasileiro de Tênis em Uberlândia no mês de julho, então, temos que ser parceiros daquilo que dá certo”, ressaltou o prefeito de Uberlândia, Odelmo Leão.


Módulo de disputa

Assim como já foi colocado em prática nos Zonais deste ano, as séries serão compostas de duas partidas de simples, na sexta-feira, e uma de duplas e mais duas de simples, no sábado, todas disputadas em melhor de três sets. O vencedor garantirá uma vaga entre os 18 países na fase final da competição, enquanto o perdedor disputará o respectivo zonal.

Ao todo, serão 12 confrontos na fase qualificatória da Copa Davis. Os 12 ganhadores se juntarão aos quatro semifinalistas do Grupo Mundial em 2018 (França, Croácia, Estados Unidos e Espanha), e a Argentina e Grã-Bretanha, que receberam wild card para fase final da competição, que será disputada em sede única, no mês de novembro de 2019.

Tagged sob

Dominic Thiem confirma participação no Rio Open pelo quarto ano seguido

O número 7 do ranking mundial Dominic Thiem, da Áustria, é o primeiro grande nome confirmado na sexta edição do Rio Open, o maior evento anual do calendário de esportes olímpicos do Rio de Janeiro. O tenista de 25 anos disputa o maior torneio de tênis da América do Sul pelo quarto ano seguido, entre 16 e 24 de fevereiro de 2019, no Jockey Club Brasileiro.

Campeão do Rio Open em 2017, Thiem deu um enorme salto em sua carreira na atual temporada. O tenista de 25 anos chegou a sua primeira final de Grand Slam, em Roland Garros. Thiem também deu show no US Open, levando o número 1 do mundo, Rafael Nadal, ao limite nas quartas de final, em um dos melhores jogos do ano.

"O Rio Open sempre é um dos pontos altos do meu calendário. É um prazer jogar no Brasil, em uma das quadras mais legais do circuito, e no meu piso favorito. Sem falar na torcida, uma das mais animadas do mundo. Espero fazer mais uma boa campanha no Rio", afirmou Thiem.

Diretor do Rio Open, Luiz Carvalho comentou a vinda de Thiem. "Nosso compromisso é sempre trazer a elite do tênis, e felizmente teremos o segundo melhor tenista de saibro do mundo. Um jogador que deixou de ser promessa, virou realidade, e que tem mostrado que será uma das grandes forças do circuito por muito tempo."

Além de alcançar a final de Roland Garros, Thiem venceu três títulos em 2018: São Petersburgo (Rússia), Lyon (França) e Buenos Aires (Argentina). Na carreira, o austríaco já venceu 11 troféus e alcançou a quarta colocação do ranking.

A galeria de campeões do Rio Open conta com Rafael Nadal (ESP/2014), David Ferrer (ESP/2015), Pablo Cuevas (URU/2016), Thiem (AUT/2017) e Diego Schwartzman (ARG/2018).


Bruno Soares e Jamie Murray conquistam título do ATP 500 de Washington

Bruno Soares e Jamie Murray conquistaram neste domingo o título do ATP 500 de Washington. Eles derrotaram o americano Mike Bryan e o francês Edouard Roger Vasselin, de virada, por 3/6 6/3 10-4, para conquistarem o segundo trofeu da temporada e o oitavo juntos. Para Bruno Soares, foi o 28o. título da carreira, em 55 finais disputadas.

"Tudo isso é muito legal. Foi uma baita semana pra gente. Começamos super bem a temporada de quadra rápida e agora com mais um ítulo de atp 500. Foi uma final duríssima. Começamos meio devagar, mas terminamos super bem, em um piso que a gente adora jogar. Tenho muita coisa positiva pra tirar daqui," analisou o brasileiro.

Além da conquista em Washington, Bruno comemorou os números impressionantes da carreira. "Estou muito feliz com com o 28o. título e a final número 55. São números que eu nunca sonhei em alcançar. Estou mto feliz com tudo isso. Agora vamos correr pra Toronto. A gente não para. Vamos tentar manter esse embalo para o Masters 1000."

Este foi o segundo trofeu da temporada para Bruno e Murray, que foram campeões no início do ano em Acapulco. Eles foram vice em Queen's e Doha. A dupla segue agora para o Masters 1000 de Toronto e o de Cincinnatti, antes de chegarem a Nova York, para a disputa do último Grand Slam da temporada, o US Open, onde foram campeões 2 anos atrás. Há dois anos eles também foram campeões de outro Grand Slam, o Australian Open.

A conquista em Washington coloca Bruno novamente no top 10. Ele estava na 14a. posição.

Pequeno Schwartzman é campeão do Rio Open

O Rio Open conheceu hoje o seu novo campeão. Trata-se do argentino Diego Schwartzman que se aproveitou do cansaço do espanhol Fernando Verdasco e venceu por 2 sets a 0 com parciais de 6/2 e 6/3 em 1h23 de partida na quadra Gustavo Kuerten chegando ao seu segundo título na carreira e primeiro num ATP 500.

A campanha de Schwartzman foi perfeita. Em todos os jogos, ele eliminou seus adversários por 2 sets a 0. Ele teve pelo caminho o norueguês Casper Ruud que tinha sido a sensação do torneio no ano passado, seu compatriota Federico Delbonis, o francês “showman” Gael Monfils e por fim o chileno Nicolas Jarry, a surpresa de 2018.

Foi seu segundo título na carreira e o seu primeiro em nível ATP 500. Seu outro título havia sido em Istambul em 2016. Assim que sair a atualização do ranking, ele ganhará cinco posições no ranking e ficará em 18º entrando pela primeira vez entre os 20 melhores do mundo.

Fernando Verdasco teve uma ótima semana no Rio. Saiu com troféu nas duplas. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

“Quando vi os jogadores que estariam aqui, jamais ia imaginar que eles iam ter problemas pelo caminho e sairia campeão do torneio. O Verdasco fez uma ótima campanha e me aproveitei do fato dele estar cansado para buscar a vitória. Foi um título especial. Minha tia está muito doente e aproveitei esses torneios da américa do Sul para dar uma força a minha família. Mesmo com esse título, não vou criar muitas expectativas com esse título e vou seguir trabalhando duro para conquistar outros títulos” – Comenta sobre o título.

Verdasco sentiu o cansaço na final depois da ótima semana que teve. Durante a semana ele disputou tanto o torneio de simples, quanto o torneio de duplas onde se sagrou campeão ao lado de seu compatriota David Marreno.

Na sua carreira, ele já tem sete títulos somando a chave de simples e duplas. Em sua campanha no Rio Open, o espanhol começou eliminando o argentino Leonardo Mayer na primeira rodada, depois foi a vez de Nikolas Kicker em jogos de três sets e por fim, atropelou o austríaco Dominic Thiem e o italiano Fabio Fognini com jogos em dois sets e foi parado por Schwartzman na final.

“Ele estava muito melhor que eu. Eu estava cansado da final das duplas e hoje fisicamente não estava bem. As pernas não estavam as mesmas e cometi muitos erros não forçados. Ele estava muito mais certado que eu e conseguia trocar bolas melhor que ele. Ele mereceu muito mais a vitória que eu. Mas saio satisfeito com a semana toda. Foi muito especial estar aqui no Rio e ter o Guga entregando o troféu no final, foi uma honra para mim. Quero voltar aqui no ano que vem. Ainda não sei se só na chave de simples ou duplas, mas quero muito estar aqui novamente. ” - Finaliza  

Schwartzman saca para mais um ponto. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

O jogo

A partida começou muito equilibrada e nos quatro primeiros games da partida, foi uma quebra para cada lado. E foi aí que Schwartzman se mostrou mais forte e se aproveitou estar melhor fisicamente e atropelou o espanhol ganhando os outros games fechando o set em 6 a 2.

No segundo, Verdasco conseguiu jogar melhor. Em vários games, a partida foi decidida nos pontos de desempate. Por várias vezes, ele quase quebrou o serviço do argentino e tinha dificuldades para confirmar os seus. Mas Schwartzman, conseguindo errar menos, conseguiu quebrar novamente o serviço de espanhol e encaminhou a vitória. Ao final, ele ganhou por 6 a 3 e foi campeão do Rio Open

Por ironia do destino, o confronto entre eles, já tem um novo capítulo marcado. Será na estreia do torneio de Acapulco.

“Não é comum isso acontecer, mas será mais uma ótima batalha em outra semana. Agora quero descansar, seguir a longa viagem e buscar o título” – Conta o argentino sobre o próximo confronto.

 

Rio Open tem balanço positivo

O diretor do Rio Open Luiz Carvalho comentou sobre o torneio. Entre os pontos positivos, ele comentou o extra do torneio com shows e arte e também os atletas que vieram participar do torneio.

“Desde o início tentamos trabalhar vários aspectos do torneio como o entretenimento. Esse ano trabalhamos fortemente com o pilar da arte. Se você ficar só no esporte ficaria limitado. Tivemo um line-up que gerou uma chave homogênea. De negativo foi a chuva de quarta. Demos sorte nos outros dias e sabíamos que viria pesada”. – Conta

Em relação a 2019, ele gostaria de trazer de volta jogadores como Cilic, Verdasco e Monfils. Mas seu sonho é trazer o Stam Wawinkra e quem sabe o Martin Del Potro.

“Ainda pretendemos tentar trocar o piso para buscar mais jogadores que não querem vir jogar no saibro.  Mas fico feliz com o que estamos conseguindo apresentar. Quem sabe poderemos ter a quadra ainda mais cheia e poder oferecer mais serviços.

Veja mais imagens da final:

"Cansado mas feliz com semana no Rio" - declarou Verdasco após o jogo. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Argentino recebeu troféu nas mãos de Guga. "Foi a realização de um sonho receber das mãos dele." - Declarou. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

 

Marreno/Verdasco são campeões nas duplas do Rio Open

Os espanhóis Marreno e Verdasco são os campeões nas duplas do Rio Open. Em partida que durou 1h50min, eles buscaram uma virada parta cima de Mektic/Peya depois de perderem o primeiro set e venceram por 2 a 1 com parciais de 5/7, 7/5 e 10/8.

Os espanhóis tiveram sorte neste torneio. Depois de terem sidos eliminados do torneio para Jiri Vesely e o chileno Nicolas Jarry no qualyfing, tiveram a sorte de entrar no torneio com a desistência da dupla Cuevas e Carreño-Busta que viriam defender o título no Rio.

Foram cinco vitórias e uma derrota no torneio. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Na primeira rodada, eliminaram Demoliner/Monfils, na segunda foi a vez de Gonzalez/Peralta e nas semifinais, foi a vez de vencerem Bruno Soares e Jamie Murray e conseguiram uma vaga na grande final.

Verdasco está numa semana muito inspirada. Cerca de uma hora antes, ele venceu o italiano Fábio Fognini por 2 sets a 0 com parciais de 6/2 e 7/5 na chave de simples e com a mão solta junto a seu parceiro Marreno, conseguiu chegar ao título das duplas, sendo o seu 8º título na carreira, enquanto que sua dupla chegou ao 14º. Ele faz uma campanha parecida com a que seu compatriota Pablo Carreño-Busta teve ano passado vencendo nas duplas e chegando a final da chave de simples.

“Foram partidas duras e de muita atenção. Espero que a confiança de seguir ganhando nas duplas me dê forças para ganhar amanhã. Quero estar bem fisicamente e caprichar. ” – Declarou Verdasco após o jogo.

Mektic/Peya chegaram ao segundo vice na carreira da dupla recém-formada. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Uma curiosidade de Verdasco é uma relação especial com o Brasil. Mesmo sendo a primeira vez dele no país onde na correria para disputar a chave de simples e duplas, é ele ter vários amigos que são do país.

“Sou muito identificado com o brasil desde criança, principalmente dos jogadores de futebol. Esse é um pais que gosto muito e tenho muitos amigos aqui. Gosto da forma de ser das pessoas e estava há muito tempo querendo conhecer o Rio. Uma pena não poder aproveitar mais, como conhecer as melhores praias. Tive no Cristo e gostei muito. Espero poder voltar em breve e poder conhecer mais. ” – Declarou.

 

O jogo

Os espanhóis começaram logo quebrando o serviço de Mektic/Peya no primeiro game do jogo e acabaram tomando outra em seguida. Com Verdasco solto em quadra, ele soltou a mão e buscou ao máximo a vitória no set, mas a dupla do outro lado foi feliz em conseguir uma nova quebra no último game do set fechando por 7/5 e abrindo 1 a 0.

O segundo set estava caminhando para uma vitória tranquila de Mektic/Peya que conseguiram duas quebras de cara. Mas Marreno/Verdasco encontraram forças para reagir, devolveram as quebras e passaram a frente no placar. No último game, conseguiram uma nova quebra e devolveram os 7/5 do 1º set empatando o jogo em 1 a 1 e levando o jogo ao super tie-break.

E mais uma vez, Mektic/Peya conseguiram abrir frente. Em pouco tempo, o placar estava 5/2 para a dupla. Novamente, Marreno/Verdasco encontraram energia e fizeram 6 pontos seguidos virando para 8/5 levantando o público presente. Quando os espanhóis chegaram a 9 pontos, ficaram um pouco nervosos e estavam começando a permitir a reação, mas num ótimo ataque, fecharam o super tie break em 10 a 8 e levantaram o caneco do Rio Open nas duplas.

Veja mais imagens da final de duplas:

Duplas trocam jogadas próximo a rede. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Marreno/Verdasco após a conquista. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Atletas comemoram com o tradicional espumante após a premiação. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Verdasco atropela Fognini e chega a final

O espanhol Fernando Verdasco é o outro finalista do Rio Open. Ele eliminou o italiano Fabio Fognini por 2 sets a 0 com parciais de 6/1 e 7/5 em 1h15 de partida.

Verdasco chega a sua 23º final e já conquistou oito títulos na carreira. Pela primeira vez, ele chega a final no Rio. Será um atleta mais experiente nessa final.

O jogo

O primeiro set foi um atropelo do espanhol. Em menos de 25 minutos, ele botou 6 a 1 e abriu 1 a 0 no placar.

Fognini não jogou bem e foi eliminado. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Já no segundo, foi quando Fognini resolveu entrar na partida. Mas Verdasco estava muito melhor no jogo. Mesmo o italiano lutando bastante, ele foi quebrado e o espanhol venceu o set por 7 a 5 em 1h15 de jogo e chegou a grande final.

A grande final amanhã será entre Verdasco e Swchartzman.

Diego Schwartzman chega a final do Rio Open

Com um jogo bem consistente, o argentino Diego Scwartzman chegou pela vez a uma final de ATP 500 ao derrotar a surpresa do torneio, o chileno Nikolas Jarry por 2 sets a 1 com parciais de 7/5 e 6/2 na quadra central do Rio Open.

Diego que deverá entrar no top 20 do ranking da ATP, tem apenas um único título em ATP em 2016 em Istambul. Uma possível conquista dele poderá tornar ele cabeça-de-chave nos próximos torneios que virá a participar.

“Foi uma partida dura. No início demorei para pegar o saque dele e quando consegui, quebrei o serviço dele. No segundo consegui entrar no jogo e sem muita dificuldade entrei no jogo e venci. Estou feliz de poder estar entre os 20 melhores atletas do mundo. ” – Conta sobre a vitória

Já para Jarry, foi uma experiência incrível participar do torneio na cidade maravilhosa. Ao chegar na semi, ele estará entre os 70 melhores do mundo no ranking.

Chileno fez melhor campanha de sua historia em torneios ATP. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

“Saio com uma sensação positiva, saber que estou jogando em bom nível, fiz grandes jogos. Estou feliz por ter feito uma semifinal de um ATP 500, mas estou triste pela partida, não pude jogar da mesma maneira que vinha jogando, cometi muito mais erros que na outra partida”. – Conta.

 

O Jogo

Como uma boa semifinal, a partida começou equilibrada com os dois atletas se estudando e com os jogadores confirmando seus games. Quem conseguiu a única quebra e no 11º game foi o argentino que partiu para decidir em seu jogo de saque fechar a partida. Mas ele quase se complicou cedendo pontos fáceis a Jarry. Mas ao final, Scwartman conseguiu confirmar e fechou o set em 7 a 5 e abriu 1 a 0.

No segundo, Schwartzman ligou a 5º marcha e por muito pouco não aplicou um pneu em Jarry. O chileno não conseguiu repetir o mesmo desempenho do primeiro set e tomou duas quebras seguidas. Foi o suficiente vencer por 6 a 2 e carimbar uma vaga na final.

Schwartzman agora aguarda o resultado da outra semifinal que está sendo disputada entre o espanhol Fernando Verdasco contra o italiano Fabio Fognini.

“Já tive a oportunidade de jogar contra os dois e venci. Qualquer um deles que vier será um jogo muito duro. Farei o possível para poder vencer e conquistar este título”. - Finaliza

Assinar este feed RSS