Redação

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Confira a lista de campeonatos de E-Sports e as marcas que estarão na Game XP 2018

A organização da Game XP, maior evento de games da América Latina, que acontece nos dias 06, 07, 08 e 09 de setembro, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, liberou a lista de campeonatos e marcas que farão a alegria de gamers de todas as idades e estilos. Juntam-se aos já divulgados Brasileirão de R6, Campeonato Brasileiro de Injustice 2, Circuito Feminino de R6 e Just Dance, as competições de CS:GO Feminino e Masculino, Clash Royale, League of Legends e o primeiro campeonato oficial de Mario Kart 8 Deluxe do Brasil. O line up dos times e os formatos das competições serão divulgados em breve.

Serão quatro dias de batalhas épicas na Oi Game Arena, que tem a maior tela de games do mundo, com 1.500 metros quadrados e capacidade para até 4.500 pessoas, e na nova área de E-Sports, criada dentro da Game Play Arena, para até 200 pessoas. Além disso, as principais marcas do segmento estarão com ativações e estações de jogos na Game XP 2018. São elas: Ubisoft, Warner Games, Microsoft, Playstation, Supercell, Mario Kart 8 Deluxe, Activision, Bandai e o The Enemy.

“Nós seguramos essa lista enquanto pudemos. Porém, agora é hora de espalhar aos quatro cantos do Brasil as competições que teremos na Game XP 2018. É um line up matador. Temos uma diversidade incrível de jogos, dois campeonatos femininos incentivando a cena e a presença forte de marcas como Ubisoft e Playstation. Nos próximos dias, daremos detalhes de cada torneio, times e formatos de competição.”, explica Roberto Fabri, CMO da Game XP.

 

AGENDA

Quinta 06/09:

Mario Kart 8 Deluxe Nintendo

CS:GO Feminino

Circuito Feminino de Rainbow Six Siege Ubisoft

 

Sexta 07/09

League of Legends Riot – TUES (Torneio Universitário de E-Sports)

Circuito Feminino de Rainbow Six Siege Ubisoft

CS:GO Feminino

 

Sábado 08/09:

Just Dance Ubisoft

Brasileirão Rainbow Six 2018 Masculino Ubisoft

Campeonato Brasileiro de Injustice 2 Warner Games

CS:GO Feminino

 

Domingo 09/09:

Brasileirão Rainbow Six 2018 Masculino Ubisoft

CS:GO Masculino TUES

Clash Royale Super Cell TUES

 

Seleção Brasileira de Rugby receberá All Blacks Maori no Morumbi

A Confederação Brasileira de Rugby confirma as datas de início de venda dos ingressos para a partida All Blacks Maori x Brasil Rugby, a ser disputada no dia 10 de novembro, agora com local definido, o Estádio do Morumbi, em São Paulo. A pré-venda acontece já a partir do dia 20/08, exclusiva a clientes Bradesco, que terão como benefício 30% de desconto.

Originários da Nova Zelândia, um dos países com maior tradição na modalidade da bola oval, os All Blacks Maori são uma seleção que realiza amistosos pelo mundo utilizando somente atletas que possuam descendência Maori, etnia do povo nativo daquele país. A Nova Zelândia é a atual campeã da Copa do Mundo de Rugby, tendo conquistado o torneio em três oportunidades: 1987, 2011 e 2015.

 

Clientes dos cartões de crédito Bradesco, Next e BradesCard, das bandeiras Visa e Mastercard, têm desconto exclusivo de 30% na compra de ingresso (inteira), inclusive durante o período de pré-venda, limitada a 6 ingressos. Esta oferta não é válida para pagamento com cartões de crédito corporativos e empresariais e cartões de débito.

A partida vem para coroar a temporada de conquistas da Seleção Brasileira em 2018: pela primeira vez venceu o Chile fora de casa, em Santiago, uma seleção da Argentina  e foi campeã do Campeonato Sul-Americano 6 Nações. Além disso, no início do segundo semestre de 2018, a Seleção Brasileira de Rugby XV conquistou sua segunda vitória em solo europeu, contra a seleção de desenvolvimento da Geórgia, por 20x18. A Geórgia esteve presente em quatro edições da Copa do Mundo de Rugby, 2003, 2007 e 2011 e 2015.

“Estamos muito felizes em confirmar o Estádio do Morumbi como cenário para a partida entre os All Blacks Maori e a Seleção Brasileira de Rugby. O Morumbi é grandioso e possui muitas histórias de vitórias no futebol, certamente esse jogo será relevante e marcará mais um evento de sucesso para o estádio e para o esporte brasileiro. Ao mesmo tempo estamos ansiosos pelo início da venda de ingressos no dia 20 de agosto. Temos recebido uma enorme demanda de perguntas e solicitações pelos ingressos desde que confirmamos o jogo. Temos certeza que a partida será uma grande festa”,  comenta o CEO da Confederação Brasileira de Rugby, Agustin Danza.

 Mais informações: WWW.ALLBLACKSMAORINOBRASIL.COM.BR 

  • Publicado em Rugby

Gabriel Medina é bicampeão no Tahiti Pro Teahupoo

O campeão mundial Gabriel Medina conquistou o bicampeonato no Tahiti Pro Teahupoo na sexta vitória consecutiva do Brasil nas sete etapas do World Surf League Championship Tour 2018, completadas neste domingo na Polinésia Francesa. O retrospecto de Medina na bancada mais perigosa do Circuito Mundial é impressionante. A final contra o australiano Owen Wright, que impediu uma decisão brasileira barrando Filipe Toledo nas semifinais, foi a quarta que ele disputou nos últimos 5 anos, desde a vitória sobre Kelly Slater no mar épico de 2014. Com o segundo título num tubo surfado no último minuto, Medina entrou na corrida do título mundial e é o único que brigará pela lycra amarela do Jeep Leaderboard com Filipe Toledo na próxima etapa, o Surf Ranch Pro em setembro na piscina de ondas criada por Slater.

“Estou muito feliz em ganhar aqui novamente e só tenho que agradecer a Deus por aquela onda no final da bateria”, disse Gabriel Medina. “Eu treinei muito para conseguir outra vitória aqui nesse lugar fantástico. Eu amo o Taiti, já tive ótimas finais aqui, ganhei uma, fiquei em segundo duas vezes, agora consegui outra vitória e é incrível isso. Agora, eu posso começar a pensar em ganhar o título mundial de novo. Eu acho que tudo é possível, pois ainda temos quatro eventos e eu só quero continuar dando o meu melhor nas baterias”.

O domingo decisivo do Tahiti Pro Teahupoo foi mais um dia de ondas pequenas, 3 a 5 pés, para um lugar famoso pelos tubos enormes e desafiadores quebrando sob uma rasa e afiada bancada de corais. Com isso, a escolha das ondas ganhou importância na definição das baterias e foi assim que Owen Wright bateu Filipe Toledo nas semifinais. Ele achou os tubos para derrotar o número 1 do Jeep Leaderboard por 12,60 a 10,03 pontos.

Na disputa seguinte, Medina vingou a derrota sofrida na final de 2015 em Teahupoo para Jeremy Flores. O francês perdeu muito tempo esperando pelos tubos, enquanto o brasileiro ia pegando as ondas que ele deixava passar para arriscar os aéreos. Primeiro, acertou um aéreo-reverse numa onda completada por mais duas manobras. Depois, mandou um alley-oop para ganhar outra nota na casa dos 7 pontos e vencer fácil a bateria por 15,17 a 6,10 pontos.

MELHORES DO DIA – Antes, o bicampeão nos tubos de Teahupoo ganhou o confronto entre os números 3 e 4 do ranking, com o potiguar Italo Ferreira pelas quartas de final. Ambos tinham chances de tirar a vice-liderança do australiano Julian Wilson se chegassem na final, mas foi uma disputa muito fraca de ondas. No início do dia, foi assim, uma bateria era ruim e a seguinte dava altos tubos, com as ruins sendo as que os brasileiros competiram. Filipe Toledo só surfou duas ondas na primeira do dia para bater o sul-africano Michael February por 11,43 a 8,60 e o duelo brasileiro terminou em 13,10 a 7,57 pontos.

Já nas outras baterias das quartas de final foram surfados os melhores tubos do último dia. No confronto australiano com Wade Carmichael, Owen Wright completou o mais profundo que valeu 9,17 para totalizar exatos 16 pontos. E o francês Jeremy Flores ganhou a última vaga para as semifinais do americano Kolohe Andino num tubaço nota 8,17. Os derrotados nas quartas de final terminaram em quinto lugar somando 4.745 pontos no ranking.

DECISÃO DO TÍTULO – Na grande final, as ondas demoraram a entrar, mas Owen Wright já começou passando por dentro de um canudo para largar na frente com nota 6,50. A primeira do brasileiro foi com manobras e valeu 6,17. Depois, quase não veio mais nada de onda boa e Owen Wright ficou no outside com a prioridade de escolha da próxima, enquanto Medina ia arriscando os aéreos nas que ele deixava passar. No entanto, o máximo que conseguiu foi 3,93 e o australiano se mantinha na frente com o 4,20 da sua segunda nota computada.

O tempo foi passando e só nos últimos minutos entrou uma série que decidiu tudo. A prioridade era do australiano e ele pegou a onda da frente, que rendeu um layback animal e mais uma manobra forte tirando as quilhas da onda. Medina pegou a seguinte e ela rodou um tubaço incrível para o brasileiro. Logo a bateria terminou e ficou a expectativa pelas notas dos juízes. A do Owen Wright saiu 5,57 para aumentar a vantagem, mas a do brasileiro valeu 7,33 que confirmou o bicampeonato nos tubos de Teahupoo por 13,50 a 12,07 pontos.

“Eu estava rezando lá dentro para Deus mandar mais uma onda pra mim, só mais uma”, contou Gabriel Medina. “Estou muito feliz agora e sei que o Owen (Wright) deve estar com o mesmo sentimento que fiquei no ano passado (quando Medina perdeu a decisão para Julian Wilson), que foi horrível para mim, mas é por isso que amamos competir. Eu me sinto abençoado por ter estado no lugar certo na hora certa durante as baterias e agora quero aproveitar esse momento, antes de focar na próxima etapa lá no Surf Ranch”.

O australiano Owen Wright lamentou perder o título no final da bateria, mas elogiou o seu companheiro na Equipe Rip Curl: “Dói bastante uma derrota assim, mas é bom também estar de volta ao pódio. Tudo aconteceu nas duas últimas ondas. Eu tomei a decisão errada de pegar a onda da frente e é isso que dói mais. Mesmo assim, fico feliz pelo Gabe (Gabriel Medina), foi uma vitória merecida para ele depois que o Julian (Wilson) lhe tirou o título no ano passado. Parabéns Gabe”.

JEEP LEADERBOARD – Com os 7.800 pontos do segundo lugar no Tahiti Pro Teahupoo, Owen Wright subiu da 11.a para a sexta posição no Jeep Leaderboard dominado pelos brasileiros. Filipe Toledo vai competir de novo com a lycra amarela de número 1 do mundo no Surf Ranch Pro, de 5 a 9 de setembro na piscina de ondas criada por Kelly Slater em Lemoore, no interior da Califórnia. O campeão Gabriel Medina agora é o segundo colocado no ranking, 6.300 pontos abaixo do líder, sendo o único com chances na briga pelo primeiro lugar na próxima etapa. No entanto, já precisa ser vice-campeão no mínimo para superar a pontuação atual do Filipe.

“Eu estou orgulhoso de mim mesmo por todo o trabalho duro que fiz aqui, pois o resultado na semifinal foi o meu melhor aqui em todos os anos”, disse Filipe Toledo. “Estou no Tour há seis anos e nesse as coisas estão acontecendo e dando certo para mim. Estou apenas tentando capitalizar tudo isso e continuar com o trabalho que venho fazendo. É importante manter o foco no meu surfe, nos treinamentos, sem me preocupar com o mundo exterior”.

Campeão no Taiti no ano passado, o australiano Julian Wilson não passou nenhuma bateria dessa vez e caiu de segundo para terceiro no ranking. O potiguar Italo Ferreira perdeu o duelo brasileiro das quartas de final para Medina e permanece em quarto, com os australianos Wade Carmichael e Owen Wright na quinta e sexta posições, respectivamente. Agora restam apenas quatro etapas para definir o campeão mundial da temporada e Medina vai defender o título em duas delas, no Quiksilver Pro France em Hossegor e no MEO Rip Curl Pro em Portugal.

DOMINIO BRASILEIRO – A vitória de Gabriel Medina comprovou mais uma vez o domínio brasileiro no World Surf League Championship Tour esse ano. A temporada já começou com uma maioria inédita de onze brasileiros entre os top-34, superando pela primeira vez na história a quantidade de australianos na elite. E agora, são seis vitórias consecutivas do Brasil nas sete etapas do CT 2018 completadas neste domingo no Taiti, cinco delas em finais contra surfistas da Austrália. Isso é fantástico!

A única exceção foi na primeira do ano, na Gold Coast, com Julian Wilson vencendo uma final australiana com Adrian Buchan. Depois só deu Brasil, com Italo Ferreira badalando o sino do troféu de campeão do Rip Curl Pro Bells Beach também na Austrália, Filipe Toledo conquistando seu segundo título no Oi Rio Pro em Saquarema, Italo de novo ganhando a etapa de Keramas em Bali, Willian Cardoso comemorando sua primeira vitória em Uluwatu também na Indonésia e Filipe Toledo sendo bicampeão no Corona J-Bay Open na África do Sul, antes de Medina também conseguir seu segundo título nos tubos de Teahupoo.

RETA FINAL – A reta final da disputa pelo título mundial de 2018 da World Surf League vai agora para os Estados Unidos, para a primeira etapa da história do Circuito Mundial iniciada em 1976 a ser disputada numa piscina de ondas artificiais. A estreia do Surf Ranch Pro será nos dias 5 a 9 de setembro na Califórnia e depois vem a “perna europeia”, com Gabriel Medina defendendo o título de campeão nas duas etapas, o Quiksilver Pro France de 3 a 14 de outubro em Hossegor e o MEO Rip Curl Pro Portugal nos dias 16 a 27 do mesmo mês em Peniche, última parada antes do Billabong Pipe Masters, que fecha a temporada nos dias 8 a 20 de dezembro no Havaí.

Mais informações, notícias, fotos, vídeos e todos os resultados do Tahiti Pro Teahupoo podem ser acessadas na página do evento no www.worldsurfleague.com

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO TAHITI PRO TEAHUPOO:

Campeão: Gabriel Medina (BRA) por 13,50 pontos (7,33+6,17) – US$ 100.000 e 10.000 pontos

Vice-campeão: Owen Wright (AUS) com 12,07 pontos (6,50+5,57) – US$ 55.000 e 7.800 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.085 pontos e US$ 30.000:

1.a: Owen Wright (AUS) 12.60 x 10.03 Filipe Toledo (BRA)

2.a: Gabriel Medina (BRA) 15.17 x 6.10 Jeremy Flores (FRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 4.745 pontos e US$ 19.000:

1.a: Filipe Toledo (BRA) 11.43 x 8.60 Michael February (AFR)

2.a: Owen Wright (AUS) 16.00 x 9.57 Wade Carmichael (AUS)

3.a: Gabriel Medina (BRA) 13.10 x 7.57 Italo Ferreira (BRA)

4.a: Jeremy Flores (FRA) 13.34 x 5.73 Kolohe Andino (EUA)

TOP-22 DO JEEP LEADERBOARD – RANKING WSL 2018 – após a 7.a etapa no Taiti:

01: Filipe Toledo (BRA) – 41.985 pontos

02: Gabriel Medina (BRA) – 35.685

02: Julian Wilson (AUS) – 32.380

04: Italo Ferreira (BRA) – 30.160

05: Wade Carmichael (AUS) – 26.550

06: Owen Wright (AUS) – 24.740

06: Jordy Smith (AFR) – 23.575

08: Michel Bourez (TAH) – 22.705

09: Willian Cardoso (BRA) – 21.825

10: Kolohe Andino (EUA) – 21.070

11: Mikey Wright (AUS) – 20.865

12: Jeremy Flores (FRA) – 19.945

13: Griffin Colapinto (EUA) – 18.700

14: Michael Rodrigues (BRA) – 18.605

15: Adrian Buchan (AUS) – 18.580

16: Kanoa Igarashi (JPN) – 18.445

17: Ezekiel Lau (HAV) – 17.455

18: Conner Coffin (EUA) – 17.360

19: Adriano de Souza (BRA) – 16.515

20: Frederico Morais (PRT) – 15.525

21: Sebastian Zietz (HAV) – 13.035

21: Yago Dora (BRA) – 13.035

--------outros brasileiros:

23: Tomas Hermes (BRA) – 12.340 pontos

28: Jessé Mendes (BRA) – 9.955

31: Ian Gouveia (BRA) – 7.465

35: Wiggolly Dantas (BRA) – 3.750

36: Miguel Pupo (BRA) – 3.345

37: Caio Ibelli (BRA) – 2.940

39: Alejo Muniz (BRA) – 1.665

43: Deivid Silva (BRA) – 420

  • Publicado em Surf

Ágatha e Duda vencem tchecas, levam título do Finals e batem recorde de premiação

As brasileiras Ágatha e Duda (PR/SE) conquistaram na manhã deste domingo (19.08) o título do World Tour Finals, torneio que reúne apenas os melhores times do Circuito Mundial 2018. Na final realizada em Hamburgo, na Alemanha, elas superaram as tchecas Hermannova e Slukova por 2 sets a 0 (21/15, 21/19), em 43 minutos de jogo.

O primeiro lugar rende também um recorde à dupla, que agora é dona da maior premiação paga em um único torneio de vôlei de praia da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). O ouro em Hamburgo rendeu 150 mil dólares ao time, cerca de R$ 585 mil na cotação atual. Ágatha comentou a felicidade pela conquista do torneio.

“É difícil colocar em palavras o que estamos sentindo neste momento, esse torneio foi muito duro, com equipes fortíssima e era como se cada partida fosse uma final. Ao final da partida me emocionei, estou muito orgulhosa do que conquistamos. Foi um encerramento perfeito da temporada, merecemos um descanso para retornarmos mais fortes”, disse Ágatha.

No geral, o Brasil fecha o Circuito Mundial 2018 com 26 medalhas, sendo nove de ouro, 13 de prata e quatro de bronze. Ágatha e Duda são donas de quatro dessas medalhas – dois ouros, uma prata e um bronze – e terminam na liderança do ranking. Desde o início da parceria, em janeiro de 2017, são 12 semifinais em 20 torneios internacionais disputados.

“Foi um dos torneios mais difíceis que disputei, em alguns momentos ainda sou mais inexperiente e a Ágatha me ajuda demais. Foram situações na competição que ela fez a diferença e me permitiu ter tranquilidade quando errei alguma bola. Estamos trabalhando muito, é tudo bastante novo para mim, mas estou me divertindo muito”, analisou Duda.

Maria Elisa e Carol Solberg (RJ) também fizeram bela campanha e encerraram na quarta colocação. Elas foram superadas no início do dia por Ágatha e Duda na semifinal, com revés de 2 sets a 0 (31/29, 21/18), e no duelo pelo bronze, foram vencidas pelas australianas Artacho Del Solar e Clancy no tie-break: 21/15, 19/21, 15/8.

A campanha de Ágatha e Duda em Hamburgo contou com seis vitórias e apenas um revés. Em 2017, também em Hamburgo, elas haviam ficado com a prata ao serem superadas pelas alemãs Laura Ludwig e Kira Walkenhorst. Agora, a dupla retorna ao Brasil e se prepara para o início do Circuito Brasileiro de vôlei de praia, que começa em setembro, em Palmas (TO).

O Jogo
A partida começou equilibrada, com os times trocando uma vantagem mínima no placar. As brasileiras forçaram a maioria dos saques em Slukova, enquanto pelo lado brasileiro, Ágatha era mais pressionada. Na primeira parada técnica, as europeias venciam por 11 a 10. Em ace de Ágatha, o segundo dela até então, as brasileiras abriram 14 a 12 no placar.

Mais constantes na virada de bola, Ágatha e Duda foram crescendo também no saque. Quando a diferença no placar subiu para três pontos, em 16 a 13, as tchecas pararam o jogo. Variando os ataques e com ótimos bloqueios de Ágatha, as brasileiras administraram a vantagem e fecharam o segundo set por 21 a 15, em largada da paranaense no fundo de quadra.

O segundo set começou com as tchecas abrindo dois pontos de vantagem. Rapidamente, porém, as brasileiras recuperaram e empataram o duelo em 5 a 5. As tchecas passaram a errar alguns ataques e na primeira parada técnica, o Brasil vencia por 12 a 9.

A dupla tcheca não desistiu apesar da desvantagem no placar. Elas encostaram, deixando por vezes a diferença em um ponto. Ágatha e Duda, porém, mantiveram a tranquilidade nos momentos importantes do duelo. Em um deles, Ágatha subiu paredão para bloquear Hermannova, anotando 19 a 15. As tchecas ainda salvaram dois match points, mas em ataque potente de Duda pelo meio de rede, o Brasil fechou por 21 a 19.

O Finals foi disputado pelo segundo ano seguido em Hamburgo, na arena multiuso chamada Rothenbaum, que recebe também torneios de tênis. O evento, que contou apenas com os nove melhores do ranking e um time convidado em cada naipe, ofereceu cerca de R$ 3 milhões em premiações, somando os naipes masculino e feminino.

BRASIL NO CIRCUITO MUNDIAL 2018:

Etapa de Haia - Holanda (4 estrelas)
Maria Elisa/Carol Solberg - prata

Etapa de Fort Lauderdale - EUA (5 estrelas)
Fernanda Berti/Bárbara Seixas - ouro
Carol Horta/Taiana - prata

Etapa de Xiamen - China (4 estrelas)
Alison/Bruno Schmidt - bronze

Etapa de Huntington Beach - EUA (4 estrelas)
Fernanda Berti/Bárbara Seixas - ouro
Maria Elisa/Carol Solberg - prata
Evandro/André Stein - prata

Etapa de Itapema - Brasil (4 estrelas)
Ágatha/Duda - ouro
Evandro/André Stein - ouro

Etapa de Miguel Pereira - Brasil (1 estrela)
Vinícius/Luciano - ouro
Bernat/Harley - prata
Ramon Gomes/Álvaro Andrade - bronze
Aline/Diana - prata
Tainá/Victoria - bronze

Etapa de Nantong - China (2 estrelas)
Josi/Lili - ouro

Etapa de Nanquim - China (2 estrelas)
Josi/Lili - ouro

Etapa de Manavat - Turquia (1 estrela)
Oscar/Luciano - ouro

Etapa de Varsóvia - Polônia (4 estrelas)
Evandro/Vitor Felipe - prata
Ágatha/Duda -bronze

Etapa de Espinho – Portugal (4 estrelas)
Ricardo/Guto – prata
Maria Elisa/Carol Solberg - prata

Etapa de Haiyang - China (3 estrelas)
Thiago/George - prata

Etapa de Viena - Áustria (5 estrelas)
Fernanda Berti/Bárbara Seixas - prata

Etapa de Moscou - Rússia (4 estrelas)
Ágatha/Duda - prata
Alison/André Stein - prata

Etapa de Hamburgo - Alemanha (World Tour Finals)
Ágatha/Duda - ouro

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