Brasil garante vaga olímpica para Tóquio 2020 na classe Nacra 17

O Brasil assegurou nesta sexta-feira, dia 10, mais uma vaga para a disputa da vela nos Jogos de Tóquio 2020. No Mundial de Classes Olímpicas de Aarhus, na Dinamarca, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino garantiram a classificação do país na classe Nacra 17. A dupla avançou em quinto lugar para a regata da medalha, com 81 pontos perdidos, e ainda tem chances de pódio no domingo (12).

 

Neste sábado (11), Martine Grael e Kahena Kunze entram na água na briga por uma medalha no Mundial. Elas ocupam a quinta colocação na classificação e disputam a regata decisiva a partir de 9h45 de Brasília, com transmissão ao vivo em vídeo no canal do YouTube da World Sailing, no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=786GQMOIFzc&t=0s&list=PL0yLg4wYxxpd3wUyEnHV3N36bMB3YCG55&index=4

O Mundial da Dinamarca é a primeira competição classificatória para os países em Tóquio 2020. Além da Nacra 17, o Brasil também assegurou vaga na Laser e na 49er FX. As demais classes ainda terão novas oportunidades de carimbar passaporte para o Japão nos Campeonatos Mundiais de 2019 e nos eventos continentais de classificação. A definição de quais atletas vão representar o Brasil nos Jogos Olímpicos será feita ao longo dos próximos dois anos, de acordo com os critérios técnicos estabelecidos pela Confederação Brasileira de Vela, baseando-se nos resultados das principais competições nacionais e internacionais.

Ao lado de Gabriela Nicolino, Samuel Albrecht esteve a semana inteira no top 10 da Nacra. Nesta sexta-feira, a dupla disputou três regatas, somando um 16º lugar, um oitavo e um décimo, sempre em disputas acirradas com os principais concorrentes.

 

Ainda na Nacra 17, João Bulhões e Bruna Martinelli encerraram sua participação no Mundial na 21ª posição (180 pontos perdidos).

 

Esta sexta-feira também marcou o fim da fase de classificação em outras classes. Na 49er, Carlos Robles e Marco Grael terminaram em 26º lugar (157 pontos perdidos). Na RS:X feminina, Patrícia Freitas ficou em 20º (142 p.p.). E na RS:X masculina, Brenno Francioli acabou em 71º (223 p.p.)

 

Resultados completos: https://aarhus2018.sailing.org/results

Programação de regatashttps://www.aarhus2018.com/schedule-of-races/

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Dupla brasileira vence duas regatas da Nacra 17 no Mundial

Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino tiveram um grande resultado nesta terça-feira, dia 7, no Mundial de Classes Olímpicas, em Aarhus, na Dinamarca. A dupla venceu duas das quatro regatas disputadas pela flotilha azul e assumiu a vice-liderança geral da Nacra 17, com 21 pontos perdidos. À frente deles estão apenas os atuais campeões olímpicos, Santiago Lange e Cecilia Carranza Saroli, da Argentina (16 p.p.). A competição continua nesta quarta-feira, a partir das 7h de Brasília.

 

O Mundial de Classes Olímpicas conta com transmissão ao vivo no canal do YouTube da World Sailing, no link abaixo:

 

https://www.youtube.com/playlist?list=PL0yLg4wYxxpd3wUyEnHV3N36bMB3YCG55

 

“Foi um excelente dia. Tivemos que usar um pouco da intuição, estava uma condição difícil. Mas eu e Gabi conseguimos fazer um bom trabalho. Mantivemos o barco rápido, acertamos as manobras e as decisões de regulagens também foram acertadas”, afirmou Samuel.

 

O Mundial foi retomado nesta terça-feira, após um dia praticamente sem vento e sem regatas. Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino logo mostraram força, vencendo a primeira regata. Na segunda prova, um 14º lugar, que acabou descartado. Em seguida, mais uma vitória e um segundo lugar.

 

"Esperamos continuar a fazer boas regatas. Agora estamos na flotilha ouro, só com os 30 primeiros. Vai ser muito difícil, muito apertado. O objetivo é manter a média, evitar colocações ruins", disse Samuel Albrecht.

 

Na classe 49er FX, as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze não entraram na água hoje e aparecem na quinta colocação geral, com 30 pontos perdidos.

 

Nesta quarta-feira, estão previstas as últimas regatas da fase de classificação das classes Finn, 470 masculina, Laser e Laser Radial. 

 

Na Finn, Jorge Zarif aparece em 12º lugar (63 pontos perdidos).  

 

Na Laser, Bruno Fontes está em 13º (78 p.p.), João Pedro Souto de Oliveira ocupa o 21º lugar (87 p.p.) e Lucas Bueno é o 156º (312 p.p.). 

 

Na Laser Radial, Gabriela Kidd está na 64ª colocação (172 p.p.).  

 

Na 470 masculina, ainda há previsão de mais regatas. Geison Mendes e Gustavo Thiesen ocupam o 37º lugar (103 p.p.), logo à frente de Henrique Haddad e Felipe Brito (38º, 104 p.p.).

 

Na 470 feminina, a fase de classificação foi encerrada nesta terça-feira, com Fernanda Oliveira e Ana Barbachan em 15º lugar, com 89 pontos perdidos.

 

Confira os resultados completos dos brasileiros no link abaixo:

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Brasil firme na disputa pela classificação olímpica no Mundial da Dinamarca

 Equipe Brasileira de Vela mostra sua força na disputa das primeiras vagas para os países nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Ao fim das provas deste domingo, dia 5, o Brasil está firme na briga pela classificação em sete das dez classes olímpicas do Mundial de Aarhus, na Dinamarca. O país aparece no top 20 da 49er FX, 470 feminina, Finn, 49er, Laser, Nacra 17 e RS:X feminina, sendo que essas duas últimas tiveram hoje suas primeiras regatas.

 

O campeonato continua nesta segunda-feira, dia 6, a partir de 7h (de Brasília). As regatas de medalha estão previstas para os dias 9, 10, 11 e 12 de agosto. O campeonato conta com transmissão ao vivo no canal do YouTube da World Sailing, no link abaixo:

 

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Neste domingo, as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze voltaram a vencer uma das regatas disputadas em Aarhus, e seguem na 5ªcolocação da classificação geral, com 19 pontos perdidos. 

 

Outro destaque do dia foi o início da disputa para três classes olímpicas, com ventos fortes na Dinamarca. Na Nacra 17,  Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino ocupam a 7ª posição, com 8 pontos perdidos, enquanto João Bulhões e Bruna Martinelli estão em 22º (18 p.p.). Na RS:X feminina, Patrícia Freitas terminou o dia em 10º (14 p.p.). Na RS:X masculina, Brenno Francioli está em 48º (39 p.p.).

 

“O primeiro dia foi muito bom. A gente não cometeu nenhum grande erro. A condição era difícil, com muito vento, e fizemos três boas regatas. Amanhã a gente espera um pouco menos de vento e é continuar a fazer um bom trabalho˜, afirmou Samuel Albrecht. 

 

Confira abaixo os resultados dos brasileiros no Mundial, após quatro dias de regatas.

 

49erFX. Martine Grael/ Kahena Kunze, 5º lugar, 19 pontos perdidos

Nacra 17. Samuel Albrecht/ Gabriela Nicolino, 7º, 8 p.p.

 

Nacra 17. João Bulhões/ Bruna Martinelli, 22º, 18 p.p.

470 feminina. Fernanda Oliveira/ Ana Barbachan, 9ª colocação, 60 p.p.

RS:X feminina. Patrícia Freitas, 10º, 14 p.p.

 

Finn. Jorge Zarif, 11º, 34 p.p.

49er. Carlos Robles/ Marco Grael, 18º, 29 p.p.

49er. Mário Tinoco/ Gabriel Borges, 68º, 72 p.p.

Laser. Bruno Fontes, 19º, 45 p.p.

Laser. João Pedro Souto de Oliveira, 28º, 54 p.p.

Laser. Lucas Bueno, 159º, 252 p.p.

470 masculina. Henrique Haddad/ Felipe Brito, 33º, 71 p.p.

470 masculina. Geison Mendes/ Gustavo Thiesen, 34º, 71 p.p.

RS:X masculina. Brenno Francioli, 48º, 39 p.p.

Laser Radial. Gabriella Kidd, 69º, 157 p.p.

Kiteboard. Claudio Cruz, 63º, 69 p.p.

 

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Martine Grael e Kahena Kunze vencem regata na estreia no Mundial

Martine Grael e Kahena Kunze estrearam no Mundial de Classes Olímpicas com vitória na última das três regatas, na abertura da disputa da classe 49er FX, neste sábado, 4. Após um ano sem competir juntas, as campeãs olímpicas  mostraram uma rápida evolução ao longo do dia e já aparecem na 5ª colocação da classificação geral, com 7 pontos perdidos. O campeonato continua neste domingo, a partir de 7h (de Brasília), na Baía de Aarhus, na Dinamarca. 

 

Além do título, estão em jogo no Mundial de Classes Olímpicas as primeiras vagas para os países nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. As regatas de medalha estão previstas para os dias 9, 10, 11 e 12 de agosto. O campeonato conta com transmissão ao vivo no canal do youTube da World Sailing, no link abaixo:

 

https://www.youtube.com/playlist?list=PL0yLg4wYxxpd3wUyEnHV3N36bMB3YCG55

 

“Não ficamos todo esse tempo adormecidas, a vela continua em nós e estamos só um pouco fora de prática. A última regata mostrou que encaixamos a velejada. Agora é preparar para amanhã”, disse Martine.

 

As campeãs olímpicas disputaram as provas da flotilha amarela. Na abertura, ficaram em 11º lugar. Na segunda, terminaram em sexto. E na terceira regata, cruzaram a linha de chegada em primeiro lugar. 

 

“A primeira regata do dia não foi tão boa, a segunda foi melhor e a terceira foi a nossa melhor. Foi bom terminar o dia com esse resultado. Apesar das condições de vento complicadas, foi divertido”, afirmou Martine.

 

Também neste sábado, Jorge Zarif encerrou a primeira fase da classe Finn no 11º lugar (34 pontos perdidos). Após um dia de folga neste domingo, Zarif volta na segunda-feira para a disputa da flotilha ouro,  com os velejadores mais bem colocados na classificação. 

 

Outro destaque do sábado veio na classe 470 feminina. Fernanda Oliveira e Ana Barbachan conseguiram um segundo lugar e entraram no top 10 da classificação, na nona posição (60 p.p.). Na 49er, Carlos Robles e Marco Grael também aparecem em nono lugar (6 p.p.), ao fim do primeiro dia de disputa.

 

Neste domingo, dia 5, estreiam as classes Nacra 17, RS:X feminina e RS:X masculina, assim como o kiteboard, que entra como demonstração neste Mundial de Classes Olímpicas, já de olho na introdução da prova nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

 

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Brasil estreia nesta quinta-feira no Mundial de Classes Olímpicas

A Equipe Brasileira de Vela entra na água nesta quinta-feira, dia 2, para o início do Mundial de Classes Olímpicas. As primeiras regatas estão previstas para 7h (de Brasília), na Baía de Aarhus, na Dinamarca. Na abertura, o Brasil terá na disputa Jorge Zarif, campeão da Copa do Mundo 2018 na classe Finn; a medalhista olímpica Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (470 feminina), Geison Mendes e Gustavo Thiesen (470 masculina) e Henrique Haddad e Felipe Brito (470 masculina). Além do título, estarão em jogo as primeiras vagas para os países nos Jogos de Tóquio 2020.

 

“Neste primeiro momento de busca pela classificação olímpica, temos classes um pouco mais bem posicionadas, como 49er FX, Finn, 470 feminina, RS:X feminina e Nacra 17. Temos boas possibilidades em todas elas. Ainda temos correndo por fora classes como a 470 masculina e a 49er, com chance boa de ficar na flotilha ouro e estar na briga”, avalia Torben Grael, coordenador técnico da Equipe Brasileira de Vela.

 

Embora o Mundial valha classificação para os Jogos Olímpicos, a raia de Aarhus tem características distintas em relação a Enoshima, local da disputa em Tóquio 2020.

 

“A Dinamarca é completamente diferente. É uma área relativamente protegida em termos de onda. Tem onda picada, mas não tem onda oceânica. Em Enoshima, tem ondas grandes quando dá vento forte na direção do mar”, diz Torben.

 

As regatas serão disputadas até o dia 12 de agosto. A competição reúne as dez classes do programa dos Jogos de Tóquio 2020: RS:X masculina, RS:X feminina, Laser, Laser Radial, Finn, 470 masculina, 470 feminina, 49er, 49er FX e Nacra 17. Além disso, haverá disputa também no kiteboard (feminino e masculino), como demonstração.

As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze entram na água no próximo sábado, dia 4. As regatas de medalha estão previstas para os dias 9, 10, 11 e 12 de agosto. Confira no link abaixo a programação completa da competição:

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SOBRE A CLASSIFICAÇÃO OLÍMPICA

Em Aarhus, além das medalhas do Mundial, estarão em jogo as primeiras vagas olímpicas da vela para os países nos Jogos de Tóquio 2020, de acordo com a seguinte distribuição:

Masculino

RS:X – 10 países

Laser – 14 países

Finn – 8 países

470 – 8 países

49er – 8 países

Feminino

RS:X – 11 países

Laser Radial – 18 países

470 – 8 países

49er FX – 8 países

Misto

Nacra 17 - 8 países

 

Os velejadores do Brasil no Mundial de Classes Olímpicas 2018:

Nome

Classe

Martine Grael e Kahena Kunze

49er FX

Carlos Robles e Marco Grael

49er

Mario Tinoco e Gabriel Borges

49er

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan

470 feminina

Geison Mendes e Gustavo Thiesen

470 masculina

Henrique Haddad e Felipe Brito

470 masculina

Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino

Nacra 17

João Bulhões e Bruna Martinelli

Nacra 17

Jorge Zarif

Finn

Patrícia Freitas

RS:X feminina

Brenno Francioli

RS:X masculina

Bruno Fontes

Laser

João Pedro Souto de Oliveira

Laser

Lucas Bueno

Laser

Gabriella Kidd

Laser Radial

Cláudio Cruz

Kiteboard

Mais informações: https://www.aarhus2018.com/

Irmãos Grael conquistam mais uma medalha para o Brasil

Torben e Lars são bronze no Mundial de Veleiros Clássicos 6M. Crédito: Nancii Bernard


A vela brasileira não para de ganhar medalhas em campeonatos internacionais. Neste fim de semana, foram mais duas.

No Mundial da classe Soling, disputado em Muiden, na Holanda, os brasileiros Nelson, Gustavo e Felipe Ilha, do Veleiros do Sul, venceram a última regata na sexta-feira, dia 22, e conquistaram a prata, com 27 pontos perdidos. Eles ficaram atrás somente da tripulação da Hungria comandada por Farkas Litkey (22 p.p.).

Já em Vancouver, no Canadá, os irmãos Torben e Lars Grael velejaram ao lado de Renata Pellicano, Markus Temke e Colin Gomm e ficaram com a medalha de bronze no Mundial de Veleiros Clássicos de 6 metros (27 p.p.), encerrado na sexta-feira, dia 22. A tripulação brasileira velejou a bordo do icônico Saskia, barco projetado em 1934 com a grife britânica de Sir William Fife. E, numa disputa de realezas náuticas, o título da competição foi conquistado pelo Rei da Espanha, Don Juan Carlos de Borbón, com 22 pontos perdidos.

“Vencemos a primeira regata do dia para fechar o evento na terceira colocação. Vitória para o rei da Espanha, Don Juan Carlos. Obrigado a todos pela torcida!”, afirmou Lars Grael.

MUNDIAL DE RS:X

A brasileira Patrícia Freitas encerrou neste sábado, dia 23, sua participação no Campeonato Mundial da classe RS:X, em Enoshima, no Japão. Após uma semana de ventos inconstantes, com direito a tufão nos primeiros dias de competição, a velejadora ficou na 22ª colocação, com 130 pontos perdidos. Agora, Patrícia volta sua atenção para a disputa da Copa Brasil de Vela, prevista para o período de 09 a 16 de dezembro, em Ilhabela (SP).

O pódio feminino do Mundial de RS:X foi totalmente preenchido pela China. A vice-campeã olímpica Peina Chen conquistou o título, com apenas 44,7 pontos perdidos. A prata foi para Jiahui Wu (50 p.p.), e o bronze ficou com Yunxiu Lu (56 p.p.). No masculino, outra vitória chinesa, com Bing Ye conquistando o ouro (51 pontos perdidos). O suíço Mateo Sanz Lanz levou a prata (53 p.p.) e o chinês Mengfan Gao ganhou o bronze (68 p.p.)

Mais informações: http://www.rsxclass.org/worlds2017/

CLASSIFICAÇÃO GERAL

Mundial de 6M

1 – Bribón Gallant, Don Juan Carlos de Borbón (Espanha), 22 pontos perdidos

2 – Goose, Peter Hoffmann (EUA), 25 p.p.

3 – Saskia, Lars Grael (Brasil), 27 p.p.

 

Mundial de Soling

 

1 - Farkas Litkey/ Karoly Vezer/ Gabor Oroszlan (Hungria), 22 pontos perdidos

2 – Nelson Ilha/ Gustavo Ilha/ Felipe Ilha (Brasil), 27 p.p.

3 - Igor Yushko/ Sergey Pichugin/ Igor Severianov (Ucrânia), 33 p.p.

9 - Kadu Bergenthal/ Eduardo Cavalli/ Renan Abrahan Oliveira (Brasil), 64 p.p.

11 - Henrique Ilha/ Fernando Ilha/ Marcelo Azevedo (Brasil), 74 p.p.

Mundial de RS:X Feminino

1 – Peina Chen (China), 44,7 pontos perdidos

2 – Jiahui Wu (China), 50 p.p.

3 – Yunxiu Lu (China), 56 p.p.

22 – Patrícia Freitas (Brasil), 130 p.p.

Com nomes de peso, Brasil disputa o Mundial das classes 49er e 49erFX

Martine Grael retoma com Kahena Kunze a dupla que foi campeã olímpica. Crédito: Jesus Renedo

 

O Campeonato Mundial das classes 49er e 49er FX terá suas primeiras regatas nesta segunda-feira, dia 28, na cidade do Porto, em Portugal. E o Brasil estará na água com nomes de peso. Após uma breve parada para se dedicar à preparação para a Regata de Volta ao Mundo, Martine Grael retoma com Kahena Kunze a dupla que foi campeã olímpica nos Jogos Rio 2016. Na disputa masculina, Carlos Robles e Marco Grael, vencedores da última Copa Brasil, chegam como titulares da Equipe Brasileira de Vela. Mas o país também terá como representante o maior medalhista olímpico do esporte nacional, Robert Scheidt, que participa da competição pela primeira vez, ao lado de Gabriel Borges. Completando a delegação, Dante Bianchi e Thomas Lowbeer também estarão na raia.

Com tantos nomes de peso, o Brasil atrai expectativa no campeonato. Martine e Kahena, por exemplo, foram campeãs das três competições que disputaram este ano. Porém, neste meio de temporada, deram uma pausa nos treinos em conjunto em função da preparação de Martine para competir como primeira mulher brasileira na Volvo Ocean Race.

“O Mundial vai ser um reencontro de todas as meninas que foram para os Jogos Rio 2016, algumas supertreinadas e outras não tanto, como nós. Além de todas as que estão começando no novo ciclo. Com certeza, é um campeonato que promete regatas duras”, afirmou Martine.

As regatas serão disputadas diariamente e têm início previsto para 6h55 (horário de Brasília). A competição este ano conta com 139 tripulações inscritas, sendo 55 de 49erFX e 84 de 49er. O campeonato vai até o dia 2 de setembro, data das regatas da medalha.

O Brasil já tem um título mundial na classe 49erFX, com Martine Grael e Kahena Kunze em 2014, no Mundial de classes olímpicas de Santander (Espanha). Em 2015, as duas conquistaram a medalha de prata.

Mais informações: http://49er.org/event/2017-world-championship/

Laser Radial abre temporada dos Mundias para a Equipe Brasileira


Gabriella Kidd será a primeira da equipe de vela em ação. Crédito:Predro Martinez/Sailing Energy

 

Está aberta a temporada de Campeonatos Mundiais de classes olímpicas para a Equipe Brasileira de Vela. A primeira velejadora a entrar na água será Gabriella Kidd, na disputa do Mundial de Laser Radial, que tem as primeiras regatas previstas para segunda-feira, dia 21, em Medemblik, na Holanda. A competição vai até o próximo dia 26.

Nas próximas seis semanas, o calendário de competições será intenso. Haverá disputa de Mundiais em sete classes olímpicas com participação de velejadores do Brasil. Confira a programação na tabela abaixo:

Mundial de Classe Olímpica

Data

Local

Laser Radial

19 a 26/08

Medemblik (Holanda)

49er

28/08 a 02/09

Porto (Portugal)

49erFX

28/08 a 02/09

Porto (Portugal)

Finn

01 a 10/09

Balatonfoldvar (Hungria)

Laser

02 a 19/09

Split (Croácia)

Nacra 17

05 a 10/09

La Grande Motte (França)

RS:X feminino

16 a 23/09

Enoshima (Japão)

Nessas competições, o Brasil terá na água atletas como Carlos Robles e Marco Grael (49er), Robert Scheidt e Gabriel Borges (49er), Martine Grael e Kahena Kunze (49erFX), Jorge Zarif (Finn), João Pedro Souto Oliveira (Laser), João Bulhões e Gabriela Nicolino (Nacra 17) e Patrícia Freitas (RS:X feminino).

Na Laser Radial, Gabriella é uma das caras novas da Equipe Brasileira de Vela em 2017. Atleta da categoria sub-21, a velejadora disputará o Mundial pela primeira vez, em busca de uma experiência valiosa no começo do ciclo olímpico de Tóquio 2020.

"Sem dúvida será um Mundial de altíssimo nível. Vou dar o meu 100% e tentar o melhor resultado possível. São muitas velejadoras com experiências olímpicas, algumas bem mais velhas do que eu. Vou ter a oportunidade de colocar em prática o que venho treinando, melhorar meu desempenho e minha técnica, além de observar as adversárias e ganhar experiência", afirmou.

Scheidt terá barco "zero km" no Campeonato Europeu

Scheidt e Borges treinaram com o novo barco na Itália. Crédito: Divulgação

Robert Scheidt e Gabriel Borges têm motivação extra para a reta final da temporada 2017 do iatismo internacional. O bicampeão olímpico e seu proeiro contam com um barco ‘zero km’ desde a semana passada. A estreia do novo equipamento será no Campeonato Europeu da Classe 49er, que será disputado de 27 de julho a 4 de agosto no Kieler Yacht-Club, em Kiel, na Alemanha.

“Usávamos um barco do COB e CBVela e que era de 2014. Por isso, optamos por adquirir um barco 100% nosso. Claro que um equipamento novo sempre é melhor. É mais rígido. Tende a performar mais. Não existe uma diferença gritante, mas existe. Ainda mais porque temos também um mastro e vela novos. E o kit todo tende a dar um resultado melhor em termos de velocidade”, afirma ele, que completa. “É uma motivação a mais. Porém, sabemos que o principal continua dependendo da gente, da maneira como vamos velejar.”

Scheidt sabe que a dupla precisará de tempo para se adaptar ao novo barco. Por isso, seguiu para Kiel neste domingo (23). “Teremos uma ferramenta melhor para competir no Europeu isso é muito bom, mas sabemos que tudo é um processo. Quando pegamos o novo 49er, precisamos de três a quatro dias de trabalho para ajustes, como alinhar o leme com a bolina, por exemplo. Mas já colocamos o barco na água, no Lago di Garda (na Itália) e ele rendeu bem. Agora é velejar mais em Kiel para aprimorar ao máximo até o campeonato”, explica o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Aos 44 anos e consagrado na Star e Laser, Scheidt disputa sua primeira temporada na 49er. O maior medalhista do Brasil em Olimpíadas, com cinco pódios, encara o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes a fim de iniciar um novo ciclo olímpico, visando os Jogos de Tóquio, em 2020. Com isso, sabe que as dificuldades fazem parte do processo de adaptação às características da nova classe.

Crescimento - A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. No final de março, correu o Troféu Princesa Sofia e novamente fez um 11º lugar. Mais recentemente, disputou a Kieler Woche, tradicional Semana de Vela de Kiel e conseguiu o 17º lugar.

Torben Grael e Marcelo Ferreira entram para o hall da fama da Vela no Brasil

A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) inaugurou sua nova sede, na Marina da Glória. A entidade passa oficialmente a ter como casa o local que foi sede das regatas nos Jogos Rio 2016. Junto com a inauguração de sua casa, foi dado início ao hall da fama da modalidade no Brasil e que os primeiros homenageados foram Torben Grael e Marcelo Ferreira, campeões olímpicos que mais trouxeram medalhas para o país em olimpíadas.

“Essa sede nova é fantástica! Desde que me entendo como atleta é um marco da vela brasileira ter a sede com saída para o mar, algo que não tínhamos. Estava na Italia velejando quando soube da homenagem e foi uma honra colocar as mãos na massa, algo que sou acostumado como construtor e receber essa honraria. Espero que muitos outros também tenham essa oportunidade que tive. ” – Conta Marcelo Ferreira sobre a homenagem que recebeu.

Para Torbem Grael, não foi muito diferente. “É muito bom ser homenageado e receber esse reconhecimento e muito bom para vela estar com sua nova sede neste local maravilhoso. ” – Completa.

Junto com a homenagem, estiveram presentes os velejadores que defenderão o país em julho no Mundial de Optimist na Tailandia, a classe de formação para crianças e adolescentes e que puderam receber dicas dos campeões para se darem bem para disputa.

A antiga e a nova geração da vela juntas na homenagem. Crédito: Ricardo Erlich/EAZ

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