CAMPEONATO SUL-AMERICANO: Brasil é campeão pela 31ª vez

Seleção do Brasil conquistou seu primeiro título sob o comando do técnico Renan ao derrotar a Venezuela por 3 sets a 0, e garantiu a vaga no Campeonato Mundial de 2018. Crédito: Max Montecinos/FEVOCHI

 

A seleção brasileira masculina de vôlei é campeã do Sul-Americano 2017 sem perder nenhum set. Em sua segunda final na temporada, depois de ter decidido também a Liga Mundial, o time do Brasil derrotou a Venezuela na noite desta sexta-feira (11.08) por 3 sets a 0 (25/21, 25/6 e 25/18), em 1h07 de partida disputada no Centro Nacional de Entreinamento, em Santiago.

Este é o 31º título da equipe verde e amarela nesta que foi a 32ª edição do campeonato – o Brasil não participou no ano de 1964. O título ainda valeu a seleção brasileira a vaga no Campeonato Mundial de 2018, que será disputado na Itália e na Bulgária.

Brasil e Venezuela se enfrentaram pela última vez em uma final de Sul-Americano no ano de 2003, quando a competição foi disputada no Rio de Janeiro. Neste ano, a Argentina ficou com a terceira colocação, assim como aconteceu desta vez. Para conquistar a medalha de bronze, os argentinos precisaram vencer o Chile e conseguiram o resultado por 3 sets a 0.

Este é o primeiro título da seleção brasileira sob o comando de Renan Dal Zotto. O treinador, que assumiu a equipe neste ano, já foi vice-campeão da Liga Mundial, sendo superado pela França na grande final. Após a partida, o treinador falou sobre a conquista.

“Um título importante, o Campeonato Sul-Americano vale vaga somente uma vaga ao Mundial. E importante também por manter a hegemonia brasileira na América do Sul, uma responsabilidade muito grande que tínhamos. Saímos daqui com o sentimento de dever cumprido".

A equipe do Brasil começou o jogo com o levantador Bruninho, o oposto Wallace, os centrais Maurício Souza e Lucão, os ponteiros Lucarelli e Maurício Borges, e o líbero Tiago Brendle. Também participaram da partida o oposto Renan, o levantador Raphael e o central Otávio.

Um dos destaques da partida, o oposto Wallace, que foi maior pontuador com 13 acertos, comentou a conquista brasileira sem ter perdido nenhuma parcial nas cinco partidas.

"Essa é a melhor maneira que temos de demonstrar nossa força. Sabemos que não é fácil passar um campeonato inteiro sem perder um set. O time mereceu, está de parabéns, agora vamos comemorar esse título".

A seleção brasileira também dominou a eleição dos melhores do torneio: Bruno venceu como melhor levantador, Lucarelli foi escolhido melhor ponteiro, Wallace o melhor oposto e o ponteiro Maurício Borges, melhor jogador da competição.

O capitão Bruninho também comentou sobre o carinho dos chilenos, que adotaram a seleção brasileira em confrontos sem a presença da equipe da casa.

"Um prazer voltar ao Chile, jogar aqui, sentir o carinho da torcida. Recebemos de todos os chilenos, foi uma experiência muito especial, quero voltar outras vezes, estamos muito contentes por essa conquista"

O JOGO

O Brasil saiu na frente no erro do adversário. No bloqueio de Lucão, fez 2/0. Maurício Borges explorou o bloqueio venezuelano e abriu 3/0. Wallace marcou 4/0 e a Venezuela pediu tempo. Com Lucarelli, a equipe brasileira fez 8/3 no primeiro tempo técnico. Com mais um ponto de bloqueio, o placar foi a 10/3 e o adversário pediu tempo. Na volta, ace de Lucão e 11/3. Wallace ainda marcou 12/3. Em ponto de contra-ataque, Lucarelli marcou 16/7. A Venezuela reagiu e fez 11/17. Mas, a seleção brasileira voltou a pontuar e fez 20/12. Bem no saque, os venezuelanos aproximaram ainda mais no placar em 18/22. A reta final do set foi disputada e o Brasil fechou em 25/21.

A seleção brasileira abriu 2/0 com dois pontos de bloqueio logo no começo do segundo set. Sem dar chances ao adversário, o Brasil fez 4/0 e a Venezuela pediu tempo. Com Wallace pontuando bem, a equipe verde e amarela chegou a 8/1. Na volta do tempo técnico, Lucão bloqueou duas vezes e levou o placar a 10/1. Em boa passagem de Bruninho pelo saque e com o bloqueio funcionando bem, o marcador ainda foi a 16/1. Sem dificuldades, a equipe do técnico Renan manteve uma grande vantagem em 20/3. No bloqueio, o Brasil chegou a 22/3. No final, 25/6.

A terceira parcial começou mais equilibrada, com as seleções empatando em 3/3. Na sequência, o Brasil começou a abrir vantagem e fez 7/4 e a Venezuela voltou a empatar em 7/7. Com ponto de bloqueio, os venezuelanos assumiram o comando do placar (9/8). O Brasil passou a frente e fez 12/10. A vantagem verde e amarela passou a ser de três pontos em 16/13. A diferença no placar foi aumentando e o Brasil fez 19/14. Lucarelli marcou 21/15. Administrando com tranquilidade, o Brasil chegou ao ponto final em bela pipe de Lucarelli, que deu números finais ao terceiro set: 25/18, e mais um título ao Brasil.

CAMPEONATO SUL-AMERICANO: Brasil consegue segunda vitória na competição

Depois de bater o Paraguai, seleção brasileira levou a melhor sobre a Venezuela, também por 3 sets a 0. Crédito: Felipe Andaur Suárez

 

Depois de uma vitória sobre o Paraguai sem dificuldades na estreia da competição, a seleção brasileira masculina de vôlei conseguiu novo resultado positivo de forma tranquila no Campeonato Sul-Americano. Nesta terça-feira (08.08), o time dirigido pelo técnico Renan bateu a Venezuela por 3 sets a 0, com parciais de 25/10, 25/16 e 25/14, no Ginásio Olímpico Regional UFRO, em Temuco, no Chile.

O próximo compromisso da equipe brasileira será contra a Colômbia, seleção dirigida pelo brasileiro Sidnei Papke, nesta quarta (09.08), às 15h (Horário de Brasília). As semifinais e final serão disputadas em Santiago, outra sede da competição, na quinta (10.08) e na sexta (11.08).

Diferente da partida de estreia, o Brasil começou com a formação considerada titular: o levantador Bruninho, o oposto Wallace, os centrais Lucão e Maurício Souza, os ponteiros Lucarelli e Maurício Borges e o líbero Tiago Brendle. Também participaram do jogo o ponteiro Rodriguinho, o oposto Renan e o levantador Raphael.

O campeão olímpico Wallace destacou a importância de uma equipe homogênea. “Ontem jogamos com uma formação, hoje com outra e o nível continuou o mesmo. A diferença da seleção brasileira é essa”, afirmou o oposto do Brasil.

O técnico Renan também fez questão de elogiar o grupo brasileiro. “Estou contente porque, independentemente do adversário, o Brasil vem jogando sempre em um ritmo muito bom, muito forte. Ontem fizemos uma boa apresentação, hoje também, principalmente no saque e no bloqueio, e isso nos deixa satisfeitos”, garantiu Renan.

E o comandante da seleção brasileira já chamou atenção para o próximo desafio da equipe nesta fase classificatória. “Amanhã temos uma nova partida importante, contra a Colômbia, e o ponto principal neste momento é buscar o nosso melhor ritmo de jogo e um volume de jogo bastante intenso, independentemente contra qual time seja a partida”, concluiu Renan.

O JOGO

A Venezuela abriu o placar da partida e Lucão devolveu, fazendo 1/1. Na sequência, no ace de Bruninho, 2/1. No bloqueio de Lucão e Lucarelli, o Brasil marcou 5/2. Quando o placar foi a 6/2, o adversário pediu tempo. Em boa passagem de Maurício Borges pelo saque, a seleção brasileira fez 8/2. Lucarelli marcou 11/4 e com dois pontos de saque seguidos dele, o Brasil chegou a 14/6. Ainda com Lucarelli no saque, 16/6. Os venezuelanos pararam o jogo e, na volta, Lucarelli conseguiu mais um ace: 17/6. Com mais um ponto de saque, dessa vez com Bruno, o placar foi a 21/8. Mais um ace de Bruninho: 23/8. Lucão fechou em 25/10.

O próprio central abriu a segunda parcial. Contando com erros do adversário, o Brasil logo abriu 4/1. No primeiro tempo técnico, a vantagem brasileira era de quatro pontos: 8/4. Em um set mais equilibrado, a diferença no placar ainda caiu para três em 10/7. Com Lucão pontuando bem, o Brasil abriu vantagem em 16/9. A Venezuela pontou bem e fez 12/16. Wallace marcou 19/14. Com Bruninho explorando a mão do adversário, o Brasil marcou 22/16. Em boa passagem do levantador pelo saque, a equipe dirigida por Renan fechou em 25/16.

Assim como no set anterior, Lucão abriu o terceiro também. Com dois pontos de saque seguidos de Maurício Borges, a seleção brasileira marcou 6/2. A Venezuela pediu tempo. Com Lucão bem no saque, o Brasil marcou 10/3. Lucarelli pontuou no saque, a equipe brasileira chegou a 13/5 e os adversários pediram tempo. Depois de defesa de Maurício Souza, Bruninho acionou Lucão, que fez 15/6 no contra-ataque. O time de Renan Dal Zotto abriu boa vantagem em 20/11. Depois de uma pausa para troca de rede (22/12), o Brasil fechou em 25/14.

CAMPEONATO SUL-AMERICANO: Brasil estreia com vitória sobre o Paraguai

Equipe do técnico Renan levou a melhor sobre os paraguaios por 3 sets a 0, em Temuco, no Chile. Crédito: Felipe Andaur Suárez

 

A seleção brasileira masculina de vôlei estreou com vitória no Campeonato Sul-Americano. Campeã de todas as edições que disputou, a equipe do Brasil bateu o Paraguai, na noite desta segunda-feira (07.08), por 3 sets a 0, com parciais de 25/04, 25/14 e 25/10, em partida realizada no Ginásio Olímpico Regional UFRO, em Temuco, no Chile.

Esta será a casa do time dirigido pelo técnico Renan na fase classificatória, que ainda terá os duelos contra a Venezuela, nesta terça-feira (08.08), às 22h, e contra a Colômbia na quarta (09.08), às 15h. As semifinais e final serão disputadas em Santiago, outra sede da competição, na quinta e na sexta.

Na partida de estreia, Renan aproveitou para utilizar uma formação diferente da tradicional que vinha usando na Liga Mundial – primeira competição disputada na temporada, quando o Brasil foi vice-campeão. Nesta segunda-feira, começaram o jogo o levantador Raphael, o oposto Renan, os centrais Isac e Otávio, os ponteiros Douglas e Rodriguinho e o líbero Thales.

Após a vitória, o treinador brasileiro analisou a primeira participação no Sul-Americano e elogiou o grupo. “Tivemos a oportunidade de dar uma mexida boa no time hoje. Jogamos com jogadores que vinham atuando um menos e todos estão de parabéns porque ditaram o ritmo do jogo o tempo todo”, destacou Renan.

O técnico, porém, espera um confronto diferente na rodada de amanhã, quando o Brasil enfrentará os venezuelanos.

“Esse era jogo difícil por termos poucas informações sobre o Paraguai. Seguramente, era a equipe que nos daria menos trabalho no grupo, já que esperamos um ritmo completamente diferente nos dois próximos jogos. A Venezuela amanhã, com certeza, vai exigir muito do nosso time. Tem tudo para ser um jogo equilibrado”, concluiu Renan.

O JOGO

O primeiro ponto da partida saiu de Otávio em combinação de jogada rápida com Raphael. Renan marcou mais um para o Brasil depois de uma bola bastante disputada. Novamente com Renan, a seleção brasileira abriu 3/0. Ainda com Otávio no saque, Renan marcou 4/0. No primeiro tempo técnico, a equipe de Renan tinha 8/1. No saque do oposto brasileiro, o placar foi a 10/1 e o Paraguai pediu tempo. Rodriguinho marcou 13/1. O placar ainda apontou 19/4 e, na sequência, 22/4. Em passagem de Isac pelo saque, a seleção brasileira fechou em 25/4.

No início do segundo set, Brasil e Paraguai estiveram empatados em 2/2. Renan colocou três pontos de vantagem para o time verde e amarelo em 7/4. No ace de Renan, a seleção brasileira fez 12/5. Também com ponto de saque, desta vez de Isac, o Brasil colocou sete de vantagem: 16/9. Com uma parcial mais equilibrada do que a primeira, o Paraguai chegou a 13/19. No final, no ace de Renan, a seleção brasileira fechou em 25/14.

Assim como no set anterior, o placar teve equilíbrio no começo da parcial: 3/3. O Paraguai esteve em vantagem em 4/3. A seleção brasileira assumiu o comando do marcador e fez 8/5 no primeiro tempo técnico. No bloqueio de Rodriguinho, 10/6. Quando o Brasil fez 13/8, o adversário pediu tempo. Em boa passagem de Rodriguinho pelo saque, o placar foi a 16/8. Ainda com o ponteiro no saque, o Brasil marcou 18/8 e o Paraguai parou o jogo. Com um pouco mais de tranquilidade do que no set anterior, a seleção brasileira venceu por 25/10.

Grupo A – Brasil, Colômbia, Venezuela e Paraguai

Grupo B – Chile, Argentina, Uruguai e Peru

TABELA (Horário de Brasília)

07.08

Brasil 3 x 0 Paraguai (25/04, 25/14 e 25/10)

08.08

22h – Venezuela x Brasil

09.08

15h – Brasil x Colômbia

10.08 (semifinais)

19h30 – 1º B x 2º A

21h30 – 1º A x 2º B

11.08 (final)

21h30 – Ganhador do jogo 15 x Ganhador do jogo 16

GRAND PRIX: Brasil vence Itália e é campeão pela 12ª vez

Brasileiras superaram as italianas na decisão por 3 sets a 2, em Nanjing, na China. A ponteira Natália foi eleita a MVP da competição. Crédito: Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei é campeã do Grand Prix pela 12ª vez. A equipe do treinador José Roberto Guimarães venceu, neste domingo (06.08), a Itália na final por 3 sets a 2 (26/24, 17/25, 25/22, 22/25 e 15/8), em 2h08 de jogo, em Nanjing, na China. O resultado corou o início do ciclo olímpico da nova geração do voleibol brasileiro em uma campanha marcada pela superação. A Sérvia ficou com a medalha de bronze ao vencer a China por 3 sets a 1 (25/22, 20/25, 25/23 e 25/21).

Com o resultado, o time verde e amarelo aumentou o número de conquistas em relação a segunda seleção com mais títulos. Enquanto as brasileiras venceram pela décima segunda vez (1994, 1996, 1998, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009, 2013, 2014, 2016 e 2017), os Estados Unidos, segunda equipe com mais conquistas, têm seis.

A oposta Tandara e a ponteira Natália tiveram atuações destacadas e foram as maiores pontuadoras entre as brasileiras , com 22 acertos cada. A central Bia, com 12 pontos, também pontuou bem pelo time verde e amarelo. Apesar da derrota, a Itália teve a maior pontuadora do confronto, a oposta Egonu, com 29 acertos.

Ao final do confronto, a oposta Tandara comentou sobre a jornada das brasileiras na edição 2017 do Grand Prix que foi coroada com o 12º título do Brasil.

“A final em cinco sets representou o que foi o nosso Grand Prix. Enfrentamos muita dificuldade durante toda a competição e nunca deixamos de acreditar. Os percalços que passamos nos deram mais força e hoje somos um grupo mais forte e unido. Hoje tivemos altos e baixos, mas a união prevaleceu e, principalmente, no tie-break entramos em quadra muito determinadas. O grupo está de parabéns por toda a competição”, disse Tandara.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da participação do Brasil no Grand Prix.

“Começar com vitória é sempre muito bom, mas estávamos preparados para tudo. Sabíamos da dificuldade que íamos enfrentar. Jogamos com um time jovem e com poucas jogadoras que tinham sido efetivamente titulares em competições como o Grand Prix. Temos um time em formação que teve pouco tempo de treinamento. Tudo isso foi difícil e nos ajustamos durante o Grand Prix. Ainda temos muito o que melhorar e precisamos treinar bastante. Fechamos muito bem, saímos de situações complicadas e ficamos com o título do Grand Prix”, analisou José Roberto Guimarães , que ainda enalteceu o trabalho do seu assistente técnico, Paulo Coco.

 “O trabalho de toda a comissão técnica e das jogadoras foi espetacular. A luta, a dedicação, o tempo que eles se dedicaram para enfrentar as dificuldades foi incrível. Tenho que agradecer todos, mas preciso fazer um agradecimento especial ao Paulo Coco. Ele foi de uma lucidez, colaboração e leitura incríveis. O que ele passou para mim e as jogadoras no dia a dia foi sensacional”, ressaltou José Roberto Guimarães.

Seleção do Grand Prix 

O Brasil ainda teve outros motivos para comemorar neste domingo. A ponteira Natália foi eleita a melhor jogadora da competição e a segunda melhor ponteira e a central Bia ficou com o prêmio de melhor jogadora da sua posição.

A campeã olímpica Natália fez questão de ressaltar a força do grupo para a conquista do Grand Prix.

“Depois de tudo que passamos nesse Grand Prix, a final tinha que ser decidida no tie-break. Enfrentamos viagens longas, fuso horários, cansaço, e no final, o espírito dessa equipe prevaleceu para sermos campeãs. Estamos crescendo e aprendendo juntas. O grupo todo está de parabéns e esses prêmios individuais são para a equipe porque eu não joguei sozinha. Tenho que agradecer as jogadoras e comissão técnica por todo o apoio que recebi durante o Grand Prix”, explicou Natália. 

A central Bia também destacou a alegria a união do grupo verde e amarelo.

“A palavra que define a nossa campanha é felicidade. Mesmo nos momentos difíceis nunca perdemos a alegria e a união. Tivemos que vencer os nossos três jogos em casa para nos classificarmos para a Fase Final e na etapa decisiva revertemos um resultado adverso na estreia para a China. Agora é virar a página e pensar no Sul-Americano que é classificatório para o Mundial”, afirmou Bia. 

O JOGO

O Brasil começou melhor e foi para a primeira parada técnica com quatro de vantagem (8/4). Com Tandara pela pipe, o time verde e amarelo fez 11/7. Numa boa sequência de saques da central Adenízia, o Brasil abriu cinco pontos (14/9) e o técnico da Itália pediu tempo. A paralisação fez bem as italianas que encostaram no marcador (14/12). O time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico com três de vantagem (16/13). Se aproveitando dos erros do Brasil, a Itália deixou tudo igual no marcador (16/16). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. Bem no saque, a Itália abriu dois pontos (20/18). Quando o placar estava 23/22 para as italianas,  o treinador José Roberto Guimarães colocou a central Carol para bloquear no lugar da levantadora Roberta. A substituição fez efeito e as brasileiras viraram o marcador fechando o primeiro set por 26/24. 

O início do segundo set foi equilibrado. Bem no saque, a Itália abriu três pontos (7/4). A Itália se destacava no bloqueio e a diferença no marcador subiu para quatro pontos (15/11). Quando as italianas fizeram 19/13, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. O saque italiano dificultava a recepção das brasileiras e a diferença no placar subiu para seis pontos (21/15). A Itália seguiu melhor até o final e venceu o segundo set por 25/17. 

O Brasil voltou melhor para o terceiro set e fez 2/1. O set continuou equilibrado. Com Egonu bem no ataque e no saque, as italianas abriram dois pontos (7/5). Quando o placar estava 8/5 para as italianas, o treinador José Roberto Guimarães trocou as ponteiras. Entrou Rosamaria e saiu Drussyla. O time verde e amarelo cresceu de produção e empatou (8/8). O set ficou disputado ponto a ponto. Se aproveitando dos erros do Brasil, as italianas abriram três pontos (13/10). As europeias foram para o segundo tempo técnico com cinco de vantagem (16/11). Quando a Itália abriu sete pontos (18/11), o treinador José Roberto Guimarães voltou a parar o jogo. Numa sequência de saques da ponteira Rosamaria, o Brasil encostou (20/17) e o treinador da Itália pediu tempo. Em seguida, a atacante fez mais dois pontos de saque (20/19). Bem no saque e no bloqueio, o time verde e amarelo virou o marcador (22/21). As brasileiras foram melhores no final da parcial e venceram o terceiro set por 25/22. 

A Itália fez os três primeiros pontos da quarta parcial. As italianas foram para o primeiro tempo técnico com três de vantagem (8/5). Bem no saque, a Itália abriu cinco pontos (11/6). Quando o placar estava 14/8 para a Itália, o treinador José Roberto Guimarães trocou as levantadoras. Entrou Macris e saiu Roberta. A Itália foi para o segundo tempo técnico com seis de vantagem (16/10). Depois de um longo rally, o time verde e amarelo diminuiu a diferença no marcador para quatro pontos (16/12). Quando as italianas fizeram 18/12 foi a vez do treinador José Roberto Guimarães pedir tempo. A paralisação fez bem as brasileiras que encostaram (19/16). A Itália segurou a vantagem até o final da parcial e venceu o quarto set por 25/22. 

O quinto set começou equilibrado (3/3). Depois de um longo rally, o Brasil abriu três pontos (6/3). Bem no saque e no bloqueio e, com Tandara e Natália definindo no ataque, o time verde e amarelo foi melhor até o final e venceu o quinto set por 15/8 e o jogo por 3 sets a 2. 

GRAND PRIX: Brasil enfrenta Sérvia neste sábado por vaga na final

Meninas enfrentam a Sérvia de madrugada por uma vaga na decisão do Grand Prix. Crédito: Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei está na semifinal do Grand Prix. Nesta sexta-feira (04.08), a China levou a melhor sobre a Holanda em uma dramática partida por 3 sets a 2 (25/23, 23/25, 25/23, 20/25 e 18/16), em Nanjing. As chinesas reverteram um placar adverso de 14/10 no tie-break para ficarem com a vitória. O resultado carimbou o passaporte do Brasil para a semifinal da competição. O time verde e amarelo enfrentará a Sérvia às 4h (Horário de Brasília) deste sábado (05.08) em busca de um lugar na decisão. A outra semifinal reunirá a China e a Itália, às 9h. O Brasil é o atual campeão e luta pelo 12º título do Grand Prix.

A Sérvia terminou a etapa classificatória da Fase Final do Grand Prix em primeiro lugar no grupo K, com vitórias sobre Estados Unidos e Itália, respectivamente, por 3 sets a 2 e 3 sets a 1. Já o Brasil ficou em segundo lugar no grupo J, com um resultado positivo sobre a Holanda por 3 sets a 2 e um negativo diante da China por 3 sets a 0. Brasil e Sérvia se enfrentaram duas vezes nessa edição do Grand Prix com uma vitória para cada lado. Na primeira semana, em Ancara, na Turquia, as sérvias levaram a melhor por 3 sets a 0. Na semana seguinte, em Sendai, no Japão, foi a vez do time verde e amarelo devolver o mesmo placar ao vencer por 3 sets a 0.

A oposta Tandara comentou sobre a expectativa para o duelo deste sábado contra a Sérvia.

“Somos capazes de ganhar delas. Conhecemos bastante as jogadoras sérvias e vamos precisar entrar em quadra com muita agressividade, mas sempre mantendo a lucidez. Conseguimos sair de situações adversas ao longo desse Grand Prix e isso trouxe ainda mais força para o nosso grupo”, disse Tandara.

O treinador José Roberto Guimarães chamou a atenção para uma jogadora da Sérvia que não esteve presente nos dois primeiros jogos entre as equipes nessa edição do Grand Prix.

“A Boskovic não participou das duas partidas que fizemos com a Sérvia nesse ano. Ela é uma jogadora extremamente versátil, canhota e difícil de ser marcada. Além disso, ela tem um saque muito bom que dificulta muito o nosso passe. Sabemos que será necessário uma marcação acirrada sobre ela”, finalizou José Roberto Guimarães.

GRAND PRIX: Brasil vence Holanda e segue na briga por vaga na semifinal

Tandara foi destaque com 25 pontos marcados. Crédito: Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei segue na briga por um lugar na semifinal do Grand Prix. Nesta quinta-feira (03.08), o Brasil venceu um equilibrado duelo contra a Holanda por 3 sets a 2 (25/27, 25/23, 22/25, 25/22, e 15/11), em 2h33 de jogo, em Nanjing, na China. Com o resultado, o time verde e amarelo depende de uma vitória das chinesas, nesta sexta-feira (04.08), sobre as holandesas por qualquer placar para garantir uma vaga na semifinal da competição.

Brasil, Holanda e China formam o grupo J. Já a chave K é composta por Sérvia, Estados Unidos e Itália. Na Fase Final do Grand Prix, as equipes se enfrentam dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores em cada passam às semifinais. A equipe do treinador José Roberto Guimarães é a atual campeã e luta pelo 12º título da competição.

No grupo do Brasil, a China lidera com uma vitória e três pontos. O Brasil aparece na segunda colocação, com um resultado positivo e um negativo e dois pontos. A Holanda tem uma derrota e um ponto. A chave K já tem os dois semifinalistas definidos: Sérvia e Itália, que se enfrentarão nesta sexta-feira pelo primeiro lugar do grupo. Os Estados Unidos foram eliminados ao sofrerem a segunda derrota na competição, nesta quinta-feira, para a Itália por 3 sets a 1 (25/21, 22/25, 25/22 e 25/21).

No duelo entre Brasil e Holanda destaque para a oposta Tandara, com 25 acertos, e a ponteira Rosamaria, com 22. A capitã  Natália também pontuou bem, com 16. A central Bia entrou em quadra no terceiro set e deixou a partida com cinco pontos de bloqueio. Apesar da derrota, a Holanda teve a maior pontuadora do confronto, a atacante Plak, com 28 acertos.

Ao final do duelo, a oposta Tandara comentou sobre a partida e ressaltou o espírito de grupo do Brasil no duelo contra a Holanda.

“Conseguimos a vitória e isso foi o mais importante. Tivemos altos e baixos durante o jogo, mas o time conseguiu se superar, lutou e nunca desistiu. Também defendemos bem no jogo de hoje. Tocamos muito nas bolas no bloqueio e isso nos deu mais confiança na partida. Esse é um time aguerrido e estamos mostrando isso durante todo o Grand Prix. Temos que esperar o resultado da partida da China com a Holanda, mas fizemos a nossa parte no jogo de hoje”, disse Tandara.

A central Bia, que entrou no terceiro set e teve atuação determinante no bloqueio, falou sobre a atuação do Brasil.

“Hoje tínhamos que ganhar essa partida. Isso era o fundamental e conseguimos esse resultado. Sabíamos que o jogo seria diferente do duelo que tivemos no Brasil. Ainda precisamos de mais regularidade. Muitas vezes abrimos o placar nos sets e deixamos as equipes buscarem a diferença. Fico feliz que ajudei a equipe a conseguir esse resultado. Agora temos que esperar o jogo da China com a Holanda para saber se passamos às semifinais”, analisou Bia.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise do duelo entre o Brasil e a Holanda.

“Foi importante a nossa superação para esse jogo. Tivemos pouco tempo da partida com a China para o confronto com a Holanda. Ainda cometemos erros, mas o time foi testado e respondeu melhor. Hoje erramos menos e contra-atacamos com mais eficiência. Nós também fomos melhores no saque. Fizemos a nossa parte”, comentou José Roberto Guimarães.

O JOGO

Bem no saque, o Brasil abriu três contra a Holanda no início da primeira parcial (8/5). O saque e o bloqueio das holandesas cresceram de produção e a diferença no placar caiu para um ponto (12/11). A parcial ficou disputada ponto a ponto. A central Carol conseguiu um ace e o time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico do primeiro set com um de vantagem (16/15). Quando as holandesas viraram o marcador (19/18), o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. O final da parcial foi disputado ponto a ponto. A Holanda foi melhor nos momentos decisivos e venceu o primeiro set por 27/25.

O Brasil voltou melhor para o segundo set e fez os cinco primeiros pontos da parcial. A Holanda cresceu de produção e diminuiu a vantagem para um ponto (10/9). O set ficou disputado ponto a ponto. O time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico da parcial com um de vantagem (16/15).  Quando a partida estava 17/17, o treinador José Roberto Guimarães trocou as levantadoras. Entrou Macris e saiu Roberta. O set continuou disputado ponto a ponto. E foi com um erro da Holanda que o Brasil levou a melhor no segundo set por 25/23.

A Holanda começou melhor o terceiro set e fez 5/1. Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A paralização fez bem e o Brasil encostou (6/4). A Holanda tinha três de vantagem no primeiro tempo técnico da parcial (8/5). Com um bom contra-ataque da ponteira Natália, o time verde e amarelo diminuiu a vantagem para um ponto (8/7). Quando as holandesas fizeram 14/10, o treinador José Roberto Guimarães trocou as centrais. Entrou Bia e saiu Adenízia. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo encostou no marcador (17/16). A Holanda voltou a crescer no final da parcial e abriu quatro pontos (21/17). O Brasil diminuiu a vantagem no final da parcial, mas a Holanda seguiu melhor e fechou o terceiro set por 25/22.

A oposta Tandara fez os dois primeiros pontos da quarta parcial. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo fez 6/4. O Brasil cresceu de produção e abriu três pontos (10/7). Se aproveitando dos erros do time verde e amarelo, as holandesas viraram o marcador (13/11) e o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A paralização fez bem as brasileiras que voltaram a liderar o marcador (14/13). As brasileiras tinham três de vantagem no segundo tempo técnico da parcial (16/13). O Brasil manteve a liderança até o final e levou a melhor no quarto set por 25/22.

O Brasil começou melhor o quinto set e fez 4/1. Depois de um longo rally, as brasileiras abriram quatro pontos (7/3).  A central Bia se destacou no bloqueio e o time verde e amarelo segurou a vantagem até o final e venceu o set por 15/11 e o jogo por 3 sets a 2.

EQUIPES:

Brasil – Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Carol e Adenízia. Líbero – Suelen 
Entraram – Amanda, Macris, Monique, Bia 
Técnico – José Roberto Guimarães

Holanda – Dijkema, Plak, Buijs, Balkestein-Grothues, De Kruijf Robin e Belien Yvon. Líbero - Knip Kirsten
Entraram - Stoltenborg Femke, Oude Luttikhuis Nicole, Jasper Marrit, Daalderop Nika e Koolhaas Nicole
Técnico – Jamie Morrison

GRAND PRIX: Brasil luta mas é superado pela China

Zhu ataca contra o bloqueio do Brasil. Crédito:Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei lutou mas não conseguiu levar a melhor sobre as atuais campeãs olímpicas. Nesta quarta-feira (02.08), o Brasil foi superado pela China por 3 sets a 0 (25/22, 25/17 e 29/27), em 1h25 de jogo, em Nanjing, na China, pela Fase Final do Grand Prix. Brasileiras e chinesas formam ao lado da Holanda, o grupo J. Já a chave K é composta por Sérvia, Estados Unidos e Itália. No outro jogo do dia, as sérvias superaram as norte-americanas por 3 sets a 2 (25/22, 25/17, 23/25, 18/25 e 15/11).

Na Fase Final do Grand Prix, as equipes se enfrentam dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores em cada passam às semifinais. A equipe do treinador José Roberto Guimarães é a atual campeã e luta pelo 12º título da competição.

O Brasil voltará à quadra às 8h30 (Horário de Brasília) desta quinta-feira (03.08) para duelar com a Holanda. 

Apesar da derrota, o Brasil teve a maior pontuadora do confronto, a oposta Tandara, com 18 acertos. Pelo lado da China, quem mais marcou pontos foi a ponteira Zhu, com 16.

O treinador José Roberto Guimarães lamentou a derrota e parabenizou a China pela boa atuação diante do time verde e amarelo.

“A China fez uma partida muito boa e mereceu o resultado final. Nós tivemos chances durante o jogo e não aproveitamos. A nossa recepção e o sistema defensivo não funcionaram bem. Foi um jogo difícil e espero que o nosso time aprenda com os erros que cometemos hoje. Agora é pensar na Holanda”, disse José Roberto Guimarães.

O JOGO

China começou melhor na parcial e fez 7/5. Bem no saque, o Brasil virou no marcador e fez 10/9. As chinesas cresceram de produção e abriram dois pontos (13/11). Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A China manteve a vantagem e foi para o segundo tempo da parcial com três de vantagem (16/13). O Brasil encostou no placar, mas a China segurou a reação do time verde e amarelo e venceu o primeiro set por 25/22.

A China fez os cinco primeiros pontos da segunda parcial. As chinesas tinham seis de vantagem no primeiro tempo técnico do set (8/2). Se aproveitando dos erros do time verde e amarelo, as chinesas seguram a vantagem (11/5). O Brasil cresceu de produção e diminuiu a vantagem no marcador para dois pontos (15/13). Quando as chinesas voltaram a abrir no placar, o técnico José Roberto Guimarães pediu tempo (20/16). A China dominou a parte final da parcial e levou a melhor no segundo set por 25/17.

O Brasil voltou melhor para o terceiro set e fez 5/3. Se aproveitando dos erros do time verde e amarelo, as chinesas viraram o marcador (8/6). As chinesas seguraram a vantagem e foram para o segundo tempo técnico da terceira parcial com quatro de vantagem (16/12). As brasileiras conseguiram uma grande reação na final da parcial, mas China foi melhor nos momentos decisivos e venceu o set por 29/27 e o jogo por 3 sets a 0.

EQUIPES:

Brasil – Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Carol e Adenízia. Líbero – Suelen 
Entraram – Amanda, Macris, Monique, 
Técnico – José Roberto Guimarães

China – Ding, Zhang, Gong Xiangyu, Gao Yi, Zhu Ting e Yuan Xinyue
Entrou - Li Jing
Técnico - AN Jiajie

GRAND PRIX: Brasil estreia na Fase Final contra China

Time inicia a tentativa do 12o título na competição nesta quarta na China. Crédito: Divulgação/FIVB

A seleção brasileira feminina começará, nesta quarta-feira (02.08), a disputa da Fase Final do Grand Prix, em Nanjing. O primeiro desafio do Brasil será a China, às 8h30 (Horário de Brasília). Brasileiras e chinesas formam ao lado da Holanda, o grupo J. Já a chave K é composta por Sérvia, Estados Unidos e Itália. As equipes se enfrentarão dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores em cada passarão às semifinais. A equipe do treinador José Roberto Guimarães é a atual campeã e luta pelo 12º título da competição.

O Brasil terminou a fase de classificação em terceiro lugar, com 18 pontos (seis vitórias e três derrotas). A China, país sede da Fase Final, ficou na sétima colocação, com 13 pontos (cinco resultados positivos e quatro negativos).

O treinador José Roberto Guimarães comentou sobre a expectativa para o duelo desta quarta-feira contra a China.

“A China é atual campeã olímpica e manteve a mesma base dos Jogos Olímpicos do Rio. Elas vão jogar em casa e terão o apoio da torcida. É uma grande equipe, com uma das melhores atacantes do mundo, a Zhu. É o time a ser batido no mundo. O nosso saque será muito importante, assim como o nosso sistema defensivo. Tivemos a oportunidade de treinar a nossa relação entre o bloqueio e a defesa nesses dias que antecederam a fase final e vamos precisar ter um passe melhor. Esse jogo será mais uma final para nossa equipe”, disse José Roberto Guimarães.

A oposta Tandara também falou sobre a importância do saque para o duelo com a China.

“Será um jogo difícil para nossa equipe e vejo a China como favorita pelo momento atual. É um time que erra muito pouco e joga com velocidade. Vamos precisar sacar muito bem e a nossa virada de bola precisará ser eficiente. Temos que manter a agressividade que apresentamos nos jogos em Cuiabá e o bom aproveitamento que tivemos no bloqueio”, explicou Tandara.

63 anos de muito voleibol

O tricampeão olímpico José Roberto Guimarães completou, nesta segunda-feira, 63 anos de muitas vitórias pelas quadras do mundo. E a comemoração para o técnico brasileiro foi com muito treinamento na preparação das brasileiras para a Fase Final do Grand Prix, em Nanjing, na China.

 

Fase Final – Nanjing (China) 

02.08 – Brasil x China, às 8h30 (Horário de Brasília) 
03.08 – Brasil x Holanda, às 8h30 (Horário de Brasília) 

Brasil supera Estados Unidos e está na Fase Final

Com apoio de 10.143 torcedores que lotaram o Aecim Tocantins, brasileiras levaram a melhor sobre norte-americanas por 3 sets a 1, em Cuiabá e seguem na busca pelo 12º título. Crédito: FIVB/Divulgação

 

A seleção brasileira feminina de vôlei está na Fase Final do Grand Prix. Neste domingo (23.07), com o apoio de 10.143 torcedores que lotaram o Aecim Tocantins, o Brasil superou os Estados Unidos por 3 sets a 1 (25/20, 25/13, 18/25 e 25/18), em 1h45 de jogo, em Cuiabá (MT). Com o resultado, o time verde e amarelo garantiu um lugar entre as seis melhores equipes da competição.

 A Fase Final acontecerá de dois a seis de agosto, em Nanjing, na China. As brasileiras terão folga nesta segunda-feira (24.07) e já embarcarão para o país asiático na terça-feira (25.07).

O resultado colocou o Brasil em terceiro lugar na classificação geral, com 18 pontos (seis vitórias e três derrotas). A Sérvia lidera, com 22 pontos, seguida pelos Estados Unidos, com 19. A Itália é a quarta colocada, com 16 pontos. As quatro equipes citadas já garantiram um lugar na Fase Final. A China, país sede, também está garantida. A última vaga ficará entre Holanda, que ainda joga neste domingo, e o Japão.

A ponteira Natália foi a maior pontuadora da vitória das brasileiras, com 19 acertos. A central Adenízia, com 18 pontos (cinco de bloqueio) e a oposta Tandara, com 14 acertos, também se destacaram. Pelos Estados Unidos, os destaques foram a central Dixon e a atacante Courtney, com 12 cada.

Ao final do confronto, a ponteira Natália comentou sobre a boa vitória das brasileiras sobre os Estados Unidos.

“Nosso time está de parabéns. Viemos com muita pressão para o Brasil e conseguimos realizar bem o nosso trabalho. Sabíamos que precisávamos vencer as três partidas e cada jogo aqui foi uma decisão. Agora já temos que pensar na Fase Final. Sabemos que ainda temos muito o que melhorar, mas estamos no caminho certo e a atitude que demostramos nessa semana foi fundamental para os resultados”, disse Natália.

A central Adenízia, que contagiou a torcida com sua garra, agradeceu o apoio recebido pelos torcedores e chamou a atenção para a postura do time verde e amarelo.

“Tivemos altos e baixos na competição, mas esses dois últimos jogos foram muito bons. O que mostramos hoje é o Brasil, com garra, vibração e não desistindo em nenhum momento. Sabíamos da importância dessas vitórias e a torcida foi fundamental para esse resultado”, afirmou Adenízia.

O treinador José Roberto Guimarães fez questão de agradecer ao apoio recebido pelos torcedores de Cuiabá.

“Temos que agradecer Cuiabá por ter nos recebido muito bem e a torcida foi fundamental para as nossas vitórias. Conseguimos treinar mais, recebemos o carinho de todos e apresentamos um voleibol melhor. Fico feliz pela atmosfera, por termos evoluído e pela classificação. Ainda precisamos evoluir e ter mais regularidade. Será muito importante jogarmos a Fase Final para enfrentarmos as melhores seleções do mundo”, explicou José Roberto Guimarães.

O JOGO

Brasil começa melhor e faz 4/1. Os Estados Unidos cresceu de produção e virou o marcador (7/5). O Brasil voltou a equilibrar a parcial e foi para o primeiro tempo técnico com um de vantagem (8/7). Com um erro das norte-americanas, o time verde e amarelo abriu dois (10/8). Com uma largada da oposta Tandara, as brasileiras abriram três pontos (12/9). Se aproveitando dos erros das adversárias, o Brasil fez 14/10. Bem no bloqueio, as donas da casa fizeram 18/14. O Brasil segurou a vantagem até a final e venceu o primeiro set por 25/20.

As brasileiras mantiveram o bom momento e fizeram 5/2 no início do segundo set. Numa boa largada da ponteira Natália, o time verde e amarelo manteve a diferença no marcador (8/5). A central Adenízia cresceu de produção e as brasileiras fizeram 12/5. A ponteira Rosamaria se destacou no saque e o time verde e amarelo fez 12/7. As brasileiras mantiveram a vantagem no placar e fizeram 19/9. O Brasil dominou a parcial até o final e venceu o segundo set por 25/13.

Os Estados Unidos voltaram melhor para o terceiro set e fizeram 6/2. Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Mesmo com a paralisação, as norte-americanas seguiram melhores e fizeram (10/4). Com Natália bem pela pipe, Brasil faz dois pontos seguidos (10/6). Bem no boqueio, as norte-americanas fizeram 16/8. Os Estados Unidos seguraram a reação do time da casa e venceram o terceiro set por 25/18.

Os Estados Unidos fizeram os três primeiros pontos da quarta parcial. A central Adenízia cresceu de produção e o time verde e amarelo empatou (5/5). O Brasil foi para o primeiro tempo técnico do quarto set com dois de vantagem (8/6). A central Adenízia conseguiu um bom saque e as brasileiras abriram quatro pontos (11/7). O Brasil foi para o segundo tempo técnico com cinco de vantagem (16/11). O Brasil dominou a parcial até o final e venceu o set por 25/18 e o jogo por 3 sets a 1.

 

BRASIL: Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Adenízia e Carol. Líbero – Suelen 
Entraram: Monique, Macris, Amanda, Drussyla, Gabi e Bia 
Técnico – José Roberto Guimarães

ESTADOS UNIDOS: Lioyd, Murphy, Kingdon, Courtney, Gibbemeyer e Dixon.  Líbero –  Wong 
Entraram:  Hancock, Sarah e McMahon
Técnico: Karch Kiraly

GRAND PRIX: Brasil vence Holanda e se aproxima da Fase Final

Brasileiras superaram as holandesas por 3 sets a 1, no Aecim Tocantins, em Cuiabá. Crédito: André Romeu/MPIX/CBV

A seleção brasileira feminina de vôlei deu um importante passo na busca por uma vaga na Fase Final do Grand Prix. Nesta sexta-feira (21.07), o Brasil superou a Holanda por 3 sets a 1 (25/17, 25/14, 18/25 e 25/19), em 1h45 de jogo, no Aecim Tocantins, em Cuiabá (MT). Brasileiras e holandesas formam ao lado da Bélgica e dos Estados Unidos, o grupo I da competição. No outro jogo do grupo das donas da casa, as norte americanas levaram a melhor sobre as belgas por 3 sets a 1 (25/14, 16/25, 25/19 e 26/24). O duelo entre Brasil e Holanda contou com um bom público de 4.776 pessoas.

O resultado colocou o Brasil em quarto lugar na classificação geral, com 15 pontos (cinco vitórias e três derrotas). Os Estados Unidos lideram, com 19 pontos, seguidos pela Sérvia, com 18, e a Holanda, com 15, mas com um saldo de sets melhor do que as brasileiras.

O Brasil voltará à quadra no domingo, às 9h05 (Horário local)/10h05 (Horário de Brasília). 

A ponteira Rosamaria foi a maior pontuadora do confronto, com 18 acertos. A capitã Natália também teve boa atuação, com 17 pontos. O bloqueio do time verde  e amarelo também voltou a funcionar, com 20 pontos desse fundamento, sendo sete da central Adenízia. Pelo lado da Holanda, a oposta Plak foi quem mais pontuou, com 14 acertos.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da boa vitória das brasileiras sobre a Holanda.

“Hoje nos apresentamos bem. O bloqueio voltou a fazer a diferença e nos ajudou bastante. O time inteiro mostrou uma energia diferente durante a partida. A Natália foi alvo no passe e conseguiu entregar a maioria das bolas. O sistema defensivo também funcionou melhor e precisamos disso. Com essa vitória, demos um passo importante na busca pela classificação”, disse José Roberto Guimarães.

Maior pontuadora do confronto, a ponteira Rosamaria elogiou o desempenho do Brasil contra a Holanda.

“Foi um jogo difícil e estávamos precisando de uma partida como essa. Hoje jogamos muito bem taticamente e mantivemos a concentração durante toda a partida. Temos que continuar nessa crescente porque sabemos que todos os jogos nessa fase são decisões”, afirmou Rosamaria.

O JOGO

O Brasil começou melhor e fez 4/2. Bem no saque, a Holanda empatou (4/4). O time verde e amarelo foi para o primeiro tempo técnico com dois de vantagem (8/6). Bem no bloqueio, as brasileiras abriram três pontos (14/11) e o técnico da Holanda pediu tempo. O saque brasileiro dificultava a recepção holandesa e a diferença no placar subiu para cinco pontos (17/12). Quando o Brasil fez 19/14, o treinador da Holanda pediu tempo. O time da casa seguiu com destaque no bloqueio e venceu o primeiro set por 25/17.

A Holanda voltou melhor para o segundo set e fez 5/3. Com Adenízia bem no bloqueio, o Brasil virou o marcador (6/5). As centrais Adenízia e Carol se destacavam no bloqueio e o time verde e amarelo foi para o primeiro tempo técnico com um de vantagem (8/7). Com volume, as donas da casa cresceram de produção e abriram quatro pontos (16/12). O bloqueio do time verde e amarelo seguia eficiente e a diferença no placar subiu para sete pontos (19/12). Quando as brasileiras fizeram 21/12, o treinador da Holanda voltou a parar o jogo. O Brasil seguiu melhor até o final e venceu o segundo set por 25/14.

Bem no bloqueio e no saque, o Brasil começou melhor no terceiro set e fez 8/4. A Holanda cresceu de produção e encostou (9/8). A Holanda virou o marcador e abriu dois pontos (12/10). Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Com um ace da levantadora Roberta, o Brasil encostou (13/12). A Holanda tinha dois de vantagem no segundo tempo técnico da terceira parcial (16/14). A Holanda foi melhor na parte final da terceira parcial e venceu o set por 25/18.

O Brasil começou melhor no quarto set e fez 2/0. A parcial seguiu equilibrada e o Brasil foi para o primeiro tempo técnico em vantagem (8/7). Com um ponto de bloqueio, as brasileiras abriram dois pontos (9/7). A ponteira Rosamaria conseguiu um ace e as brasileiras abriram quatro pontos (12/8). O Brasil seguiu melhor e aumentou a vantagem no placar para seis pontos (16/10). As brasileiras dominaram a parcial até o final e venceram o set por 25/19 e o jogo por 3 sets a 1.

BRASIL: Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Adenízia e Bia. Líbero – Suelen 
Entraram: Monique, Macris e Amanda 
Técnico – José Roberto Guimarães

HOLANDA: Dijkema, Plak, Buijs, Maret, De Kruijf e Belien. Líbero – Knip 
Entraram: Femke e Jasper 
Técnico: Jamie Morrison

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