Brasil é superado novamente pelos Estados Unidos em amistoso

Se preparando para o mundial que vai acontecer em setembro no Japão, as seleções brasileiras e norte-americanas encerraram uma série de quatro amistosos preparatórios e terminou com a seleção brasileira sendo superada pela 4º vez na reabertura do Maracanãzinho, que não recebia partidas desde o ouro no masculino em 2016, por 3 sets a 1, dando um gosto amargo do torcedor.

“Amistoso é para isso! A equipe está se transformando e se ajustando e faltando peças. Estou voltando de lesão, a Dani Lins voltando de gravidez. Os Estados Unidos é um bom parâmetro que elas jogam diferentes de todo o mundo e cada jogo tentamos ajustar alguma coisa. Tem gente lá fora que fica criticando o que é uma péssima mania dos brasileiros e não sabem o que estamos fazendo e sem fazer corpo mole. Vamos continuar treinando e melhorar para chegar forte no mundial” – Diz Thaisa após a partida.

Seleção brasileira segue preparação para o mundial no Japão em setembro. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

O Técnico Zé Roberto lembrou da condição adversa que a seleção saiu em 2004 das olimpíadas como um time de amarelonas e em 2008 conseguiram uma virada espetacular obtendo uma medalha inédita e comentou sobre o desempenho da equipe.

“Foi extremamente importante jogar com uma das melhores equipes do mundo e com uma qualidade técnica importante. Estávamos abaixo em todos os fundamentos e nessas quatro partidas tivemos pontuação abaixo nos bloqueios e sabemos onde estamos errando e agora voltam jogadoras que estamos tentando recuperar. Esse time deve chegar entre os 3 melhores do torneio e buscar uma eficiência para competição. ”

O Jogo

Sendo o 4º jogo entre as duas seleções, o primeiro set foi bem equilibrado e pareciam saber muito bem como a outra jogada. A disputa foi ponto a ponto e por alguns momentos, um dos times conseguia abrir uma vantagem de 2 a 3 pontos e o adversário logo recuperava e virava o placar. E foi numa dessas situações que as americanas conseguiram abrir 4 pontos de frente e tiveram o set point em que o Brasil conseguiu salvar por duas vezes, mas não deu e as americanas levavam por 25 a 23 e saíram com 1 a 0 no jogo.

O segundo set começou no mesmo ritmo do outro. Por um momento, as americanas comandaram o placar. Mas o jogo mudou quando Zé Roberto substituiu Rosamaria e colocou Amanda no lugar. O time brasileiro passou a jogar muito melhor e conseguiu abrir uma vantagem considerável fechando o set em 25 a 18 e empatando o jogo em 1 a 1.

Próxima competição do time feminino será no Torneio de Montreux, na Suíça, de quatro a nove de setembro. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

O terceiro, as americanas foram melhores no início do set e conseguiram abrir uma vantagem de 4 pontos no placar e a vantagem vinha se mantendo. As brasileiras conseguiram buscar uma recuperação e até chegaram a virar o placar, mas não conseguiram se manter e tomaram uma virada.

O último set a seleção americana literalmente atropelou as brasileiras. Com muitos erros, as americanas abriram mais de 10 pontos de vantagem e fecharam o jogo em 25 a 13 conseguindo a quarta vitória seguida.

SELEÇÃO FEMININA: Brasil é superado no terceiro amistoso

Com uma atuação superior aos dois primeiros amistosos, a seleção brasileira feminina de vôlei fez uma boa apresentação na noite desta quinta-feira (16.08), apresentou evolução, mas acabou superada pelos Estados Unidos. No terceiro amistoso contra as norte-americanas, a equipe dirigida pelo técnico José Roberto Guimarães venceu os dois primeiros sets, mas sofreu a virada por 3 sets a 2 (25/15, 25/23, 21/25, 23/25 e 15/17) jogando no ginásio do Centro Olímpico da UFTM, em Uberaba (MG).

A série de quatro amistosos servem como preparação para o Campeonato Mundial, que vai ser no Japão, de 29 de setembro a 20 de outubro, e será concluída no próximo sábado (18.08), quando as duas seleções voltarão a se enfrentar, desta vez, no Rio de Janeiro (RJ), em um momento marcante para o voleibol brasileira: a reabertura do Maracanãzinho.

Nos dois primeiros amistosos, o Brasil havia sido superado por 3 sets a 1 e, depois 3 a 0. Nesta noite, com boa atuação, o grupo verde e amarelo contou com a central Thaísa entre as titulares. Após a partida, a experiente jogadora falou sobre a sua evolução pessoal.

“Ainda tenho muito o que melhorar, estou voltando a pegar ritmo e ainda mais com a dificuldade de enfrentar um time que joga tão rápido. Estou me esforçando bastante, as meninas estão me ajudando e sei que posso fazer mais, mas isso vai acontecer gradativamente, com os treinamentos. Tem que ter um pouco de paciência. Estou tentando fazer o meu melhor e na hora certa vai dar tudo certo”, afirmou Thaísa.

A ponteira Gabi foi a maior pontuadora da seleção brasileira, com 23 acertos. “Começamos com um ritmo muito bom, jogando muito bem taticamente, sacando e defendendo bem, que era algo que o Zé Roberto vinha cobrando, mas deixamos cair do terceiro set em diante, com erros bobos. Foi uma partida melhor do que as anteriores, mas ainda temos muito o que melhorar, especialmente diminuindo os nossos erros”, analisou Gabi.

O técnico José Roberto Guimarães lamentou o resultado negativo, mas destacou a importância de fazer uma partida como essa em uma fase de preparação para uma competição tão forte como o Mundial.

“Conseguimos fazer um primeiro set muito bom. O segundo já emperrou um pouco e depois o pior foi o quarto. Faltou concentração e regularidade e paramos de agredir no saque. Depois, saímos muito atrás no tie break, recuperamos, fizemos 14 a 14 e temos que ressaltar que foi bom. Nós precisávamos de um jogo como esse, de um 3 a 2”, explicou o treinador da seleção brasileira.

O JOGO

O Brasil abriu o placar do jogo com Gabi e Tandara fez 2/0. Com Thaisa, a seleção brasileira chegou a 5/2. Os Estados Unidos contaram com erros da equipe da casa e chegaram ao ponto de empate em 6/6. Com dois bloqueios de Adenízia e dois ataques de Rosamaria, o placar foi a 11/6. Kiraly pediu tempo. Gabi surgiu na pipe e o Brasil chegou a 15/7. Na bola de segunda de Dani Lins, 17/8. Com bom aproveitamento, a seleção verde e amarela chegou a nove de vantagem em 19/10. Com Rosamaria, a equipe da casa marcou 23/14. E, com grande atuação, a seleção de José Roberto Guimarães contou com Tandara para fechar em 25/15.

O Brasil manteve o bom ritmo no segundo set e, com ponto de bloqueio de Adenízia, abriu vantagem de 4/0. Assim como no primeiro set, os Estados Unidos se recuperaram e chegaram ao ponto de empate (5/5). A equipe verde e amarela voltou a ter vantagem, fazendo 9/6. Depois de bom levantamento de Dani Lins, Rosamaria fez 13/9. No ace de Thaísa, 15/10. No erro das adversárias, a seleção brasileira manteve os cinco de diferença: 17/12. O adversário aproximou no placar (15/18) e Zé Roberto pediu tempo. Com bom saque, a seleção norte-americana marcou 18/20. Com dois bloqueios seguidos, empate em 20/20. As brasileiras voltaram a pontuar bem e Tandara fechou em 25/23.

No ace de Dani Lins, o Brasil fez 2/0. Quando o placar apontou 3/1, Kiraly pediu tempo. A parada funcionou e a seleção norte-americana assumiu o comando do set em 5/4. Contando com erros da equipe brasileira, os Estados Unidos marcaram 7/4 e foi a vez de Zé Roberto pedir tempo. As brasileiras se recuperaram e empataram em 8/8. Tandara colocou o Brasil em vantagem novamente (11/10). Thaísa marcou ponto de saque e colocou o Brasil com três de vantagem: 15/12. Pedido de tempo de Kiraly. O set esteve igual em 17/17. No bloqueio, 21/18 para os Estados Unidos. Na sequência, a equipe visitante fez 23/20. No bloqueio, 25/21 para as norte-americanas.

O quarto set começou equilibrado, com o empate em 2/2. Depois de boa defesa de Gabiru, Gabi pontuou no ataque e o Brasil empatou mais uma vez (5/5). Em boa passagem de Dani Lins pelo saque, a seleção brasileira conseguiu abrir vantagem, chegando a 8/5. Rosamaria pontuou e manteve os três de vantagem: 11/8. O set voltou a ficar equilibrado, 12/11 para a equipe verde e amarela. A parcial esteve igual novamente em 16/16. Gabi colocou o Brasil em vantagem (17/16). No erro da adversária, a equipe da casa empatou em 19/19 e mais uma vez com Gabi, desta vez na largada, 20/19. Empate em 21/21. As norte-americanas marcaram 23/22 e 24/22. Gabi fez 23/24, mas os Estados Unidos fecharam em 25/23.

Ao ver que o adversário abriu 3/0 logo no começo do set decisivo, José Roberto Guimarães parou o jogo com pedido de tempo. Na troca de lado, a seleção dos Estados Unidos tinha boa vantagem em 8/4. Quando a equipe visitante marcou mais um (9/4), Zé Roberto pediu tempo. As norte-americanas seguiram bem em quadra e fizeram 11/7. No bloqueio de Thaísa, o Brasil aproximou no placar: 10/12. Os Estados Unidos fizeram 14/12, a seleção brasileira aproximou em 12/14, e, com Tandara, empatou em 14/14. Mas, no final, vitória da equipe visitante por 17/15.

EQUIPES

BRASIL - Dani Lins, Tandara, Adenízia, Thaísa, Rosamaria e Gabi. Líbero – Gabiru

Entraram – Amanda, Fernanda Tomé, Roberta, Carol

Técnico: José Roberto Guimarães

ESTADOS UNIDOS - Carlini, Lowe, Madi Kingdon, Lee, Adams e Gibbemeyer. Líbero – Benson  

Entraram – Hancock e Drews

Técnico: Karch Kiraly

Sesc RJ renova com líbero Tiago Brendle e centrais Maurício Souza e Tiago Barth

O time masculino do Sesc RJ, que conquistou a terceira colocação na Superliga 17-18 em sua estreia na competição, renovou contratos com os líberos Tiago Brendle e Alexandre Elias, os centrais Maurício Souza e Tiago Barth e os levantadores Thiaguinho e Everaldo.

 

Nascido em Juiz de Fora (MG), o bicampeão olímpico Giovane Gávio segue pelo terceiro ano consecutivo no comando do Sesc RJ, no projeto Sesc Esporte, que visa incentivar a formação esportiva inicial de crianças e adolescentes além da participação em ações sociais da instituição.

 

“Queremos dar continuidade no projeto, seguir com nossas ações sociais, por exemplo, com as clínicas, espalhadas por todo o estado do Rio. Dentro das quadras estamos em busca de um lugar mais alto no pódio. No último ano, ficamos em terceiro e sempre a gente pensa em crescer então, esse ano, nosso grande objetivo é participar de uma final da Superliga. Acima de tudo é acreditar no potencial da nossa base”, afirma o técnico.

 

Com a função de defender e ser o responsável pela linha de passe da equipe, o líbero Tiago Brendle, gaúcho de 29 anos, chega ao seu segundo ano no elenco do Sesc RJ almejando uma temporada ainda mais positiva.

 

“Vamos determinar nossas metas e objetivos juntos nas próximas semanas mas certamente almejamos fazer uma temporada ainda mais positiva. Queremos ir mais além: conquistar o Campeonato Carioca e levar o Sesc RJ até a final da próxima Superliga. Fico muito feliz com a sequência do meu contrato e seguimos cada vez mais motivados por continuar esse trabalho”, afirma o líbero, que levou para casa o prêmio de Melhor Defensor da Superliga 17/18.

 

Com 1,90 e 85 kg, o carioca Alexandre Elias também renovou com a equipe carioca e quer aproveitar as lições aprendidas nessa última Superliga 17-18. O líbero chega ao seu terceiro ano e também vê adiante possibilidade de a equipe chegar ainda mais longe.

 

“Estou feliz em renovar com o Sesc RJ. Vou para o terceiro ano no clube, equipe que vai conquistando cada vez mais espaço no cenário nacional. Na temporada passada conseguimos beliscar o pódio. A gente pode ir cada vez mais longe e quem sabe conquistar os principais títulos da temporada”, analisa.

 

Terceiro melhor sacador da Superliga 17/18, Tiago Barth chega com a renovação ao seu terceiro ano no Sesc RJ. O central, que chamou a atenção de um técnico de vôlei nas ruas de Foz de Iguaçu com seus 2,09m, segue na mesma linha de seus companheiros: desenvolver o trabalho já realizado dentro do time em busca dos principais títulos.

 

“Estamos iniciando as preparações para a próxima temporada. É muito importante esse início e trabalho para dar o condicionamento físico que a gente precisa principalmente para evitar lesões no decorrer da temporada. Estou muito feliz de ter renovado com o Sesc RJ, estou desde o início do projeto, ajudei desde a Superliga B. Ano passado conseguimos um terceiro lugar e esse ano acho que podemos ir além. Temos uma equipe muito forte e podemos alcançar uma classificação ainda melhor na próxima temporada. Esse é o objetivo de todo mundo e trabalhando juntos a gente vai chegar lá”, afirma.

 

Bons nas quadras e na viola

 

O central Maurício Souza não nega que gosta da vida no interior e faz questão de sempre lembras de suas raízes e da vida simples da infância em suas postagens nas redes sociais.  Bem adaptado em sua segunda passagem pelo Rio de Janeiro, o mineiro nascido em Iturama vai encarar pelo segundo ano o desafio de chegar a novos patamares com a equipe do Sesc RJ.  À base de muito suor e muito trabalho, o campeão olímpico nos Jogos do Rio-2016, além do vôlei, tem entre suas paixões tocar violão, paixão esta compartilhada com o levantador Thiaguinho. Natural de João Pessoa, Thiago Veloso renovou com o Sesc RJ para a temporada 2018-2019 em um ano especial para o atleta: realizou seu sonho ao receber sua primeira convocação para a seleção brasileira adulta de vôlei e estrear em um amistoso contra a China. O paraibano comemora o momento positivo pelo qual passa sua carreira e a continuidade do trabalho iniciado na temporada passada ao lado do elenco carioca.

 

“Estou muito feliz de ter renovado com o Sesc RJ, desde que eu cheguei me identifiquei muito com o projeto, além de já conhecer a comissão técnica pois já tinha tido a chance de trabalhar juntos. Foi um trabalho muito bem feito. Terceiro lugar em um primeiro ano de superliga é um resultado que se deve valorizar. A expectativa para a próxima temporada é com certeza brigar pelo título, é chegar à final”, afirma.

 

Outro levantador a renovar com a equipe é Everaldo Lucena. O experiente carioca de 1,97m de altura e 94 kg está empolgado com seu terceiro ano na equipe e a possibilidade de continuar no Rio de Janeiro. Pai de primeira viagem de uma menininha de 5 meses, o atleta não só queria se manter no Rio mas também ter a chance de seguir com o trabalho ao lado do elenco já entrosado.

 

“Sempre foi um sonho jogar no Rio de Janeiro. Renovar com o Sesc RJ é fantástico. Essa temporada com certeza promete muita coisa boa. O time estará ainda mais encorpado, tem muita coisa boa a acontecer nessa próxima temporada”, diz.

 

A pré-temporada do time masculino começará na praia da Barra. A partir da metade do mês de setembro, a equipe passa a ocupar de forma permanente a Arena 3 do Parque Olímpico. O foco este ano são as disputas do Campeonato Carioca, da Superliga e da Copa do Brasil. À frente do time está o auxiliar técnico Pedro Uehara, o Peu, pois Giovane estará nesse período com a Seleção Brasileira sub-21 que disputará o Sul-americano e com a seleção B que disputará a Copa Pan-americana.

Sesc RJ contrata oposto Wallace, centrais Leandro Aracaju e Victor Hugo e ponteiros Djalma e Rosalin Penchev

O time masculino do Sesc RJ, que conquistou a terceira posição na Superliga 17-18 em seu ano de estreia na competição, completa o novo elenco com a contratação de dois novos ponteiros, dois novos centrais e um oposto. Chega para a equipe carioca o oposto Wallace, centrais Leandro Aracaju e Victor Hugo e ponteiros Djalma e Rosalin Penchev.

 

Todos estão sob o comando do bicampeão olímpico Giovane Gávio até a primeira semana de agosto, quando à frente do time estará o auxiliar técnico Pedro Uehara, o Peu, já que Giovane seguirá com a Seleção Brasileira sub-21 para disputar o Sul-americano, e com a seleção B disputará a Copa Pan-americana. A pré-temporada do time já começou com treinamentos técnicos na praia da Barra da Tijuca e físicos na academia da sua nova casa na Arena 3, no Parque Olímpico. 

 

Desde que se firmou no vôlei em 2004, o oposto Wallace assumiu papel de liderança, com as conquistas chegando de forma muito rápida em sua carreira. Em 2007, foi campeão mundial juvenil com a seleção brasileira. Quatro anos depois, o oposto era medalhista de ouro nos Jogos Pan-americanos Guadalajara 2011. Já nos Jogos Olímpicos Londres 2012, assumiu a vaga de titular na equipe de Bernardinho, substituindo o companheiro Leandro Vissotto. O ponto máximo da carreira foi a conquista do título olímpico na Rio 2016. Agora, chega ao Sesc RJ com o objetivo de conquistar o ponto mais alto do pódio nas competições da temporada.

 

“Temos tudo para termos uma excelente temporada. O time ficou bem montado, cada jogador tem talentos individuais que se complementam. Quero tentar ajudar a equipe da melhor maneira possível, ter um aproveitamento bom e auxiliar nas conquistas. O objetivo maior óbvio é chegar à final dos campeonatos e ser campeão”, afirma Wallace.

 

Após breve passagem pelo Sesc RJ, o central Victor Hugo, de 26 anos, teve sua primeira experiência internacional no Pamvohaikos, na Grécia, e retorna ao elenco carioca empolgado. Ele começou na base do Fluminense, passando pelo Minas Tênis Clube, teve passagens importantes por Juiz de Fora e Canoas, além de ter conquistado a Superliga B no próprio Sesc RJ. Victor Hugo espera poder desenvolver o trabalho já iniciado na temporada anterior e busca ganhar ainda mais espaço dentro de quadra.

 

“Eu estou muito feliz em voltar para o Sesc RJ nessa temporada, já passei pelo título da Superliga B, dois campeonatos Carioca e essa oportunidade de estar de volta e sonhar grande com novas conquistas será muito bom. Só vejo cenários grandes para esta nova temporada. Feliz com essa nova estrutura que o Sesc RJ já me apresentou quando retornei”, diz o central.

 

Outro central a integrar o elenco, quando era bem mais novinho, Leandro Aracaju mirava a carreira de jogador de futebol como objetivo de vida. Ele chegou até a jogar profissionalmente mas como superou os dois metros de altura decidiu enveredar para o vôlei. Deu certo. Entre outros pódios, tem um vice-campeonato mundial juvenil e foi Campeão Mundial sub 23, em 2013. O atleta já foi convidado a treinar junto da seleção adulta e hoje é considerado uma das promessas na posição dentro do processo de renovação da Seleção Brasileira e chega para o Sesc RJ com o intuito de buscar os títulos que ainda faltam para a equipe.

 

“Estou muito motivado para a próxima temporada. Cheguei para somar e quero muito conquistar títulos que ainda faltam nessa equipe”, almeja Aracaju, referindo-se à Superliga.

 

Experiência internacional não falta ao ponteiro Djalma, com 26 anos. Nascido na cidade de Posse Goiás, no interior do estado goiano, aos 17 anos decidiu iniciar a carreira no vôlei em Brasília. Recebeu proposta para defender o Itapeva, em São Paulo, e mais tarde o Al Shamal, do Qatar, onde atuou por duas temporadas. Destacou-se em sua passagem pelo BCC Castellana Grotte, time que foi campeão italiano A2, sendo elevado para o campeonato A1, no qual Djalma foi o segundo maior pontuador e o melhor ponteiro do campeonato A2. O atleta espera ganhar o mesmo destaque atuando nesta temporada pelo Sesc RJ.

 

“Para esse ano, minha expectativa é ter bons resultados, ver a equipe crescer ao longo da temporada e chegar aos resultados positivos, que é chegar na final e ser campeão. Estou muito feliz de assinar com o Sesc RJ, voltar para o Brasil para mim era muito importante. Estou feliz com a equipe que escolhi, com o técnico que terei, com os colegas de time. Quero ajudar muito a equipe, e claro, seria muito legal se eu conseguisse estar entre os grandes pontuadores do campeonato”, afirma Djalma.

 

O primeiro estrangeiro da equipe

 

O Sesc RJ contratou o primeiro jogador estrangeiro de sua história. O búlgaro Rosalin Penchev começou sua carreira profissional no clube polonês Effector Kielce na PlusLiga. Depois de ganhar a medalha de prata com a seleção búlgara nos Jogos Europeus de 2015, o ponteiro se mudou para a Turquia, onde passou uma temporada com o Tokat Belediye Plevnespor. Em 2017, se juntou ao seu ex-time Bolívar, baseado em Buenos Aires, na Argentina, destacando-se como o melhor jogador do campeonato na qual o Bolívar se sagrou campeão.  Segundo ele,“Aprendeu muitas coisas pessoal e profissionalmente nessa primeira temporada em uma equipe da América Latina”.

 

Penchev está muito ansioso para se mudar para o ensolarado Rio de Janeiro, onde quer desenvolver ainda mais as qualidades como atleta e também ter chance de ganhar os prêmios mais importantes da temporada para o Sesc RJ. Curiosidade: o jogador búlgaro nasceu em Plovdiv, em 1994. Ele tem dois irmãos mais velhos, Chavdar (1987) e Nikolay (1992) e um irmão gêmeo chamado Chono. Chavdar era jogador de futebol profissional e os outros também jogam vôlei em times profissionais.

 

“Estou muito, muito feliz em me tornar parte da família Sesc RJ. Tenho certeza que terei as condições perfeitas para crescer profissionalmente no Sesc RJ, estou muito otimista com a próxima temporada. Rio é um lugar espetacular. Vou conhecer outras pessoas, uma nova cultura, mentalidade, é muito excitante. Tenho muitos objetivos mas o principal é fazer meu trabalho da melhor maneira possível. Gosto de trabalhar muito, me divirto trabalhando. Quero dar meu potencial máximo, meu melhor para o Sesc RJ e lutar pelo principal objetivo: ganhar o Campeonato”, afirma Penchev.

Flamengo volta a ter time de vôlei feminino para disputar Superliga

Campeão da Superliga feminina na temporada 2000/2001, o Flamengo volta a ter um time profissional no vôlei. Em lançamento realizado na sede do clube hoje, foi apresentado o projeto e o time que irá disputar o campeonato carioca e a Superliga B no inicio do ano que vem com a ideia de chegar a elite para temporada 2019/2020.

O time será composto por: As ponteiras Nayara Felix (capitã da equipe), Natasha Valente, Juliana Ribeiro e Thayná Soares; as opostas Angélica Caboclo e Maria Bárbara Bierman; as levantadoras Rafaela Lima, Thaís Oliveira e Laura Canedo; as centrais Juliana Mello, Nandyala Gama e Luiza Scher; e as líberos Fernanda Oliveira e Paola Cascardo. O treinador Alexandre Ferrante tem em seu plantel os assistentes técnicos Abel Martins e Alexandre Rozenberg, o estatístico Hugo Hargreaves, o preparador físico Giovani Ciprandi e os roupeiros Célia Mendonça e Adailton Lourenço. 

“O voleibol sempre teve uma tradição enorme dentro do Flamengo. As equipes de Jacqueline e Izabel, de Virna e Leila, do Nalbert nas categorias de base, de Bernard e Tande, de Ênio Figueiredo e Radamés Lattari, entre outras tantas gerações anteriores, não saem do imaginário rubro-negro. Agora, com a estrutura montada, pés no chão - mas com a ambição da vitória lá no alto - e com um projeto estruturado, chegou a hora de retomarmos esse sonho.  A força do Manto Sagrado vai nos levar de volta à Superliga A, para seguirmos o caminho da elite do voleibol nacional”, comentou Póvoa, que frisou também que a cobrança é grande. 

 

"Falei com as meninas: a boa notícia é que vocês estão vindo para o maior clube esportivo do Brasil, com a maior torcida do mundo. A má notícia, e a realidade, é que o Flamengo tem que ganhar. Não entramos em campeonatos para ser segundo, ou terceiro. Temos a obrigação de ganhar. Isso dá muita força para a gente. E esse grupo foi escolhido a dedo", disse.

SELEÇÕES: Equipes masculina e feminina farão amistosos em casa

Em preparação para o Campeonato Mundial, as seleções brasileiras masculina e feminina de vôlei jogarão diante de seus torcedores no mês de agosto. As equipes comandadas pelos técnicos Renan e José Roberto Guimarães atuarão em amistosos contra Holanda e Estados Unidos, respectivamente, em Brasília (DF), Uberaba (MG), Rio de Janeiro (RJ), Manaus (AM) e Belém (PA).

Os compromissos da equipe feminina do Brasil serão com a seleção norte-americana, campeã da Liga das Nações. O primeiro será no dia 12 de agosto, em Brasília, no ginásio Nilson Nelson, às 10h. Depois, dias 14, às 19h, e 16, às 20h, em Uberaba, no Centro Olímpico - UFTM, O último, no dia 18, às 19h30, acontecerá no Rio de Janeiro, no Maracanãzinho.  

Os amistosos da seleção masculina serão nos dias 18, 20 e 22 – os três contra a Holanda. O primeiro será realizado às 21h45, em Brasília, no ginásio Nilson Nelson, depois, em Manaus, na Arena Amadeu Teixeira, às 21h30, e o último em Belém, na Arena Guilherme Paraense, às 19h.

As duas seleções utilizam a série de amistosos como preparação para o Campeonato Mundial. A equipe masculina joga de 9 a 30 de setembro, na Bulgária e na Itália. A competição feminina será de 29 de setembro a 20 de outubro, no Japão.

Seleção feminina

 12/08 – 10h – Brasil x Estados Unidos – Brasília 

14/08 – 19h – Brasil x Estados Unidos – Uberaba 

16/08 – 20h – Brasil x Estados Unidos – Uberaba 

18/08 – 19h30 – Brasil x Estados Unidos – Rio de Janeiro 

Seleção masculina

18/08 – 21h45 – Brasil x Holanda – Brasília 

20/08 – 21h30 – Brasil x Holanda – Manaus 

22/08 – 19h – Brasil x Holanda – Belém 

Sesc RJ renova com líbero Tiago Brendle e centrais Maurício Souza e Tiago Barth

O time masculino do Sesc RJ, que conquistou a terceira colocação na Superliga 17-18 em sua estreia na competição, renovou contratos com os líberos Tiago Brendle e Alexandre Elias, os centrais Maurício Souza e Tiago Barth e os levantadores Thiaguinho e Everaldo.

 

Nascido em Juiz de Fora (MG), o bicampeão olímpico Giovane Gávio segue pelo terceiro ano consecutivo no comando do Sesc RJ, no projeto Sesc Esporte, que visa incentivar a formação esportiva inicial de crianças e adolescentes além da participação em ações sociais da instituição.

 

“Queremos dar continuidade no projeto, seguir com nossas ações sociais, por exemplo, com as clínicas, espalhadas por todo o estado do Rio. Dentro das quadras estamos em busca de um lugar mais alto no pódio. No último ano, ficamos em terceiro e sempre a gente pensa em crescer então, esse ano, nosso grande objetivo é participar de uma final da Superliga. Acima de tudo é acreditar no potencial da nossa base”, afirma o técnico.

 

Com a função de defender e ser o responsável pela linha de passe da equipe, o líbero Tiago Brendle, gaúcho de 29 anos, chega ao seu segundo ano no elenco do Sesc RJ almejando uma temporada ainda mais positiva.

 

“Vamos determinar nossas metas e objetivos juntos nas próximas semanas mas certamente almejamos fazer uma temporada ainda mais positiva. Queremos ir mais além: conquistar o Campeonato Carioca e levar o Sesc RJ até a final da próxima Superliga. Fico muito feliz com a sequência do meu contrato e seguimos cada vez mais motivados por continuar esse trabalho”, afirma o líbero, que levou para casa o prêmio de Melhor Defensor da Superliga 17/18.

 

Com 1,90 e 85 kg, o carioca Alexandre Elias também renovou com a equipe carioca e quer aproveitar as lições aprendidas nessa última Superliga 17-18. O líbero chega ao seu terceiro ano e também vê adiante possibilidade de a equipe chegar ainda mais longe.

 

“Estou feliz em renovar com o Sesc RJ. Vou para o terceiro ano no clube, equipe que vai conquistando cada vez mais espaço no cenário nacional. Na temporada passada conseguimos beliscar o pódio. A gente pode ir cada vez mais longe e quem sabe conquistar os principais títulos da temporada”, analisa.

 

Terceiro melhor sacador da Superliga 17/18, Tiago Barth chega com a renovação ao seu terceiro ano no Sesc RJ. O central, que chamou a atenção de um técnico de vôlei nas ruas de Foz de Iguaçu com seus 2,09m, segue na mesma linha de seus companheiros: desenvolver o trabalho já realizado dentro do time em busca dos principais títulos.

 

“Estamos iniciando as preparações para a próxima temporada. É muito importante esse início e trabalho para dar o condicionamento físico que a gente precisa principalmente para evitar lesões no decorrer da temporada. Estou muito feliz de ter renovado com o Sesc RJ, estou desde o início do projeto, ajudei desde a Superliga B. Ano passado conseguimos um terceiro lugar e esse ano acho que podemos ir além. Temos uma equipe muito forte e podemos alcançar uma classificação ainda melhor na próxima temporada. Esse é o objetivo de todo mundo e trabalhando juntos a gente vai chegar lá”, afirma.

 

Bons nas quadras e na viola

 

O central Maurício Souza não nega que gosta da vida no interior e faz questão de sempre lembras de suas raízes e da vida simples da infância em suas postagens nas redes sociais.  Bem adaptado em sua segunda passagem pelo Rio de Janeiro, o mineiro nascido em Iturama vai encarar pelo segundo ano o desafio de chegar a novos patamares com a equipe do Sesc RJ.  À base de muito suor e muito trabalho, o campeão olímpico nos Jogos do Rio-2016, além do vôlei, tem entre suas paixões tocar violão, paixão esta compartilhada com o levantador Thiaguinho. Natural de João Pessoa, Thiago Veloso renovou com o Sesc RJ para a temporada 2018-2019 em um ano especial para o atleta: realizou seu sonho ao receber sua primeira convocação para a seleção brasileira adulta de vôlei e estrear em um amistoso contra a China. O paraibano comemora o momento positivo pelo qual passa sua carreira e a continuidade do trabalho iniciado na temporada passada ao lado do elenco carioca.

 

“Estou muito feliz de ter renovado com o Sesc RJ, desde que eu cheguei me identifiquei muito com o projeto, além de já conhecer a comissão técnica pois já tinha tido a chance de trabalhar juntos. Foi um trabalho muito bem feito. Terceiro lugar em um primeiro ano de superliga é um resultado que se deve valorizar. A expectativa para a próxima temporada é com certeza brigar pelo título, é chegar à final”, afirma.

 

Outro levantador a renovar com a equipe é Everaldo Lucena. O experiente carioca de 1,97m de altura e 94 kg está empolgado com seu terceiro ano na equipe e a possibilidade de continuar no Rio de Janeiro. Pai de primeira viagem de uma menininha de 5 meses, o atleta não só queria se manter no Rio mas também ter a chance de seguir com o trabalho ao lado do elenco já entrosado.

 

“Sempre foi um sonho jogar no Rio de Janeiro. Renovar com o Sesc RJ é fantástico. Essa temporada com certeza promete muita coisa boa. O time estará ainda mais encorpado, tem muita coisa boa a acontecer nessa próxima temporada”, diz.

 

A pré-temporada do time masculino começará na praia da Barra. A partir da metade do mês de setembro, a equipe passa a ocupar de forma permanente a Arena 3 do Parque Olímpico. O foco este ano são as disputas do Campeonato Carioca, da Superliga e da Copa do Brasil. À frente do time está o auxiliar técnico Pedro Uehara, o Peu, pois Giovane estará nesse período com a Seleção Brasileira sub-21 que disputará o Sul-americano e com a seleção B que disputará a Copa Pan-americana.

LIGA DAS NAÇÕES FEMININA: Brasil estreia na Fase Final contra a Holanda

Classificada e garantida entre os seis times que estarão na Fase Final da Liga das Nações, a seleção brasileira feminina de vôlei conheceu, nesta sexta-feira (15.06), a tabela da primeira etapa que terá pela frente em Nanjing, na China. A equipe dirigida pelo técnico José Roberto Guimarães folga na primeira rodada e estreia contra a Holanda, no dia 28 de junho.

O outro adversário do Brasil neste primeiro momento da Fase Final será a China, no confronto que será no dia seguinte. Os demais times classificados são Estados Unidos, Sérvia e Turquia, que formam o outro grupo.

Os quatro times que passarem disputam a semifinal no dia 30. Os perdedores destes confrontos buscam a medalha de bronze no dia 1º de julho, na primeira partida da rodada, que terminará com o duelo entre as seleções vencedoras, que estarão na busca pelo título.

A seleção brasileira feminina de vôlei encerrou a participação na fase classificatória da Liga das Nações em terceiro lugar, com 35 pontos somados após 12 vitórias e três resultados negativos. Agora, terá 13 dias até a estreia na Fase Final em preparação que será realizada no Japão.

LIGA DAS NAÇÕES FEMININA

1ª semana:

Barueri (SP)

15.05 – Brasil 1 x 3 Alemanha (25/15, 22/25, 18/25 e 20/25)

16.05 – Brasil 3 x 1 Japão (22/25, 25/18, 25/23 e 25/11)

17.05 – Brasil 3 x 1 Sérvia (23/25, 25/22, 25/14 e 25/21)

2ª semana:

Ancara (Turquia)

22.05 – Brasil 3 x 1 Turquia (25/17, 25/19, 23/25 e 25/21) 

23.05 – Brasil 3 x 0 Argentina (25/9, 25/21 e 25/14)

24.05 – Brasil 3x 0 República Dominicana (25/20, 25/10 e 25/13)

3ª semana:

Apeldoorn (Holanda)

29.05 – Brasil 3 x 1 Coréia do Sul (25/11, 25/14, 31/33 e 25/20)

30.05 – Brasil 3 x 0 Polônia (25/20, 25/20 e 25/23)

31.05 – Brasil 3 x 1 Holanda (25/23, 26/24, 13/25 e 25/22)

4ª semana:

Jiangmen (China)

05.06 – Brasil 3 x 2 China (19/25, 25/23, 27/25, 10/25 e 16/14)

06.06 – Brasil 1 x 3 Estados Unidos (23/25, 28/26, 21/25 e 18/25)

07.06 – Brasil 3 x 2 Rússia (15/25, 25/21, 25/20, 19/25 e 17/15)

5ª semana:

Eboli (Itália)

12.06 – Brasil 3 x 1 Bélgica (25/15, 25/14, 21/25 e 25/23)

13.06 – Brasil 3 x 1 Tailândia (25/16, 25/22, 18/25 e 25/13)

14.06 – Brasil 2 x 3 Itália (25/22, 20/25, 25/17, 19/25 e 12/15)

FASE FINAL

Nanjing (China)

28.06 – Brasil x Holanda – 8h15 

29.06 – Brasil x China – 9h30 

Brasil encerra etapa em casa com vitória sobre a Sérvia

No último jogo da etapa disputada no ginásio José Corrêa, em Barueri (SP), a seleção brasileira feminina de vôlei esteve em tarde inspirada. As comandadas pelo técnico José Roberto Guimarães venceram a Sérvia por 3 sets a 1, nesta quinta-feira (17.05), com parciais de 23/25, 25/22, 25/14 e 25/21. O público lotou o ginásio e entusiasmou a equipe, que correspondeu com grande atuação.

 Na etapa paulista, o Brasil foi superado pela Alemanha na estreia, por 3 sets a 1, e assegurou duas vitórias – sobre Japão e Sérvia, ambos pelo mesmo placar. Já a seleção da Sérvia havia chegado para enfrentar a seleção brasileira com dois resultados positivos, sobre as alemãs e as japonesas.

A central Bia foi a maior pontuadora da partida, com o total de 18 acertos (nove de ataque, oito de bloqueio e um de saque). A oposto Tandara também se destacou, marcando 14 pontos. E a ponteira Amanda, muito festejada pelos torcedores, fez 13. Após o jogo, a atacante falou sobre o desempenho de hoje.

“O resultado sempre é coletivo. Treinamos muito na preparação para essa etapa, principalmente porque enfrentaríamos seleções com características muito diferentes. A comissão técnica nos preparou muito bem para isso e todas juntas conseguimos fazer o que foi treinado. Não é fácil jogar contra um time tão alto, mas a vitória veio”, disse Amanda.

A jogadora da seleção brasileira ainda falou sobre o dia a dia do grupo e em como trabalha para conseguir bons desempenhos em quadra.

“Eu me dedico muito. Essa boa atuação é fruto de muito trabalho e inspiração. Eu olho as meninas que estão aqui há muito mais tempo se dedicando, as jogadoras que viajam e deixam filhos em casa, que abdicam de muita coisa, períodos longos longe e não tem como entrar devagar em quadra. Isso me inspira muito”, complementou Amanda.

A ponteira Drussyla também comentou sobre o resultado positivo do Brasil. “Estudamos muito essa semana, pois sabíamos que o time delas tem muita qualidade e entramos com confiança. Queríamos muito essa vitória hoje e estamos muito felizes porque deu certo”, afirmou Drussyla.

Satisfeito com a atuação do seu time nesta quinta-feira, o técnico José Roberto Guimarães fez uma análise da partida contra a Sérvia.

“Podemos ver uma evolução como um todo no sistema defensivo e na relação entre o bloqueio e a defesa. Conseguimos ajustar as posições em quadra e o nosso bloqueio. Ainda podemos melhorar o nosso saque. Gostei de ver a atenção das jogadoras em quadra. O time mostrou que evoluiu e estou muito feliz com essa vitória. Sabíamos que seria um jogo difícil e foi legal ver a energia das meninas hoje”, afirmou José Roberto Guimarães.

 A seleção feminina viaja na madruga desta sexta-feira (18.05) para Ankara, na Turquia, onde disputará a segunda semana da competição contra as donas da casa, a Argentina e a República Dominicana. O primeiro jogo do time verde e amarelo será na terça-feira (22.05), às 11h (horário de Brasília) contra a Turquia.

 A competição

A Liga das Nações acontece pela primeira vez em 2018, substituindo o Grand Prix, onde o Brasil é o maior vencedor, com 12 títulos, e atual campeão. Agora, com novo nome e formato, a competição tem 16 equipes na disputa pelo título.

A cada semana são formados quatro grupos com quatro seleções cada, definidos em sorteio. Ao fim da fase classificatória, as cinco equipes mais bem classificadas avançarão à Fase Final, que contará ainda com a China, país sede. A Fase Final acontecerá de 27 de junho a 1º de julho. 

O JOGO

O Brasil abriu o placar do jogo com um ponto de saque da levantadora Roberta. O set começou equilibrado. A Sérvia foi para o primeiro tempo técnico com um de vantagem (8/7). Quando as sérvias fizeram 11/8, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo virou o marcador (14/11). A Sérvia cresceu de produção e voltou a liderar o set (16/15). Com um ataque da oposta Tandara, as brasileiras fizeram (17/16). A oposta Boskovic fez um ponto de contra-ataque e as sérvias fecharam o primeiro set por 25/23.

O Brasil começou melhor o segundo set e fez 3/1. O time verde e amarelo foi para o primeiro tempo técnico com dois de vantagem (8/6). Com um ace da oposta Tandara, o time verde e amarelo abriu dois pontos (11/9). As brasileiras mantiveram a vantagem no segundo tempo técnico (16/14). Bem no bloqueio, o time do treinador José Roberto Guimarães abriu três pontos (18/15) e a Sérvia pediu tempo. As europeias cresceram de produção e empataram (18/18). Com Amanda bem nos contra-ataques, o Brasil abriu três pontos (21/18). As brasileiras seguraram a vantagem até o final e venceram o segundo set por 25/22.

O terceiro set iniciou equilibrado. Se aproveitando dos erros das sérvias, o Brasil fez 7/6. Bem no bloqueio, as brasileiras abriram dois pontos (8/6) e o treinador da Sérvia pediu tempo. O Brasil seguiu ditando o ritmo da parcial e aumentou a vantagem no marcador para quatro pontos (11/7). No segundo tempo técnico, as brasileiras venciam por 16/10. O Brasil dominou a parcial até o final e venceu o terceiro set por 25/14.

O Brasil fez os dois primeiros pontos do quarto set. Numa largada da ponteira Drussyla, o time verde e amarelo fez 6/4. Quando as brasileiras tinham 7/4, o treinador da Sérvia pediu tempo. A equipe do treinador José Roberto Guimarães seguiu melhor e fez 11/7. A Sérvia cresceu de produção e encostou (12/11). Com um ponto de saque da oposta Tandara, o Brasil voltou a abrir no marcador (14/11). O Brasil tinha quatro de vantagem no segundo tempo técnico (16/12). As donas da casa seguraram a vantagem até o final e venceram o quarto set por 25/21 e o jogo por 3 sets a 1.

Brasil vira o jogo e bate o Japão

A seleção brasileira feminina de vôlei assegurou sua primeira vitória na Liga das Nações. Depois de ser superado na estreia, o time dirigido pelo técnico José Roberto Guimarães entrou em quadra nesta quarta-feira (16.05) determinado a garantir o resultado positivo e, demonstrando garra e agradando a torcida, bateu o Japão por 3 sets a 1, de virada, com parciais de 22/25, 25/18, 25/23 e 25/11. Cerca de 5.200 torcedores estiveram nesta tarde no ginásio José Corrêa, em Barueri (SP), assistindo a vitória de perto.

O Brasil volta à quadra nesta quinta-feira (17.05) para seu último compromisso em casa pela Liga das Nações. O confronto será contra a Sérvia, às 15h.

A oposta Tandara foi a maior pontuadora do confronto, com 25 pontos. A central Adenízia, com 15, e a ponteira Amanda, com 10, também pontuaram bem pelo time verde e amarelo. 

Titular na partida de hoje, a central Adenízia destacou a mudança de postura da seleção brasileira em relação a partida de estreia na Liga das Nações, quando acabou superada pela Alemanha, por 3 sets a 1.

“Ontem, infelizmente a vitória não veio, faltou um pouco de espírito e foi apenas o primeiro jogo. O time ainda não está entrosado. Mas, hoje foi diferente. Entramos agressivos e mostrando o que é o Brasil, com alegria, e não podemos deixar isso morrer jamais. Hoje, foi tudo diferente. Nós conversamos, estudamos e entramos com outra postura, demonstrando o que é o voleibol do Brasil”, disse Adenízia, que marcou nove pontos de bloqueio. 

Estreando na função de líbero na partida desta tarde, Jaqueline entrou em quadra no final do quarto set, foi aclamada pela torcida, e confessou que fez de tudo para participar do jogo.

“O Zé me colocou ali no final do quarto set até para sentir o clima do jogo, a adrenalina e foi muito gostoso. Sentir esse carinho, esse calor da torcida é sempre muito bom. É um reconhecimento do nosso trabalho. E, como eu tinha pouco tempo, entrei na frente da Drussyla para fazer o passe, que saiu bom e é isso que importa”, brincou Jaque, que ainda agradeceu pelo apoio dos torcedores.

“Tanto na seleção, como no clube, receber esse carinho é muito gostoso. Tento retribuir da melhor maneira possível. E isso se torna ainda mais importante neste momento, quando estou começando em uma posição nova. Querendo ou não, dá um certo nervosismo, até porque a Suelen foi muito bem nesses dois jogos”, disse Jaque.

O treinador José Roberto Guimarães ressaltou a mudança de postura do Brasil no duelo contra o Japão.

“Hoje foi um outro time em quadra com uma energia e um espírito diferentes. Essa luta e a vontade de vencer o tempo inteiro fez com que o time apresentasse uma melhora. Estamos buscando as melhores situações em cada uma das posições. Foi uma vitória importante pela superação após a derrota de ontem e o tempo curto de recuperação. O time conseguiu absorver a derrota e jogou melhor hoje”, analisou José Roberto Guimarães.

Depois da Liga das Nações, a seleção feminina disputará outras três competições em 2018: Copa Pan-Americana entre os dias 6 e 15 de julho, Montreux Volley Masters, entre os dias 4 e 9 de setembro, além do Campeonato Mundial de 29 de setembro a 20 de outubro.

O JOGO 

O Brasil fez os três primeiros pontos do jogo. O Japão cresceu de produção e empatou o placar (8/8). Quando as brasileiras voltaram a abrir no marcador (12/9), a treinadora do Japão pediu tempo. O time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico com dois de vantagem (16/14). O Japão cresceu de produção e empatou (16/16). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. O Japão foi melhor na parte final do set e venceu a parcial por 25/22. 

Com um ponto de saque da ponteira Drussyla, o Brasil fez 2/1. Bem no contra-ataques, as brasileiras aumentaram a vantagem no placar para três pontos (5/2). O time do treinador José Roberto Guimarães manteve a vantagem no primeiro tempo técnico (8/5). O Brasil seguiu dominando a parcial e foi para o segundo tempo técnico vencendo por 16/11. O Brasil foi melhor até o final e venceu o segundo set por 25/18. 

O Japão voltou melhor para o terceiro set e fez 3/1. Bem no contra-ataques, as japonesas fizeram 7/4. O Brasil fez três pontos seguidos e empatou (7/7). Na sequência, com um ponto de saque, o time verde e amarelo assumiu a liderança no marcador (8/7). A partida ficou disputada ponto a ponto. Quando as brasileiras fizeram 14/12, o Japão pediu tempo. O time verde e amarelo tinha um de vantagem no segundo tempo técnico (16/15). Quando o Japão fez 19/18 foi a vez do treinador José Roberto Guimarães parar o jogo. Com um ponto de saque da levantadora Roberta, as brasileiras assumiram a liderança no marcador (21/20). O Brasil foi melhor na parte final da parcial e levou a melhor no terceiro set por 25/23. 

O Brasil fez os dois primeiros pontos do quarto set. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo abriu cinco pontos (6/1). O volume de jogos das brasileiras era eficiente e o Brasil aumentou a vantagem para oito pontos (12/4). No segundo tempo técnico, o Brasil vencia por 16/7. O Brasil dominou a parcial até o final e venceu o set por 25/11 e o jogo por 3 sets a 1. 

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