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Rexona-Sesc vai em busca do tetracampeonato no Sul-Americano de clubes

Líder isolado da Superliga, o Rexona-Sesc dará uma pausa na competição nacional para ir em busca do tetracampeonato do Sul-Americano de clubes. A equipe carioca viajou na manhã desta segunda-feira (13.02) para Uberaba-MG, onde será disputada a primeira fase do torneio, e já estreia nesta terça (14.02), diante do Boca Juniors, da Argentina, às 19h30, no Centro Olímpico de Uberaba.

Sem possuir muitas informações sobre o adversário, a meio de rede Carol espera um Rexona-Sesc concentrado para se adaptar rapidamente ao estilo de jogo argentino. 

“A gente está muito feliz em disputar mais um Sul-Americano. É um torneio que já faz parte do calendário e é de grande importância, pois dará ao campeão uma vaga no Mundial. Que bom que será em Minas Gerais, assim poupamos grandes viagens e problemas de adaptação. É um torneio curto, mas perigoso. São equipes que a gente não tem muitas informações e que entram em quadra como franco atiradores. Precisamos ter muita cautela e entrar em quadra muito concentradas para nos adaptarmos o mais rápido possível. Vamos pensar em cada jogo, dando um passo de cada vez, para quem sabe chegar em uma decisão. Então o primeiro passo é conquistar uma vitória contra o Boca Juniors, e depois já contaremos com mais informações sobre os adversários”, analisou Carol. 

No grupo B do Sul-Americano, o Rexona-Sesc ainda terá pela frente o San Martin, do Peru, na próxima quinta-feira (16.02), também às 19h30, no Centro Olímpico de Uberaba. No outro grupo da competição, que será disputado em Uberlândia-MG estão o Praia Clube/Uberlândia, Villa Dora, da Argentina, e Olympic, da Bolívia. 

Os dois primeiros de cada grupo avançam para as semifinais, que serão disputadas no dia 17, sexta-feira, em Uberaba. A decisão será no sábado (18.02), às 20h, em Uberlândia. O campeão sul-americano garante uma vaga no Mundial de Clubes, que será disputado de 8 a 14 de maio, em Kobe, no Japão.

Vôlei Nestlé quer manter invencibilidade em casa contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Com 37 pontos em 15 jogos, o Vôlei Nestlé aparece na terceira posição da Superliga 2016/17 e terá pela frente nesta sexta-feira (10) o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, quarto colocado com 32 e uma partida a mais. O confronto está marcado para o ginásio José Liberatti, às 21h30. No primeiro turno, fora de casa, o time de Osasco foi superado pelo rival brasiliense em sets diretos. Como mandante, Dani Lins e suas companheiras estão invictas na competição nacional, com 8 resultados positivos. 

A ponteira Malesevic recorda-se da partida do primeiro turno e acredita que o caminho para conquistar o resultado positivo é a regularidade e o apoio da torcida. "O Brasília é uma equipe forte e que possui jogadoras com bastante experiência. Foi bem difícil jogar lá e penso que elas atuaram bem também. Mas agora jogamos em casa e ganhamos todos os confrontos que fizemos como mandante até o momento. Temos que fazer isso prevalecer e contamos com a ajuda da nossa torcida para fazer uma boa partida", afirma a sérvia.

Dani Lins aponta o aspecto coletivo como fundamental para conquistar mais três pontos. "Perdemos por 3 a 0 no primeiro turno, mas com parciais bem justas. Sabemos que precisamos ter paciência na hora de rodar uma bola e sabermos o momento certo para arriscar, evitando erros. Enfim, primeiro jogar como grupo, com todas atuando em bom nível. Não podemos ter nenhuma abaixo, todas precisam estar jogando perto do 100%. Pode observar que as partidas que ganhamos foi porque atuamos bem coletivamente. É um adversário que requer atenção porque é bastante qualificado, com atletas experientes como a Paula. Tem a Roberta que é uma central forte e a Amanda e Macris que estão fazendo uma ótima Superliga. Portanto, temos que ter cuidado e foco", analisa a levantadora. 

Como mandantes, o Vôlei Nestlé soma vitórias contra São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Rio do Sul, Camponesa/Minas, Rexona-Sesc, Renata Valinhos/Country, Genter Vôlei Bauru e Sesi-SP. São 23 pontos ganhos em casa dos 37 no geral. O duelo contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei é a reedição das quartas de final da Superliga da temporada passada, quando o time de Osasco ganhou os dois embates e avançou para a fase semifinal da competição. 

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Vôlei Nestlé quer manter invencibilidade em casa contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Com 37 pontos em 15 jogos, o Vôlei Nestlé aparece na terceira posição da Superliga 2016/17 e terá pela frente nesta sexta-feira (10) o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, quarto colocado com 32 e uma partida a mais. O confronto está marcado para o ginásio José Liberatti, às 21h30, e terá transmissão do SporTV. No primeiro turno, fora de casa, o time de Osasco foi superado pelo rival brasiliense em sets diretos. Como mandante, Dani Lins e suas companheiras estão invictas na competição nacional, com 8 resultados positivos. 

A ponteira Malesevic recorda-se da partida do primeiro turno e acredita que o caminho para conquistar o resultado positivo é a regularidade e o apoio da torcida. "O Brasília é uma equipe forte e que possui jogadoras com bastante experiência. Foi bem difícil jogar lá e penso que elas atuaram bem também. Mas agora jogamos em casa e ganhamos todos os confrontos que fizemos como mandante até o momento. Temos que fazer isso prevalecer e contamos com a ajuda da nossa torcida para fazer uma boa partida", afirma a sérvia.

Dani Lins aponta o aspecto coletivo como fundamental para conquistar mais três pontos. "Perdemos por 3 a 0 no primeiro turno, mas com parciais bem justas. Sabemos que precisamos ter paciência na hora de rodar uma bola e sabermos o momento certo para arriscar, evitando erros. Enfim, primeiro jogar como grupo, com todas atuando em bom nível. Não podemos ter nenhuma abaixo, todas precisam estar jogando perto do 100%. Pode observar que as partidas que ganhamos foi porque atuamos bem coletivamente. É um adversário que requer atenção porque é bastante qualificado, com atletas experientes como a Paula. Tem a Roberta que é uma central forte e a Amanda e Macris que estão fazendo uma ótima Superliga. Portanto, temos que ter cuidado e foco", analisa a levantadora. 

Como mandantes, o Vôlei Nestlé soma vitórias contra São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Rio do Sul, Camponesa/Minas, Rexona-Sesc, Renata Valinhos/Country, Genter Vôlei Bauru e Sesi-SP. São 23 pontos ganhos em casa dos 37 no geral. O duelo contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei é a reedição das quartas de final da Superliga da temporada passada, quando o time de Osasco ganhou os dois embates e avançou para a fase semifinal da competição. 

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Vôlei Nestlé quer manter invencibilidade em casa contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Com 37 pontos em 15 jogos, o Vôlei Nestlé aparece na terceira posição da Superliga 2016/17 e terá pela frente nesta sexta-feira (10) o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, quarto colocado com 32 e uma partida a mais. O confronto está marcado para o ginásio José Liberatti, às 21h30, e terá transmissão do SporTV. No primeiro turno, fora de casa, o time de Osasco foi superado pelo rival brasiliense em sets diretos. Como mandante, Dani Lins e suas companheiras estão invictas na competição nacional, com 8 resultados positivos. 

A ponteira Malesevic recorda-se da partida do primeiro turno e acredita que o caminho para conquistar o resultado positivo é a regularidade e o apoio da torcida. "O Brasília é uma equipe forte e que possui jogadoras com bastante experiência. Foi bem difícil jogar lá e penso que elas atuaram bem também. Mas agora jogamos em casa e ganhamos todos os confrontos que fizemos como mandante até o momento. Temos que fazer isso prevalecer e contamos com a ajuda da nossa torcida para fazer uma boa partida", afirma a sérvia.

Dani Lins aponta o aspecto coletivo como fundamental para conquistar mais três pontos. "Perdemos por 3 a 0 no primeiro turno, mas com parciais bem justas. Sabemos que precisamos ter paciência na hora de rodar uma bola e sabermos o momento certo para arriscar, evitando erros. Enfim, primeiro jogar como grupo, com todas atuando em bom nível. Não podemos ter nenhuma abaixo, todas precisam estar jogando perto do 100%. Pode observar que as partidas que ganhamos foi porque atuamos bem coletivamente. É um adversário que requer atenção porque é bastante qualificado, com atletas experientes como a Paula. Tem a Roberta que é uma central forte e a Amanda e Macris que estão fazendo uma ótima Superliga. Portanto, temos que ter cuidado e foco", analisa a levantadora. 

Como mandantes, o Vôlei Nestlé soma vitórias contra São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Rio do Sul, Camponesa/Minas, Rexona-Sesc, Renata Valinhos/Country, Genter Vôlei Bauru e Sesi-SP. São 23 pontos ganhos em casa dos 37 no geral. O duelo contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei é a reedição das quartas de final da Superliga da temporada passada, quando o time de Osasco ganhou os dois embates e avançou para a fase semifinal da competição. 

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Rexona-Sesc vence Camponesa/Minas e é campeão da Copa do Brasil

Time carioca ganha mais um título no vôlei. Crédito: William Lucas/inovafoto/CBV

O Rexona-Sesc (RJ) é campeão da Copa Banco do Brasil feminina de vôlei 2017. Neste sábado (27.01) diante de mais de 2.700 pessoas, a equipe carioca venceu o Camponesa/Minas (MG) na decisão por 3 sets a 0 (25/15, 25/20 e 25/21), no ginásio do Taquaral, em Campinas (SP). O time do treinador Bernardinho conquistou o terceiro título da competição. 

Com grandes defesas, a líbero Fabi teve atuação destacada e foi eleita pela comissão técnica do Rexona-Sesc a melhor jogadora do confronto. Ao final do duelo, a defensora comentou sobre o título das cariocas. 

"Foi uma atuação muito boa da nossa equipe nessa final. O Camponesa/Minas tem uma grande equipe que está buscando a evolução e acredito que elas ainda vão melhorar muito para a fase final da Superliga. Nós respeitamos muito o time delas. Hoje conseguimos imprimir um ritmo muito forte de saque, bloqueio e defesa. Fico feliz não só pela vitória, mas pela forma que o nosso time se comportou nos momentos decisivos. Estamos sempre buscando a melhora individual e coletiva. Hoje saímos de quadra com a sensação que fizemos o nosso melhor nesse momento ", disse Fabi. 

A central Carol, do time carioca, fez questão de elogiar o saque e a defesa do Rexona-Sesc na partida decisiva. 

"Estamos muito felizes de ter conseguido esse título. Nosso saque e o sistema defensivo funcionaram muito bem contra a equipe do Camponesa/Minas. Conseguimos anular as principais jogadas delas e acabamos com a vitória. Agora é manter o foco para o restante da temporada", afirmou Carol. 

Depois do título, o Rexona-Sesc volta a atenção para a Superliga. O time carioca enfrentará o São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP) às 19h30 desta sexta-feira (03.02), na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus (AM). 

O JOGO

O Rexona-Sesc começou melhor e fez 7/4. Se aproveitando dos erros das mineiras, as cariocas aumentaram a diferença no placar para quatro pontos (10/6). Quando a equipe do treinador Bernardinho fez 11/6, o técnico Paulo Coco trocou as ponteiras. Entrou Jaqueline e saiu Rosamaria. O volume de jogo das cariocas incomodava as mineiras e o Rexona-Sesc abriu oito pontos (20/12). O Rexona-Sesc dominou a parcial até o final e venceu o primeiro set por 25/15. 

O Rexona-Sesc seguiu melhor no início do segundo set e fez 4/2. O saque das cariocas incomodava as mineiras e a diferença no placar subiu para cinco pontos (7/2). Numa boa sequência de saques da oposta Hooker, o time mineiro encostou (7/5). Depois de um longo rally, as cariocas fizeram 10/6. Quando o placar estava 12/6, o treinador Paulo Coco trocou as levantadoras. Entrou Karine e saiu Naiane. Bem nos contra-ataques, o Rexona-Sesc seguiu melhor e fez 16/11. Com bom volume de jogo, as cariocas mantiveram a vantagem em cinco pontos (19/14). O Camponesa/Minas cresceu de produção e encostou (22/20). O Rexona-Sesc segurou a reação das mineiras e fechou o segundo set por 25/21.

O Camponesa/Minas voltou melhor para o terceiro set e fez 7/4. Numa boa sequência de saques da central Juciely, o time carioca empatou (8/8). Bem no saque, as cariocas viraram o marcador (11/09) e o treinador Paulo Coco pediu tempo. Com um ace da central Carol Gattaz, as mineiras empataram (14/14).O bloqueio do Rexona-Sesc voltou a funcionar e as cariocas abriram dois pontos (18/16). O time do treinador Bernardinho dominou a parte final do set e venceu a parcial por 25/20 e o jogo por 3 sets a 0. 

EQUIPES:

REXONA-SESC - Roberta, Monique, Buijs, Gabi, Juciely e Carol. Líbero - Fabi 
Técnico - Bernardinho 

CAMPONESA/MINAS - Naiane, Hooker, Pri Daroit, Rosamaria, Mara e Carol Gattaz. Líbero - Léia 
Entraram - Jaqueline, Fran, Karol e Karine 
Técnico - Paulo Coco

 

Rexona vence Sesi e mantem invencibilidade

 

Rexona venceu jogo com facilidade. crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

 

Sem muitas dificuldades, o Rexona venceu o time do Sesi-Sp no ginásio do Tijuca Tenis Clube por 3 sets a 0 e se manteve invicto na superliga com 6 vitorias seguidas.

“O time do Sesi é um time jovem e sabíamos que elas viriam despreocupadas para o jogo. Até passamos algum sufoco, mas no final, conseguimos a vitória” – Conta Juciely sobre a partida.

O Grande destaque da partida foi Roberta que ao final, saiu com um troféu de melhor saque. “Esperamos esse jogo difícil e fizemos bem o dever de casa e nosso time foi bem. Mesmo dando espaço a elas, conseguimos chegar ao objetivo” – Conta.

O Jogo

O primeiro set começou com o time carioca abrindo uma boa vantagem e caminhando para uma vitória fácil. Mas o Sesi não estava disposto a entregar o set e resolveu valorizar um pouco a partida e se aproveitando dos erros e em ótimas jogadas de ataque, as paulistas começaram a encostar perigosamente no placar. A diferença que chegou a ser de oito ponto, se reduziu a três. Mas numa boa virada Juciely que foi destaque, o Rexona voltou no jogo e conseguiu fechar o primeiro set em 25 a 21 abrindo 1 a 0 no placar.

Já o segundo, o set começou com muito equilíbrio. Nenhuma das equipes conseguia abrir vantagem no placar. Somente depois de um tempo, o time do Rio conseguiu engatar bolas seguidas e abrir 4 pontos no placar e desenhando a vitória no set. O Sesi ainda tentou reagir, mas muito melhor, o Rexona só administrou a vantagem e até conseguiu ampliar um pouco, fechando o set em 25 a 17 e botando 2 a 0 no jogo.

O terceiro começou com um Sesi abrindo dois pontos de vantagem sobre o Rexona. Mas não demorou para vir a virada e um massacre por parte das cariocas. Com um set rápido, o placar fechou em 25 a 12 e 3 sets a 0.

Na próxima rodada, o Rexona enfrenta o time do Rio do Sul fora de casa. “É um time que joga bem em casa e sempre temos dificuldades em jogar lá. Vai ser difícil e faremos o nossos melhor.”  - Completa Roberta

 

Rexona-Sesc vence o Dentil/Praia Clube e é bicampeão

Depois de perderam o carioca, Rexona vence o Praia Clube e é campeão da supercopa. Crédito: Raphael Oliveira/Esportes de A à Z

 

O Rexona-Sesc (RJ) é bicampeão da Supercopa. Nesta sexta-feira (07.10), a equipe carioca venceu o Dentil/Praia Clube (MG) por 3 sets a 1 (25/12, 25/19, 25/27 e 25/20), no ginásio do Praia, em Uberlândia (MG), e garantiu o segundo título consecutivo da competição. A partida reuniu as equipes que decidiram a Superliga e a Copa Banco do Brasil na última temporada. 

A ponteira Gabi, do Rexona-Sesc, foi um dos destaques da partida e comemorou o primeiro título das cariocas nesta temporada. 

"Estou muito feliz pelo nosso crescimento. Não fizemos uma boa partida na final do Carioca, quando fomos superadas pelo Fluminense, e hoje jogamos muito bem contra o Dentil/Praia Clube, que minha opinião é a favorita nessa temporada. Isso traz confiança para o nosso grupo que tem uma competição importante na sequência, que é o Mundial de clubes", disse Gabi, que ainda fez uma análise sobre o duelo desta sexta-feira contra o Dentil/Praia Clube.

"Conseguimos sair de uma situação difícil no jogo depois do terceiro set e jogamos a partida como um grupo. Isso foi o mais importante. Mesmo jogando fora de casa alcançamos um grande resultado. Sabemos que temos muito ainda para melhorar, mas estamos no caminho certo", afirmou Gabi. 

A ponteira holandesa Anne Buijs, que conquistou seu primeiro título pelo Rexona-Sesc, falou sobre a sua adaptação ao voleibol brasileiro. 

"Nós começamos muito bem a partida colocando muita pressão na equipe delas, mas depois elas melhoraram e o final do jogo foi muito disputado. Jogamos muito bem nos momentos decisivos e acredito que isso foi determinante na partida. Estou muito feliz com esse meu início no Brasil. As jogadoras e a comissão técnica têm me ajudado muito. Quero aprender o português o mais rápido possível e evoluir como jogadora ao lado desse grupo", comentou Anne Buijs. 

Pelo do Dentil/Praia Clube, a central Walewska lamentou a derrota, mas lembrou que o time mineiro está apenas no início de temporada. 

"Foi o nosso primeiro jogo oficial da temporada. Jogamos contra o time muito forte que é o Rexona-Sesc e acredito que hoje sentimos um pouco a falta de ritmo de jogo. Vamos seguir trabalhando forte para evoluirmos até o início da Superliga", explicou Walewska.

O JOGO

A partida começou com um longo rally que terminou com um ponto de ataque da central Carol para o Rexona-Sesc. Com um ace da ponteira Gabi, a equipe carioca abriu dois pontos (6/4). Bem no saque, as cariocas fizeram 12/6 e o treinador Ricardo Picinin pediu tempo. Se aproveitando dos erros das mineiras, as cariocas voltaram a abrir no marcador (18/9). Sem dar chances para as donas da casa, o Rexona-Sesc venceu o primeiro set por 25/12. 

A segunda parcial começou equilibrada. O Dentil/Praia Clube cresceu de produção e fez 4/2. A central Juciely conseguiu uma boa sequência de saques e o Rexona-Sesc virou o marcador (6/5). O set ficou disputado ponto. Bem no saque e se aproveitando dos erros das donas da casa, o Rexona-Sesc abriu três pontos (14/11). A central Fabiana cresceu no bloqueio e as mineiras empataram (16/16). O Rexona-Sesc voltou a dominar o set na parte final da parcial e fez 19/16. O Rexona-Sesc foi melhor até o final e venceu o set por 25/19. 

O Dentil/Praia Clube voltou melhor para o terceiro set e fez 5/2. Bem no bloqueio, o Rexona-Sesc empatou (5/5). Os contra-ataques das mineiras eram eficientes e elas voltaram a abrir no marcador (11/7). A central Juciely se destacou no saque e no ataque e as cariocas viraram o marcador para 20/18. O final da parcial foi disputado ponto a ponto e as donas da casa levaram a melhor por 27/25. 

Time agora foca na disputa da próxima superliga. Crédito: Raphael Oliveira/Esportes de A à Z

A quarta parcial começou equilibrada. Com um ponto de ataque da ponteira Gabi, o Rexona-Sesc abriu dois pontos (11/9). O Dentil/Praia Clube - liderado pela norte-americana Alix e a ponteira Ellen - virou o marcador (15/13). A levantadora Roberta conseguiu uma boa sequência de saques e o Rexona-Sesc voltou a liderar o marcador (16/15). Quando as donas da casa assumiram a liderança do placar e fizeram 19/17 o treinador Bernardinho pediu tempo. A paralização fez bem para as atuais campeãs que empataram (20/20). O time do treinador Bernardinho foi melhor na parte final da parcial e venceu o quarto set por 25/20 e o jogo por 3 sets a 1.

EQUIPES

Dentil/Praia Clube - Claudinha, Ramirez, Michelle, Alix, Wal e Fabiana. Líbero - Tássia 
Entraram - Malu, Jú Carrijo, Ellen, Natasha e 
Técnico - Ricardo Picinin 

Rexona-Sesc - Roberta, Monique, Anne Buijs, Gabi, Juciely e Carol. Líbero - Fabi e Vitória 
Entraram - Drussyla, Helô e Camilla Adão 
Técnico - Bernardinho 

Fluminense vence Rexona e é campeão no carioca

Time do Fluminense superou o favorito Rexona e se tornou campeão carioca. Crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

O ginásio do Tijuca Tênis Clube recebeu na noite de hoje a final carioca entre o Rexona e o Fluminense. Numa decisão digna, a partida teve cinco sets e pela primeira vez depois de 12 anos, o time de Bernardinho foi superado por 3 sets a 2 com parciais de 25/23, 13/25, 21/25, 25/20 e 16 a 14.

“A gente sabia que seria difícil. Temos que parabenizar o Fluminense, que fez um ótimo jogo e acreditou até o final. Eu não gostei da minha performance, o time cometeu muitos erros e falhamos em uma hora decisiva. Elas se aproveitaram disso e nós vamos aprender com o resultado. Fica uma grande lição. Agora é trabalhar duro e focar na Supercopa e no Mundial” - Conta Gabi, jogadora do Rexona.

Jogadoras do Fluminense pousam para tradicional foto. Crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

O Rexona disputa na próxima semana a decisão do título da supercopa contra o Praia Clube em Uberlândia em busca de mais um título. Já o Fluminense se prepara para a disputa da superliga já com um título em mãos.

Serginho se despede da seleção brasileira em grande evento

Festa em comemoração ao ouro olímpico marcou a última partida do líbero de 40 anos com a camisa do Brasil. Crédito: Wander Roberto/Inovafoto/CBV

Dono de quatro medalhas olímpicas, um dos maiores ícones no vôlei brasileiro se despediu da seleção brasileira. Neste domingo (04.09), depois de 15 anos de dedicação, o líbero Serginho fez hoje a última partida com a camisa do Brasil. E a ocasião não podia ser melhor. Um super evento, o Desafio de Ouro, reuniu cerca de 40 mil pessoas no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, em Brasília (DF), e a equipe verde e amarela saiu de quadra com a vitória sobre Portugal por 3 sets a 1 (25/20, 20/25, 25/21 e 15/8).

Campeão olímpico em Atenas, em 2004, Serginho disputou as finais de Pequim/08 e Londres/12, quando ficou com a medalha de prata, e conquistou novamente o ouro há duas semanas, no Rio2016. E se ele achava que toda a emoção desse momento de despedidas havia se encerrado na final olímpica, hoje o líbero da seleção brasileira reviveu mais um dia inesquecível com a realização do último jogo e as homenagens recebidas.

"São anos dedicados a seleção e estou feliz demais por tudo que aconteceu na minha vida. Eu só tenho gratidão ao voleibol. Muitas pessoas têm uma história linda nesse esporte e eu fui contemplado para ser uma delas. Estou muito feliz por ter feito história junto com esses meninos, com toda a comissão técnica e é uma felicidade enorme", disse Serginho, prestes a completar 41 anos.

Realizado profissional e pessoalmente, o líbero recordou o início de sua trajetória, quando foi do Paraná para São Paulo com apenas nove meses.

"Tem que aparecer novos ídolos. O Brasil precisa de espelhos e todos têm que lembrar que nunca pode desistir dos sonhos. Através de uma bola, eu mudei a minha vida e a da minha família. Toda história tem que se encerrar. Agora temos que bater palmas para esses meninos que estão aí. Essa é uma geração que vou carregar no meu coração, assim como todas as outras com quem joguei", afirmou o jogador.

Comandante de tudo isso, o técnico Bernardinho fez questão de enaltecer a importância do dia de hoje para todos os envolvidos no Desafio de Ouro.

"A última partida do Serginho pela seleção também é um momento muito significativo. Esse jogo teve um simbolismo forte. Os próprios portugueses que certamente cresceram vendo o Serginho em quadra falaram que para eles foi um momento único poder ter participado disso", comentou Bernardinho.

O maior líbero de todos os tempos encerrou a carreira na seleção brasileira, mas segue no vôlei atuando pelo seu time, Sesi-SP. Serginho já se apresenta ao clube nesta segunda-feira (05.09), quando segue na rotina de trabalho e dedicação ao esporte.

Histórico

Serginho foi campeão olímpico com a seleção brasileira em 2004 e conquistou a medalha de prata nos Jogos de Pequim, em 2008. O líbero brasileiro é bicampeão mundial (2002 e 2006) e octacampeão da Liga Mundial (2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009 e 2010). Com a camisa verde-amarela, Sérgio também venceu a Copa do Mundo (2003), a Copa dos Campeões (2005 e 2009), os Jogos Pan-Americanos (2007) e o Campeonato Sul-Americano (2001, 2003, 2005 e 2007, 2011, 2015).

Também foi vice-campeão na Liga Mundial e campeão no Sul-Americano, em 2011. Em 2012, integrou a seleção que ficou com a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres. Logo após a final, anunciou a aposentadoria da seleção brasileira e retornou na temporada 2015. Neste ano, esteve com a seleção na disputa da Liga Mundial, quando ajudou o Brasil a conquistar a medalha de prata e na campanha do ouro olímpico nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Brasil vence Estados Unidos e é campeão pela 11ª vez

Time do Brasil conquista pela 11o vez o título do Grand Prix. Crédito: Divulgação/FIVB

A seleção brasileira feminina de vôlei é campeã do Grand Prix pela 11ª vez. Na decisão, a equipe do treinador José Roberto Guimarães venceu, neste domingo (10.07), os Estados Unidos, líder do ranking mundial, por 3 sets a 2 (18/25, 25/17, 25/23, 22/25 e 15/9), em 1h56 de jogo, no Huamark Indoor Stadium, em Bangcoc, na Tailândia. A Holanda superou a Rússia por 3 sets a 2 e ficou com a medalha de bronze. 

Com o resultado, o time verde e amarelo aumentou o número de conquistas em relação a segunda seleção com mais títulos. Enquanto as brasileiras venceram pela décima primeira vez (1994, 1996, 1998, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009, 2013, 2014 e 2016), os Estados Unidos, segunda equipe com mais conquistas, têm seis.
O Brasil terminou a fase final invicto e perdeu apenas dois sets. Ao longo de toda a edição 2016 do Grand Prix, o time verde e amarelo venceu 11 partidas e foi superado em apenas duas na fase de classificação pela Sérvia e China, respectivamente. 

A central Fabiana foi a maior pontuadora entre as brasileiras na final, com 18 acertos. A oposta Sheilla e a ponteira Fê Garay, com 14 cada, a central Thaisa e a campeã olímpica Natália, com 12 cada, também pontuaram bem numa distribuição homogênea da levantadora Dani Lins. Apesar da derrota, os Estados Unidos tiveram a maior pontuadora do confronto, a central Akinradewo, com 19 acertos. 

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da participação do Brasil no Grand Prix e comentou sobre o duelo contra os Estados Unidos. 

"A vontade e a disposição que esse grupo apresentou foram fatores muito positivos. Fico feliz pela atitude que esse time teve durante a competição. Quando elas jogam abaixo eu cobro muito e nós somos uma equipe que precisa jogar sempre no limite. Dependemos muito da agressividade do nosso ataque para conseguirmos ter bons resultados. O ataque também direciona o resto dos fundamentos. Esse resultado de 3 sets a 2 contra os Estados Unidos tem um significado de que vai ser muito difícil nos Jogos Olímpicos. Vamos precisar manter essa postura porque as norte-americanas vão vir ainda mais fortes no Rio. Estamos no caminho certo, mas como falei ontem é daí para cima", analisou José Roberto Guimarães, que no final do terceiro set foi o responsável por pedir o desafio que selou a vitória brasileira na parcial. 

Eleita a segunda melhor central da competição, a bicampeã olímpica Thaisa parabenizou o grupo pelo resultado e lembrou da importância de seguir evoluindo até os Jogos Olímpicos. 

"Foi bom, porém sabemos que ainda temos muito o que melhorar. Os Jogos Olímpicos são uma outra competição e é outra história Estou feliz, mas não satisfeita. O Grand Prix foi importante porque ganhamos confiança. Hoje saímos atrás na partida contra os Estados Unidos e conseguirmos virar. Isso fortalece o grupo, mas sabemos que ainda precisamos evoluir", disse Thaisa. 

O JOGO

O set começou equilibrado e os Estados Unidos foram para a primeira parada técnica com um de vantagem (8/7). Quando as norte-americanas fizeram 10/7, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Os Estados Unidos se destacavam no saque e abriram cinco pontos (14/9). A equipe do treinador Karch Kiraly seguiu melhor, fez 19/14 e o técnico José Roberto Guimarães voltou a parar o jogo. Os Estados Unidos seguiram melhores e venceram o primeiro set por 25/18. 

O treinador José Roberto Guimarães trocou as ponteiras no início da segunda parcial. Entrou Jaqueline e saiu Fê Garay. Bem no bloqueio, os Estados Unidos fizeram 7/5. As brasileiras cresceram de produção e viraram o marcador (8/7). Com um ace da central Thaisa, o time verde e amarelo fez 11/9. O Brasil foi para o segundo tempo técnico com três de vantagem (16/13). A ponteira Jaqueline se destacava e as brasileiras fizeram 17/14. O Brasil foi melhor na parte final da parcial e levou a melhor no segundo set por 25/17. 

Os Estados Unidos voltaram melhores para o segundo set e fizeram 6/4. O volume de jogo das brasileiras passou a dificultar o jogo das norte-americanas e a equipe verde e amarelo fez quatro pontos seguidos (8/6). Quando o Brasil fez 14/11 foi a vez do técnico norte-americano, Karch Kiraly, pedir tempo. Mesmo com a paralisação, as brasileiras foram para o segundo tempo técnico com quatro de vantagem (16/12). O Brasil segurou uma reação dos Estados Unidos e venceu o terceiro set por 25/23, depois do treinador José Roberto Guimarães usar o recurso do desafio que apontou toque no bloqueio em um ataque da central Thaisa. 

O Brasil começou melhor no quarto set e fez 8/7. Os Estados Unidos abriram dois pontos (10/8) e o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. O volume de jogo das brasileiras voltou a aparecer e o Brasil empatou (12/12). Numa bola rápida da central Thaisa, o time verde e amarelo abriu dois pontos (15/13). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. Os Estados Unidos aproveitaram os erros do Brasil no final da parcial e venceram o quarto set por 25/22.

As brasileiras começaram melhores no tie-break e fizeram 5/3. Com um ponto de bloqueio, o time verde e amarelo abriu três pontos (8/5). Neste momento, o treinador norte-americano pediu tempo. O bloqueio das brasileiras incomodava as americanas e o Brasil aumentou a diferença no placar para cinco pontos (10/5). O Brasil segurou a diferença até o final e venceu o set por 15/9 e o jogo por 3 sets a 2. 

Seleção do Grand Prix

O Brasil ainda teve outros motivos para comemorar neste domingo. A ponteira Natália foi eleita a melhor jogadora da competição, a central Thaisa, a segunda melhor jogadora da sua posição, e a atacante Sheilla, a melhor ponteira. Natália analisou a participação do Brasil no Grand Prix e ressaltou a força do grupo na conquista. 

"Estou muito feliz pelo nosso grupo. Começamos o Grand Prix de uma maneira e terminamos de outra. A nossa atitude dentro de quadra mudou e hoje estamos mais agressivas. Treinamos muito para alcançarmos esse resultado. Nosso primeiro objetivo do ano foi alcançado, mas ainda temos um maior pela frente que são os Jogos Olímpicos", disse Natália que ainda falou sobre a premiação de MVP do Grand Prix. 

"Esse prêmio individual me deixa feliz por estar podendo ajudar ao time e isso é o mais importante. Ainda tenho muito o que melhorar e vou seguir trabalhando forte para isso", afirmou Natália. 

SELEÇÃO DO GRAND PRIX

MVP: Natália Pereira (Brasil)
Melhor levantadora: Nootsara Tomkom (Tailândia)
Melhor ponteira: Sheilla Castro (Brasil)
2ª melhor ponteira: Kimberly Hill (Estados Unidos)
Melhor central: Rachael Adams (Estados Unidos)
2ª melhor central: Thaisa Menezes (Brasil)
Melhor oposto: Lonneke Slöetjes (Holanda)
Melhor líbero: Li Lin (China)

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