fbpx

Sesc RJ renova com líbero Tiago Brendle e centrais Maurício Souza e Tiago Barth

O time masculino do Sesc RJ, que conquistou a terceira colocação na Superliga 17-18 em sua estreia na competição, renovou contratos com os líberos Tiago Brendle e Alexandre Elias, os centrais Maurício Souza e Tiago Barth e os levantadores Thiaguinho e Everaldo.

 

Nascido em Juiz de Fora (MG), o bicampeão olímpico Giovane Gávio segue pelo terceiro ano consecutivo no comando do Sesc RJ, no projeto Sesc Esporte, que visa incentivar a formação esportiva inicial de crianças e adolescentes além da participação em ações sociais da instituição.

 

“Queremos dar continuidade no projeto, seguir com nossas ações sociais, por exemplo, com as clínicas, espalhadas por todo o estado do Rio. Dentro das quadras estamos em busca de um lugar mais alto no pódio. No último ano, ficamos em terceiro e sempre a gente pensa em crescer então, esse ano, nosso grande objetivo é participar de uma final da Superliga. Acima de tudo é acreditar no potencial da nossa base”, afirma o técnico.

 

Com a função de defender e ser o responsável pela linha de passe da equipe, o líbero Tiago Brendle, gaúcho de 29 anos, chega ao seu segundo ano no elenco do Sesc RJ almejando uma temporada ainda mais positiva.

 

“Vamos determinar nossas metas e objetivos juntos nas próximas semanas mas certamente almejamos fazer uma temporada ainda mais positiva. Queremos ir mais além: conquistar o Campeonato Carioca e levar o Sesc RJ até a final da próxima Superliga. Fico muito feliz com a sequência do meu contrato e seguimos cada vez mais motivados por continuar esse trabalho”, afirma o líbero, que levou para casa o prêmio de Melhor Defensor da Superliga 17/18.

 

Com 1,90 e 85 kg, o carioca Alexandre Elias também renovou com a equipe carioca e quer aproveitar as lições aprendidas nessa última Superliga 17-18. O líbero chega ao seu terceiro ano e também vê adiante possibilidade de a equipe chegar ainda mais longe.

 

“Estou feliz em renovar com o Sesc RJ. Vou para o terceiro ano no clube, equipe que vai conquistando cada vez mais espaço no cenário nacional. Na temporada passada conseguimos beliscar o pódio. A gente pode ir cada vez mais longe e quem sabe conquistar os principais títulos da temporada”, analisa.

 

Terceiro melhor sacador da Superliga 17/18, Tiago Barth chega com a renovação ao seu terceiro ano no Sesc RJ. O central, que chamou a atenção de um técnico de vôlei nas ruas de Foz de Iguaçu com seus 2,09m, segue na mesma linha de seus companheiros: desenvolver o trabalho já realizado dentro do time em busca dos principais títulos.

 

“Estamos iniciando as preparações para a próxima temporada. É muito importante esse início e trabalho para dar o condicionamento físico que a gente precisa principalmente para evitar lesões no decorrer da temporada. Estou muito feliz de ter renovado com o Sesc RJ, estou desde o início do projeto, ajudei desde a Superliga B. Ano passado conseguimos um terceiro lugar e esse ano acho que podemos ir além. Temos uma equipe muito forte e podemos alcançar uma classificação ainda melhor na próxima temporada. Esse é o objetivo de todo mundo e trabalhando juntos a gente vai chegar lá”, afirma.

 

Bons nas quadras e na viola

 

O central Maurício Souza não nega que gosta da vida no interior e faz questão de sempre lembras de suas raízes e da vida simples da infância em suas postagens nas redes sociais.  Bem adaptado em sua segunda passagem pelo Rio de Janeiro, o mineiro nascido em Iturama vai encarar pelo segundo ano o desafio de chegar a novos patamares com a equipe do Sesc RJ.  À base de muito suor e muito trabalho, o campeão olímpico nos Jogos do Rio-2016, além do vôlei, tem entre suas paixões tocar violão, paixão esta compartilhada com o levantador Thiaguinho. Natural de João Pessoa, Thiago Veloso renovou com o Sesc RJ para a temporada 2018-2019 em um ano especial para o atleta: realizou seu sonho ao receber sua primeira convocação para a seleção brasileira adulta de vôlei e estrear em um amistoso contra a China. O paraibano comemora o momento positivo pelo qual passa sua carreira e a continuidade do trabalho iniciado na temporada passada ao lado do elenco carioca.

 

“Estou muito feliz de ter renovado com o Sesc RJ, desde que eu cheguei me identifiquei muito com o projeto, além de já conhecer a comissão técnica pois já tinha tido a chance de trabalhar juntos. Foi um trabalho muito bem feito. Terceiro lugar em um primeiro ano de superliga é um resultado que se deve valorizar. A expectativa para a próxima temporada é com certeza brigar pelo título, é chegar à final”, afirma.

 

Outro levantador a renovar com a equipe é Everaldo Lucena. O experiente carioca de 1,97m de altura e 94 kg está empolgado com seu terceiro ano na equipe e a possibilidade de continuar no Rio de Janeiro. Pai de primeira viagem de uma menininha de 5 meses, o atleta não só queria se manter no Rio mas também ter a chance de seguir com o trabalho ao lado do elenco já entrosado.

 

“Sempre foi um sonho jogar no Rio de Janeiro. Renovar com o Sesc RJ é fantástico. Essa temporada com certeza promete muita coisa boa. O time estará ainda mais encorpado, tem muita coisa boa a acontecer nessa próxima temporada”, diz.

 

A pré-temporada do time masculino começará na praia da Barra. A partir da metade do mês de setembro, a equipe passa a ocupar de forma permanente a Arena 3 do Parque Olímpico. O foco este ano são as disputas do Campeonato Carioca, da Superliga e da Copa do Brasil. À frente do time está o auxiliar técnico Pedro Uehara, o Peu, pois Giovane estará nesse período com a Seleção Brasileira sub-21 que disputará o Sul-americano e com a seleção B que disputará a Copa Pan-americana.

LIGA DAS NAÇÕES FEMININA: Brasil estreia na Fase Final contra a Holanda

Classificada e garantida entre os seis times que estarão na Fase Final da Liga das Nações, a seleção brasileira feminina de vôlei conheceu, nesta sexta-feira (15.06), a tabela da primeira etapa que terá pela frente em Nanjing, na China. A equipe dirigida pelo técnico José Roberto Guimarães folga na primeira rodada e estreia contra a Holanda, no dia 28 de junho.

O outro adversário do Brasil neste primeiro momento da Fase Final será a China, no confronto que será no dia seguinte. Os demais times classificados são Estados Unidos, Sérvia e Turquia, que formam o outro grupo.

Os quatro times que passarem disputam a semifinal no dia 30. Os perdedores destes confrontos buscam a medalha de bronze no dia 1º de julho, na primeira partida da rodada, que terminará com o duelo entre as seleções vencedoras, que estarão na busca pelo título.

A seleção brasileira feminina de vôlei encerrou a participação na fase classificatória da Liga das Nações em terceiro lugar, com 35 pontos somados após 12 vitórias e três resultados negativos. Agora, terá 13 dias até a estreia na Fase Final em preparação que será realizada no Japão.

LIGA DAS NAÇÕES FEMININA

1ª semana:

Barueri (SP)

15.05 – Brasil 1 x 3 Alemanha (25/15, 22/25, 18/25 e 20/25)

16.05 – Brasil 3 x 1 Japão (22/25, 25/18, 25/23 e 25/11)

17.05 – Brasil 3 x 1 Sérvia (23/25, 25/22, 25/14 e 25/21)

2ª semana:

Ancara (Turquia)

22.05 – Brasil 3 x 1 Turquia (25/17, 25/19, 23/25 e 25/21) 

23.05 – Brasil 3 x 0 Argentina (25/9, 25/21 e 25/14)

24.05 – Brasil 3x 0 República Dominicana (25/20, 25/10 e 25/13)

3ª semana:

Apeldoorn (Holanda)

29.05 – Brasil 3 x 1 Coréia do Sul (25/11, 25/14, 31/33 e 25/20)

30.05 – Brasil 3 x 0 Polônia (25/20, 25/20 e 25/23)

31.05 – Brasil 3 x 1 Holanda (25/23, 26/24, 13/25 e 25/22)

4ª semana:

Jiangmen (China)

05.06 – Brasil 3 x 2 China (19/25, 25/23, 27/25, 10/25 e 16/14)

06.06 – Brasil 1 x 3 Estados Unidos (23/25, 28/26, 21/25 e 18/25)

07.06 – Brasil 3 x 2 Rússia (15/25, 25/21, 25/20, 19/25 e 17/15)

5ª semana:

Eboli (Itália)

12.06 – Brasil 3 x 1 Bélgica (25/15, 25/14, 21/25 e 25/23)

13.06 – Brasil 3 x 1 Tailândia (25/16, 25/22, 18/25 e 25/13)

14.06 – Brasil 2 x 3 Itália (25/22, 20/25, 25/17, 19/25 e 12/15)

FASE FINAL

Nanjing (China)

28.06 – Brasil x Holanda – 8h15 

29.06 – Brasil x China – 9h30 

Brasil encerra etapa em casa com vitória sobre a Sérvia

No último jogo da etapa disputada no ginásio José Corrêa, em Barueri (SP), a seleção brasileira feminina de vôlei esteve em tarde inspirada. As comandadas pelo técnico José Roberto Guimarães venceram a Sérvia por 3 sets a 1, nesta quinta-feira (17.05), com parciais de 23/25, 25/22, 25/14 e 25/21. O público lotou o ginásio e entusiasmou a equipe, que correspondeu com grande atuação.

 Na etapa paulista, o Brasil foi superado pela Alemanha na estreia, por 3 sets a 1, e assegurou duas vitórias – sobre Japão e Sérvia, ambos pelo mesmo placar. Já a seleção da Sérvia havia chegado para enfrentar a seleção brasileira com dois resultados positivos, sobre as alemãs e as japonesas.

A central Bia foi a maior pontuadora da partida, com o total de 18 acertos (nove de ataque, oito de bloqueio e um de saque). A oposto Tandara também se destacou, marcando 14 pontos. E a ponteira Amanda, muito festejada pelos torcedores, fez 13. Após o jogo, a atacante falou sobre o desempenho de hoje.

“O resultado sempre é coletivo. Treinamos muito na preparação para essa etapa, principalmente porque enfrentaríamos seleções com características muito diferentes. A comissão técnica nos preparou muito bem para isso e todas juntas conseguimos fazer o que foi treinado. Não é fácil jogar contra um time tão alto, mas a vitória veio”, disse Amanda.

A jogadora da seleção brasileira ainda falou sobre o dia a dia do grupo e em como trabalha para conseguir bons desempenhos em quadra.

“Eu me dedico muito. Essa boa atuação é fruto de muito trabalho e inspiração. Eu olho as meninas que estão aqui há muito mais tempo se dedicando, as jogadoras que viajam e deixam filhos em casa, que abdicam de muita coisa, períodos longos longe e não tem como entrar devagar em quadra. Isso me inspira muito”, complementou Amanda.

A ponteira Drussyla também comentou sobre o resultado positivo do Brasil. “Estudamos muito essa semana, pois sabíamos que o time delas tem muita qualidade e entramos com confiança. Queríamos muito essa vitória hoje e estamos muito felizes porque deu certo”, afirmou Drussyla.

Satisfeito com a atuação do seu time nesta quinta-feira, o técnico José Roberto Guimarães fez uma análise da partida contra a Sérvia.

“Podemos ver uma evolução como um todo no sistema defensivo e na relação entre o bloqueio e a defesa. Conseguimos ajustar as posições em quadra e o nosso bloqueio. Ainda podemos melhorar o nosso saque. Gostei de ver a atenção das jogadoras em quadra. O time mostrou que evoluiu e estou muito feliz com essa vitória. Sabíamos que seria um jogo difícil e foi legal ver a energia das meninas hoje”, afirmou José Roberto Guimarães.

 A seleção feminina viaja na madruga desta sexta-feira (18.05) para Ankara, na Turquia, onde disputará a segunda semana da competição contra as donas da casa, a Argentina e a República Dominicana. O primeiro jogo do time verde e amarelo será na terça-feira (22.05), às 11h (horário de Brasília) contra a Turquia.

 A competição

A Liga das Nações acontece pela primeira vez em 2018, substituindo o Grand Prix, onde o Brasil é o maior vencedor, com 12 títulos, e atual campeão. Agora, com novo nome e formato, a competição tem 16 equipes na disputa pelo título.

A cada semana são formados quatro grupos com quatro seleções cada, definidos em sorteio. Ao fim da fase classificatória, as cinco equipes mais bem classificadas avançarão à Fase Final, que contará ainda com a China, país sede. A Fase Final acontecerá de 27 de junho a 1º de julho. 

O JOGO

O Brasil abriu o placar do jogo com um ponto de saque da levantadora Roberta. O set começou equilibrado. A Sérvia foi para o primeiro tempo técnico com um de vantagem (8/7). Quando as sérvias fizeram 11/8, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo virou o marcador (14/11). A Sérvia cresceu de produção e voltou a liderar o set (16/15). Com um ataque da oposta Tandara, as brasileiras fizeram (17/16). A oposta Boskovic fez um ponto de contra-ataque e as sérvias fecharam o primeiro set por 25/23.

O Brasil começou melhor o segundo set e fez 3/1. O time verde e amarelo foi para o primeiro tempo técnico com dois de vantagem (8/6). Com um ace da oposta Tandara, o time verde e amarelo abriu dois pontos (11/9). As brasileiras mantiveram a vantagem no segundo tempo técnico (16/14). Bem no bloqueio, o time do treinador José Roberto Guimarães abriu três pontos (18/15) e a Sérvia pediu tempo. As europeias cresceram de produção e empataram (18/18). Com Amanda bem nos contra-ataques, o Brasil abriu três pontos (21/18). As brasileiras seguraram a vantagem até o final e venceram o segundo set por 25/22.

O terceiro set iniciou equilibrado. Se aproveitando dos erros das sérvias, o Brasil fez 7/6. Bem no bloqueio, as brasileiras abriram dois pontos (8/6) e o treinador da Sérvia pediu tempo. O Brasil seguiu ditando o ritmo da parcial e aumentou a vantagem no marcador para quatro pontos (11/7). No segundo tempo técnico, as brasileiras venciam por 16/10. O Brasil dominou a parcial até o final e venceu o terceiro set por 25/14.

O Brasil fez os dois primeiros pontos do quarto set. Numa largada da ponteira Drussyla, o time verde e amarelo fez 6/4. Quando as brasileiras tinham 7/4, o treinador da Sérvia pediu tempo. A equipe do treinador José Roberto Guimarães seguiu melhor e fez 11/7. A Sérvia cresceu de produção e encostou (12/11). Com um ponto de saque da oposta Tandara, o Brasil voltou a abrir no marcador (14/11). O Brasil tinha quatro de vantagem no segundo tempo técnico (16/12). As donas da casa seguraram a vantagem até o final e venceram o quarto set por 25/21 e o jogo por 3 sets a 1.

Brasil vira o jogo e bate o Japão

A seleção brasileira feminina de vôlei assegurou sua primeira vitória na Liga das Nações. Depois de ser superado na estreia, o time dirigido pelo técnico José Roberto Guimarães entrou em quadra nesta quarta-feira (16.05) determinado a garantir o resultado positivo e, demonstrando garra e agradando a torcida, bateu o Japão por 3 sets a 1, de virada, com parciais de 22/25, 25/18, 25/23 e 25/11. Cerca de 5.200 torcedores estiveram nesta tarde no ginásio José Corrêa, em Barueri (SP), assistindo a vitória de perto.

O Brasil volta à quadra nesta quinta-feira (17.05) para seu último compromisso em casa pela Liga das Nações. O confronto será contra a Sérvia, às 15h.

A oposta Tandara foi a maior pontuadora do confronto, com 25 pontos. A central Adenízia, com 15, e a ponteira Amanda, com 10, também pontuaram bem pelo time verde e amarelo. 

Titular na partida de hoje, a central Adenízia destacou a mudança de postura da seleção brasileira em relação a partida de estreia na Liga das Nações, quando acabou superada pela Alemanha, por 3 sets a 1.

“Ontem, infelizmente a vitória não veio, faltou um pouco de espírito e foi apenas o primeiro jogo. O time ainda não está entrosado. Mas, hoje foi diferente. Entramos agressivos e mostrando o que é o Brasil, com alegria, e não podemos deixar isso morrer jamais. Hoje, foi tudo diferente. Nós conversamos, estudamos e entramos com outra postura, demonstrando o que é o voleibol do Brasil”, disse Adenízia, que marcou nove pontos de bloqueio. 

Estreando na função de líbero na partida desta tarde, Jaqueline entrou em quadra no final do quarto set, foi aclamada pela torcida, e confessou que fez de tudo para participar do jogo.

“O Zé me colocou ali no final do quarto set até para sentir o clima do jogo, a adrenalina e foi muito gostoso. Sentir esse carinho, esse calor da torcida é sempre muito bom. É um reconhecimento do nosso trabalho. E, como eu tinha pouco tempo, entrei na frente da Drussyla para fazer o passe, que saiu bom e é isso que importa”, brincou Jaque, que ainda agradeceu pelo apoio dos torcedores.

“Tanto na seleção, como no clube, receber esse carinho é muito gostoso. Tento retribuir da melhor maneira possível. E isso se torna ainda mais importante neste momento, quando estou começando em uma posição nova. Querendo ou não, dá um certo nervosismo, até porque a Suelen foi muito bem nesses dois jogos”, disse Jaque.

O treinador José Roberto Guimarães ressaltou a mudança de postura do Brasil no duelo contra o Japão.

“Hoje foi um outro time em quadra com uma energia e um espírito diferentes. Essa luta e a vontade de vencer o tempo inteiro fez com que o time apresentasse uma melhora. Estamos buscando as melhores situações em cada uma das posições. Foi uma vitória importante pela superação após a derrota de ontem e o tempo curto de recuperação. O time conseguiu absorver a derrota e jogou melhor hoje”, analisou José Roberto Guimarães.

Depois da Liga das Nações, a seleção feminina disputará outras três competições em 2018: Copa Pan-Americana entre os dias 6 e 15 de julho, Montreux Volley Masters, entre os dias 4 e 9 de setembro, além do Campeonato Mundial de 29 de setembro a 20 de outubro.

O JOGO 

O Brasil fez os três primeiros pontos do jogo. O Japão cresceu de produção e empatou o placar (8/8). Quando as brasileiras voltaram a abrir no marcador (12/9), a treinadora do Japão pediu tempo. O time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico com dois de vantagem (16/14). O Japão cresceu de produção e empatou (16/16). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. O Japão foi melhor na parte final do set e venceu a parcial por 25/22. 

Com um ponto de saque da ponteira Drussyla, o Brasil fez 2/1. Bem no contra-ataques, as brasileiras aumentaram a vantagem no placar para três pontos (5/2). O time do treinador José Roberto Guimarães manteve a vantagem no primeiro tempo técnico (8/5). O Brasil seguiu dominando a parcial e foi para o segundo tempo técnico vencendo por 16/11. O Brasil foi melhor até o final e venceu o segundo set por 25/18. 

O Japão voltou melhor para o terceiro set e fez 3/1. Bem no contra-ataques, as japonesas fizeram 7/4. O Brasil fez três pontos seguidos e empatou (7/7). Na sequência, com um ponto de saque, o time verde e amarelo assumiu a liderança no marcador (8/7). A partida ficou disputada ponto a ponto. Quando as brasileiras fizeram 14/12, o Japão pediu tempo. O time verde e amarelo tinha um de vantagem no segundo tempo técnico (16/15). Quando o Japão fez 19/18 foi a vez do treinador José Roberto Guimarães parar o jogo. Com um ponto de saque da levantadora Roberta, as brasileiras assumiram a liderança no marcador (21/20). O Brasil foi melhor na parte final da parcial e levou a melhor no terceiro set por 25/23. 

O Brasil fez os dois primeiros pontos do quarto set. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo abriu cinco pontos (6/1). O volume de jogos das brasileiras era eficiente e o Brasil aumentou a vantagem para oito pontos (12/4). No segundo tempo técnico, o Brasil vencia por 16/7. O Brasil dominou a parcial até o final e venceu o set por 25/11 e o jogo por 3 sets a 1. 

Sesc RJ renova com levantadoras Roberta Ratzke e Carol Leite e opostas Monique Pavão e Natiele

O time feminino do Sesc RJ, que conquistou o vice-campeonato na Superliga 2017/2018, renovou contratos com as levantadoras e opostas de seu elenco. A equipe, maior vencedora da história do vôlei brasileiro, mantém Roberta Ratzke, Carol Leite, Monique Pavão e Natiele para a temporada 18/19.

 

A levantadora Roberta, que atualmente treina com a Seleção Brasileira, vai para sua nona temporada no Sesc RJ. A curitibana, revelada no projeto social que a equipe manteve por muitos anos na capital paranaense, está ansiosa por contribuir para que o time alcance resultados melhores na próxima temporada.

 

“Estou muito feliz de renovar. Eu amo jogar no time do Sesc RJ e dou muito valor ao relacionamento que temos com a comissão técnica. É momento de renovação, confio muito no Bernardo e sei que ele tem um trabalho muito grande para fechar um grupo. Ele pensa não apenas em boas jogadoras, mas realmente em peças que vão somar para a equipe. Estou confiante que teremos um bom grupo e iremos brigar novamente por títulos”, afirma.

 

O Sesc RJ, no entanto, terá que aguardar para ter a jogadora de volta já que, agora, o foco é a Seleção. “Estou ansiosa. A primeira competição é a Liga das Nações. Será uma rotina cansativa, iremos a Ásia duas vezes, mas para mim é tudo muito novo e a expectativa de continuar jogando e ser mais efetiva me faz crescer muito na minha posição e amadurecer cada vez mais”.

 

Já Carol Leite, comemora a continuidade do trabalho, iniciado na temporada passada. “Estou muito feliz de ter a oportunidade de ficar mais um ano no time e dar sequência ao trabalho com o Bernardo, com a comissão técnica e todo o time. Espero que a próxima temporada seja ainda mais feliz do que a atual, que já foi incrível para todas nós e para mim, em especial. Acredito que temos muito potencial para alcançar objetivos ainda maiores”, afirma.  

 

AS OPOSTAS

Será a sétima temporada da carioca Monique Pavão sob o comando do técnico Bernardinho. A atleta, que já conquistou quatro títulos da Superliga pela equipe, espera contribuir para que venham mais conquistas. “A expectativa para defender o Sesc RJ por mais uma temporada é a melhor possível. Quero evoluir e crescer ao longo da temporada para ajudar ao máximo a equipe”, afirma.

 

Já a gaúcha Natiele, assim como Carol Leite, chega a sua segunda temporada com a camisa do Sesc RJ.  “Estou muito feliz de representar a equipe do Sesc RJ por mais uma temporada. Tenho certeza de que será um ano de muitos desafios e espero que seja de muitas conquistas também, diz.

 

O time feminino do Sesc RJ é o maior vencedor da Superliga Feminina com 12 títulos (97/98, 99/00, 05/06, 06/07, 07/08, 08/09, 10/11, 12/13, 13/14, 14/15, 15/16 e 16/17), quatro Sul-Americanos (2013, 2015, 2016 e 2017) e 14 Estaduais. 

 

 

RENOVAÇÕES

Roberta

Roberta da Silva Ratzke

Nascimento: 28/04/1990

Curitiba/PR

Posição: Levantadora

Altura: 1,85m

Peso: 68 kg

 

Carol Leite

Carolina Leite

Nascimento: 15/11/1992

Jundiaí/SP

Posição: Levantadora

Altura: 1,72m

Peso: 71 Kg

 

Monique

Monique Marinho Pavão

Nascimento: 31/10/1986

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Oposta

Altura: 1,78m

Peso: 67 kg

 

Natiele

Natiele Marques Gonçalves

Nascimento: 28/11/1991

Porto Alegre/RS

Posição: Oposta

Altura: 1,80m

Peso: 78 Kg

LIGA DAS NAÇÕES: Brasil é superado pela Alemanha

A seleção brasileira feminina de vôlei estreou com resultado negativo na Liga das Nações. A equipe do treinador José Roberto Guimarães foi superada, nesta terça-feira (15.05), pela Alemanha por 3 sets a 1 (15/25, 25/22, 25/18 e 25/20), no ginásio José Correa, em Barueri (SP). Brasileiras e alemãs estão no mesmo grupo da Sérvia e do Japão na primeira semana da competição. 

O time verde e amarelo voltará à quadra às 15h05 desta quarta-feira (16.05) contra o Japão. A TV Globo e o SporTV 2 transmitirão ao vivo. 

A atacante Fromm, da Alemanha, foi a maior pontuadora do confronto, com 20 pontos. Pelo lado do Brasil, a oposta Tandara marcou 16 vezes e a ponteira Drussyla fez 14 pontos. 

A central Carol, que marcou oito pontos na partida, lamentou o resultado, mas mostrou otimismo na recuperação do Brasil. 

“A partida de hoje fugiu um pouco do nosso controle. Sabemos que esse foi o primeiro jogo da temporada. Ficamos tristes com o resultado, mas ainda temos muita competição pela frente. Vamos continuar treinando forte e os resultados vão aparecer naturalmente”, disse Carol. 

O treinador José Roberto Guimarães pediu uma melhora no sistema defensivo do time brasileiro. “Poderíamos ter atuado um pouco melhor e ido para cima da Alemanha. No entanto, o nosso sistema defensivo não funcionou e quando a relação bloqueio-defesa não ajuda, a gente começa a sentir o jogo. Foi o que aconteceu hoje", explicou José Roberto Guimarães. 

Depois da Liga das Nações, a seleção feminina disputará outras três competições em 2018: Copa Pan-Americana entre os dias 6 e 15 de julho, Montreux Volley Masters, entre os dias 4 e 9 de setembro, além do Campeonato Mundial de 29 de setembro a 20 de outubro.

O JOGO 

O set começou equilibrado. Numa bola rápida central Carol, o time verde e amarelo fez 8/7. Bem no saque, as brasileiras abriram quatro pontos (11/7). Com Tandara pontuando bem, o Brasil abriu 19/11 e a Alemanha pediu tempo. As adversárias reagiram e fizeram 13/21. No bloqueio de Bia, a seleção brasileira marcou 21/13. E, com Monique, a equipe da casa fechou com 10 pontos de vantagem: 25/15.

A Alemanha voltou melhor para o segundo set e fez 5/4. O Brasil cresceu de produção e empatou (7/7). A ponteira Drussyla conseguiu uma largada e o time verde e amarelo deixou tudo igual no marcador (9/9). Quando o time europeu abriu três pontos (12/9), o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A paralisação fez bem as brasileiras que empataram (17/17). Se aproveitando dos erros da Alemanha, o Brasil virou o marcador (22/21). A Alemanha foi melhor na parte final da parcial e venceu o segundo set por 25/22.

A Alemanha fez os dois primeiros pontos no início da terceira parcial. O time europeu seguiu melhor e abriu quatro pontos (10/6). Bem no bloqueio, as alemãs fizeram 14/8 e o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A Alemanha foi para o segundo tempo técnico vencendo por 16/10. O time europeu manteve a vantagem no marcador e fez 20/14. O Brasil passou a sacar com eficiência e diminuiu a vantagem no marcador para quatro pontos (22/18). A Alemanha segurou a vantagem e levou a melhor no terceiro set por 25/18.

 Numa boa sequência de saques da central Carol, o Brasil deixou tudo igual no marcador (4/4). Quando a Alemanha abriu três pontos (12/9), o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Mesmo com a paralisação, a Alemanha manteve a vantagem no marcador (14/11). Bem na virada de bola, as europeias fizeram (20/16). A Alemanha foi melhor até o final e venceu o último set por 25/20 e o jogo por 3 sets a 1.

Cruzeiro vence o Sesi-SP e conquista o sexto título

Dois grandes times, duas grandes forças do voleibol brasileiro, estiveram frente a frente na grande decisão da Superliga Cimed masculina de vôlei 2017/2018. Neste domingo (06.05), diante de um público de 14.800 pessoas, no Jogo 2 e último da final, melhor para o Sada Cruzeiro (MG), que venceu o Sesi-SP por 3 sets a 2 (25/16, 17/25, 25/22, 23/25 e 22/20), no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). No Jogo 1, em São Paulo (SP), a equipe mineira já havia vencido, também por 3 a 2.

Nesta manhã, o levantador Uriarte foi o mais votado no site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e recebeu o último Troféu VivaVôlei Cimed da temporada após ser eleito o melhor jogador da grande final. Outro destaque ficou por conta do oposto Evandro, maior pontuador da partida ao lado de Leal, com 24 acertos cada um. Emocionado, o atacante falou sobre o duelo decisivo.

“Esse é um grande time, que tem uma grande comissão técnica, e que trabalha muito duro para momentos como esse. Hoje foi um jogo decidido realmente nos detalhes e deu certo para o nosso lado. Absolutamente todos estão de parabéns por mais uma vitória e mais um título. Tivemos parciais altas, um tie break altíssimo, e no momento decisivo, fomos melhores”, disse Evandro.

O técnico Marcelo Mendez relembrou a trajetória do Sada Cruzeiro, especialmente na semifinal, quando precisou jogar os cinco confrontos para passar pelo EMS Taubaté Funvic (SP) e garantir a vaga na final.

“Contamos com uma diretoria forte, um clube que nos dá tudo e acho que esse é o grande segredo para a conquista de mais um título. Hoje, vivemos uma emoção diferente em um jogo tão difícil e neste Mineirinho lotado. Já na semifinal foi uma grande emoção depois de perdemos os dois primeiros jogos e virarmos a série para 3 a 2. Agora, na final, um jogo muito difícil em São Paulo e agora também”, disse Mendez.

O Sada Cruzeiro liderou todo o campeonato. Na fase classificatória, fez 57 pontos após a campanha de 19 vitórias e três derrotas. Nas quartas de final, a equipe dirigida pelo técnico Marcelo Mendez eliminou o Lebes Canoas (RS) vencendo dois jogos na série melhor de três e, na semifinal, levou a melhor sobre o pelo EMS Taubaté Funvic (SP) em uma série bastante equilibrada, que só terminou no quinto e último duelo.

O JOGO

O oposto Evandro fez de ataque o primeiro ponto da partida. A partida ficou equilibrada. Com um ponto de bloqueio, o time celeste abriu dois pontos (5/3). Quando o Sada Cruzeiro abriu três pontos (6/3), o treinador Rubinho pediu tempo. O campeão olímpico Evandro conseguiu um ace e o time mineiro aumentou a vantagem no marcador (11/6). O Sesi-SP cresceu de produção e encostou (14/11). Se aproveitando dos erros da equipe paulista, os donos da casa voltaram a abrir no marcador (22/14). O Sada Cruzeiro dominou a parcial até o final e venceu o primeiro set por 25/16.

O Sada Cruzeiro fez o primeiro ponto do segundo set. A parcial iniciou equilibrada. Com um ataque pelo meio do central Isac, o time celeste deixou tudo igual no marcador (5/5). Bem no bloqueio, o Sesi-SP abriu dois pontos (7/5). Quando os paulistas fizeram 11/7, o treinador Marcelo Mendez pediu tempo. Jogando com velocidade, os visitantes abriram sete pontos no placar (17/10). O time mineiro conseguiu uma boa sequência de saques e diminuiu a vantagem no marcador para cinco pontos (18/13). O Sesi-SP segurou a vantagem e levou a melhor no segundo set por 25/17.

O Sesi-SP seguiu melhor no início do terceiro set e fez 4/2. O Sada Cruzeiro cresceu de produção e deixou tudo igual na parcial (5/5). Com um ponto de bloqueio, os paulistas abriram dois pontos (8/6). Quando os visitantes aumentaram a vantagem no placar para cinco pontos (12/7), o treinador Marcelo Mendez pediu tempo. Bem no bloqueio, o time celeste deixou tudo igual no marcador (16/16). Com um ponto de contra-ataque do ponteiro Filipe, os cruzeirenses viraram o marcador (17/16). O Sada Cruzeiro dominou a parte final da parcial e venceu o terceiro set por 25/22.

O Sesi-SP começou melhor no quarto set e fez 5/1. Com Evandro bem no saque e no ataque, a equipe celeste encostou (7/5). O Sesi-SP cresceu de produção e, com um ace do ponteiro Lipe, abriu cinco pontos (14/9). Bem no bloqueio, o time da casa encostou no marcador (15/13). O time mineiro deixou tudo igual no placar (16/16). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. O Sesi-SP foi melhor no final da parcial e venceu o quarto set por 25/23.

O Sesi-SP fez o primeiro ponto do quinto set. Com dois pontos seguidos do cubano Simon, a equipe celeste fez 2/1. Quando os donos da casa fizeram 4/1, o treinador Rubinho pediu tempo. Bem no bloqueio, o Sesi-SP encostou no placar (5/3). Bem na virada de bola, a equipe celeste manteve a vantagem (7/5). O final da parcial novamente foi disputado ponto a ponto com as duas equipes se alternando na liderança do placar. Com um final emocionante, o Sada Cruzeiro levou a melhor no quinto set por 22/20 e se sagrou campeã da Superliga Cimed 17/18.

A despedida de Leal

Ele chegou ao Brasil em 2012. Direto para o Sada Cruzeiro (MG). Neste domingo (06.05), Leal se despede. Chega ao fim o ciclo de seis temporadas pelo time que o recebeu de braços abertos após quase dois anos parado assim que deixou a seleção de Cuba. A despedida, ou até breve, como ele prefere chamar, acontece com mais um título – o quinto de Leal pela equipe cruzeirense.

“Sem palavras para o que está acontecendo. Foi sensacional. Esse ano foi difícil para o nosso time, mas nosso time tirou forças, conseguiu sair das situações difíceis e, com essa torcida nos incentivando o tempo inteiro, conseguimos sair campeões”, disse Leal.

Emocionado ao falar de sua despedida, o ponteiro do Sada Cruzeiro fez questão de agradecer a torcida e a todos os companheiros de time.

“Estou muito agradecido por ter feito parte do Sada Cruzeiro durante seis anos. A trajetória aqui foi muito produtiva. Fico muito satisfeito por jogar sempre na frente desses torcedores que estiveram junto comigo o tempo todo. Hoje foi meu último jogo frente a torcida e junto com meus companheiros e daqui a pouco vai dar um pouco de tristeza, mas uma coisa é certa: vou ter todos para sempre no meu coração”, finalizou Leal.

Sob o comando de Uriarte

No primeiro ano atuando no Brasil e pelo Sada Cruzeiro, o levantador argentino Nicolas Uriarte foi campeão da Supercopa, do Campeonato Mineiro, Campeonato Sul-Americano de Clubes, Copa Brasil e, neste domingo (06.05), encerrou a temporada 2017/2018 com o título da Superliga Cimed. Um ano inesquecível.

“Estou vivendo uma felicidade absoluta. A minha família e os meus amigos estavam no ginásio assistindo e isso foi incrível. Finalizar minha primeira temporada no Brasil com essa vitória e comemorar com essa torcida é uma sensação indescritível. Estou muito feliz. Só tenho que agradecer a todo esse grupo”, disse o levantador.

O jogador foi eleito por votação popular o melhor atleta das duas partidas da decisão da Superliga Cimed 17/18. Uriarte fez uma análise do duelo decisivo e ressaltou bom desempenho do Sesi-SP.

“Foi uma partida digna de uma final. O Sesi-SP também é uma grande equipe e valorizou bastante nosso título. O jogo foi extremamente equilibrado com as duas equipes se alterando na liderança do placar, com intensidade e alto nível. Sabíamos que seria muito difícil e isso valoriza ainda mais o título da nossa equipe”, disse Uriarte, que chegou para substituir William, que havia ficado sete anos no comando dentro de quadra do time mineiro.

Filipe, capitão nato

Um dos grandes líderes do Sada Cruzeiro não só na atual conquista como em todas as outras cinco, Filipe se tornou o grande maestro deste time vencedor de forma oficial na temporada 17/18, quando se tornou capitão da equipe. Sempre atuando de forma enérgica e com muita vibração, o ponteiro encerrou seu oitavo ano entre os cruzeirenses completamente emocionado e feliz.

“Essa vitória motiva a nova geração que chega no Sada Cruzeiro. Eles assistem esse time treinando todas as manhãs e veem todos nós nos doando ao máximo. Essa vitória foi mais um capítulo na nossa história”, disse Filipe, que ainda lembrou outros momentos do time que defende há oito temporadas.

“Ao longo dos anos, perdemos jogadores identificados com o nosso projeto como o William, o Wallace e o Éder e soubemos nos manter entre os melhores times, chegando em finais e conquistando títulos. Esse time é incrível e sou muito orgulhoso de toda nossa história. Espero que o Sada Cruzeiro tenha um time ainda mais forte na próxima temporada”, concluiu o ponteiro.

OS MELHORES

Melhor saque - Simon (Sada Cruzeiro)

Melhor ataque - Leal (Sada Cruzeiro)

Melhor bloqueio - Maurício Souza (Sesc RJ)

Melhor levantamento - William (Sesi-SP)

Melhor defesa - Tiago Brendle (Sesc RJ)

Melhor recepção - Thales (EMS Taubaté Funvic)

Maior pontuador - Wallace (EMS Taubaté Funvic)

Sada Cruzeiro vence Sesi-SP e sai na frente na grande final

O primeiro passou foi dado e a vitória ficou com o Sada Cruzeiro (MG). Diante de um Ibirapuera lotado, com cerca de 10 mil torcedores, em grande parte adversários, o time mineiro levou a melhor sobre o Sesi-SP, na tarde deste sábado (28.04), e saiu na frente na disputa pelo título da Superliga Cimed masculina de vôlei 2017/2018. Na melhor de dois jogos, a equipe dirigida pelo técnico Marcelo Mendez venceu o primeiro por 3 sets a 2, com equilibradas parciais de 25/23, 25/27, 26/24, 22/25 e 15/12.

O segundo e decisivo confronto será no próximo domingo (06.04), às 9h, na casa do Sada Cruzeiro, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG) – já que o time mineiro teve melhor campanha na fase classificatória. Em caso de mais uma vitória, a equipe cruzeirense ficará com o título. Se o Sesi-SP vencer desta vez, a disputa vai para o Super Set, um set normal de 25 pontos, que definirá o grande campeão da temporada.

Nesta tarde, o levantador Nicolas Uriarte foi eleito, por votação popular, o melhor jogador da partida e comemorou o resultado neste primeiro jogo. “Sabíamos que uma final seria neste nível, em uma partida muito difícil. Hoje foi difícil entrar no jogo e ainda temos um segundo confronto contra eles. Temos que entrar fortes para conseguir mais uma vitória”, disse Uriarte.

O técnico Marcelo Mendez também de quadra saiu satisfeito. “Uma vitória muito importante, contra um time muito qualificado, que joga muito bem e temos uma vantagem. Agora teremos uma oportunidade a mais e temos que começar firmes e fortes neste segundo jogo”, disse Mendez.

O oposto Evandro analisou, de forma resumida, a atual situação do Sada Cruzeiro nesta decisão. “É um jogo e uma vitória na final. Temos que ganhar a segunda ou, se perder, temos que vencer o Super Set. Isso é a decisão desta Superliga. Não tem nada garantido para nenhum dos dois lados”, afirmou Evandro.

Pelo Sesi-SP, o líbero Murilo falou sobre o desempenho do seu time. “Conseguimos em alguns momentos segurar o jogo deles, que era de um saque muito forte. Tomamos poucos pontos de passe e isso era importante para sair com a vitória hoje, mas pecamos em outras situações que precisamos melhorar se quisermos sair com o resultado positivo no próximo jogo”, disse Murilo.

O JOGO

Com o oposto Evandro bem nas viradas de bola, o Sada Cruzeiro fez 3/1 no início do primeiro set. Bem no saque, o time mineiro abriu quatro pontos (6/2). O bloqueio e o saque dos visitantes eram eficientes e a equipe celeste abriu cinco pontos. Neste momento, o treinador Rubinho pediu tempo. Mesmo com a paralisação, os mineiros continuaram melhores e fizeram 11/4. Se aproveitando dos erros dos donos da casa, o Sada Cruzeiro manteve a vantagem no marcador (16/10). Com volume de jogo, o Sesi-SP encostou no placar (16/13) e foi a vez do treinador Marcelo Mendez parar o jogo. Mesmo com paralisação, os paulistas diminuíram a vantagem para um ponto (17/16). Com um ponto de bloqueio, os donos da casa deixaram tudo igual no marcador (19/19). O Sada Cruzeiro foi melhor no final da parcial e venceu o primeiro set por 25/23.  

O Sada Cruzeiro seguiu melhor no início do segundo set e fez 5/3. O oposto Evandro era eficiente no ataque e o time celeste abriu três pontos (9/6). Bem no saque no bloqueio, os donos da casa deixaram tudo igual no marcador (12/12). Numa boa sequência de saques do ponteiro Leal, o Sada Cruzeiro abriu três pontos (15/12) e o treinador Rubinho pediu tempo. Com um ace do oposto Franco, o time paulista diminuiu a vantagem no marcador (16/14). O volume de jogo dos donos da casa passou a funcionar e o Sesi-SP empatou (17/17). Quando o Sesi-SP assumiu a liderança do marcador (19/18), o treinador Marcelo Mendez voltou a parar o jogo. O final da parcial foi disputado ponto a ponto e os donos da casa levaram a melhor por 27/25.

O terceiro set começou equilibrado. Com um ponto do oposto Evandro, o Sada Cruzeiro fez 5/4. Com Leal bem no ataque, o time celeste abriu dois pontos (7/5). Bem no bloqueio, o time mineiro seguiu na frente no marcador (10/9). O Sesi-SP fez dois pontos seguidos e virou o placar (11/10). O set ficou disputado ponto a ponto. O ponteiro Douglas Souza fez um ponto numa largada e os donos da casa assumiram a liderança no marcador (18/17). Bem no saque, o Sesi-SP abriu dois pontos (20/18) e o treinador Marcelo Mendez pediu tempo. O Sada Cruzeiro cresceu de produção e empatou (22/22). Liderados pelo central Simon, o time celeste venceu o terceiro set por 26/24.

O Sesi-SP começou melhor no quarto set e fez 6/3. Com uma boa sequência de saques do ponteiro Filipe, o Sada Cruzeiro empatou o placar (8/8). O time da casa fez três pontos seguidos e abriu no marcador (11/8). Bem no saque e com volume de jogo, o Sesi-SP abriu quatro pontos (13/9). Com um ponto de ataque do ponteiro Douglas Souza, os paulistas fizeram 16/12. O Sada Cruzeiro cresceu de produção e empatou (18/18). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. O oposto Alan conseguiu dois excelentes saques e o time da capital paulista venceu a parcial por 25/22.

O Sesi-SP fez o primeiro ponto do quinto set. O Sada Cruzeiro conseguiu quatro pontos seguidos e virou o marcador (4/1). Se aproveitando dos erros do time da casa, a equipe visitante manteve a vantagem no placar (8/4). O Sesi-SP cresceu de produção e deixou tudo igual no marcador (8/8). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. Com um ponto de contra-ataque do ponteiro Leal, a equipe mineira abriu dois pontos (11/9). O time celeste segurou a vantagem até o final e venceu o quinto set por 15/12 e o jogo por 3 sets a 2.

Praia Clube faz história e é campão

Pela primeira vez na história, o Praia Clube de Uberlândia venceu a Superliga Feminina 17/18 jogando diante de sua torcida no Sabiazinho com casa cheia diante do poderoso Sesc-rj no Golden set, depois de vencer o jogo por 3 a 0. Esta foi a 10º temporada do time e que chegou a final pela segunda vez na história tendo perdida a primeira justamente para o Rio.

A levantadora Claudinha brilhou na decisão e em uma atuação segura nos quatro sets disputados neste domingo, foi eleita a melhor da partida. Bastante emocionada no final do duelo, a levantadora agradeceu o apoio de todo o grupo e comemorou a conquista do título.

“Foi um ano de muito trabalho. Essa equipe viveu momentos maravilhosos e merecia esse título. Fizemos um primeiro turno espetacular e um segundo um pouco abaixo. Os playoffs foram muito difíceis e isso acabou nos preparando para a final. Conseguimos sair de uma grande dificuldade depois de perder o primeiro jogo no Rio. Posso dizer que a Claudinha está saindo mais fortalecida dessa temporada e sabendo cada vez mais o papel de uma levantadora dentro de quadra”, afirmou.

Amandinha foi um dos destaques da partida. Crédito: Wander Roberto/Inovafoto/CBV

O treinador Paulo Coco comentou sobre a conquista e fez questão de parabenizar o grupo pelo resultado e a superação ao longo da temporada.

“Esse título é a realização do trabalho de toda a temporada. Jogadores e toda a comissão técnica sempre acreditaram nesse projeto. A equipe demostrou um brio muito grande, passando por muitas dificuldades e obstáculos. Vencemos o Sesc RJ pela primeira vez, terminamos a temporada em primeiro na fase classificatória e enfrentamos cruzamentos difíceis tanto nas quartas de final contra o Vôlei Bauru como nas semifinais contra o Vôlei Nestlé. O tabu mais difícil foi vencer o Sesc RJ na decisão. Soubemos dar a volta por cima e tenho que agradecer toda essa cidade que nos apoiou ao longo de toda a temporada”, disse Paulo Coco.

Praia fez forte campanha na Superliga

Foram 12 equipes no campeonato e as duas que chegaram na decisão foram as duas de melhor campanha na fase de classificação, sendo o Praia em primeiro com apenas uma derrota e justamente para o time do Rio e em casa e o Sesc-rj em segundo com apenas duas derrotas, sendo as duas em casa para o Praia e para o Minas.

Para chegar à final, o Sesc-rj passou pelo Pinheiros nas quartas de final e pelo Minas sem nenhuma derrota. Já o Praia, passou pelo Bauru e pelo Vôlei Nestlé em 5 jogos emocionantes. Na primeira final, o Sesc-rj venceu por 3 sets a 1. O que forçou o Golden Set no segundo jogo com a vitória do Praia.

Despedida da Fabi

A partida marcou também a despedida de Fabi do Sesc-rj. Bicampeã olímpica (2008 e 2012), ela é considerada a maior líbero de todos os tempos depois de 20 anos de serviço ao esporte e foram 13 temporadas pelo time do Rio.

“Meu sentimento é de gratidão de representar a cidade do Rio por muitos anos. Foi uma semana emocionante com várias homenagens e fico feliz por tudo o que passei nesse esporte. Pena que não consegui trazer a vitória dessa vez, mas valeu muito a pena por tudo o que o vôlei me deu na minha vida e agradeço muito”. – Declarou após a partida.

Crédito: Wander Roberto/Inovafoto/CBV

O Jogo

O primeiro set começou com um Sesc-rj melhor abrindo três pontos de vantagem o que obrigou Paulo Coco a pedir tempo para acordar as meninas do Praia Clube e fez efeito. O time de minas conseguiu empatar e a partida seguiu equilibrada, quando o time do Rio errou várias jogadas seguidas e permitiu que o time de Uberlândia abrisse uma frente de seis pontos e fechasse o primeiro set por 25 a 19 abrindo 1 a 0 no placar em 25 minutos.

Com menos erros das cariocas, o segundo set foi equilibrado sem nenhuma das equipes abrirem no placar até o time do Sesc-rj conseguir abrir 4 pontos de vantagem. Mas o Praia resolveu buscar e conseguiu uma virada numa bola de Fernanda Garay e venceu por 25 a 23 colocando 2 a 0 no jogo.

No terceiro set, o que se viu foi um time do Sesc-rj completamente apagado em quadra.  Mesmo abrindo 3 a 0 no início do set, as cariocas tomaram uma virada e depois, sem muitas dificuldades, o Praia não encontrou dificuldades e venceu o set por 25 a 17 e fecharam o jogo por 3 a 0. Mas por ter perdido o primeiro jogo, a vitória do Praia provocou o Golden Set.

O set decisivo não foi muito diferente do que foi a partida. O time do Rio equilibrou a partida e foi muito disputado. Mas era dia do Praia e nas horas decisivas, Fernanda Garay decidiu a favor e conseguiu vencer por 25 a 18 e dando o título inédito para Uberlândia da Superliga Feminina.

Crédito: Wander Roberto/Inovafoto/CBV

Classificação final:

1º - Dentil/Praia Clube (MG)
2º - Sesc RJ
3º - Camponesa/Minas (MG)
4º - Vôlei Nestlé (SP)
5º - Hinode Barueri (SP)
6º - Fluminense (RJ)
7º - Pinheiros (SP)
8º - Vôlei Bauru (SP)
9º - São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP)
10º - BRB/Brasília Vôlei (DF)
11º - Renata Valinhos/Country (SP)
12º - Sesi-SP

MELHORES DA SUPERLIGA 17/18 

SAQUE – Bruna (Pinheiros)
LEVANTAMENTO – Roberta (Sesc RJ)
BLOQUEIO – Bia (Vôlei Nestlé)
PASSE – Fabi (Sesc RJ
DEFESA – Suelen (Dentil/Praia Clube)
ATAQUE – Tandara (Vôlei Nestlé)
MELHOR JOGADORA – Tandara (Vôlei Nestlé)

Vitórias "em casa" no IRONMAN 70.3 Florianópolis

Os triatletas brasileiros Igor Amorelli e Pamella Oliveira venceram o IRONMAN 70.3 Florianópolis, prova que abriu a série de eventos do Circuito IRONMAN no país. Na manhã deste domingo, Igor, que é de Balneário Camboriú (SC), completou os 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida com o tempo de 3h46min46seg, seguido de perto pelo norte-americano Tim ODonnelll, 3h50min22seg, e Iuri Vinutto, também do Brasil, com 3h51min49seg.

Já no feminino, ainda mais equilibrado Pamella, capixaba radicada em Balneário Camboriú, fez a prova em 4h23min03seg, 11 segundos mais rápida que Bruna Mahn, 4h23min14seg. A terceira posição foi da paulista Beatriz Neres, com 4h23min59seg. Ao todo, 1300 atletas de 23 países participaram do evento, que deu pontos no ranking da Elite e 30 vagas para a Faixa Etária para o Mundial IRONMAN 70.3 2018, programado para os dias 1 e 2 de setembro, em Nelson Mandela Bay, na África do Sul.

A estreia da Praia do Ingleses no Circuito IRONMAN foi um sucesso. O percurso rápido possibilitou uma boa disputa entre os profissionais, que não decepcionaram. No masculino, Igor Amorelli foi quase perfeito. Quinto a deixar a água, ele assumiu a ponta no ciclismo para manter o ritmo na corrida e conseguir sua quinta vitória em um IRONMAN 70.3 – Punta Del Este (URU), San Juan (PRT), Palmas (BRA) e Miami (EUA).

Ovacionado pela torcida,  o campeão era só alegria. “Minha prova foi muito boa e a organização esteve perfeita. Foi um ótimo aquecimento muito bom para o IRONMAN Brasil 2018, em maio, em Jurerê Internacional”, declarou Igor. Sobre seu desempenho, ele destacou a recuperação. “Foi quase como planejava. Minha natação esteve abaixo, mas consegui me recuperar no ciclismo e manter na corrida. No fim, deu tudo certo”, completou o triatleta, de 33 anos e que este ano foi vice no IRONMAN 70.3 Bariloche (ARG), em março.

De ponta a ponta

Se Igor lamentou a parte da natação para a vitória, Pamella não teve esse problema, A triatleta, que representou o país nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016, liderou as três modalidades, mesmo fazendo uma boa briga com as adversárias, fato que valorizou o resultado.  

“Essa prova já foi um pouco mais parecida com a prova do Rio e eu já esperava sofrer um pouco no final da corrida. Por isso, me preparei psicologicamente. Foi uma prova completamente inversa a Bariloche,  e acho que aprendo mais  em cada uma delas. Especialmente sobre o meus limites e o que sou capaz de fazer dentro da disputa.  E essa foi mais um aprendizado e sair com a vitória é a cereja do bolo”, declarou.

“Vencer em casa é muito mais gostoso, muito mais motivante. Cada queda que você sofre tem uns cinco ou dez gritando seu nome para você levantar, isso ajuda muito e foi o que me trouxe até o final”,  completou.

 

Resultados 2018 

 

Masculino

 

1) Igor Amorelli (BRA), 3h46min46deg

2) Tom ODonnell (EUA), 3h50min22seg

3) Iuri Vinuto (BRA), 3h51min49seg

4) Santiago Ascenço (BRA), 3h52min58seg

5) Fernando Toldi (BRA), 3h54min20seg 

 

Feminino

 

1) Pamella Oliveira (BRA), 4h23min03seg

2) Bruna Mahn (BRA), 4h23min14seg

3) Beatriz Neres (BRA), 4h23min59seg

4) Luiza Cravo (BRA), 4h24min38seg

5) Nicole Valentine (ECU), 4h32min41seg 

Assinar este feed RSS