Sesc RJ vence Fluminense por 3x1 e sai na frente na conquista do Carioca

egundo jogo da decisão será disputado neste domingo. Crédito: Erbs Jr.

 

O time feminino do Sesc RJ deu o primeiro passo para a conquista do Campeonato Carioca e venceu o Fluminense no primeiro jogo da final por 3x1, com parciais de 20x25, 25x20, 25x23 e 25X23 em um jogo difícil. Após perder o primeiro set, o Sesc RJ se recuperou no segundo e consolidou o resultado em um terceiro e quarto sets disputadíssimos. As duas equipes se enfrentam novamente no domingo (08.10), às 21h, no Hebraica, com transmissão ao vivo pelo Sportv. Se ganhar a próxima partida, a equipe do Sesc RJ retoma a hegemonia na competição com uma revanche, já que após 12 títulos seguidos, acabou derrotado no último ano pelo Tricolor.

O Sesc RJ entrou em campo com um conjunto coeso, com destaque para a boa atuação da defesa e bons lances do bloqueio. A partida desta noite foi a segunda do time nesta temporada, que não jogou amistosos por ter jogadoras cumprindo compromissos na Seleção  e as jogadoras Gabi e Juci que se recuperam de contusões. Mesmo assim, a equipe se esforçou para encontrar seu ritmo ao enfrentar um Fluminense bastante entrosado.

Para a levantadora Roberta, o desafio até o próximo jogo será mesmo recuperar o ritmo de jogo. “Nos juntamos há apenas duas semanas, temos algumas meninas machucadas e outras voltando da Seleção. Neste jogo, cometemos alguns erros, mas isso é normal já que não tivemos pré-temporada. No domingo, precisamos treinar passes e saque para quebrar um ponto forte que é a defesa delas”.

Sesc-Rj estreia com vitória no Estadual de Vôlei e já está na final

Monique fura mais um bloqueio para um ponto da vitória sobre o Botafogo. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

Em partida válida pela semi-final do campeonato carioca de vôlei, o time do Sesc-Rj de Bernardinho foi a General Severiano e venceu o time do Botafogo por 3 sets a 0 com parciais de 25-19, 25-17 e 25-23.

O primeiro jogo da final será nesta quinta, as 20h no ginásio do Tiijuca contra o vencedor de Fluminense e Universo que jogam amanhã as 19h na quadra do Fluminense. E a segunda final na Hebraica no domingo às 21h.

Bloqueio foi uma das armas da vitória de hoje. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Sesc-Rj apresenta times de vôlei que participarão da Superliga 2017/2018

Jogadores participaram de clinica com alunos do Sesc no lançamento do time. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

 

O time do Sesc-Rj apresentou para a imprensa na manhã deste sábado, o time masculino e feminino que jogará a Superliga na temporada de 2017/2018. Na ocasião, os atletas fizeram também uma clínica de vôlei com alunos de 11 a 17 anos do programa Sesc Esporte, que busca melhorar a qualidade de vida de crianças, adolescentes e adultos por meio da prática esportiva.

O time masculino foi campeão ano passado da série B e vem disputar pela primeira vez o torneio principal trazendo oito reforços para o time: os ponteiros João Rafael, Levi e Japa, o levantador Thiaguinho, o oposto Renan Buiatti, o líbero Tiago Brendle, além do central Maurício Souza e do ponteiro Maurício Borges, campeões olímpicos de 2016. e manteve 7 jogadores campeões com Geovani como técnico do time e mandará seus jogos na Hebraica em Laranjeiras.

“Estamos num processo de aprendizado apesar de já termos participado de outras superligas. Este é um projeto novo e ele precisa ser construído aos poucos e em passos firmes. Estamos tentando estar entre os quatro melhores times com o investimento que está sendo feito e vamos buscar o resultado.” – Conta Giovani Gavio, medalhista pela seleção e atual treinador do time.

Time masculino joga Superliga pela primeira vez. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

A estreia oficial do time masculino será de 5/10 na semifinal do campeonato carioca contra adversário a ser defifino e sua estreia na superliga será dia 14 de outubro, às 14h05, contra o EMS Taubaté Funvic (SP), no Rio de Janeiro

Time feminino também se reforça

Antes denominado Rexona-Sesc, o time que é atual campeão da superliga e vice-mundial, sem contar seus outros títulos, manteve o técnico Bernardinho e a base do time como trouxe seis reforços: a levantadora Carol Leite, as centrais Vivian e Linda, a oposta Natiele e as ponteiras Kasiely e Gabi Guimarães.

“É uma grande satisfação continuar a frente desse time que trouxe do Paraná antes dos jogos panamericanos que para cá e representar bem a cidade no Brasil e no mundo. Vamos primeiro recuperar bem as jogadoras que voltam de lesão como a Gabi e ao longo do torneio vir crescendo. Estamos partindo atrás de times como o Uberlândia, Osasco e o Pinheiros um pouco depois, mas acho que chegaremos lá para manter a nossa hegemonia” – Conta Bernardinho sobre o time.

Time feminino tentará se manter no topo do campeonato mantendo a base campeã. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

A estreia já está marcada para o time feminino e será nessa segunda contra o Botafogo em General Severiano às 20h pelo campeonato carioca. Já na liga nacional jogando contra o Sesi-SP, em São Paulo, dia 17 de outubro, às 21h30. Antes, porém, as meninas vão a Fortaleza enfrentar o Camponesa/Minas pela Supercopa. A partida será dia 13/10, às 21h30.

 

 

CONFIRA O ELENCO DO SESC RJ PARA A TEMPORADA 2017-18

 

MASCULINO

 

REFORÇOS

João Rafael

João Rafael de Barros Ferreira

Data de Nascimento: 17/03/1993

Recife/PE

Posição: Ponteiro

Altura: 1,93m

Peso: 93 Kg

 

Levi Alves

Levi Alves Cabral

Data de nascimento:  16/05/1989

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Ponteiro

Altura: 1,98m

Peso: 87 Kg

 

Thiaguinho

Thiago Pontes Veloso

Data de nascimento:  15/08/1993

João Pessoa/PB

Posição: Levantador

Altura: 1,85m

Peso: 80 Kg

 

Japa

André Ryuma Oto Aleixo

Data de nascimento: 21/12/1990

Campinas/SP

Posição: Ponteiro

Altura: 1,90m

Peso: 88 Kg

 

Maurício Souza

Maurício Luiz de Souza

Data de nascimento: 29/09/1988

Iturama/MG

Posição: Central

Altura: 2,09m

Peso: 93 Kg

 

Maurício Borges

Maurício Borges Almeida Silva

Data de nascimento: 04/12/1989

Maceió/AL

Posição: Ponteiro

Altura: 1,99m

Peso: 99 Kg

 

Renan Buiatti

Renan Zanata Buiatti

Data de nascimento: 10/01/1990

Uberlândia/MG

Posição: Oposto

Altura: 2,17m

Peso: 105 Kg

 

Tiago Brendle

Tiago Brendle

Data de nascimento: 21/10/1985

Panambi/RS

Posição: Líbero

Altura: 1,88m

Peso: 83 Kg

 

REMANESCENTES

Everaldo

Everaldo Lucena da Silva

Data de nascimento: 28/5/1985

Rio de Janeiro/ RJ

Posição: Levantador

Altura: 1,97m

Peso: 94 Kg

 

PV

Paulo Victor Costa da Silva

Data de nascimento: 12/5/1986

Corumbá/MS

Posição: Oposto

Altura: 1,98m

Peso: 94 Kg

 

Tiago Barth

Tiago Enrique Barth

Data de nascimento: 13/6/1988

Mondaí/SC

Posição: Central

Altura: 2,09m

Peso: 103 Kg

 

Juninho

Valdir Gonçalves Junior

Data de nascimento: 23/3/1987

Marília/SP

Posição: Ponta/Oposto

Altura: 1,95m

Peso: 88 Kg

 

Victor Hugo

Victor Hugo Rocha Pereira

Data de nascimento: 2/8/1991

Goiania/GO

Posição: Central

Altura: 2m

Peso: 90 Kg

 

Alexandre Elias

Alexandre Figueiredo Elias

Data de nascimento: 30/9/1997

Local: Rio de Janeiro/RJ

Posição: Líbero

Altura: 1,90m

Peso: 85 Kg

 

Renato Oliveira

Renato Marques de Oliveira

Data de nascimento: 26/11/1988

Local: Maringá/PR

Posição: Central

Altura: 2,04m

Peso: 80 Kg

 

COMISSÃO TÉCNICA

Técnico: Giovane Gávio

Assistente técnico: Pedro Uehara “Peu”

Gerente: Marcos Senatore

Supervisor: Marcelo Freitas “Dentinho”

Preparador Físico: Giovani Foppa

Fisioterapeuta: Alexandre Herculano “Petute”

Auxiliar geral: Dennys Paredes                                                                                       

Auxiliar técnico: Vinicius Gomes “Alegrete”

Médicos: Ney Pecegueiro, Felipe Serrão e Felipe Malzac

Auxiliares de treino: Gabriel Fonseca e Tie Santana

Estatístico: Tobias Fares

 

FEMININO

 

REFORÇOS

Carol Leite

Carolina Leite

Nascimento: 15/11/1992

Jundiaí/SP

Posição: Levantadora

Altura: 1,72m

Peso: 71 Kg

 

Vivian

Vivian Maria Pellegrino

Nascimento: 31/05/1985

Piracicaba/SP

Posição: Central

Altura: 1,80m

Peso: 70 Kg

 

Linda

Linda Jéssica Costa

Nascimento: 02/09/1994

Belo Horizonte/MG

Posição: Central

Altura: 1,88m

Peso: 79 Kg

 

Natiele

Natiele Marques Gonçalves

Nascimento: 28/11/1991

Porto Alegre/RS

Posição: Oposta

Altura: 1,80m

Peso: 78 Kg

 

Kasiely

Kasiely Clemente

Data de nascimento: 06/12/1993

Nova Aurora/PR

Posição: Ponteira

Altura: 1,82m

Peso: 66 Kg

 

Gabi Guimarães

Gabriella Guimarães Souza

Data de nascimento: 14/12/1993

Niterói/RJ

Posição: Ponteira

Altura: 1,70m

Peso: 71 Kg

 

REMANESCENTES

Gabi

Gabriela Braga Guimarães

Nascimento: 19/05/1994

Belo Horizonte/MG

Posição: Ponteira

Altura: 1,80m

Peso: 60 kg

 

Mayhara

Nascimento: 09/04/1989

Bauru/SP

Posição: central

Altura: 1,84m

Peso: 73 kg

 

Juciely

Juciely Cristina Silva Barreto

Nascimento: 18/12/1980

João Monlevade/MG

Posição: Central

Altura: 1,84m

Peso: 72 kg

 

Vitória

Vitória Trindade Figueiredo Lage

Nascimento: 29/05/1995

Curvelo/MG

Posição: líbero

Altura: 1,65m

Peso: 60 kg

 

Monique

Monique Marinho Pavão

Nascimento: 31/10/1986

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Oposta

Altura: 1,78m

Peso: 67 kg

 

Roberta

Roberta da Silva Ratzke

Nascimento: 28/04/1990

Curitiba/PR

Posição: Levantadora

Altura: 1,85m

Peso: 68 kg

 

Fabi

Fabiana Alvim de Oliveira

Nascimento: 07/03/1980

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Líbero

Altura: 1,69m

Peso: 59 kg

 

Drussyla

Drussyla Andressa Feliz Costa

Nascimento: 01/07/1996

João Pessoa/PB

Posição: Ponteira

Altura: 1,86m

Peso: 70 kg

 

Mikaella

Mikaella da Silva Costa

Nascimento: 14/06/1997

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Levantadora

Altura: 1,75m

Peso: 77 kg

 

COMISSÃO TÉCNICA

Técnico: Bernardo Rocha de Rezende

Assistente técnico: Ricardo Gomes Tabach

Gerente: Marcos Senatore

Supervisor: Harry Bollmann Neto

Auxiliar técnico: Hélio Ricardo Griner

Preparador físico: Marco Antonio Jardim

Fisioterapeutas: Marcio Fonseca Menezes

Médico: Ney Coutinho Pecegueiro do Amaral

Estatística: Roberta Correira Giglio

 

CAMPEONATO SUL-AMERICANO: Brasil é campeão pela 31ª vez

Seleção do Brasil conquistou seu primeiro título sob o comando do técnico Renan ao derrotar a Venezuela por 3 sets a 0, e garantiu a vaga no Campeonato Mundial de 2018. Crédito: Max Montecinos/FEVOCHI

 

A seleção brasileira masculina de vôlei é campeã do Sul-Americano 2017 sem perder nenhum set. Em sua segunda final na temporada, depois de ter decidido também a Liga Mundial, o time do Brasil derrotou a Venezuela na noite desta sexta-feira (11.08) por 3 sets a 0 (25/21, 25/6 e 25/18), em 1h07 de partida disputada no Centro Nacional de Entreinamento, em Santiago.

Este é o 31º título da equipe verde e amarela nesta que foi a 32ª edição do campeonato – o Brasil não participou no ano de 1964. O título ainda valeu a seleção brasileira a vaga no Campeonato Mundial de 2018, que será disputado na Itália e na Bulgária.

Brasil e Venezuela se enfrentaram pela última vez em uma final de Sul-Americano no ano de 2003, quando a competição foi disputada no Rio de Janeiro. Neste ano, a Argentina ficou com a terceira colocação, assim como aconteceu desta vez. Para conquistar a medalha de bronze, os argentinos precisaram vencer o Chile e conseguiram o resultado por 3 sets a 0.

Este é o primeiro título da seleção brasileira sob o comando de Renan Dal Zotto. O treinador, que assumiu a equipe neste ano, já foi vice-campeão da Liga Mundial, sendo superado pela França na grande final. Após a partida, o treinador falou sobre a conquista.

“Um título importante, o Campeonato Sul-Americano vale vaga somente uma vaga ao Mundial. E importante também por manter a hegemonia brasileira na América do Sul, uma responsabilidade muito grande que tínhamos. Saímos daqui com o sentimento de dever cumprido".

A equipe do Brasil começou o jogo com o levantador Bruninho, o oposto Wallace, os centrais Maurício Souza e Lucão, os ponteiros Lucarelli e Maurício Borges, e o líbero Tiago Brendle. Também participaram da partida o oposto Renan, o levantador Raphael e o central Otávio.

Um dos destaques da partida, o oposto Wallace, que foi maior pontuador com 13 acertos, comentou a conquista brasileira sem ter perdido nenhuma parcial nas cinco partidas.

"Essa é a melhor maneira que temos de demonstrar nossa força. Sabemos que não é fácil passar um campeonato inteiro sem perder um set. O time mereceu, está de parabéns, agora vamos comemorar esse título".

A seleção brasileira também dominou a eleição dos melhores do torneio: Bruno venceu como melhor levantador, Lucarelli foi escolhido melhor ponteiro, Wallace o melhor oposto e o ponteiro Maurício Borges, melhor jogador da competição.

O capitão Bruninho também comentou sobre o carinho dos chilenos, que adotaram a seleção brasileira em confrontos sem a presença da equipe da casa.

"Um prazer voltar ao Chile, jogar aqui, sentir o carinho da torcida. Recebemos de todos os chilenos, foi uma experiência muito especial, quero voltar outras vezes, estamos muito contentes por essa conquista"

O JOGO

O Brasil saiu na frente no erro do adversário. No bloqueio de Lucão, fez 2/0. Maurício Borges explorou o bloqueio venezuelano e abriu 3/0. Wallace marcou 4/0 e a Venezuela pediu tempo. Com Lucarelli, a equipe brasileira fez 8/3 no primeiro tempo técnico. Com mais um ponto de bloqueio, o placar foi a 10/3 e o adversário pediu tempo. Na volta, ace de Lucão e 11/3. Wallace ainda marcou 12/3. Em ponto de contra-ataque, Lucarelli marcou 16/7. A Venezuela reagiu e fez 11/17. Mas, a seleção brasileira voltou a pontuar e fez 20/12. Bem no saque, os venezuelanos aproximaram ainda mais no placar em 18/22. A reta final do set foi disputada e o Brasil fechou em 25/21.

A seleção brasileira abriu 2/0 com dois pontos de bloqueio logo no começo do segundo set. Sem dar chances ao adversário, o Brasil fez 4/0 e a Venezuela pediu tempo. Com Wallace pontuando bem, a equipe verde e amarela chegou a 8/1. Na volta do tempo técnico, Lucão bloqueou duas vezes e levou o placar a 10/1. Em boa passagem de Bruninho pelo saque e com o bloqueio funcionando bem, o marcador ainda foi a 16/1. Sem dificuldades, a equipe do técnico Renan manteve uma grande vantagem em 20/3. No bloqueio, o Brasil chegou a 22/3. No final, 25/6.

A terceira parcial começou mais equilibrada, com as seleções empatando em 3/3. Na sequência, o Brasil começou a abrir vantagem e fez 7/4 e a Venezuela voltou a empatar em 7/7. Com ponto de bloqueio, os venezuelanos assumiram o comando do placar (9/8). O Brasil passou a frente e fez 12/10. A vantagem verde e amarela passou a ser de três pontos em 16/13. A diferença no placar foi aumentando e o Brasil fez 19/14. Lucarelli marcou 21/15. Administrando com tranquilidade, o Brasil chegou ao ponto final em bela pipe de Lucarelli, que deu números finais ao terceiro set: 25/18, e mais um título ao Brasil.

CAMPEONATO SUL-AMERICANO: Brasil consegue segunda vitória na competição

Depois de bater o Paraguai, seleção brasileira levou a melhor sobre a Venezuela, também por 3 sets a 0. Crédito: Felipe Andaur Suárez

 

Depois de uma vitória sobre o Paraguai sem dificuldades na estreia da competição, a seleção brasileira masculina de vôlei conseguiu novo resultado positivo de forma tranquila no Campeonato Sul-Americano. Nesta terça-feira (08.08), o time dirigido pelo técnico Renan bateu a Venezuela por 3 sets a 0, com parciais de 25/10, 25/16 e 25/14, no Ginásio Olímpico Regional UFRO, em Temuco, no Chile.

O próximo compromisso da equipe brasileira será contra a Colômbia, seleção dirigida pelo brasileiro Sidnei Papke, nesta quarta (09.08), às 15h (Horário de Brasília). As semifinais e final serão disputadas em Santiago, outra sede da competição, na quinta (10.08) e na sexta (11.08).

Diferente da partida de estreia, o Brasil começou com a formação considerada titular: o levantador Bruninho, o oposto Wallace, os centrais Lucão e Maurício Souza, os ponteiros Lucarelli e Maurício Borges e o líbero Tiago Brendle. Também participaram do jogo o ponteiro Rodriguinho, o oposto Renan e o levantador Raphael.

O campeão olímpico Wallace destacou a importância de uma equipe homogênea. “Ontem jogamos com uma formação, hoje com outra e o nível continuou o mesmo. A diferença da seleção brasileira é essa”, afirmou o oposto do Brasil.

O técnico Renan também fez questão de elogiar o grupo brasileiro. “Estou contente porque, independentemente do adversário, o Brasil vem jogando sempre em um ritmo muito bom, muito forte. Ontem fizemos uma boa apresentação, hoje também, principalmente no saque e no bloqueio, e isso nos deixa satisfeitos”, garantiu Renan.

E o comandante da seleção brasileira já chamou atenção para o próximo desafio da equipe nesta fase classificatória. “Amanhã temos uma nova partida importante, contra a Colômbia, e o ponto principal neste momento é buscar o nosso melhor ritmo de jogo e um volume de jogo bastante intenso, independentemente contra qual time seja a partida”, concluiu Renan.

O JOGO

A Venezuela abriu o placar da partida e Lucão devolveu, fazendo 1/1. Na sequência, no ace de Bruninho, 2/1. No bloqueio de Lucão e Lucarelli, o Brasil marcou 5/2. Quando o placar foi a 6/2, o adversário pediu tempo. Em boa passagem de Maurício Borges pelo saque, a seleção brasileira fez 8/2. Lucarelli marcou 11/4 e com dois pontos de saque seguidos dele, o Brasil chegou a 14/6. Ainda com Lucarelli no saque, 16/6. Os venezuelanos pararam o jogo e, na volta, Lucarelli conseguiu mais um ace: 17/6. Com mais um ponto de saque, dessa vez com Bruno, o placar foi a 21/8. Mais um ace de Bruninho: 23/8. Lucão fechou em 25/10.

O próprio central abriu a segunda parcial. Contando com erros do adversário, o Brasil logo abriu 4/1. No primeiro tempo técnico, a vantagem brasileira era de quatro pontos: 8/4. Em um set mais equilibrado, a diferença no placar ainda caiu para três em 10/7. Com Lucão pontuando bem, o Brasil abriu vantagem em 16/9. A Venezuela pontou bem e fez 12/16. Wallace marcou 19/14. Com Bruninho explorando a mão do adversário, o Brasil marcou 22/16. Em boa passagem do levantador pelo saque, a equipe dirigida por Renan fechou em 25/16.

Assim como no set anterior, Lucão abriu o terceiro também. Com dois pontos de saque seguidos de Maurício Borges, a seleção brasileira marcou 6/2. A Venezuela pediu tempo. Com Lucão bem no saque, o Brasil marcou 10/3. Lucarelli pontuou no saque, a equipe brasileira chegou a 13/5 e os adversários pediram tempo. Depois de defesa de Maurício Souza, Bruninho acionou Lucão, que fez 15/6 no contra-ataque. O time de Renan Dal Zotto abriu boa vantagem em 20/11. Depois de uma pausa para troca de rede (22/12), o Brasil fechou em 25/14.

CAMPEONATO SUL-AMERICANO: Brasil estreia com vitória sobre o Paraguai

Equipe do técnico Renan levou a melhor sobre os paraguaios por 3 sets a 0, em Temuco, no Chile. Crédito: Felipe Andaur Suárez

 

A seleção brasileira masculina de vôlei estreou com vitória no Campeonato Sul-Americano. Campeã de todas as edições que disputou, a equipe do Brasil bateu o Paraguai, na noite desta segunda-feira (07.08), por 3 sets a 0, com parciais de 25/04, 25/14 e 25/10, em partida realizada no Ginásio Olímpico Regional UFRO, em Temuco, no Chile.

Esta será a casa do time dirigido pelo técnico Renan na fase classificatória, que ainda terá os duelos contra a Venezuela, nesta terça-feira (08.08), às 22h, e contra a Colômbia na quarta (09.08), às 15h. As semifinais e final serão disputadas em Santiago, outra sede da competição, na quinta e na sexta.

Na partida de estreia, Renan aproveitou para utilizar uma formação diferente da tradicional que vinha usando na Liga Mundial – primeira competição disputada na temporada, quando o Brasil foi vice-campeão. Nesta segunda-feira, começaram o jogo o levantador Raphael, o oposto Renan, os centrais Isac e Otávio, os ponteiros Douglas e Rodriguinho e o líbero Thales.

Após a vitória, o treinador brasileiro analisou a primeira participação no Sul-Americano e elogiou o grupo. “Tivemos a oportunidade de dar uma mexida boa no time hoje. Jogamos com jogadores que vinham atuando um menos e todos estão de parabéns porque ditaram o ritmo do jogo o tempo todo”, destacou Renan.

O técnico, porém, espera um confronto diferente na rodada de amanhã, quando o Brasil enfrentará os venezuelanos.

“Esse era jogo difícil por termos poucas informações sobre o Paraguai. Seguramente, era a equipe que nos daria menos trabalho no grupo, já que esperamos um ritmo completamente diferente nos dois próximos jogos. A Venezuela amanhã, com certeza, vai exigir muito do nosso time. Tem tudo para ser um jogo equilibrado”, concluiu Renan.

O JOGO

O primeiro ponto da partida saiu de Otávio em combinação de jogada rápida com Raphael. Renan marcou mais um para o Brasil depois de uma bola bastante disputada. Novamente com Renan, a seleção brasileira abriu 3/0. Ainda com Otávio no saque, Renan marcou 4/0. No primeiro tempo técnico, a equipe de Renan tinha 8/1. No saque do oposto brasileiro, o placar foi a 10/1 e o Paraguai pediu tempo. Rodriguinho marcou 13/1. O placar ainda apontou 19/4 e, na sequência, 22/4. Em passagem de Isac pelo saque, a seleção brasileira fechou em 25/4.

No início do segundo set, Brasil e Paraguai estiveram empatados em 2/2. Renan colocou três pontos de vantagem para o time verde e amarelo em 7/4. No ace de Renan, a seleção brasileira fez 12/5. Também com ponto de saque, desta vez de Isac, o Brasil colocou sete de vantagem: 16/9. Com uma parcial mais equilibrada do que a primeira, o Paraguai chegou a 13/19. No final, no ace de Renan, a seleção brasileira fechou em 25/14.

Assim como no set anterior, o placar teve equilíbrio no começo da parcial: 3/3. O Paraguai esteve em vantagem em 4/3. A seleção brasileira assumiu o comando do marcador e fez 8/5 no primeiro tempo técnico. No bloqueio de Rodriguinho, 10/6. Quando o Brasil fez 13/8, o adversário pediu tempo. Em boa passagem de Rodriguinho pelo saque, o placar foi a 16/8. Ainda com o ponteiro no saque, o Brasil marcou 18/8 e o Paraguai parou o jogo. Com um pouco mais de tranquilidade do que no set anterior, a seleção brasileira venceu por 25/10.

Grupo A – Brasil, Colômbia, Venezuela e Paraguai

Grupo B – Chile, Argentina, Uruguai e Peru

TABELA (Horário de Brasília)

07.08

Brasil 3 x 0 Paraguai (25/04, 25/14 e 25/10)

08.08

22h – Venezuela x Brasil

09.08

15h – Brasil x Colômbia

10.08 (semifinais)

19h30 – 1º B x 2º A

21h30 – 1º A x 2º B

11.08 (final)

21h30 – Ganhador do jogo 15 x Ganhador do jogo 16

GRAND PRIX: Brasil vence Itália e é campeão pela 12ª vez

Brasileiras superaram as italianas na decisão por 3 sets a 2, em Nanjing, na China. A ponteira Natália foi eleita a MVP da competição. Crédito: Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei é campeã do Grand Prix pela 12ª vez. A equipe do treinador José Roberto Guimarães venceu, neste domingo (06.08), a Itália na final por 3 sets a 2 (26/24, 17/25, 25/22, 22/25 e 15/8), em 2h08 de jogo, em Nanjing, na China. O resultado corou o início do ciclo olímpico da nova geração do voleibol brasileiro em uma campanha marcada pela superação. A Sérvia ficou com a medalha de bronze ao vencer a China por 3 sets a 1 (25/22, 20/25, 25/23 e 25/21).

Com o resultado, o time verde e amarelo aumentou o número de conquistas em relação a segunda seleção com mais títulos. Enquanto as brasileiras venceram pela décima segunda vez (1994, 1996, 1998, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009, 2013, 2014, 2016 e 2017), os Estados Unidos, segunda equipe com mais conquistas, têm seis.

A oposta Tandara e a ponteira Natália tiveram atuações destacadas e foram as maiores pontuadoras entre as brasileiras , com 22 acertos cada. A central Bia, com 12 pontos, também pontuou bem pelo time verde e amarelo. Apesar da derrota, a Itália teve a maior pontuadora do confronto, a oposta Egonu, com 29 acertos.

Ao final do confronto, a oposta Tandara comentou sobre a jornada das brasileiras na edição 2017 do Grand Prix que foi coroada com o 12º título do Brasil.

“A final em cinco sets representou o que foi o nosso Grand Prix. Enfrentamos muita dificuldade durante toda a competição e nunca deixamos de acreditar. Os percalços que passamos nos deram mais força e hoje somos um grupo mais forte e unido. Hoje tivemos altos e baixos, mas a união prevaleceu e, principalmente, no tie-break entramos em quadra muito determinadas. O grupo está de parabéns por toda a competição”, disse Tandara.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da participação do Brasil no Grand Prix.

“Começar com vitória é sempre muito bom, mas estávamos preparados para tudo. Sabíamos da dificuldade que íamos enfrentar. Jogamos com um time jovem e com poucas jogadoras que tinham sido efetivamente titulares em competições como o Grand Prix. Temos um time em formação que teve pouco tempo de treinamento. Tudo isso foi difícil e nos ajustamos durante o Grand Prix. Ainda temos muito o que melhorar e precisamos treinar bastante. Fechamos muito bem, saímos de situações complicadas e ficamos com o título do Grand Prix”, analisou José Roberto Guimarães , que ainda enalteceu o trabalho do seu assistente técnico, Paulo Coco.

 “O trabalho de toda a comissão técnica e das jogadoras foi espetacular. A luta, a dedicação, o tempo que eles se dedicaram para enfrentar as dificuldades foi incrível. Tenho que agradecer todos, mas preciso fazer um agradecimento especial ao Paulo Coco. Ele foi de uma lucidez, colaboração e leitura incríveis. O que ele passou para mim e as jogadoras no dia a dia foi sensacional”, ressaltou José Roberto Guimarães.

Seleção do Grand Prix 

O Brasil ainda teve outros motivos para comemorar neste domingo. A ponteira Natália foi eleita a melhor jogadora da competição e a segunda melhor ponteira e a central Bia ficou com o prêmio de melhor jogadora da sua posição.

A campeã olímpica Natália fez questão de ressaltar a força do grupo para a conquista do Grand Prix.

“Depois de tudo que passamos nesse Grand Prix, a final tinha que ser decidida no tie-break. Enfrentamos viagens longas, fuso horários, cansaço, e no final, o espírito dessa equipe prevaleceu para sermos campeãs. Estamos crescendo e aprendendo juntas. O grupo todo está de parabéns e esses prêmios individuais são para a equipe porque eu não joguei sozinha. Tenho que agradecer as jogadoras e comissão técnica por todo o apoio que recebi durante o Grand Prix”, explicou Natália. 

A central Bia também destacou a alegria a união do grupo verde e amarelo.

“A palavra que define a nossa campanha é felicidade. Mesmo nos momentos difíceis nunca perdemos a alegria e a união. Tivemos que vencer os nossos três jogos em casa para nos classificarmos para a Fase Final e na etapa decisiva revertemos um resultado adverso na estreia para a China. Agora é virar a página e pensar no Sul-Americano que é classificatório para o Mundial”, afirmou Bia. 

O JOGO

O Brasil começou melhor e foi para a primeira parada técnica com quatro de vantagem (8/4). Com Tandara pela pipe, o time verde e amarelo fez 11/7. Numa boa sequência de saques da central Adenízia, o Brasil abriu cinco pontos (14/9) e o técnico da Itália pediu tempo. A paralisação fez bem as italianas que encostaram no marcador (14/12). O time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico com três de vantagem (16/13). Se aproveitando dos erros do Brasil, a Itália deixou tudo igual no marcador (16/16). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. Bem no saque, a Itália abriu dois pontos (20/18). Quando o placar estava 23/22 para as italianas,  o treinador José Roberto Guimarães colocou a central Carol para bloquear no lugar da levantadora Roberta. A substituição fez efeito e as brasileiras viraram o marcador fechando o primeiro set por 26/24. 

O início do segundo set foi equilibrado. Bem no saque, a Itália abriu três pontos (7/4). A Itália se destacava no bloqueio e a diferença no marcador subiu para quatro pontos (15/11). Quando as italianas fizeram 19/13, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. O saque italiano dificultava a recepção das brasileiras e a diferença no placar subiu para seis pontos (21/15). A Itália seguiu melhor até o final e venceu o segundo set por 25/17. 

O Brasil voltou melhor para o terceiro set e fez 2/1. O set continuou equilibrado. Com Egonu bem no ataque e no saque, as italianas abriram dois pontos (7/5). Quando o placar estava 8/5 para as italianas, o treinador José Roberto Guimarães trocou as ponteiras. Entrou Rosamaria e saiu Drussyla. O time verde e amarelo cresceu de produção e empatou (8/8). O set ficou disputado ponto a ponto. Se aproveitando dos erros do Brasil, as italianas abriram três pontos (13/10). As europeias foram para o segundo tempo técnico com cinco de vantagem (16/11). Quando a Itália abriu sete pontos (18/11), o treinador José Roberto Guimarães voltou a parar o jogo. Numa sequência de saques da ponteira Rosamaria, o Brasil encostou (20/17) e o treinador da Itália pediu tempo. Em seguida, a atacante fez mais dois pontos de saque (20/19). Bem no saque e no bloqueio, o time verde e amarelo virou o marcador (22/21). As brasileiras foram melhores no final da parcial e venceram o terceiro set por 25/22. 

A Itália fez os três primeiros pontos da quarta parcial. As italianas foram para o primeiro tempo técnico com três de vantagem (8/5). Bem no saque, a Itália abriu cinco pontos (11/6). Quando o placar estava 14/8 para a Itália, o treinador José Roberto Guimarães trocou as levantadoras. Entrou Macris e saiu Roberta. A Itália foi para o segundo tempo técnico com seis de vantagem (16/10). Depois de um longo rally, o time verde e amarelo diminuiu a diferença no marcador para quatro pontos (16/12). Quando as italianas fizeram 18/12 foi a vez do treinador José Roberto Guimarães pedir tempo. A paralisação fez bem as brasileiras que encostaram (19/16). A Itália segurou a vantagem até o final da parcial e venceu o quarto set por 25/22. 

O quinto set começou equilibrado (3/3). Depois de um longo rally, o Brasil abriu três pontos (6/3). Bem no saque e no bloqueio e, com Tandara e Natália definindo no ataque, o time verde e amarelo foi melhor até o final e venceu o quinto set por 15/8 e o jogo por 3 sets a 2. 

GRAND PRIX: Brasil enfrenta Sérvia neste sábado por vaga na final

Meninas enfrentam a Sérvia de madrugada por uma vaga na decisão do Grand Prix. Crédito: Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei está na semifinal do Grand Prix. Nesta sexta-feira (04.08), a China levou a melhor sobre a Holanda em uma dramática partida por 3 sets a 2 (25/23, 23/25, 25/23, 20/25 e 18/16), em Nanjing. As chinesas reverteram um placar adverso de 14/10 no tie-break para ficarem com a vitória. O resultado carimbou o passaporte do Brasil para a semifinal da competição. O time verde e amarelo enfrentará a Sérvia às 4h (Horário de Brasília) deste sábado (05.08) em busca de um lugar na decisão. A outra semifinal reunirá a China e a Itália, às 9h. O Brasil é o atual campeão e luta pelo 12º título do Grand Prix.

A Sérvia terminou a etapa classificatória da Fase Final do Grand Prix em primeiro lugar no grupo K, com vitórias sobre Estados Unidos e Itália, respectivamente, por 3 sets a 2 e 3 sets a 1. Já o Brasil ficou em segundo lugar no grupo J, com um resultado positivo sobre a Holanda por 3 sets a 2 e um negativo diante da China por 3 sets a 0. Brasil e Sérvia se enfrentaram duas vezes nessa edição do Grand Prix com uma vitória para cada lado. Na primeira semana, em Ancara, na Turquia, as sérvias levaram a melhor por 3 sets a 0. Na semana seguinte, em Sendai, no Japão, foi a vez do time verde e amarelo devolver o mesmo placar ao vencer por 3 sets a 0.

A oposta Tandara comentou sobre a expectativa para o duelo deste sábado contra a Sérvia.

“Somos capazes de ganhar delas. Conhecemos bastante as jogadoras sérvias e vamos precisar entrar em quadra com muita agressividade, mas sempre mantendo a lucidez. Conseguimos sair de situações adversas ao longo desse Grand Prix e isso trouxe ainda mais força para o nosso grupo”, disse Tandara.

O treinador José Roberto Guimarães chamou a atenção para uma jogadora da Sérvia que não esteve presente nos dois primeiros jogos entre as equipes nessa edição do Grand Prix.

“A Boskovic não participou das duas partidas que fizemos com a Sérvia nesse ano. Ela é uma jogadora extremamente versátil, canhota e difícil de ser marcada. Além disso, ela tem um saque muito bom que dificulta muito o nosso passe. Sabemos que será necessário uma marcação acirrada sobre ela”, finalizou José Roberto Guimarães.

GRAND PRIX: Brasil vence Holanda e segue na briga por vaga na semifinal

Tandara foi destaque com 25 pontos marcados. Crédito: Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei segue na briga por um lugar na semifinal do Grand Prix. Nesta quinta-feira (03.08), o Brasil venceu um equilibrado duelo contra a Holanda por 3 sets a 2 (25/27, 25/23, 22/25, 25/22, e 15/11), em 2h33 de jogo, em Nanjing, na China. Com o resultado, o time verde e amarelo depende de uma vitória das chinesas, nesta sexta-feira (04.08), sobre as holandesas por qualquer placar para garantir uma vaga na semifinal da competição.

Brasil, Holanda e China formam o grupo J. Já a chave K é composta por Sérvia, Estados Unidos e Itália. Na Fase Final do Grand Prix, as equipes se enfrentam dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores em cada passam às semifinais. A equipe do treinador José Roberto Guimarães é a atual campeã e luta pelo 12º título da competição.

No grupo do Brasil, a China lidera com uma vitória e três pontos. O Brasil aparece na segunda colocação, com um resultado positivo e um negativo e dois pontos. A Holanda tem uma derrota e um ponto. A chave K já tem os dois semifinalistas definidos: Sérvia e Itália, que se enfrentarão nesta sexta-feira pelo primeiro lugar do grupo. Os Estados Unidos foram eliminados ao sofrerem a segunda derrota na competição, nesta quinta-feira, para a Itália por 3 sets a 1 (25/21, 22/25, 25/22 e 25/21).

No duelo entre Brasil e Holanda destaque para a oposta Tandara, com 25 acertos, e a ponteira Rosamaria, com 22. A capitã  Natália também pontuou bem, com 16. A central Bia entrou em quadra no terceiro set e deixou a partida com cinco pontos de bloqueio. Apesar da derrota, a Holanda teve a maior pontuadora do confronto, a atacante Plak, com 28 acertos.

Ao final do duelo, a oposta Tandara comentou sobre a partida e ressaltou o espírito de grupo do Brasil no duelo contra a Holanda.

“Conseguimos a vitória e isso foi o mais importante. Tivemos altos e baixos durante o jogo, mas o time conseguiu se superar, lutou e nunca desistiu. Também defendemos bem no jogo de hoje. Tocamos muito nas bolas no bloqueio e isso nos deu mais confiança na partida. Esse é um time aguerrido e estamos mostrando isso durante todo o Grand Prix. Temos que esperar o resultado da partida da China com a Holanda, mas fizemos a nossa parte no jogo de hoje”, disse Tandara.

A central Bia, que entrou no terceiro set e teve atuação determinante no bloqueio, falou sobre a atuação do Brasil.

“Hoje tínhamos que ganhar essa partida. Isso era o fundamental e conseguimos esse resultado. Sabíamos que o jogo seria diferente do duelo que tivemos no Brasil. Ainda precisamos de mais regularidade. Muitas vezes abrimos o placar nos sets e deixamos as equipes buscarem a diferença. Fico feliz que ajudei a equipe a conseguir esse resultado. Agora temos que esperar o jogo da China com a Holanda para saber se passamos às semifinais”, analisou Bia.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise do duelo entre o Brasil e a Holanda.

“Foi importante a nossa superação para esse jogo. Tivemos pouco tempo da partida com a China para o confronto com a Holanda. Ainda cometemos erros, mas o time foi testado e respondeu melhor. Hoje erramos menos e contra-atacamos com mais eficiência. Nós também fomos melhores no saque. Fizemos a nossa parte”, comentou José Roberto Guimarães.

O JOGO

Bem no saque, o Brasil abriu três contra a Holanda no início da primeira parcial (8/5). O saque e o bloqueio das holandesas cresceram de produção e a diferença no placar caiu para um ponto (12/11). A parcial ficou disputada ponto a ponto. A central Carol conseguiu um ace e o time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico do primeiro set com um de vantagem (16/15). Quando as holandesas viraram o marcador (19/18), o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. O final da parcial foi disputado ponto a ponto. A Holanda foi melhor nos momentos decisivos e venceu o primeiro set por 27/25.

O Brasil voltou melhor para o segundo set e fez os cinco primeiros pontos da parcial. A Holanda cresceu de produção e diminuiu a vantagem para um ponto (10/9). O set ficou disputado ponto a ponto. O time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico da parcial com um de vantagem (16/15).  Quando a partida estava 17/17, o treinador José Roberto Guimarães trocou as levantadoras. Entrou Macris e saiu Roberta. O set continuou disputado ponto a ponto. E foi com um erro da Holanda que o Brasil levou a melhor no segundo set por 25/23.

A Holanda começou melhor o terceiro set e fez 5/1. Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A paralização fez bem e o Brasil encostou (6/4). A Holanda tinha três de vantagem no primeiro tempo técnico da parcial (8/5). Com um bom contra-ataque da ponteira Natália, o time verde e amarelo diminuiu a vantagem para um ponto (8/7). Quando as holandesas fizeram 14/10, o treinador José Roberto Guimarães trocou as centrais. Entrou Bia e saiu Adenízia. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo encostou no marcador (17/16). A Holanda voltou a crescer no final da parcial e abriu quatro pontos (21/17). O Brasil diminuiu a vantagem no final da parcial, mas a Holanda seguiu melhor e fechou o terceiro set por 25/22.

A oposta Tandara fez os dois primeiros pontos da quarta parcial. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo fez 6/4. O Brasil cresceu de produção e abriu três pontos (10/7). Se aproveitando dos erros do time verde e amarelo, as holandesas viraram o marcador (13/11) e o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A paralização fez bem as brasileiras que voltaram a liderar o marcador (14/13). As brasileiras tinham três de vantagem no segundo tempo técnico da parcial (16/13). O Brasil manteve a liderança até o final e levou a melhor no quarto set por 25/22.

O Brasil começou melhor o quinto set e fez 4/1. Depois de um longo rally, as brasileiras abriram quatro pontos (7/3).  A central Bia se destacou no bloqueio e o time verde e amarelo segurou a vantagem até o final e venceu o set por 15/11 e o jogo por 3 sets a 2.

EQUIPES:

Brasil – Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Carol e Adenízia. Líbero – Suelen 
Entraram – Amanda, Macris, Monique, Bia 
Técnico – José Roberto Guimarães

Holanda – Dijkema, Plak, Buijs, Balkestein-Grothues, De Kruijf Robin e Belien Yvon. Líbero - Knip Kirsten
Entraram - Stoltenborg Femke, Oude Luttikhuis Nicole, Jasper Marrit, Daalderop Nika e Koolhaas Nicole
Técnico – Jamie Morrison

GRAND PRIX: Brasil luta mas é superado pela China

Zhu ataca contra o bloqueio do Brasil. Crédito:Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei lutou mas não conseguiu levar a melhor sobre as atuais campeãs olímpicas. Nesta quarta-feira (02.08), o Brasil foi superado pela China por 3 sets a 0 (25/22, 25/17 e 29/27), em 1h25 de jogo, em Nanjing, na China, pela Fase Final do Grand Prix. Brasileiras e chinesas formam ao lado da Holanda, o grupo J. Já a chave K é composta por Sérvia, Estados Unidos e Itália. No outro jogo do dia, as sérvias superaram as norte-americanas por 3 sets a 2 (25/22, 25/17, 23/25, 18/25 e 15/11).

Na Fase Final do Grand Prix, as equipes se enfrentam dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores em cada passam às semifinais. A equipe do treinador José Roberto Guimarães é a atual campeã e luta pelo 12º título da competição.

O Brasil voltará à quadra às 8h30 (Horário de Brasília) desta quinta-feira (03.08) para duelar com a Holanda. 

Apesar da derrota, o Brasil teve a maior pontuadora do confronto, a oposta Tandara, com 18 acertos. Pelo lado da China, quem mais marcou pontos foi a ponteira Zhu, com 16.

O treinador José Roberto Guimarães lamentou a derrota e parabenizou a China pela boa atuação diante do time verde e amarelo.

“A China fez uma partida muito boa e mereceu o resultado final. Nós tivemos chances durante o jogo e não aproveitamos. A nossa recepção e o sistema defensivo não funcionaram bem. Foi um jogo difícil e espero que o nosso time aprenda com os erros que cometemos hoje. Agora é pensar na Holanda”, disse José Roberto Guimarães.

O JOGO

China começou melhor na parcial e fez 7/5. Bem no saque, o Brasil virou no marcador e fez 10/9. As chinesas cresceram de produção e abriram dois pontos (13/11). Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A China manteve a vantagem e foi para o segundo tempo da parcial com três de vantagem (16/13). O Brasil encostou no placar, mas a China segurou a reação do time verde e amarelo e venceu o primeiro set por 25/22.

A China fez os cinco primeiros pontos da segunda parcial. As chinesas tinham seis de vantagem no primeiro tempo técnico do set (8/2). Se aproveitando dos erros do time verde e amarelo, as chinesas seguram a vantagem (11/5). O Brasil cresceu de produção e diminuiu a vantagem no marcador para dois pontos (15/13). Quando as chinesas voltaram a abrir no placar, o técnico José Roberto Guimarães pediu tempo (20/16). A China dominou a parte final da parcial e levou a melhor no segundo set por 25/17.

O Brasil voltou melhor para o terceiro set e fez 5/3. Se aproveitando dos erros do time verde e amarelo, as chinesas viraram o marcador (8/6). As chinesas seguraram a vantagem e foram para o segundo tempo técnico da terceira parcial com quatro de vantagem (16/12). As brasileiras conseguiram uma grande reação na final da parcial, mas China foi melhor nos momentos decisivos e venceu o set por 29/27 e o jogo por 3 sets a 0.

EQUIPES:

Brasil – Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Carol e Adenízia. Líbero – Suelen 
Entraram – Amanda, Macris, Monique, 
Técnico – José Roberto Guimarães

China – Ding, Zhang, Gong Xiangyu, Gao Yi, Zhu Ting e Yuan Xinyue
Entrou - Li Jing
Técnico - AN Jiajie

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