GRAND PRIX: Brasil vence Holanda e segue na briga por vaga na semifinal

Tandara foi destaque com 25 pontos marcados. Crédito: Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei segue na briga por um lugar na semifinal do Grand Prix. Nesta quinta-feira (03.08), o Brasil venceu um equilibrado duelo contra a Holanda por 3 sets a 2 (25/27, 25/23, 22/25, 25/22, e 15/11), em 2h33 de jogo, em Nanjing, na China. Com o resultado, o time verde e amarelo depende de uma vitória das chinesas, nesta sexta-feira (04.08), sobre as holandesas por qualquer placar para garantir uma vaga na semifinal da competição.

Brasil, Holanda e China formam o grupo J. Já a chave K é composta por Sérvia, Estados Unidos e Itália. Na Fase Final do Grand Prix, as equipes se enfrentam dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores em cada passam às semifinais. A equipe do treinador José Roberto Guimarães é a atual campeã e luta pelo 12º título da competição.

No grupo do Brasil, a China lidera com uma vitória e três pontos. O Brasil aparece na segunda colocação, com um resultado positivo e um negativo e dois pontos. A Holanda tem uma derrota e um ponto. A chave K já tem os dois semifinalistas definidos: Sérvia e Itália, que se enfrentarão nesta sexta-feira pelo primeiro lugar do grupo. Os Estados Unidos foram eliminados ao sofrerem a segunda derrota na competição, nesta quinta-feira, para a Itália por 3 sets a 1 (25/21, 22/25, 25/22 e 25/21).

No duelo entre Brasil e Holanda destaque para a oposta Tandara, com 25 acertos, e a ponteira Rosamaria, com 22. A capitã  Natália também pontuou bem, com 16. A central Bia entrou em quadra no terceiro set e deixou a partida com cinco pontos de bloqueio. Apesar da derrota, a Holanda teve a maior pontuadora do confronto, a atacante Plak, com 28 acertos.

Ao final do duelo, a oposta Tandara comentou sobre a partida e ressaltou o espírito de grupo do Brasil no duelo contra a Holanda.

“Conseguimos a vitória e isso foi o mais importante. Tivemos altos e baixos durante o jogo, mas o time conseguiu se superar, lutou e nunca desistiu. Também defendemos bem no jogo de hoje. Tocamos muito nas bolas no bloqueio e isso nos deu mais confiança na partida. Esse é um time aguerrido e estamos mostrando isso durante todo o Grand Prix. Temos que esperar o resultado da partida da China com a Holanda, mas fizemos a nossa parte no jogo de hoje”, disse Tandara.

A central Bia, que entrou no terceiro set e teve atuação determinante no bloqueio, falou sobre a atuação do Brasil.

“Hoje tínhamos que ganhar essa partida. Isso era o fundamental e conseguimos esse resultado. Sabíamos que o jogo seria diferente do duelo que tivemos no Brasil. Ainda precisamos de mais regularidade. Muitas vezes abrimos o placar nos sets e deixamos as equipes buscarem a diferença. Fico feliz que ajudei a equipe a conseguir esse resultado. Agora temos que esperar o jogo da China com a Holanda para saber se passamos às semifinais”, analisou Bia.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise do duelo entre o Brasil e a Holanda.

“Foi importante a nossa superação para esse jogo. Tivemos pouco tempo da partida com a China para o confronto com a Holanda. Ainda cometemos erros, mas o time foi testado e respondeu melhor. Hoje erramos menos e contra-atacamos com mais eficiência. Nós também fomos melhores no saque. Fizemos a nossa parte”, comentou José Roberto Guimarães.

O JOGO

Bem no saque, o Brasil abriu três contra a Holanda no início da primeira parcial (8/5). O saque e o bloqueio das holandesas cresceram de produção e a diferença no placar caiu para um ponto (12/11). A parcial ficou disputada ponto a ponto. A central Carol conseguiu um ace e o time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico do primeiro set com um de vantagem (16/15). Quando as holandesas viraram o marcador (19/18), o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. O final da parcial foi disputado ponto a ponto. A Holanda foi melhor nos momentos decisivos e venceu o primeiro set por 27/25.

O Brasil voltou melhor para o segundo set e fez os cinco primeiros pontos da parcial. A Holanda cresceu de produção e diminuiu a vantagem para um ponto (10/9). O set ficou disputado ponto a ponto. O time verde e amarelo foi para o segundo tempo técnico da parcial com um de vantagem (16/15).  Quando a partida estava 17/17, o treinador José Roberto Guimarães trocou as levantadoras. Entrou Macris e saiu Roberta. O set continuou disputado ponto a ponto. E foi com um erro da Holanda que o Brasil levou a melhor no segundo set por 25/23.

A Holanda começou melhor o terceiro set e fez 5/1. Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A paralização fez bem e o Brasil encostou (6/4). A Holanda tinha três de vantagem no primeiro tempo técnico da parcial (8/5). Com um bom contra-ataque da ponteira Natália, o time verde e amarelo diminuiu a vantagem para um ponto (8/7). Quando as holandesas fizeram 14/10, o treinador José Roberto Guimarães trocou as centrais. Entrou Bia e saiu Adenízia. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo encostou no marcador (17/16). A Holanda voltou a crescer no final da parcial e abriu quatro pontos (21/17). O Brasil diminuiu a vantagem no final da parcial, mas a Holanda seguiu melhor e fechou o terceiro set por 25/22.

A oposta Tandara fez os dois primeiros pontos da quarta parcial. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo fez 6/4. O Brasil cresceu de produção e abriu três pontos (10/7). Se aproveitando dos erros do time verde e amarelo, as holandesas viraram o marcador (13/11) e o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A paralização fez bem as brasileiras que voltaram a liderar o marcador (14/13). As brasileiras tinham três de vantagem no segundo tempo técnico da parcial (16/13). O Brasil manteve a liderança até o final e levou a melhor no quarto set por 25/22.

O Brasil começou melhor o quinto set e fez 4/1. Depois de um longo rally, as brasileiras abriram quatro pontos (7/3).  A central Bia se destacou no bloqueio e o time verde e amarelo segurou a vantagem até o final e venceu o set por 15/11 e o jogo por 3 sets a 2.

EQUIPES:

Brasil – Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Carol e Adenízia. Líbero – Suelen 
Entraram – Amanda, Macris, Monique, Bia 
Técnico – José Roberto Guimarães

Holanda – Dijkema, Plak, Buijs, Balkestein-Grothues, De Kruijf Robin e Belien Yvon. Líbero - Knip Kirsten
Entraram - Stoltenborg Femke, Oude Luttikhuis Nicole, Jasper Marrit, Daalderop Nika e Koolhaas Nicole
Técnico – Jamie Morrison

GRAND PRIX: Brasil luta mas é superado pela China

Zhu ataca contra o bloqueio do Brasil. Crédito:Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei lutou mas não conseguiu levar a melhor sobre as atuais campeãs olímpicas. Nesta quarta-feira (02.08), o Brasil foi superado pela China por 3 sets a 0 (25/22, 25/17 e 29/27), em 1h25 de jogo, em Nanjing, na China, pela Fase Final do Grand Prix. Brasileiras e chinesas formam ao lado da Holanda, o grupo J. Já a chave K é composta por Sérvia, Estados Unidos e Itália. No outro jogo do dia, as sérvias superaram as norte-americanas por 3 sets a 2 (25/22, 25/17, 23/25, 18/25 e 15/11).

Na Fase Final do Grand Prix, as equipes se enfrentam dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores em cada passam às semifinais. A equipe do treinador José Roberto Guimarães é a atual campeã e luta pelo 12º título da competição.

O Brasil voltará à quadra às 8h30 (Horário de Brasília) desta quinta-feira (03.08) para duelar com a Holanda. 

Apesar da derrota, o Brasil teve a maior pontuadora do confronto, a oposta Tandara, com 18 acertos. Pelo lado da China, quem mais marcou pontos foi a ponteira Zhu, com 16.

O treinador José Roberto Guimarães lamentou a derrota e parabenizou a China pela boa atuação diante do time verde e amarelo.

“A China fez uma partida muito boa e mereceu o resultado final. Nós tivemos chances durante o jogo e não aproveitamos. A nossa recepção e o sistema defensivo não funcionaram bem. Foi um jogo difícil e espero que o nosso time aprenda com os erros que cometemos hoje. Agora é pensar na Holanda”, disse José Roberto Guimarães.

O JOGO

China começou melhor na parcial e fez 7/5. Bem no saque, o Brasil virou no marcador e fez 10/9. As chinesas cresceram de produção e abriram dois pontos (13/11). Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A China manteve a vantagem e foi para o segundo tempo da parcial com três de vantagem (16/13). O Brasil encostou no placar, mas a China segurou a reação do time verde e amarelo e venceu o primeiro set por 25/22.

A China fez os cinco primeiros pontos da segunda parcial. As chinesas tinham seis de vantagem no primeiro tempo técnico do set (8/2). Se aproveitando dos erros do time verde e amarelo, as chinesas seguram a vantagem (11/5). O Brasil cresceu de produção e diminuiu a vantagem no marcador para dois pontos (15/13). Quando as chinesas voltaram a abrir no placar, o técnico José Roberto Guimarães pediu tempo (20/16). A China dominou a parte final da parcial e levou a melhor no segundo set por 25/17.

O Brasil voltou melhor para o terceiro set e fez 5/3. Se aproveitando dos erros do time verde e amarelo, as chinesas viraram o marcador (8/6). As chinesas seguraram a vantagem e foram para o segundo tempo técnico da terceira parcial com quatro de vantagem (16/12). As brasileiras conseguiram uma grande reação na final da parcial, mas China foi melhor nos momentos decisivos e venceu o set por 29/27 e o jogo por 3 sets a 0.

EQUIPES:

Brasil – Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Carol e Adenízia. Líbero – Suelen 
Entraram – Amanda, Macris, Monique, 
Técnico – José Roberto Guimarães

China – Ding, Zhang, Gong Xiangyu, Gao Yi, Zhu Ting e Yuan Xinyue
Entrou - Li Jing
Técnico - AN Jiajie

GRAND PRIX: Brasil estreia na Fase Final contra China

Time inicia a tentativa do 12o título na competição nesta quarta na China. Crédito: Divulgação/FIVB

A seleção brasileira feminina começará, nesta quarta-feira (02.08), a disputa da Fase Final do Grand Prix, em Nanjing. O primeiro desafio do Brasil será a China, às 8h30 (Horário de Brasília). Brasileiras e chinesas formam ao lado da Holanda, o grupo J. Já a chave K é composta por Sérvia, Estados Unidos e Itália. As equipes se enfrentarão dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores em cada passarão às semifinais. A equipe do treinador José Roberto Guimarães é a atual campeã e luta pelo 12º título da competição.

O Brasil terminou a fase de classificação em terceiro lugar, com 18 pontos (seis vitórias e três derrotas). A China, país sede da Fase Final, ficou na sétima colocação, com 13 pontos (cinco resultados positivos e quatro negativos).

O treinador José Roberto Guimarães comentou sobre a expectativa para o duelo desta quarta-feira contra a China.

“A China é atual campeã olímpica e manteve a mesma base dos Jogos Olímpicos do Rio. Elas vão jogar em casa e terão o apoio da torcida. É uma grande equipe, com uma das melhores atacantes do mundo, a Zhu. É o time a ser batido no mundo. O nosso saque será muito importante, assim como o nosso sistema defensivo. Tivemos a oportunidade de treinar a nossa relação entre o bloqueio e a defesa nesses dias que antecederam a fase final e vamos precisar ter um passe melhor. Esse jogo será mais uma final para nossa equipe”, disse José Roberto Guimarães.

A oposta Tandara também falou sobre a importância do saque para o duelo com a China.

“Será um jogo difícil para nossa equipe e vejo a China como favorita pelo momento atual. É um time que erra muito pouco e joga com velocidade. Vamos precisar sacar muito bem e a nossa virada de bola precisará ser eficiente. Temos que manter a agressividade que apresentamos nos jogos em Cuiabá e o bom aproveitamento que tivemos no bloqueio”, explicou Tandara.

63 anos de muito voleibol

O tricampeão olímpico José Roberto Guimarães completou, nesta segunda-feira, 63 anos de muitas vitórias pelas quadras do mundo. E a comemoração para o técnico brasileiro foi com muito treinamento na preparação das brasileiras para a Fase Final do Grand Prix, em Nanjing, na China.

 

Fase Final – Nanjing (China) 

02.08 – Brasil x China, às 8h30 (Horário de Brasília) 
03.08 – Brasil x Holanda, às 8h30 (Horário de Brasília) 

Brasil supera Estados Unidos e está na Fase Final

Com apoio de 10.143 torcedores que lotaram o Aecim Tocantins, brasileiras levaram a melhor sobre norte-americanas por 3 sets a 1, em Cuiabá e seguem na busca pelo 12º título. Crédito: FIVB/Divulgação

 

A seleção brasileira feminina de vôlei está na Fase Final do Grand Prix. Neste domingo (23.07), com o apoio de 10.143 torcedores que lotaram o Aecim Tocantins, o Brasil superou os Estados Unidos por 3 sets a 1 (25/20, 25/13, 18/25 e 25/18), em 1h45 de jogo, em Cuiabá (MT). Com o resultado, o time verde e amarelo garantiu um lugar entre as seis melhores equipes da competição.

 A Fase Final acontecerá de dois a seis de agosto, em Nanjing, na China. As brasileiras terão folga nesta segunda-feira (24.07) e já embarcarão para o país asiático na terça-feira (25.07).

O resultado colocou o Brasil em terceiro lugar na classificação geral, com 18 pontos (seis vitórias e três derrotas). A Sérvia lidera, com 22 pontos, seguida pelos Estados Unidos, com 19. A Itália é a quarta colocada, com 16 pontos. As quatro equipes citadas já garantiram um lugar na Fase Final. A China, país sede, também está garantida. A última vaga ficará entre Holanda, que ainda joga neste domingo, e o Japão.

A ponteira Natália foi a maior pontuadora da vitória das brasileiras, com 19 acertos. A central Adenízia, com 18 pontos (cinco de bloqueio) e a oposta Tandara, com 14 acertos, também se destacaram. Pelos Estados Unidos, os destaques foram a central Dixon e a atacante Courtney, com 12 cada.

Ao final do confronto, a ponteira Natália comentou sobre a boa vitória das brasileiras sobre os Estados Unidos.

“Nosso time está de parabéns. Viemos com muita pressão para o Brasil e conseguimos realizar bem o nosso trabalho. Sabíamos que precisávamos vencer as três partidas e cada jogo aqui foi uma decisão. Agora já temos que pensar na Fase Final. Sabemos que ainda temos muito o que melhorar, mas estamos no caminho certo e a atitude que demostramos nessa semana foi fundamental para os resultados”, disse Natália.

A central Adenízia, que contagiou a torcida com sua garra, agradeceu o apoio recebido pelos torcedores e chamou a atenção para a postura do time verde e amarelo.

“Tivemos altos e baixos na competição, mas esses dois últimos jogos foram muito bons. O que mostramos hoje é o Brasil, com garra, vibração e não desistindo em nenhum momento. Sabíamos da importância dessas vitórias e a torcida foi fundamental para esse resultado”, afirmou Adenízia.

O treinador José Roberto Guimarães fez questão de agradecer ao apoio recebido pelos torcedores de Cuiabá.

“Temos que agradecer Cuiabá por ter nos recebido muito bem e a torcida foi fundamental para as nossas vitórias. Conseguimos treinar mais, recebemos o carinho de todos e apresentamos um voleibol melhor. Fico feliz pela atmosfera, por termos evoluído e pela classificação. Ainda precisamos evoluir e ter mais regularidade. Será muito importante jogarmos a Fase Final para enfrentarmos as melhores seleções do mundo”, explicou José Roberto Guimarães.

O JOGO

Brasil começa melhor e faz 4/1. Os Estados Unidos cresceu de produção e virou o marcador (7/5). O Brasil voltou a equilibrar a parcial e foi para o primeiro tempo técnico com um de vantagem (8/7). Com um erro das norte-americanas, o time verde e amarelo abriu dois (10/8). Com uma largada da oposta Tandara, as brasileiras abriram três pontos (12/9). Se aproveitando dos erros das adversárias, o Brasil fez 14/10. Bem no bloqueio, as donas da casa fizeram 18/14. O Brasil segurou a vantagem até a final e venceu o primeiro set por 25/20.

As brasileiras mantiveram o bom momento e fizeram 5/2 no início do segundo set. Numa boa largada da ponteira Natália, o time verde e amarelo manteve a diferença no marcador (8/5). A central Adenízia cresceu de produção e as brasileiras fizeram 12/5. A ponteira Rosamaria se destacou no saque e o time verde e amarelo fez 12/7. As brasileiras mantiveram a vantagem no placar e fizeram 19/9. O Brasil dominou a parcial até o final e venceu o segundo set por 25/13.

Os Estados Unidos voltaram melhor para o terceiro set e fizeram 6/2. Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Mesmo com a paralisação, as norte-americanas seguiram melhores e fizeram (10/4). Com Natália bem pela pipe, Brasil faz dois pontos seguidos (10/6). Bem no boqueio, as norte-americanas fizeram 16/8. Os Estados Unidos seguraram a reação do time da casa e venceram o terceiro set por 25/18.

Os Estados Unidos fizeram os três primeiros pontos da quarta parcial. A central Adenízia cresceu de produção e o time verde e amarelo empatou (5/5). O Brasil foi para o primeiro tempo técnico do quarto set com dois de vantagem (8/6). A central Adenízia conseguiu um bom saque e as brasileiras abriram quatro pontos (11/7). O Brasil foi para o segundo tempo técnico com cinco de vantagem (16/11). O Brasil dominou a parcial até o final e venceu o set por 25/18 e o jogo por 3 sets a 1.

 

BRASIL: Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Adenízia e Carol. Líbero – Suelen 
Entraram: Monique, Macris, Amanda, Drussyla, Gabi e Bia 
Técnico – José Roberto Guimarães

ESTADOS UNIDOS: Lioyd, Murphy, Kingdon, Courtney, Gibbemeyer e Dixon.  Líbero –  Wong 
Entraram:  Hancock, Sarah e McMahon
Técnico: Karch Kiraly

GRAND PRIX: Brasil vence Holanda e se aproxima da Fase Final

Brasileiras superaram as holandesas por 3 sets a 1, no Aecim Tocantins, em Cuiabá. Crédito: André Romeu/MPIX/CBV

A seleção brasileira feminina de vôlei deu um importante passo na busca por uma vaga na Fase Final do Grand Prix. Nesta sexta-feira (21.07), o Brasil superou a Holanda por 3 sets a 1 (25/17, 25/14, 18/25 e 25/19), em 1h45 de jogo, no Aecim Tocantins, em Cuiabá (MT). Brasileiras e holandesas formam ao lado da Bélgica e dos Estados Unidos, o grupo I da competição. No outro jogo do grupo das donas da casa, as norte americanas levaram a melhor sobre as belgas por 3 sets a 1 (25/14, 16/25, 25/19 e 26/24). O duelo entre Brasil e Holanda contou com um bom público de 4.776 pessoas.

O resultado colocou o Brasil em quarto lugar na classificação geral, com 15 pontos (cinco vitórias e três derrotas). Os Estados Unidos lideram, com 19 pontos, seguidos pela Sérvia, com 18, e a Holanda, com 15, mas com um saldo de sets melhor do que as brasileiras.

O Brasil voltará à quadra no domingo, às 9h05 (Horário local)/10h05 (Horário de Brasília). 

A ponteira Rosamaria foi a maior pontuadora do confronto, com 18 acertos. A capitã Natália também teve boa atuação, com 17 pontos. O bloqueio do time verde  e amarelo também voltou a funcionar, com 20 pontos desse fundamento, sendo sete da central Adenízia. Pelo lado da Holanda, a oposta Plak foi quem mais pontuou, com 14 acertos.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da boa vitória das brasileiras sobre a Holanda.

“Hoje nos apresentamos bem. O bloqueio voltou a fazer a diferença e nos ajudou bastante. O time inteiro mostrou uma energia diferente durante a partida. A Natália foi alvo no passe e conseguiu entregar a maioria das bolas. O sistema defensivo também funcionou melhor e precisamos disso. Com essa vitória, demos um passo importante na busca pela classificação”, disse José Roberto Guimarães.

Maior pontuadora do confronto, a ponteira Rosamaria elogiou o desempenho do Brasil contra a Holanda.

“Foi um jogo difícil e estávamos precisando de uma partida como essa. Hoje jogamos muito bem taticamente e mantivemos a concentração durante toda a partida. Temos que continuar nessa crescente porque sabemos que todos os jogos nessa fase são decisões”, afirmou Rosamaria.

O JOGO

O Brasil começou melhor e fez 4/2. Bem no saque, a Holanda empatou (4/4). O time verde e amarelo foi para o primeiro tempo técnico com dois de vantagem (8/6). Bem no bloqueio, as brasileiras abriram três pontos (14/11) e o técnico da Holanda pediu tempo. O saque brasileiro dificultava a recepção holandesa e a diferença no placar subiu para cinco pontos (17/12). Quando o Brasil fez 19/14, o treinador da Holanda pediu tempo. O time da casa seguiu com destaque no bloqueio e venceu o primeiro set por 25/17.

A Holanda voltou melhor para o segundo set e fez 5/3. Com Adenízia bem no bloqueio, o Brasil virou o marcador (6/5). As centrais Adenízia e Carol se destacavam no bloqueio e o time verde e amarelo foi para o primeiro tempo técnico com um de vantagem (8/7). Com volume, as donas da casa cresceram de produção e abriram quatro pontos (16/12). O bloqueio do time verde e amarelo seguia eficiente e a diferença no placar subiu para sete pontos (19/12). Quando as brasileiras fizeram 21/12, o treinador da Holanda voltou a parar o jogo. O Brasil seguiu melhor até o final e venceu o segundo set por 25/14.

Bem no bloqueio e no saque, o Brasil começou melhor no terceiro set e fez 8/4. A Holanda cresceu de produção e encostou (9/8). A Holanda virou o marcador e abriu dois pontos (12/10). Neste momento, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Com um ace da levantadora Roberta, o Brasil encostou (13/12). A Holanda tinha dois de vantagem no segundo tempo técnico da terceira parcial (16/14). A Holanda foi melhor na parte final da terceira parcial e venceu o set por 25/18.

O Brasil começou melhor no quarto set e fez 2/0. A parcial seguiu equilibrada e o Brasil foi para o primeiro tempo técnico em vantagem (8/7). Com um ponto de bloqueio, as brasileiras abriram dois pontos (9/7). A ponteira Rosamaria conseguiu um ace e as brasileiras abriram quatro pontos (12/8). O Brasil seguiu melhor e aumentou a vantagem no placar para seis pontos (16/10). As brasileiras dominaram a parcial até o final e venceram o set por 25/19 e o jogo por 3 sets a 1.

BRASIL: Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Adenízia e Bia. Líbero – Suelen 
Entraram: Monique, Macris e Amanda 
Técnico – José Roberto Guimarães

HOLANDA: Dijkema, Plak, Buijs, Maret, De Kruijf e Belien. Líbero – Knip 
Entraram: Femke e Jasper 
Técnico: Jamie Morrison

Com apoio da torcida, Brasil vence Bélgica em Cuiabá

Brasileiras levaram a melhor sobre as belgas por 3 sets a 0 e duelarão com a Holanda nesta sexta-feira em busca de um lugar na Fase Final. Crédito: Divulgação/FIVB

A seleção brasileira feminina de vôlei começou com vitória a etapa do Brasil do Grand Prix. Com o apoio de 3.380 torcedores que compareceram ao ginásio Aecim Tocantins, as brasileiras levaram a melhor sobre a Bélgica, nesta quinta-feira (20.07), por 3 sets a 0 (28/26, 25/19 e 25/20), em 1h27 de jogo, em Cuiabá (MT). Brasileiras e belgas formam ao lado da Holanda e dos Estados Unidos, o grupo I da competição.

Com o resultado, o Brasil subiu para o quarto lugar na classificação geral e retornou ao grupo das cinco seleções que avançam à Fase Final. No entanto, a rodada ainda será encerrada na madrugada de sexta-feira (21.07).

O Brasil voltará à quadra nesta sexta-feira (21.07), às 14h05 (horário local)/15h05 (horário de Brasília), contra a Holanda.

A oposta Tandara foi a maior pontuadora do confronto, com 17 pontos. A ponteira Rosamaria, com 15, a capitã Natália e a central Carol, com 13 cada, também pontuaram bem pela equipe verde e amarela. Pelo lado da Bélgica, a atacante Grobelna foi o destaque, com 16 acertos.

O principal destaque das brasileiras no confronto foi o bloqueio, com 13 pontos do fundamento. As centrais Carol e Adenízia marcaram cinco pontos cada uma de bloqueio.

Maior pontuadora do duelo, a oposta Tandara comentou sobre o resultado da partida e importância do jogo na briga pela classificação para Fase Final.

“Foi um jogo importante na nossa busca pela classificação para Fase Final na China e esses três pontos conquistados foram fundamentais. Hoje ainda sentimos um pouco o fuso horário e acredito que vamos jogar melhor contra a Holanda. Esses três pontos foram a recompensa de toda a adversidade que enfrentarmos com fuso horário e cansaço. A torcida nos incentivou durante toda a partida e foi muito bom jogar dentro de casa”, disse Tandara.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da atuação do Brasil no duelo contra a Bélgica.

“Estamos mantendo uma média muito boa de bloqueios durante toda a competição. Já o nosso passe e a defesa precisam melhorar. E para evoluirmos nesses fundamentos temos que treinar mais. Foi importante temos vencido e conquistado esses três pontos, mas sabemos que precisamos evoluir em alguns aspectos para enfrentar as melhores seleções do mundo”, disse José Roberto Guimarães, que também falou sobre o duelo desta sexta-feira contra a Holanda.

“A Holanda não tem como característica um bloqueio pesado e é uma equipe muito voluntariosa na defesa. Elas estão vivendo um bom momento, já se classificaram para  a fase final e estão jogando com velocidade. Além disso, elas têm jogadoras experientes que jogam juntas há algum tempo. É um jogo chave para nossa equipe, pois se ganharmos vamos dar um passo importante para a classificação”, explicou José Roberto Guimarães.

Entenda o Grand Prix

No Grand Prix, de sete a 23 de julho, as 12 principais seleções disputarão a fase de classificação. A cada semana serão formados três grupos com quatro seleções em cada, definidas em sorteio. Ao fim da fase classificatória, as cinco equipes mais bem classificadas avançarão à Fase Final, que contará ainda com a China, país sede. A Fase Final acontecerá de dois a seis de agosto, em Nanjing, na China.

No primeiro fim de semana da competição, o Brasil venceu a Bélgica e a Turquia, respectivamente, por 3 sets a 0 e 3 sets a 2 e foi superado pela Sérvia por 3 sets a 0. Na segunda semana, as brasileiras estrearam com vitória sobre a Sérvia por 3 sets a 0 e foram superadas pela Tailândia pelo mesmo placar e pelo Japão por 3 sets a 2.

O Brasil é o atual campeão do Grand Prix e luta pelo 12º título da competição.

O JOGO

A Bélgica começou melhor e fez 6/3. O time europeu foi para o 1º tempo técnico com quatro de vantagem (8/4). Bem no saque e nos contra-ataques, as brasileiras deixaram tudo igual no marcador (10/10). A Bélgica voltou a abrir vantagem no marcador e fez 17/14. A oposta Tandara se destacava no ataque e com bom aproveitamento do bloqueio, o Brasil virou o marcador (22/21). O final da parcial foi disputado ponto a ponto e com destaque para a oposta Tandara, as brasileiras fecharam a parcial por 28/26.

O segundo set seguiu equilibrado. Com um ponto de saque da ponteira Natália, o Brasil abriu um ponto (13/12). As brasileiras foram para o segundo tempo técnico com um de vantagem (16/15). Bem no bloqueio, as brasileiras abriram três pontos (20/17) no final da segunda parcial e o técnico da Bélgica pediu tempo. O Brasil seguiu melhor e venceu o segundo set por 25/19.

O Brasil começou bem o terceiro set e fez 6/4. Bem no saque, as brasileiras fizeram 14/10. O Brasil seguiu melhor e foi para o segundo tempo técnico vencendo por 16/11. As brasileiras seguraram uma reação da Bélgica e, com destaque para o bloqueio, venceram a parcial por 25/20 e o jogo por 3 sets a 0.

EQUIPES:

BRASIL: Roberta, Tandara, Natália, Rosamaria, Adenízia e Carol. Líbero – Suelen 
Entraram: Monique, Macris e Amanda 
Técnico – José Roberto Guimarães 

BÉLGICA: Herbots, Leys, Grobelna, Janssens, Ilka e Lemmens. Líbero – De Tant 
Entraram: Jasmien, Van Gestel, Jodie 
Técnico – Gert Vande Broek

Times feminino e masculino do Sesc RJ têm 14 novidades no elenco para a temporada 2017/18

Times já voltaram ao treino e Bernardinho continua no comando do time feminino. Crédito: Bruno Lopes/EAZ

Os times masculino e feminino do Sesc RJ têm 14 novidades em seus elencos para a temporada 2017/18. Os reforços da equipe liderada pelo multicampeão Bernardinho são Carol Leite (levantadora), Vivian Linda(centrais), Natiele (oposta), Kasi e Gabriella (ponteiras). Já os do time do bicampeão olímpico Giovane Gávio são João Rafael (ponteiro), Levi Alves (ponteiro), Tiago Veloso (levantador), André Ryuma (ponteiro), Renan Buiatti (oposto), Tiago Brendle (líbero), além de Maurício Souza (central) e Maurício Borges (ponteiro), campeões olímpicos de 2016.

 FEMININO - Da equipe vice-campeã mundial e campeã sul-americana, e vencedora da Superliga na temporada passada, permanecem no grupo Gabi (ponteira), Mayhara (central), Juciely (central), Vitória (líbero), Monique(oposta), Roberta (levantadora), Fabi (líbero), Drussyla (ponteira) e Mikaella (levantadora).

 O grupo iniciou os trabalhos de readaptação na Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx) da Urca, com exceção das jogadoras que estão servindo à Seleção Brasileira: Gabriella, Monique, Roberta, Drussyla e Vitória (sub-23). Gabi e Juciely, que recentemente se recuperam de tendinite e artroscopia, já treinam com a equipe. A EsEFEx permanece como Centro de Treinamento da equipe, que mandará seus jogos no mesmo local da última temporada, o ginásio do Tijuca Tênis Clube.

 Integralmente sob a gestão do Sesc RJ – na temporada 2016/17 a equipe era administrada em parceria com a Unilever –, o time busca em 2017/18 seguir com o trabalho vitorioso realizado há 20 temporadas.  São 12 triunfos na Superliga Feminina (97/98, 99/00, 05/06, 06/07, 07/08, 08/09, 10/11, 12/13, 13/14, 14/15, 15/16 e 16/17), quatro Sul-Americanos (2013, 2015, 2016 e 2017) e 13 Estaduais. O time ainda é bicampeão do Top Volley Internacional, tricampeão da Salonpas Cup e vice-campeão Mundial de Clubes (2013 e 2017).

 

MASCULINO - Dos novos jogadores, os quatro que estão defendendo a Seleção Brasileira - Maurício Souza, Maurício Borges, Renan Buiatti e Tiago Brendle – devem se integrar ao grupo em setembro, após o Campeonato Sul-Americano e a Copa dos Campeões. Os demais já iniciaram os treinamentos juntamente com o grupo remanescente da temporada anterior, que é formado por Everaldo (levantador), Paulo Victor PV (oposto), Tiago Barth (central), Juninho (ponteiro), Victor Hugo (central) e Renato Oliveira (central) - o líbero Alexandre Elias também segue no Sesc RJ, mas no momento está a serviço da Seleção Brasileira Sub-23. A comissão técnica, liderada pelo bicampeão olímpico Giovane Gávio, é a mesma vitoriosa na última temporada (veja abaixo a lista completa).

 

As primeiras semanas de treinamento, em caráter de readaptação, serão na areia, na Praia do Leblon, no Rio. A partir de agosto, o time passa a ocupar a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), na Lagoa, onde a ideia é também realizar alguns dos seus jogos. Nesta temporada, o time disputará o Campeonato Carioca, a Superliga 2017/18 e a Copa do Brasil (caso fique entre os 8 melhores na fase classificatória). A vaga na elite do vôlei nacional foi assegurada com o título da Superliga B, conquistado em abril.

 

Assim como o líbero Alexandre Elias, nesse primeiro momento, o técnico Giovane Gávio e o assistente Pedro Uehara, o Peu, não estarão com o grupo, pois servem à Seleção Brasileira Sub-23, que disputará o Mundial da categoria em Cairo, no Egito, de 18 a 25 de agosto. Quem está à frente dos primeiros trabalhos é o auxiliar técnico Vinicius Gomes, o Alegrete. 

 

CONTRATAÇÕES 2017/18

FEMININO

Carol Leite

Carolina Leite

Nascimento: 15/11/1992

Jundiaí/SP

Posição: Levantadora

Altura: 1,72m

Peso: 71 Kg

 

Vivian

Vivian Maria Pellegrino

Nascimento: 31/05/1985

Piracicaba/SP

Posição: Central

Altura: 1,80m

Peso: 70 Kg

 

Linda

Linda Jéssica Costa

Nascimento: 02/09/1994

Belo Horizonte/MG

Posição: Central

Altura: 1,88m

Peso: 79 Kg

 

Natiele

Natiele Marques Gonçalves

Nascimento: 28/11/1991

Porto Alegre/RS

Posição: Oposta

Altura: 1,80m

Peso: 78 Kg

 

Kasi

Kasiely Clemente

Data de nascimento: 06/12/1993

Nova Aurora/PR

Posição: Ponteira

Altura: 1,82m

Peso: 66 Kg

 

Gabriella

Gabriella Guimarães Souza

Data de nascimento: 14/12/1993

Niterói/RJ

Posição: Ponteira

Altura: 1,70m

Peso: 71 Kg

 

MASCULINO

João Rafael

João Rafael de Barros Ferreira

Data de Nascimento: 17/03/1993

Recife/PE

Posição: Ponteiro

Altura: 1,93m

Peso: 93 Kg

 

Levi Alves

Levi Alves Cabral

Data de nascimento:  16/05/1989

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Ponteiro

Altura: 1,98m

Peso: 87 Kg

 

Tiago Pontes

Tiago Pontes Veloso

Data de nascimento:  15/08/1993

João Pessoa/PB

Posição: Levantador

Altura: 1,85m

Peso: 80 Kg

 

André Ryuma

André Ryuma Oto Aleixo

Data de nascimento: 21/12/1990

Campinas/SP

Posição: Ponteiro

Altura: 1,90m

Peso: 88 Kg

 

Maurício Souza

Maurício Luiz de Souza

Data de nascimento: 29/09/1988

Iturama/MG

Posição: Central

Altura: 2,09m

Peso: 93 Kg

 

Maurício Borges

Maurício Borges Almeida Silva

Data de nascimento: 04/12/1989

Maceió/AL

Posição: Ponteiro

Altura: 1,99m

Peso: 99 Kg

 

Renan Buiatti

Renan Zanata Buiatti

Data de nascimento: 10/01/1990

Uberlândia/MG

Posição: Oposto

Altura: 2,17m

Peso: 105 Kg

 

Tiago Brendle

Tiago Brendle

Data de nascimento: 21/10/1985

Panambi/RS

Posição: Líbero

Altura: 1,88m

Peso: 83 Kg

 

RENOVAÇÕES DA TEMPORADA 2016/17

FEMININO

Gabi

Gabriela Braga Guimarães

Nascimento: 19/05/1994

Belo Horizonte/MG

Posição: Ponteira

Altura: 1,80m

Peso: 60 kg

 

Mayhara

Nascimento: 09/04/1989

Bauru/SP

Posição: central

Altura: 1,84m

Peso: 73 kg

 

Juciely

Juciely Cristina Silva Barreto

Nascimento: 18/12/1980

João Monlevade/MG

Posição: Central

Altura: 1,84m

Peso: 72 kg

 

Vitória

Vitória Trindade Figueiredo Lage

Nascimento: 29/05/1995

Curvelo/MG

Posição: líbero

Altura: 1,65m

Peso: 60 kg

 

Monique

Monique Marinho Pavão

Nascimento: 31/10/1986

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Oposta

Altura: 1,78m

Peso: 67 kg

 

Roberta

Roberta da Silva Ratzke

Nascimento: 28/04/1990

Curitiba/PR

Posição: Levantadora

Altura: 1,85m

Peso: 68 kg

 

Fabi

Fabiana Alvim de Oliveira

Nascimento: 07/03/1980

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Líbero

Altura: 1,69m

Peso: 59 kg

 

Drussyla

Drussyla Andressa Feliz Costa

Nascimento: 01/07/1996

João Pessoa/PB

Posição: Ponteira

Altura: 1,86m

Peso: 70 kg

 

Mikaella

Mikaella da Silva Costa

Nascimento: 14/06/1997

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Levantadora

Altura: 1,75m

Peso: 77 kg

 

MASCULINO

Everaldo

Everaldo Lucena da Silva

Data de nascimento: 28/5/1985

Rio de Janeiro/ RJ

Posição: Levantador

Altura: 1,97m

Peso: 94 Kg

 

PV

Paulo Victor Costa da Silva

Data de nascimento: 12/5/1986

Corumbá/MS

Posição: Oposto

Altura: 1,98m

Peso: 94 Kg

 

Tiago Barth

Tiago Enrique Barth

Data de nascimento: 13/6/1988

Mondaí/SC

Posição: Central

Altura: 2,09m

Peso: 103 Kg

 

Juninho

Valdir Gonçalves Junior

Data de nascimento: 23/3/1987

Marília/SP

Posição: Ponta/Oposto

Altura: 1,95m

Peso: 88 Kg

 

Victor Hugo

Victor Hugo Rocha Pereira

Data de nascimento: 2/8/1991

Goiania/GO

Posição: Central

Altura: 2m

Peso: 90 Kg

 

Alexandre Elias

Alexandre Figueiredo Elias

Data de nascimento: 30/9/1997

Local: Rio de Janeiro/RJ

Posição: Líbero

Altura: 1,90m

Peso: 85 Kg

 

Renato Oliveira

Renato Marques de Oliveira

Data de nascimento: 26/11/1988

Local: Maringá/PR

Posição: Central

Altura: 2,04m

Peso: 80 Kg

 

SAÍDAS

FEMININO

Régis (ponteira)

Anne (ponteira)

Helô (oposta)

Carol (oposta)

Stephanie (central)

Camilla (levantadora)

Fiapo (fisioterapeuta)

 

MASCULINO

Pedro Jukoski (Levantador)

Rodrigo Ruiz (ponteiro)

Renato Mendes (oposto/ponteiro)

Daniel Pinho (oposto)

Leozão (oposto)

Renan Freire (ponteiro)

Ary (ponteiro)

Gabriel Bertolini (central)

Hugo Hamacher (ponteiro)

Luciano Minossi (líbero)

Matheus Figur “Tcho” (central)

 

COMISSÃO TÉCNICA

FEMININO

Técnico: Bernardo Rocha de Rezende

Assistente técnico: Ricardo Gomes Tabach

Gerente: Marcos Senatore

Supervisor: Harry Bollmann Neto

Auxiliar técnico: Hélio Ricardo Griner

Preparador físico: Marco Antonio Jardim

Fisioterapeutas: Marcio Fonseca Menezes

Médico: Ney Coutinho Pecegueiro do Amaral

Estatística: Roberta Correira Giglio

 

MASCULINO

Técnico: Giovane Gávio

Assistente técnico: Pedro Uehara “Peu”

Gerente: Marcos Senatore

Supervisor: Marcelo Freitas “Dentinho”

Preparador Físico: Giovani Foppa

Fisioterapeuta: Alexandre Herculano “Petute”

Auxiliar geral: Dennys Paredes

Auxiliar técnico: Vinicius Gomes “Alegrete”

Médicos: Ney Pecegueiro, Felipe Serrão e Felipe Malzac

Auxiliares de treino: Gabriel Fonseca e Tie Santana

Estatístico: Tobias Fares

Sempre presente em finais, Brasil é medalha de prata em 2017

Time brasileiro para diante da França em casa. Crédito: Valterci Santos/MPIX/CBV

 

As quase 23.200 pessoas que encheram o Estádio Atlético Paranaense, em Curitiba (PR), na noite deste sábado (08.07) podem não ter comemorado o título, mas fizeram a festa e tiveram emoção de sobra diante de uma final extremamente disputada, equilibrada e com grandes lances. No final, melhor para a França, que venceu o Brasil somente no set desempate, por 3 sets a 2, com parciais de 21/25, 25/15, 25/23, 19/25 e 15/13 depois de 2h04 de partida. O Canadá bateu os Estados Unidos por 3 sets a 1 e ficou com a medalha de bronze.

O oposto Wallace e o ponteiro Lucarelli dividiram o posto de maiores pontuadores da seleção brasileira, com 22 acertos cada um. O ponteiro francês Ngapeth foi quem mais pontuou na partida, com 29 pontos.

Wallace destacou o bom desempenho do adversário na noite deste sábado. “Fizemos grandes partidas e soubemos lidar com cada situação adversa. Hoje não foi diferente. Não dá para tirar os méritos da França. Eles jogaram muito bem. Agora é seguir em frente, com o mesmo orgulho de representar a seleção brasileira”, disse o oposto da seleção braisleira.

Logo após a partida, o central Lucão analisou a partida. “Perder sempre é ruim, mas foi uma bela campanha da seleção brasileira e hoje um grande jogo de voleibol. Tivemos nossas chances tanto no terceiro set, como no tie-break, mas temos que lembrar que eles têm uma grande equipe também. Acredito que esse ciclo que se inicia agora vai ter Brasil e França brigando sempre em finais”, opinou Lucão.

O técnico Renan também fez elogios a grande final disputada no Estádio Atlético Paranaense. “Foi um jogo espetacular. Eles defenderam muito bem, nos colocaram em muita dificuldade e nós sabíamos que seria assim, um jogo decidido lá em cima, no detalhe. Queria muito agradecer a cada um desses jogadores. Todos se entregaram ao máximo, lutaram e o placar de hoje mostra o nível da competição”, disse Renan.  

O Brasil encerrou a Liga Mundial com nove vitórias em 13 jogos disputados. Mesmo com o resultado negativo nesta final, a seleção brasileira segue como a maior vencedora da Liga Mundial, com nove títulos, conquistados em 1993, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009, 2010.

Melhores da competição

Dois brasileiros estiveram na seleção do campeonato: o ponteiro Lucarelli e o oposto Wallace. Os melhores da Liga Mundial ainda foram o levantador Toniutti, da França, o outro ponteiro foi o francês Ngapeth, os centrais foram Le Roux, também da França, e Graham Vigrass, do Canadá, e o líbero foi o canadense Blair Bann.

O JOGO

Wallace abriu o placar do jogo em ponto de contra-ataque. A França respondeu. As duas seleções trocaram pontos até os franceses assumirem o comando do placar em 5/4. No bloqueio de Maurício Souza, a seleção brasileira marcou 7/6. Com Lucão, o Brasil fez 10/9. O adversário reassumiu o comando do placar em 11/10. Em um pedido de desafio confirmou o ponto do Brasil, que chegou a 15/14. No lance seguinte, Maurício Borges fez 16/14. A equipe da casa manteve dois de vantagem em 17/15. Contando com um erro do adversário, o Brasil colocou três de vantagem (19/16). Maurício Souza fez 22/19. No bloqueio de Bruninho, 23/19. Neste momento, a França pediu tempo. Com Maurício Souza, o Brasil fechou em 25/21.

A França começou melhor e abriu 5/1 logo no começo da segunda parcial. Neste momento, Renan pediu tempo. A vantagem francesa chegou a cinco pontos em 8/3. No ace de Wallace, a seleção brasileira reduziu a diferença no placar para 6/8. A França voltou a abrir em 12/7. Renan pediu tempo. No segundo tempo técnico, o time visitante tinha 16/9. O Brasil reduziu para 11/16, mas a França voltou a pontuar bem e abriu 20/12. A vantagem passou a ser de 10 pontos em 23/13. A França fechou em 25/15.

A seleção francesa abriu o terceiro set com ponto de saque. Maurício Borges respondeu no ataque pela saída de rede. No bloqueio de Lucão, o Brasil fez 2/1. O placar ficou igual em 3/3. Na bola de segunda do levantador francês, a equipe marcou 5/3. Explorando o bloqueio brasileira, a França marcou 7/4. Renan pediu tempo. O time visitante teve cinco de vantagem em 11/6. Depois de uma bola bastante disputada, Wallace pontuou e o Brasil fez 10/13. O placar ainda foi a 11/13 e a França pediu tempo. O adversário voltou a abrir e fez 15/11. Com Wallace, 14/17. Depois de bom saque de Bruninho, o Brasil pontuou no bloqueio: 16/18. No lance seguinte, 17/18. Com Wallace, o placar ficou igual em 20/20. Ele mesmo virou o marcador para 21/20. A França fez 23/22, o Brasil empatou 23/23 e o adversário marcou 24/23. E, no bloqueio, a França fechou em 25/23.

A França esteve na frente, mas, com Lucarelli e depois com Wallace, o Brasil fez 4/2. Com o apoio da torcida, o time da casa ainda chegou a 6/3. No bloqueio simples de Éder, 7/3. Maurício Borges marcou 8/3. Os franceses reagiram e fizeram 7/10. No ace, a França marcou 9/11, forçando Renan a pedir tempo. Em um super ataque de Wallace, o Brasil fez 13/9. Éder marcou 16/13. Depois de grande passe de Thales, Bruninho levantou para Lucão, que marcou 17/14. A vantagem brasileira foi a quatro pontos (19/15) e o adversário pediu tempo. No bloqueio de Wallace, 20/15. Com mais um bloqueio simples de Éder, o Brasil chegou a 22/16. Embalada, a seleção brasileira fechou com Éder: 25/19.

Lucarelli abriu o marcador do set decisivo. A seleção brasileira ainda abriu 3/1. Na sequência, i time de Renan fez 5/3. Em boa passagem de Bruninho pelo saque, o Brasil chegou a 7/4 e o adversário pediu tempo. A França encostou no placar em 6/7 e ainda chegou ao ponto de empate em 7/7. O técnico brasileiro parou o jogo com pedido de tempo. Lucão marcou 8/7. Lucarelli fez 9/8. No bloqueio, Éder marcou 10/8. O Brasil fez 11/9. A França chegou ao empate em 11/11 e virou em 12/11. Renan pediu tempo. Na volta, os franceses fizeram 13/11 e fecharam em 15/13.

EQUIPES

BRASIL – Bruno, Wallace, Lucão, Maurício Souza, Maurício Borges e Lucarelli. Líbero – Thales

Entraram – Renan, Raphael, Éder, Tiago Brendle

Técnico: Renan Dal Zotto

FRANÇA – Toniutti, Trevor, Ngapeth, Le Roux, Boyer e Chinenyese. Líbero – Grebennikov

Entraram – Brizard, Rossard, Lyneel

Técnico: Laurent Tillie

Brasil vence Alemanha e é campeão pela sétima vez

A seleção brasileira feminina de vôlei é campeã da edição 2017 da Montreux Volley Masters. Neste domingo (11.06), o Brasil venceu a Alemanha na decisão por 3 sets a 0 (25/21, 25/18 e 25/20), em 1h22 de jogo, no na Salle Omnisports Perrier, em Montreux, na Suíça. Com o resultado, o time do treinador José Roberto Guimarães conseguiu o primeiro título no novo ciclo olímpico e venceu a tradicional competição pela sétima vez.

O Brasil participou da Montreux Volley Masters com as levantadoras Roberta e Naiane, as opostas Tandara, Edinara e Fernanda Tomé, as centrais Adenízia, Carol e Mara, as ponteiras Natália, Drussyla, Rosamaria e Amanda e as líberos Suelen e Gabi.

As ponteiras Rosamaria e Natália se destacaram na decisão e foram as maiores pontuadoras do confronto, com 15 e 12 pontos respectivamente. Para Natália, que disputou sua primeira competição como capitã do Brasil, o título foi um reconhecimento pelo trabalho de todo o grupo.

"Para esse início de trabalho foi muito legal conquistar esse título. Sabemos que ainda temos muito o que melhorar, mas fiquei feliz que mostramos uma evolução a cada jogo nessa competição. Também foi importante porque esse torneio serviu como experiência para muitas jogadoras novas que nunca tinham defendido a seleção adulta. Temos que continuar trabalhando forte para chegarmos no patamar que almejamos", disse Natália.

Um dos destaques na campanha do Brasil, a ponteira Rosamaria, de 23 anos, também destacou o evolução do time verde e amarelo.

"Sabemos que estamos passando por um processo novo na seleção. Esse título nos dá mais confiança para seguirmos trabalhando forte. O grupo evoluiu ao longo do torneio e isso é positivo. O sentimento na seleção adulta é outro e a responsabilidade também. Estou aqui para aprender e evoluir e fico feliz que a primeira competição tenha terminado com um título", explicou Rosamaria.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da campanha do Brasil e parabenizou o grupo pelo título.

"É sempre bom começar um ciclo ganhando um torneio que tem uma tradição. O fato de termos algumas jogadoras jovens tendo a oportunidade de defender a seleção adulta pela primeira vez contra algumas escolas tradicionais do voleibol foi positivo. Também foi bom ter participado por todas as circunstâncias que encontramos em Montreux. Perdemos um jogo para Alemanha que serviu para alertar o time. Muitas vezes as derrotas mostram muitos fatores importantes. E essa fase de aprendizado é justamente para aprendermos e encontrarmos o caminho para melhorar o nosso time taticamente e tecnicamente cada vez mais", analisou José Roberto Guimarães, que depois da conquista cumpriu a promessa de mergulhar no gelado Lago Léman em caso de título verde e amarelo.

Carol é eleita a MVP

A seleção do campeonato teve a presença de três brasileiras. A central Carol foi eleita a melhor jogadora da competição (MVP) e a melhor central. A levantadora Roberta ficou com o prêmio de melhor da sua posição e a capitã Natália foi considerada a melhor ponteira. Ao final do jogo, Carol comentou sobre o momento atual da equipe brasileira.

"Estou feliz pelo nosso time. Estamos iniciando um trabalho e tivemos apenas uma semana de treinamento com todo o grupo antes de viajarmos. Nossa expectativa é melhorar cada vez mais como equipe e posso falar que é sempre um orgulho muito grande representar o Brasil", disse Carol.

Os próximos desafios do Brasil serão dos amistosos preparatórios para o Grand Prix contra a Polônia nos dias 27 e 29 de junho, respectivamente, em Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP).

O JOGO

A Alemanha começou melhor e fez 5/2. Bem nos contra-ataques e no saque, as alemãs foram para o primeiro tempo técnico com cinco de vantagem (8/3). Se aproveitando dos erros das alemãs, o time verde e amarelo virou o marcador (9/8). Bem no saque, as brasileiras abriram dois pontos (11/9). O set ficou disputado ponto a ponto.  Com um ponto de bloqueio da central Adenízia, o time verde e amarelo fez 17/16. As alemãs viraram o marcador (18/17) e o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. A paralização fez bem ao time verde e amarelo que fez 21/20. O Brasil foi melhor na parte final da primeira parcial e venceu o set por 25/21.

A Alemanha voltou melhor para o segundo set e fez 6/3. Numa boa sequência de saques da central Carol, o Brasil empatou (6/6). A parcial ficou disputada ponto a ponto. A Alemanha foi para o primeiro tempo técnico com um de vantagem (8/7). Bem no bloqueio, as brasileiras viraram o marcador e abriram dois pontos (13/11). Quando o Brasil fez 14/11, o treinador da Alemanha pediu tempo. O Brasil seguiu melhor e foi para o segundo tempo técnico com três de vantagem (16/13). O Brasil segurou a vantagem até o final e levou a melhor no segundo set por 25/18.

Com um ace da ponteira Rosamaria, o Brasil fez 9/7 no início do terceiro set. Bem no saque, a Alemanha diminuiu a diferença no marcador (10/9). As europeias cresceram de produção e viraram o placar (13/12). Com velocidade, as brasileiras voltaram a liderar o marcador e fizeram 16/13. Quando o Brasil fez 18/14, o treinador da Alemanha voltou a parar o jogo (19/14). O Brasil segurou uma reação da Alemanha e venceu o terceiro set por 25/20 e o jogo por 3 sets a 0.

SELEÇÃO DA MONTREUX VOLLEY MASTERS 2017:

MVP - Carol (Brasil)
Melhor levantadora - Roberta (Brasil)
Melhor ponteira - Natália (Brasil)
2ª melhor ponteira - Paula Nizetich (Argentina)
Melhor oposta -  Gong X.Y. (China)
Melhor central - Carol (Brasil)
2ª melhor central - Marie Scholzel (Alemanha)
Melhor líbero - Lenka Durr (Alemanha)

Rexona-Sesc é o segundo melhor time de vôlei feminino do mundo

Pela segunda vez na sua história, o Rexona-Sesc quase chegou ao topo do mundo. Na final do Mundial de clubes, assim como em 2013, foi derrotado pela constelação do Vakifbank, da Turquia, por 3 sets a 0 (25/19, 25/21 e 25/21). Mesmo com o resultado adverso, o clima no final da temporada não foi nada pesado na equipe carioca, que retorna ao Brasil como a segunda melhor de todo o mundo, mesmo tendo disputado uma competição diante de rivais com elencos multimilionários.
 
“Ficamos muito felizes pela forma como jogamos essa competição, de igual para igual com verdadeiras seleções mundiais e chegando a uma decisão. Particularmente hoje, acredito que poderíamos ter jogado um pouco melhor, ter lutado mais, ter sido mais igual, mas sabemos da qualidade da equipe do Vakifbank, que possui uma verdadeira seleção mundial, formada por jogadoras que são referências em seus países. Sem dúvida isso faz delas o melhor time do mundo, de fato”, analisou Fabi.
 
Com opinião semelhante, o técnico Bernardinho acha que o bom saque do Vakifbank foi fundamental para a sua vitória. "Eles nos pressionaram com um bom saque durante todo o tempo, e não conseguimos manter nossa linha de passe. Tivemos muitos altos e baixos no jogo de hoje, enquanto elas foram mais consistentes, além de terem aproveitado momentos decisivos para crescerem na partida. Elas mereceram a vitória", disse o treinador carioca.
 
Um dos pilares do Rexona-Sesc, Fabi acredita que, do outro lado do mundo, no Brasil, a percepção dos fãs deve ter sido bem semelhante à das jogadoras: o sentimento de dever cumprido. “Acho que representamos muito bem o nosso país, nossos patrocinadores, nossos torcedores e isso é que fica, o que marca. Terminamos o campeonato como a segunda melhor equipe do mundo e de cabeça erguida”.
 
Muito emocionada no final da partida, Fabi fez questão de explicar que suas lágrimas nada tiveram a ver com o resultado da final, diante do Vakifbank. “Fiquei emocionada, sim. Chegamos ao final de mais uma temporada e sabemos que é muito difícil repetir o mesmo time todo ano. Então você acaba deixando de conviver com alguma jogadora. E num grupo como o nosso, que é muito unido, isso emociona. Foi uma temporada incrível, com muitos títulos importantes. Mais importante que as conquistas, para mim, foi o fato de termos formado um time batalhador, que tinha objetivos coletivos claros. É triste pela perspectiva de não repetirmos o mesmo time, mas feliz por olhar para trás e ver que o saldo foi mais que positivo”, encerrou Fabi.
 
Seleção da competição
A ponteira Gabi, do Rexona-Sesc, foi eleita a segunda melhor ponteira do Mundial de clubes. Ela passou a integrar a seleção da competição, ao lado da melhor ponteira e jogadora do torneio, a MVP da última olímpiada, a chinesa Zhu, das sérvias Boskovic (oposta) e Popovic (líbero), da russa Poljak (meio de rede), da tuca Akman (meio de rede) e da japonesa Yamaguchi (levantadora).
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