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Em uma final digna, Sesc-Rj vence e é campeão estadual

Todo clássico que se preza, tem disputa acirrada e equilíbrio. E quando a partida está ótima, você não quer que acabe. E foi assim num jogo de 2h30 e partida decidida no tie break que o Sesc-Rj ganhou pela 14º vez o título carioca de vôlei feminino jogando num ginásio do Tijuca lotado contra um Fluminense forte que fez valer acompanhar a partida com parciais de 25-21, 23-25, 16-25, 25-19 e 15-12.

Quem se destacou foi a russa Kosheleva que saiu como a melhor jogadora da final. Ela que foi campeã mundial pela Rússia em 2010, está vindo de um processo de recuperação e se emocionou ao ganhar o troféu.

Partida foi decidida no tie-break. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

“Eu me emocionei, sim. Toda a ajuda que tenho recebido das minhas companheiras, de toda a equipe, tem me ajudado a ir melhorando passo a passo. Sei que não estou nas minhas melhores condições, mas tudo o que eu consegui fazer eu fiz dentro de quadra. E isso ter ajudado as minhas companheiras representou muito para mim. Foi incrível ter essa atmosfera hoje, ver a torcida vibrando conosco. Achei incrível”, revelou.

A capitã do Sesc-Rj, Roberta imaginou as dificuldades que teria pela frente, ainda mais depois da derrota que sofreram também no tie-break para o mesmo Fluminense na primeira fase da competição e ficou feliz com o resultado.

“Foi uma final complicada e difícil como se esperava. Estamos ainda nos formando e criando uma dificuldade. Sabíamos aqui que íamos bater cabeça e lutamos muito contra nossa dificuldade. O time ainda está sofrendo, mas o que vale que estávamos olhando uma para outra e vamos focar agora na superliga e começar bem com o pé direito com esta luta que tivemos aqui hoje”. – Diz.

Pelo lado do Fluminense, Pri Daroit falou um pouco sobre o jogo

“Faltou acertar alguns detalhes. É sempre um jogo de igual para igual e erros bobos podem custar o título. Foi o que aconteceu. São dois times grandes, duas equipes muito entrosadas e unidas. Perdemos nos detalhes, erros bobos que nos tiraram o título" – Falou.

O ginásio do Tijuca ficou lotado com as duas torcidas apoiando seus times. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

O jogo

Um clássico não poderia ter começado de forma diferente com um primeiro set bem emocionante e equilibrado. Os dois times se entregaram em quadra e mantiveram uma constante troca de lideranças no placar. Mas num vacilo do ataque tricolor, o Sesc-Rj abriu dois pontos de vantagem o que obrigou o técnico do Fluminense a pedir tempo em duas bolas seguidas, mas não adiantou muito. O time do Rio abriu vantagem e fechou o set em 25 a 21 colocando 1 a 0 no placar.

No segundo set, uma partida com diversos momentos. O Fluminense abria vantagem na partida e o Sesc-Rj buscava e empatava o jogo. Por muitas vezes, o time das Laranjeiras chegou a abrir quatro pontos, o que obrigou Bernardinho a pedir tempo e o time do Rio veio com outra atitude e conseguiu o empate. Mas o set era do Fluminense que mesmo levando uma virada no final do set, conseguiu se recuperar e vencer por 25 a 23 e empatar o jogo em 1 a 1.

Times estreiam pela superliga na sexta-feira. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

Sentindo a derrota, o time do Rio entrou muito mal no terceiro set. Sem muita dificuldade, o Fluminense se aproveitando dos erros do Sesc-rj abriu e chegou a ter 10 pontos de vantagem. Até que o time do Rio esboçou uma reação, mas já era tarde de mais e fecharam o set em 25 a 16 e viraram para 2 a 1 o jogo.

O quarto set viu o Sesc-rj ressurgir na partida. O time de Bernardinho voltou muito melhor e comandou o placar o tempo todo. O Fluminense até chegou a empatar por duas vezes, mas com alguns bons saques de Kasiely, o Rio abriu e conseguiu fechar em 25 a 19, empatando em dois a dois e levando a partida para o tie-break.

Na decisão, o Fluminense abriu 3 pontos de vantagem e forçou Bernardinho a pedir tempo. O Sesc-rj então entrou na partida e conseguiu buscar a virada. O Fluminense por outro momento chegou a passar a frente, mas em outra virada o Sesc-rj não saiu mais da frente e fechou o jogo em 15 a 12 e foi campeão Carioca de 2018.

Primeira rodada da Superliga

O Sesc-Rj estreia nesta sexta também no Tijuca contra o Curitiba em partida que começa as 21:30. Já o Fluminense, encara o Pinheiros fora de casa as 20hrs.

Sesc RJ vence o Flamengo e fará final do Carioca

O Carioca de vôlei já tem um finalista. Após vencer o Flamengo por 3 sets a 1 (25-19, 23-25, 25-20 e 25-19), nesta segunda-feira (05.11), na Gávea, o Sesc RJ garantiu seu lugar na luta pelo título. A decisão do Estadual será na próxima segunda-feira (12.11), às 20h, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, e Fluminense e Flamengo disputarão, sábado (10.11), quem será o adversário da equipe comandada pelo técnico Bernardinho.
 
Responsável por dar ritmo a esse novo time do Sesc RJ, a levantadora Roberta não saiu de quadra contente com a vitória. Acostumada a jogar no mais alto nível, ela ainda enxerga muito caminho pela frente para evoluir.
 
“Ainda estamos muito longe do que queremos. O Flamengo mostrou que montou um bom time, que vai fazer bonito na Superliga B, mas deveríamos ter mostrado um voleibol melhor. No segundo set principalmente. Em uma equipe como a nossa, o nível de concentração não pode cair como caiu. Precisamos estar mais lúcidas durante as partidas para não acontecer novamente. Estivemos abaixo no passe, nos contra-ataques. Eu pequei muito na precisão. Fica a lição para estudarmos e treinarmos bastante em cima dos nossos erros”, analisou Roberta.
 
Ao mesmo tem em que tem a clareza para indicar os pontos onde o Sesc RJ precisa melhorar neste início de temporada, Roberta também explica que muitas falhas acontecem em função da ansiedade das jogadoras em dar o seu melhor sempre.
 
“Vivemos um início de temporada onde estamos muito ansiosas. Temos a Gabiru, assumindo uma nova função na carreira, a Kosheleva voltando de lesão depois de tanto tempo, a Bia chegando agora e querendo mostrar trabalho, eu, com apenas duas semanas de trabalho com o elenco. Acabamos errando em nossas particularidades para tentar colocar o time em ordem. Tentamos acertar o individual antes de acertar o coletivo”, explicou a levantadora.
 
O jogo
O saque do Sesc RJ quebrou a linha de recepção do Flamengo no início da partida. Roberta emendou uma sequencia de cinco serviços seguidos, com direito a três aces, e o técnico rubro-negro foi obrigado a parar a partida com um pedido de tempo quando o placar marcava 6-1. Só que não adiantou muito para as donas da casa. A equipe de Bernardinho continuou sacando bem e pontuava bastante também no bloqueio, provocando um segundo pedido de tempo para o adversário quando Mayhara marcou 12-5 em um ace.
 
Desta vez a paralização fez efeito e as rubro-negras emplacaram quatro pontos seguidos (12-9). Vendo sua linha de passe sofrer, Bernardinho parou o jogo e impediu a reação do Flamengo. A partir daí, o jogo estabilizou-se, a vantagem do Sesc RJ dobrou, fechando em 25-19, num erro de saque do Fla.
 
A vantagem se inverteu no início do segundo set. Com uma recepção instável, o Sesc RJ viu o Flamengo abrir boa vantagem (6-2) e Bernardinho utilizou seu primeiro pedido de tempo. E as palavras do treinador fizeram efeito. Logo em seguida, Juciely virou uma bola rápida pelo meio e Mayhara foi para o saque. A meio de rede emplacou dois aces seguidos e foi a vez do Rubro-negro parar a partida (6-5). 
 
O Sesc promoveu a virada logo em seguida, em um ataque de Kasiely na paralela, pela entrada de rede (9-8). E a partir daí, o time de Bernardinho comandou o placar por quase toda parcial, mas o Flamengo conseguiu buscar o resultado. Após um belo bloqueio em Monique, numa jogada de meio fundo, e dois ataques da ponteira Mayara Felix pela entrada de rede, as donas da casa viraram e contaram com um erro do Sesc para fechar em 25-23.
 
Empolgadas com a recuperação no set anterior, as rubro-negras começaram a terceira parcial pressionando a recepção do Sesc RJ e abriram 4-1. No entanto, após uma sequência de três bloqueios seguidos, o time de Bernardinho virou para 7-6 com Mayhara. E ampliou para uma vantagem confortável num ace de Monique: 13-9. O Flamengo até tentou esboçar uma nova reação, mas não conseguiu: 25-20 numa china da meio Bia.
 
Com dois aces de Roberta, o Sesc RJ abriu logo 5-2 no placar da quarta parcial. E mandou no jogo até o final, sem ser ameaçado como nos sets anteriores. Após uma china de Mayhara, a vantagem do time de Bernardinho já estava em seis pontos (14-8). E se manteve até Bia fechar em mais uma china: 25-19.

Wallace estreia com vitória jogando pelo Sesc-Rj

Uma partida muito equilibrada marcou a estreia do oposto Wallace no Sesc-rj. Em jogo que aconteceu no ginásio do Tijuca, o time do Rio encarou um Caramuru disposto a dificultar a partida e faturou a partida com 3 a 0 com parciais de 25 a 20, 25 a 19 e 25 a 23

Estreante da noite, Wallace foi eleito o melhor jogador da partida e saiu com o troféu viva vôlei, dado ao melhor jogador escolhido pela torcida.

“Tem sempre um friozionho na barriga, time novo, casa nova, mas sabemos que temos muito o que melhorar ainda. Foi meu primeiro jogo com o Thiaguinho então tem bastante coisa a aprimorar, o que é natural. Jogar aqui vai ser bem legal, é um baita projeto, então, acredito que temos tudo para fazer uma grande temporada pela frente”, comentou Wallace.

                                                                  

O jogo

O primeiro foi uma partida muito emparelhada. Ambos os times estavam se estudando e quando um fazia um ponto, o outro empatava em seguida. A partida seguiu nesse ritmo truncado até o 18 a 18, quando o time do Sesc-Rj conseguiu abrir uma vantagem de dois pontos, que fez o técnico do Caramuru pedir tempo. Mas não surtiu efeito e o time do Rio abriu mais frente, fazendo o técnico pedir tempo novamente. Ao final, o Sesc-rj abriu cinco pontos de vantagem e fechou o set em 25 a 20 e botou 1 a 0 no jogo.

Time chegou a segunda vitória no torneio nacional. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

No segundo, a partida começou equilibrada, mas o time do Sesc-rj conseguiu abrir quatro pontos de vantagem. O time de Caramuru até conseguiu encostar, mas novamente os cariocas tornaram a abrir vantagem e conseguiram levar o set mais fácil fechando em 25 a 19 e 2 a 0 no jogo.

O último set foi uma verdadeira disputa entre os dois times. O Sesc-rj deu uma desacelerada na partida e o Caramuru chegou a ficar perto de conseguir levar o set quando conseguiu abrir dois pontos de vantagem.  Mas com o apoio da torcida, o time da casa conseguiu arrancar a vitória e fechou o jogo em 25 a 23 e faturando o jogo em 3 a 0.

Na próxima rodada, o sesc-rj enfrenta o Corinthians na sexta-feira jogando em São Paulo, enquanto que os paranaenses do Caramuru recebem o Sesi-Sp

Fluminense arranca vitória em cima do Sesc-Rj

Com casa cheia, dois gigantes do voleibol do Rio feminino entraram em quadra neste sábado, 3, nas Laranjeiras. Fluminense e SESC-RJ se enfrentaram na segunda rodada do Campeonato Carioca e quem levou a melhor foi o Flu, que venceu de virada por 3 a 2 (18x25, 23x25, 25x18, 25x23 e 17x15.

A capitã Letícia Hage falou sobre a vitória:

"Foi muito bom jogar contra uma equipe forte como o SESC, para ver como estávamos. Sentimos os dois primeiros sets, mas depois o time encaixou, tudo fluiu e conquistamos essa vitória importante".
 
Pelo lado do Sesc-Rj, Juciely falou sobre a partida:
 
 
 
“Ainda vamos demorar para formar um time de verdade. Além de estarmos sem ritmo, ainda não podemos contar com o melhor de muitas de nossas jogadoras e isso acaba alternando muito o desempenho. Hoje, quando sacamos bem, conseguimos dominar a partida. Em outros momentos, não conseguimos reagir. Foram momentos fundamentais para vermos o que teremos pela frente nesta temporada. Temos que trabalhar bastante para buscar aquele nosso equilíbrio, para sermos aquele time que se encaixa no olhar”, analisou Juciely.
 
 
 
O jogo
 
A partida começou equilibrada, como se esperava. Com a oposta Joycinha inspirada, o Fluminense mostrou resistência ao Sesc, que apresentava mais volume de jogo e mais opções na virada de bola. Com isso, conseguiu abrir vantagem com os contra-ataques e chegou a três pontos de frente antes da metade do primeiro set quando Roberta marcou numa bola de segunda (10-7). 
 
Mesmo atrás no placar, o Fluminense não desistiu e conseguiu o empate após um erro do Sesc e em ace de Thaisinha (14-14). Mas o time comandado por Bernardinho logo abriu outra vantagem, desta vez maior ainda, numa boa passagem de Carol Leite, com direito a ace, pelo saque (21-15). Aí foi só administrar e fechar em 25-18.
 
As duas equipes retornaram errando bastante na segunda parcial. Com isso, o equilíbrio se manteve no marcador até Kasiely conseguir um bloqueio e o Sesc RJ abrir três pontos (12-9). Desestabilizado em quadra, o Fluminense passou a errar bastante e deixou o time de Bernardinho abrir muito. Kosheleva colocou uma bola no chão pela entrada de rede e fez 21-14.
 
Mas o que parecia tranquilo acabou se complicando para o Sesc RJ. Thaisinha foi para o saque do Fluminense e fez estrago. A recepção do time de Bernardinho não encaixava e o Tricolor virou em 23-22, num ataque de Joycinha. Mas um erro no saque, logo em seguida, deu o empate ao Sesc RJ, que conseguiu fechar em 25-23 num ace de Kosheleva.
 
A vantagem adquirida pelo Sesc RJ parecia encaminhar mais uma vitória, mas o jogo reservava ainda muita história. Com as entradas de Larissa, no meio de rede, e Carla, na ponta, o Fluminense melhorou bastante. Ao mesmo tempo, o Sesc passou a errar demais. Logo no início da terceira parcial, a vantagem tricolor chegou a seis pontos (1-7). O time comandado por Bernardinho chegou a empatar, após cinco pontos seguidos (14-14), mas esbarrou no volume de jogo tricolor, que foi ampliando novamente o marcador até fechar em 18-25 num bloqueio de quadra.
 
A vitória na parcial fez o Fluminense crescer bastante. Apesar de um início equilibrado no quarto set, o Sesc não conseguiu segurar a reação das donas da casa. Carla dividia com Joycinha a responsabilidade de colocar as bolas no chão e o Tricolor chegou a fazer 24-19, com um ataque de sua oposta titular. Mas o time de Bernardinho ensaiou uma reação. Assinalou quatro pontos seguidos, teve chance de empatar, mas acabou deixando a decisão para o tie break: 23-25 Flu num ataque de Pri Daroit.
 
Acostumado a decisões, o Sesc RJ comandou o quinto set. Com muitas bolas rápidas de meio, Roberta acionava ora Juciely ora Bia, deixando o bloqueio do Fluminense perdido. Em uma dessas jogadas, Juciely marcou 13-10 e parecia ter encaminhado a vitória. Mas veio a reação tricolor, que se aproveitou novamente dos erros do Sesc para fazer 17-15.

Oposto Wallace estreia no Sesc RJ na próxima partida da Superliga

Após vencer o Copel Telecom/Maringá Vôlei por 3 sets a 1 em sua primeira partida na temporada 2018-19 da Superliga Cimed, o Sesc RJ estreia em casa com o seu maior reforço, o campeão olímpico Wallace, que chega à equipe ao lado do central Maurício Souza depois de merecido descanso após o Mundial de Clubes seguido de pré-temporada. O jogo, que promete agitar o Ginásio da Tijuca, no sábado (03 de novembro), será às 21h30

A partida tem tudo para ser um grande jogo já que os paranaenses do Caramuru devem chegar com força total pois buscam reverter o resultado negativo sofrido em sua estreia da competição. Já os cariocas, que vêm de uma vitória contra o Maringá, terão ainda a seu favor o oposto Wallace e o central Maurício Souza. Eles estavam em preparação física a todo vapor com intensos treinamentos na Arena 3, no Parque Olímpico, Zona Oeste do Rio de Janeiro. 

“Agora de forma definitiva os atletas que estavam na seleção brasileira retornam. Neste final de semana já vamos contar com Wallace e Maurício Souza, que são grandes ajudas para conseguirmos nossos objetivos. Daqui para frente foco total nesse primeiro turno da Superliga”, afirma o técnico Giovane Gávio.

Wallace, oposto de 31 anos e 1,98m, tem como maior glória de sua carreira a conquista do título olímpico nos Jogos Rio 2016. Agora, chega ao Sesc RJ com o objetivo de conquistar o ponto mais alto do pódio nas competições da temporada.

“O Sesc RJ fez grandes reforços e espero ajudar a equipe da melhor maneira possível após passar por essa forte preparação física. Quero contribuir para todos os objetivos da equipe nas próximas competições”, diz o atleta.

Jogos com entrada solidária

Além dos reforços de peso, o Sesc RJ conta com mais novidades para a temporada 2018-29. Para garantir a entrada em todos os jogos do time masculino, basta trocar 2kg de alimentos não-perecível em qualquer unidade do Sesc RJ (exceto Arena 3 e Parque Radical/Deodoro) pelo ingresso do jogo.

Os donativos, serão revertidos para entidades cadastradas no Mesa Brasil Sesc, que recolhe doações de produtos alimentícios em condições de consumo e as distribui às instituições de assistência social previamente cadastradas, como asilos, creches, orfanatos, entre outras instituições.

Sesc RJ vence o Botafogo em noite de estreias

Na partida que marcou a estreia do Sesc RJ na temporada 18/19, o time comandado pelo técnico Bernardinho fez o que se esperava dele. Diante da jovem equipe do Botafogo, em confronto válido pelo Carioca, o Sesc RJ fez 3 sets a 0 (25/18, 25/14 e 25/12) e pode contar pela primeira vez com Tatiana Kosheleva e Bia, os dois reforços do time, em quadra.
 
Kosheleva, que está clinicamente curada da grave lesão no joelho esquerdo, atuou na primeira parcial desta quinta-feira (01.11). A estrela russa marcou quatro pontos – um ace, um de bloqueio e dois ataques pela saída de rede – e comemorou muito seu retorno, oito meses após se machucar em partida do campeonato turco.
 
“Falei ontem com meu marido que estava ansiosa para retornar a um jogo oficial depois de tanto tempo. E, além de estar muito feliz, não posso pensar em outra coisa senão agradecer a todos que colaboraram com minha recuperação. Médicos, fisioterapeutas, treinadores, companheiras de time... Todos mesmo. Sei que pode não parecer uma partida muito importante, diante de um adversário muito jovem, mas para mim foi um dos jogos mais importantes da vida”, disse Kosheleva, que espera apresentar um voleibol muito melhor em breve.
 
“Foram sete meses de tratamento. Ter passado por essa cirurgia não foi nada fácil, mas me trouxe uma força a mais. Sei que tenho muito o que melhorar. E acredito que estou no lugar certo para isso, recebendo muito carinho e atenção de todos da equipe. Eu gosto muito de trabalhar e espero estar bem melhor em poucas semanas. O torcedor pode esperar”, finalizou a ponteira russa.
 
A central Bia, a outra estreante do dia, entrou em quadra na segunda parcial e também jogou a terceira. E apesar de ser uma jogadora experiente, de seleção brasileira, viveu a ansiedade da estreia. E comemorou seu primeiro triunfo. “Eu estava muito ansiosa mesmo. Queria que os jogos começassem logo. Independentemente do adversário que estava do outro lado, é sempre bom vencer, vencer bem e conseguir mexer no time. Deu tudo certo”, analisou Bia.
 
Sobre o próximo compromisso do Sesc RJ, diante do Fluminense, no sábado (03.11), às 18h, nas Laranjeiras, Bia espera muito mais dificuldade. Afinal, o Tricolor carioca possui um elenco de respeito e está há muito mais tempo treinando. “Teremos um confronto bem complicado agora. O Fluminense possui uma grande equipe, com jogadoras experientes, e é um adversário direto. Não só no Carioca como na Superliga. Elas estão mais entrosadas, trabalhando juntas já há algum tempo e não será fácil vencer na casa delas. Nós, que estávamos na seleção, chegamos e começamos a trabalhar há apenas duas semanas. Mas contamos com o Bernardinho que, sem dúvida, montará a melhor estratégia para tentarmos buscar a vitória”, concluiu Bia.

Sesc-Rj Apresenta os times para temporada 2018/2019 da Superliga

O Sesc RJ apresentou na manhã de hoje (16/10) seus times, masculino e feminino, de vôlei para a temporada 18-19 com suas bases mantidas e principalmente a chegada de grandes reforços que ajudarão na busca pelo título da Superliga, principal competição que os dois times irão participar.

Time feminino

Atual vice-campeão da Superliga, o time feminino do Sesc RJ contará com reforços de peso para alcançar o primeiro lugar em todas as competições que disputar, mas principalmente em busca do 13º título nacional.

Com a aposentadoria de Fabi na última temporada e perder Gabi para o time de Minas, Bernardinho trouxe a central Bia que estava na seleção que disputou a Liga das Nações e o Mundial e a maior contratação foi russa Tatiana Kosheleva que já foi campeã mundial e europeu por seu país e está voltando de lesão e veio por um motivo muito especial:

“Todos estão me perguntando o que vim fazer no Brasil, ainda mais no Rio de Janeiro. Estou tendo a oportunidade de trabalhar com o que considero um dos melhores técnicos do mundo, o Bernardinho. Estou muito feliz de estar aqui e o time me recebeu muito bem. Tenho certeza que esse time vai poder me ajudar a melhorar e vou gostar muito. Estou gostando muito de treinar aqui e com lugares muito bonito e será perfeito para mim” – Conta a russa sobre a sua chegada ao Sesc-Rj.

Diferente do ano passado, o time feminino tem somente a russa lesionada, o time chega inteiro para a disputa da superliga. Para o técnico Bernardinho, o período de pré-temporada foi importante para preparar o time para disputa da competição:

“Ano passado a Gabi e a Jucielly praticamente estiveram fora a temporada toda e isso me atrapalhou bastante. Agora perdemos a Fabi e teremos a Gabiru tentando se adaptar a função que era dela. A nossa defesa certamente terá que melhorar muito, algo que pecamos no último ano e a russa assim que tiver condições, vai poder somar muito. Os times de Minas (Praia e Minas Clube se reforçaram bem e certamente darão trabalho. O Fluminense também está fazendo um bom trabalho e certamente vem para brigar para chegar às semifinais”. – Diz.

Time Masculino

Time masculino vem tentar chegar a sua primeira final de superliga. Crédito: Ricardo Dungó/EAZ

A equipe masculina que estreou ano passado na divisão principal da Superliga e acabou em terceiro lugar no torneio também vem reforçada com a contratação do seu primeiro jogador estrangeiro, o búlgaro Rosalin Penchev que foi medalha de prata nos jogos europeus de 2015 e defendia o time argentino Bolívar. Mas sem dúvidas, o maior reforço será Wallace campeão olímpico junto com Mauricio Souza e Mauricio Borges. Wallace está feliz em jogar no Rio.

“Vai ser uma honra trabalhar ao lado do Giovani nessa temporada. Espero conseguir levar o time do Sesc-Rj ao lugar mais alto da superliga e espero conseguir me entrosar logo com o time e tenho certeza que estaremos tinindo” – Fala sobre vir jogar no Rio.

Com a ideia de subir mais um degrau mais alto nessa temporada, o técnico Giovani está feliz com os reforços que vieram para o time, fora a manutenção da sua base.

“Estamos seguindo nosso jeito de ser e filosofia. Temos um time competitivo e trazer o Wallace foi uma grande investida no mercado. Ele é um dos melhores opostos do mundo e com certeza ele fará diferença como faz na seleção. Temos agora a missão de melhorar o Borges que se lesionou na seleção e acredito que até o segundo turno estará de volta. Manteremos um time forte e veloz e nosso desafio e colocar essa seleção jogando no ritmo que queremos, sem contar que queremos chegar a final da superliga e sabemos que temos que crescer. Todas as equipes trouxeram reforços e alguns times podem surpreender. Serão uns sete times brigando para chegar na semifinal”. – Diz

Nessa temporada, os jogos do Sesc-Rj seguem acontecendo no Tijuca Tenis Clube e no Jeunesse Arena no Parque Olímpico. A grande mudança fica por conta do ingresso no time feminino que antes era cobrado, agora com doação de alimento, você poderá acessar os jogos de ambos os times.

Relação dos times do Sesc-Rj para a temporada 2018/2019

SESC RJ FEMININO

 

#2 Mayhara

Mayhara Francine da Silva

Posição: Central

Nascimento: 09/04/1989

Bauru/SP

Altura: 1,84m

Peso: 73kg

 

#3 Natiele

Natiele Marques Gonçalves

Posição: Oposta

Nascimento: 28/11/1991

Porto Alegre/RS

Altura: 1,80m

Peso: 78kg

 

#5 Kosheleva

Tatiana Kosheleva

Posição: Ponteira

Nascimento: 23/12/1988

Minsk - Belarus

Altura: 1,91m

Peso: 67kg

 

#6 Juciely

Juciely Cristina Silva Barreto

Posição: Central

Nascimento: 18/12/1980

João Monlevade/MG

Altura: 1,84m

Peso: 72kg

 

#7 Carol Leite

Carolina Leite

Posição: Levantadora

Nascimento: 15/11/1992

Jundiaí/SP

Altura: 1,72m

Peso: 71kg

 

#9 Vitória

Vitória Trindade Figueiredo Lage

Posição: Líbero

Nascimento: 29/05/1995

Curvelo/MG

Altura: 1,65m

Peso: 60kg

 

#11 Gabi

Gabriella Guimarães Souza

Posição: Líbero

Nascimento: 14/12/1993

Niterói/RJ

Altura: 1,70m

Peso: 71kg

 

#12 Roberta

Roberta da Silva Ratzke

Posição: Levantadora

Nascimento: 28/04/1990

Curitiba/PR

Altura: 1,85m

Peso: 68kg

 

#13 Kasi

Kasiely Clemente

Posição: Ponteira

Nascimento: 06/12/1993

Nova Aurora/PR

Altura: 1,82m

Peso: 66kg

 

#15 Monique

Monique Marinho Pavão

Posição: Oposta

Nascimento: 31/10/1986

Rio de Janeiro/RJ

Altura: 1,78m

Peso: 67kg

 

#16 Peña

Yonkaira Peña Isabel

Posição: Ponteira

Nascimento: 10/05/1993

Santo Domingo, Rep. Dominicana

Altura: 1,90m

Peso: 70kg

 

#17 Drussyla

Drussyla Andressa Feliz Costa

Posição: Ponteira

Nascimento: 01/07/1996

João Pessoa/PB

Altura: 1,86m

Peso: 70kg

 

#18 Mikaella

Mikaella da Silva Costa

Posição: Levantadora

Nascimento: 14/06/1997

Rio de Janeiro/RJ

Altura: 1,75m

Peso: 77kg

 

#19 Linda

Linda Jéssica Costa

Posição: Central

Nascimento: 02/09/1994

Belo Horizonte/MG

Altura: 1,88m

Peso: 79kg

 

#20 Bia

Ana Beatriz Silva Correa

Posição: Central

Nascimento: 07/02/1992

Sorocaba-SP

Altura: 1,88m

Peso: 84kg

 

Comissão Técnica

Técnico: Bernardo Rocha de Rezende

Assistente técnico: Ricardo Gomes Tabach

Supervisor: Harry Bollmann Neto

Auxiliar técnico: Hélio Ricardo Griner

Preparador físico: Marco Antonio Jardim

Fisioterapeuta: Marcio Fonseca Menezes

Médico: Ney Coutinho Pecegueiro do Amaral

Estatística: Roberta Correira Giglio

 

SESC RJ MASCULINO

 

Djalma

Djalma Moreira Junior

Camisa: 1

Data de nascimento:  29/11/1992

Posse/GO

Posição: Ponteiro

Altura: 2,00m

Peso: 90 Kg

 

Marcão

Marcos Paulo da Silva Pereira

Camisa: 2

Data de nascimento:  26/12/1997

São Gonçalo/RJ

Posição: Central

Altura: 1,99m

Peso: 97 Kg

 

Victor Hugo

Victor Hugo Rocha Pereira

Camisa: 4

Data de nascimento: 2/8/1991

Goiânia/GO

Posição: Central

Altura: 1,99m

Peso: 93 Kg

 

Wallace

Wallace Leandro de Souza

Camisa: 8

Data de nascimento: 26/06/1987

São Paulo/SP

Posição: Oposto

Altura: 1,98m

Peso: 87 Kg

 

Aracaju

Leandro Nascimento dos Santos

Camisa: 10

Data de nascimento:  13/01/1993

Aracaju/SE

Posição: Central

Altura: 2,00m

Peso: 89 Kg

 

Rammé

Felipi Johann Rammé

Camisa: 14

Data de nascimento:  23/05/1997

Novo Hamburgo/RS

Posição: Ponteiro

Altura: 2,02

Peso: 97 Kg

 

Penchev

Rozalin Penchev

Camisa: 16

Data de nascimento: 11/12/1994 

Plovdiv/Bulgária

Posição: Ponteiro

Altura: 1,97m

Peso: 80 Kg

 

Maurício Borges

Maurício Borges Almeida Silva

Camisa: 5

Data de nascimento: 04/12/1989

Maceió/AL

Posição: Ponteiro

Altura: 1,99m

Peso: 99 Kg

 

Tiago Brendle

Camisa: 6

Data de nascimento: 21/10/1985

Panambi/RS

Posição: Líbero

Altura: 1,88m

Peso: 83 Kg

 

Everaldo

Everaldo Lucena da Silva

Camisa: 7

Data de nascimento: 28/5/1985

Rio de Janeiro/ RJ

Posição: Levantador

Altura: 1,94m

Peso: 94 Kg

 

Juninho

Valdir Gonçalves Junior

Camisa: 9

Data de nascimento: 23/3/1987

Marília/SP

Posição: Ponteiro

Altura: 1,96m

Peso: 88 Kg

 

Thiaguinho

Thiago Pontes Veloso

Camisa: 11

Data de nascimento:  15/08/1993

João Pessoa/PB

Posição: Levantador

Altura: 1,85m

Peso: 80 Kg

 

Alexandre Elias

Alexandre Figueiredo Elias

Camisa: 12

Data de nascimento: 30/9/1997

Rio de Janeiro/RJ

Posição: Líbero

Altura: 1,90m

Peso: 89 Kg

 

Tiago Barth

Tiago Enrique Barth

Camisa: 13

Data de nascimento: 13/6/1988

Mondaí/SC

Posição: Central

Altura: 2,09m

Peso: 100 Kg

 

PV

Paulo Victor Costa da Silva

Camisa: 15

Data de nascimento: 12/5/1986

Corumbá/MS

Posição: Oposto

Altura: 1,98m

Peso: 95 Kg

 

Maurício Souza

Maurício Luiz de Souza

Camisa: 17

Data de nascimento: 29/09/1988

Iturama/MG

Posição: Central

Altura: 2,09m

Peso: 93 Kg

 

Japa

André Ryuma Oto Aleixo

Camisa: 18

Data de nascimento: 21/12/1990

Campinas/SP

Posição: Ponteiro

Altura: 1,90m

Peso: 88 Kg

 

Comissão técnica

Técnico: Giovane Gávio

Assistente técnico: Pedro Uehara “Peu”

Supervisor: Marcelo Brauer

Preparador Físico: Giovani Foppa

Fisioterapeuta: Alexandre Herculano “Petute”

Auxiliar técnico: Vinicius Gomes “Alegrete”

Auxiliar geral: Dennys Paredes

Médicos: Ney Pecegueiro, Felipe Serrão e Felipe Malzac

Auxiliares de treino: Gabriel Fonseca e Tie Santana

Estatístico: Tobias Fares

 

 

 

Sesc RJ vence o Botafogo e conquista o tricampeonato Carioca

Ainda sem todos os atletas do elenco para a temporada 2018/19 em quadra, o Sesc RJ venceu o Botafogo por 3 sets a 1 na manhã deste sábado (22/9), no Ginásio de General Severiano, no Rio, e conquistou o tricampeonato carioca. O Sesc RJ saiu na frente vencendo os dois primeiros set, mas sentiu a reação alvinegra no terceiro e, no quarto, teve que suar para evitar o tie break. As parciais foram 25/22, 25/18 e 18/25 e 28/26.

 

A partida iniciou disputada, com os adversários brigando ponto a ponto por mais da metade do set. Após um ataque do oposto Paulo Victor, colocando o Sesc RJ à frente em 16/15, o time visitante assumiu a dianteira no placar definitivamente até fechar a parcial em 25/22.

 

No segundo set, a equipe comandada pelo técnico Giovane Gávio demostrou superioridade técnica do início ao fim, furando o bloqueio do Botafogo ao intercalar ataques pelo meio, com Victor Hugo, e pela ponta com Djalma.  Resultado: 25/18.

 

A reação do Botafogo veio no terceiro set. Após um início equilibrado, até os 10/10, o alvinegro passou a frente no placar em uma manhã inspirada de André e Robinho, que conduziram a equipe à vitória parcial de 25/18.

 

O equilíbrio foi a tônica do quarto set, com o Botafogo disposto a levar a partida para o tie break. A parcial manteve-se indefinida até os 15/15, ponto em que a equipe alvinegra passou a frente no placar, chegando a abrir diferença de 3 pontos (19/16). Após pedido de tempo do técnico Giovane, o Sesc RJ encostou no marcador. Em um final emocionante, com ambas as equipes desperdiçando set e match point, o Sesc RJ finaliza a partida em 28/26 e leva para casa o seu terceiro título estadual.

 

Ao final da partida, o técnico Giovane Gávio analisou as dificuldades do seu time e elogiou o adversário.

 

“A gente já esperava que aqui dentro essa pressão da torcida fizesse a diferença. Começamos a errar muito no terceiro set, tivemos que tirar o PV (Paulo Victor), que é o ponto de referência do time, que sentiu a coxa. A equipe se desestabilizou um pouco. Mas tem muito mérito do Botafogo, que jogou com coragem, com vontade e fez um jogaço digno de final”, disse o treinador.

 

O central Victor Hugo, que defendeu o Sesc RJ na estreia do time em 2016 e agora retorna à equipe para a próxima temporada, disse que o grupo está evoluindo fisicamente e também destacou as qualidades da equipe adversária.

 

“A gente vem num crescente, tanto fisicamente como em aspecto de grupo. Fizemos uma série de amistosos e torneio na Argentina, o que deu corpo à nossa preparação. Mas mesmo assim ainda não estamos no ritmo ideal, como exige a Superliga, a Libertadores e outros campeonatos que vamos disputar. Em relação ao jogo de hoje, as mudanças do Botafogo foram muito boas, eles tiveram volume de jogo. Eles estão de parabéns e o nosso grupo também, por ter resiliência e se superar nos momentos difíceis”, avaliou o camisa 4.

 

EXPECTATIVA PARA A TEMPORADA É CHEGAR MAIS ALTO - Lançado oficialmente em 1º de outubro de 2016, o time do Sesc RJ conquistou os três títulos estaduais que disputou (2016, 2017 e 2018). Depois de iniciar na Superliga B em 2016, sendo campeão, a equipe do Sesc RJ estreou ano passado na Superliga 2017/18. À época, a meta do treinador para a primeira temporada do time na elite do vôlei nacional era chegar ao final da competição entre os quatro primeiros colocados. O objetivo não só foi alcançado, como superado: ficou em terceiro lugar. Para a temporada 2018/19, o horizonte foi ampliado.

 

“A expectativa é que a gente chegue mais alto do que chegou no ano passado. Ficamos em terceiro lugar, então agora precisamos ir para a final. A expectativa é melhorar sempre. Mas vai ser um campeonato equilibrado, todas as equipes se reforçaram. Então temos que continuar a fazer o que estamos fazendo: trabalhando bastante. Contamos com a boa recuperação do Maurício Borges, para que ele nos ajude também. Mas sem dúvida a expectativa é sempre alta”, projeta o bicampeão olímpico.

 

JOGADORES MOTIVADOS - Entre os jogadores, o clima também é de confiança. O líbero Tiago Brendle lembra o caminho que equipe percorreu desde a estreia, em 2016, até agora, para projetar o futuro.

 

“Nosso projeto é muito sólido, desde o surgimento respeitou o passo a passo correto e saudável. Começou na temporada 16/17 com a conquista da Superliga B e a vaga de acesso. Na 17/18, veio a terceira colocação na liga principal. Nesta temporada 18/19, mantivemos a base do grupo e nos reforçamos pontualmente, o que eleva nossas chance de melhorarmos os resultados. Baseados nisso, projetamos e trabalhamos muito motivados para alcançarmos ótimos resultados, visando  levar nosso Sesc RJ sempre ao topo”, afirma o jogador.

Brasil é superado novamente pelos Estados Unidos em amistoso

Se preparando para o mundial que vai acontecer em setembro no Japão, as seleções brasileiras e norte-americanas encerraram uma série de quatro amistosos preparatórios e terminou com a seleção brasileira sendo superada pela 4º vez na reabertura do Maracanãzinho, que não recebia partidas desde o ouro no masculino em 2016, por 3 sets a 1, dando um gosto amargo do torcedor.

“Amistoso é para isso! A equipe está se transformando e se ajustando e faltando peças. Estou voltando de lesão, a Dani Lins voltando de gravidez. Os Estados Unidos é um bom parâmetro que elas jogam diferentes de todo o mundo e cada jogo tentamos ajustar alguma coisa. Tem gente lá fora que fica criticando o que é uma péssima mania dos brasileiros e não sabem o que estamos fazendo e sem fazer corpo mole. Vamos continuar treinando e melhorar para chegar forte no mundial” – Diz Thaisa após a partida.

Seleção brasileira segue preparação para o mundial no Japão em setembro. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

O Técnico Zé Roberto lembrou da condição adversa que a seleção saiu em 2004 das olimpíadas como um time de amarelonas e em 2008 conseguiram uma virada espetacular obtendo uma medalha inédita e comentou sobre o desempenho da equipe.

“Foi extremamente importante jogar com uma das melhores equipes do mundo e com uma qualidade técnica importante. Estávamos abaixo em todos os fundamentos e nessas quatro partidas tivemos pontuação abaixo nos bloqueios e sabemos onde estamos errando e agora voltam jogadoras que estamos tentando recuperar. Esse time deve chegar entre os 3 melhores do torneio e buscar uma eficiência para competição. ”

O Jogo

Sendo o 4º jogo entre as duas seleções, o primeiro set foi bem equilibrado e pareciam saber muito bem como a outra jogada. A disputa foi ponto a ponto e por alguns momentos, um dos times conseguia abrir uma vantagem de 2 a 3 pontos e o adversário logo recuperava e virava o placar. E foi numa dessas situações que as americanas conseguiram abrir 4 pontos de frente e tiveram o set point em que o Brasil conseguiu salvar por duas vezes, mas não deu e as americanas levavam por 25 a 23 e saíram com 1 a 0 no jogo.

O segundo set começou no mesmo ritmo do outro. Por um momento, as americanas comandaram o placar. Mas o jogo mudou quando Zé Roberto substituiu Rosamaria e colocou Amanda no lugar. O time brasileiro passou a jogar muito melhor e conseguiu abrir uma vantagem considerável fechando o set em 25 a 18 e empatando o jogo em 1 a 1.

Próxima competição do time feminino será no Torneio de Montreux, na Suíça, de quatro a nove de setembro. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

O terceiro, as americanas foram melhores no início do set e conseguiram abrir uma vantagem de 4 pontos no placar e a vantagem vinha se mantendo. As brasileiras conseguiram buscar uma recuperação e até chegaram a virar o placar, mas não conseguiram se manter e tomaram uma virada.

O último set a seleção americana literalmente atropelou as brasileiras. Com muitos erros, as americanas abriram mais de 10 pontos de vantagem e fecharam o jogo em 25 a 13 conseguindo a quarta vitória seguida.

SELEÇÃO FEMININA: Brasil é superado no terceiro amistoso

Com uma atuação superior aos dois primeiros amistosos, a seleção brasileira feminina de vôlei fez uma boa apresentação na noite desta quinta-feira (16.08), apresentou evolução, mas acabou superada pelos Estados Unidos. No terceiro amistoso contra as norte-americanas, a equipe dirigida pelo técnico José Roberto Guimarães venceu os dois primeiros sets, mas sofreu a virada por 3 sets a 2 (25/15, 25/23, 21/25, 23/25 e 15/17) jogando no ginásio do Centro Olímpico da UFTM, em Uberaba (MG).

A série de quatro amistosos servem como preparação para o Campeonato Mundial, que vai ser no Japão, de 29 de setembro a 20 de outubro, e será concluída no próximo sábado (18.08), quando as duas seleções voltarão a se enfrentar, desta vez, no Rio de Janeiro (RJ), em um momento marcante para o voleibol brasileira: a reabertura do Maracanãzinho.

Nos dois primeiros amistosos, o Brasil havia sido superado por 3 sets a 1 e, depois 3 a 0. Nesta noite, com boa atuação, o grupo verde e amarelo contou com a central Thaísa entre as titulares. Após a partida, a experiente jogadora falou sobre a sua evolução pessoal.

“Ainda tenho muito o que melhorar, estou voltando a pegar ritmo e ainda mais com a dificuldade de enfrentar um time que joga tão rápido. Estou me esforçando bastante, as meninas estão me ajudando e sei que posso fazer mais, mas isso vai acontecer gradativamente, com os treinamentos. Tem que ter um pouco de paciência. Estou tentando fazer o meu melhor e na hora certa vai dar tudo certo”, afirmou Thaísa.

A ponteira Gabi foi a maior pontuadora da seleção brasileira, com 23 acertos. “Começamos com um ritmo muito bom, jogando muito bem taticamente, sacando e defendendo bem, que era algo que o Zé Roberto vinha cobrando, mas deixamos cair do terceiro set em diante, com erros bobos. Foi uma partida melhor do que as anteriores, mas ainda temos muito o que melhorar, especialmente diminuindo os nossos erros”, analisou Gabi.

O técnico José Roberto Guimarães lamentou o resultado negativo, mas destacou a importância de fazer uma partida como essa em uma fase de preparação para uma competição tão forte como o Mundial.

“Conseguimos fazer um primeiro set muito bom. O segundo já emperrou um pouco e depois o pior foi o quarto. Faltou concentração e regularidade e paramos de agredir no saque. Depois, saímos muito atrás no tie break, recuperamos, fizemos 14 a 14 e temos que ressaltar que foi bom. Nós precisávamos de um jogo como esse, de um 3 a 2”, explicou o treinador da seleção brasileira.

O JOGO

O Brasil abriu o placar do jogo com Gabi e Tandara fez 2/0. Com Thaisa, a seleção brasileira chegou a 5/2. Os Estados Unidos contaram com erros da equipe da casa e chegaram ao ponto de empate em 6/6. Com dois bloqueios de Adenízia e dois ataques de Rosamaria, o placar foi a 11/6. Kiraly pediu tempo. Gabi surgiu na pipe e o Brasil chegou a 15/7. Na bola de segunda de Dani Lins, 17/8. Com bom aproveitamento, a seleção verde e amarela chegou a nove de vantagem em 19/10. Com Rosamaria, a equipe da casa marcou 23/14. E, com grande atuação, a seleção de José Roberto Guimarães contou com Tandara para fechar em 25/15.

O Brasil manteve o bom ritmo no segundo set e, com ponto de bloqueio de Adenízia, abriu vantagem de 4/0. Assim como no primeiro set, os Estados Unidos se recuperaram e chegaram ao ponto de empate (5/5). A equipe verde e amarela voltou a ter vantagem, fazendo 9/6. Depois de bom levantamento de Dani Lins, Rosamaria fez 13/9. No ace de Thaísa, 15/10. No erro das adversárias, a seleção brasileira manteve os cinco de diferença: 17/12. O adversário aproximou no placar (15/18) e Zé Roberto pediu tempo. Com bom saque, a seleção norte-americana marcou 18/20. Com dois bloqueios seguidos, empate em 20/20. As brasileiras voltaram a pontuar bem e Tandara fechou em 25/23.

No ace de Dani Lins, o Brasil fez 2/0. Quando o placar apontou 3/1, Kiraly pediu tempo. A parada funcionou e a seleção norte-americana assumiu o comando do set em 5/4. Contando com erros da equipe brasileira, os Estados Unidos marcaram 7/4 e foi a vez de Zé Roberto pedir tempo. As brasileiras se recuperaram e empataram em 8/8. Tandara colocou o Brasil em vantagem novamente (11/10). Thaísa marcou ponto de saque e colocou o Brasil com três de vantagem: 15/12. Pedido de tempo de Kiraly. O set esteve igual em 17/17. No bloqueio, 21/18 para os Estados Unidos. Na sequência, a equipe visitante fez 23/20. No bloqueio, 25/21 para as norte-americanas.

O quarto set começou equilibrado, com o empate em 2/2. Depois de boa defesa de Gabiru, Gabi pontuou no ataque e o Brasil empatou mais uma vez (5/5). Em boa passagem de Dani Lins pelo saque, a seleção brasileira conseguiu abrir vantagem, chegando a 8/5. Rosamaria pontuou e manteve os três de vantagem: 11/8. O set voltou a ficar equilibrado, 12/11 para a equipe verde e amarela. A parcial esteve igual novamente em 16/16. Gabi colocou o Brasil em vantagem (17/16). No erro da adversária, a equipe da casa empatou em 19/19 e mais uma vez com Gabi, desta vez na largada, 20/19. Empate em 21/21. As norte-americanas marcaram 23/22 e 24/22. Gabi fez 23/24, mas os Estados Unidos fecharam em 25/23.

Ao ver que o adversário abriu 3/0 logo no começo do set decisivo, José Roberto Guimarães parou o jogo com pedido de tempo. Na troca de lado, a seleção dos Estados Unidos tinha boa vantagem em 8/4. Quando a equipe visitante marcou mais um (9/4), Zé Roberto pediu tempo. As norte-americanas seguiram bem em quadra e fizeram 11/7. No bloqueio de Thaísa, o Brasil aproximou no placar: 10/12. Os Estados Unidos fizeram 14/12, a seleção brasileira aproximou em 12/14, e, com Tandara, empatou em 14/14. Mas, no final, vitória da equipe visitante por 17/15.

EQUIPES

BRASIL - Dani Lins, Tandara, Adenízia, Thaísa, Rosamaria e Gabi. Líbero – Gabiru

Entraram – Amanda, Fernanda Tomé, Roberta, Carol

Técnico: José Roberto Guimarães

ESTADOS UNIDOS - Carlini, Lowe, Madi Kingdon, Lee, Adams e Gibbemeyer. Líbero – Benson  

Entraram – Hancock e Drews

Técnico: Karch Kiraly

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