Deu Rexona-Sesc mais uma vez na Superliga Feminina

Foi uma batalha de 5 sets numa Arena da Barra bem lotada. E pela 12º vez, o Rexona-Sesc do Rio de Janeiro se sagrou campeão da Superliga Feminina 2016/2017 vencendo o time do Vôlei Nestlé numa partida de tirar o fôlego das mais de 12 mil pessoas presentes.

"Este é um grande clássico, que sempre gera esse grande espetáculo e não ia ser diferente desta vez. Parabéns a torcida, que deu um show aqui e agora é hora de curtir", disse Juciely.

O técnico Bernardinho comemorou o resultado, claro, e destacou a importância do patrocinador mantido na equipe por 20 anos, Unilever, que anunciou que não seguirá na próxima temporada. 

Bernardinho comandou o time em mais uma conquista. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

"É tão difícil conseguir superar um jogo como esse no tie break, então, foi uma vitória fantástica que coroou o título. Agora, ao final desta temporada agradeço do fundo do meu coração por tudo que a Unilever fez por nós ao longo desses 20 anos. Foi uma empresa que possibilitou o desenvolvimento de tantos jovens de qualidades. É um parceiro do voleibol brasileiro que tem que ser reconhecido", afirmou Bernardinho.

Apesar do resultado não desejado, Tandara agradeceu. "Quero agradecer muito a todo o time, ao suporte que foi me dado, tanto dentro como fora de quadra. Tenho que agradecer a toda a comissão técnica. Acredito que essa temporada tenha sido sensacional para mim e espero ser muito melhor daqui para frente", concluiu a ponteira do Vôlei Nestlé.

Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

O Jogo

No primeiro set, o time carioca aproveitando que estava jogando em casa, tratou de abrir vantagem abrindo 5 a 2 no placar o que fez o Luizomar pedir tempo para o time de sp. Mesmo assim, o Rexona abria frente e chegou rapidamente a 10 a 5. Só então as jogadoras do Nestle entraram efetivamente no jogo e começaram a cavar um lugar e conseguiram empatar a partida no 15 a 15 e até conseguiram uma virada. Bernardinho pediu tempo e o seu time voltou a reagir. Numa brilhante atuação de Gabi e Monique, voltaram a abrir o placar e em 25 minutos fecharam o set em 25 a 19 abrindo 1 a 0 no placar.

O início do segundo set não foi diferente do primeiro. O Rexona abriu frente no placar chegando a ter dois pontos de vantagem no 5 a 3. Foi então que o Nestlé equilibrou a partida se seguiu numa sequência de um ponto lá e um ponto aqui e nenhum time conseguindo escapar no placar. Somente no 22 a 22, num erro de arbitragem, o time do Osasco abriu frente para fechar o set em 25 a 22 e empatar o jogo em 1 a 1 depois de 22 minutos.

Roberta foi destaque mais uma vez na partida. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

O terceiro set começou do mesmo jeito que foi o segundo com nenhuma equipe conseguindo abrir alguma frente. Quem foi o primeiro a escapar um pouco foi o Rexona que chegou a abrir 3 pontos de vantagem e o Osasco buscou e até conseguiu virar no placar. Bernardinho pediu tempo e as meninas mais concentradas voltaram a abrir frente. Luisomar então pediu tempo e conseguiu encostar de novo. No final do set, foi o time carioca quem conseguiu botar três pontos de vantagem e fechou o set em 25 a 22 e botou 2 a 1 no jogo.

O set seguinte se viu uma cena muito diferente na partida. Aproveitando um momento muito superior, o Vôlei Nestlé parecia que jogava em casa. A torcida conseguiu calar o time do Rio e não parava de cantar um único instante sequer. Elas tiveram 9 pontos de frente chegando a ter 19 a 10. O time carioca até tentou reagir e a torcida começou a ir no ritmo delas, mas não deu. O time de Osasco fechou o set em 25 a 18 empatando o jogo em 2 a 2 e levando a partida para o tie-break decisivo.

 

O último e decisivo set, o time do Rexona voltou aos eixos e literalmente atropelou o time de Osasco. Com a torcida que acordou na Arena da Barra, as meninas fizeram 15 a 6 e venceram a superliga 2016/2017.

Mais um ponto para o time do Rexona.rédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

Jogadoras tiraram vários fotos na comemoração. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

Rexona-Sesc e Vôlei Nestlé decidem título neste domingo

Um dos grandes clássicos do voleibol brasileiro terá mais um capítulo escrito neste domingo (23.04). Rexona-Sesc (RJ) e Vôlei Nestlé (SP) duelarão, às 10h, na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro, pelo título da 23ª edição da Superliga feminina de vôlei 16/17. Será a 11ª vez que o time carioca e a equipe de Osasco estarão frente a frente em uma final da competição nacional. 

O Rexona-Sesc luta pelo 12º título da competição enquanto o Vôlei Nestlé busca o sexto. No confronto direto entre as duas equipes na história da Superliga são 82 jogos, com 47 vitórias do time carioca e 35 da equipe de Osasco. Nessa edição da Superliga, uma vitória para cada lado. O Vôlei Nestlé levou a melhor no primeiro turno por 3 sets a 2 e o Rexona-Sesc no segundo por 3 sets a 1. 

O treinador Bernardinho, do Rexona-Sesc, fez uma análise sobre a decisão da Superliga e falou sobre o momento das duas equipes na competição. 

"Tivemos altos e baixos na série semifinal contra o Minas, mas ganhamos moral depois da virada quando perdíamos por duas partidas a uma. Esses confrontos também nos deram ritmo de jogo e nos ajudaram a ajustar algumas coisas. O Osasco passou muito bem pelo time de Uberlândia (Dentil/Praia Clube). O time delas cresceu na competição e jogou muito bem os playoffs. Elas têm uma atleta muito experiente que é a Dani Lins. Ela assumiu um papel que antes foi de jogadoras como a Fernanda e a Fofão. É uma final que já se tornou um clássico com muitos confrontos decisivos", analisou Bernardinho. 

Pelo lado do Vôlei Nestlé, a líbero Camila Brait falou sobre a representatividade do clássico entre o time de Osasco e o Rexona-Sesc. 

"Do ano passado para esse trocamos 70% da equipe e fomos crescendo ao longo da temporada. Acredito que será uma grande partida. Rexona-Sesc contra Vôlei Nestlé é sempre um clássico. É só vermos o retrospecto dos últimos anos que entendemos o que representa esse confronto. Acredito que os torcedores vão ficar satisfeitos com o espetáculo que teremos amanhã", finalizou Camila Brait. 

Final

23.04 (DOMINGO) - Rexona-Sesc (RJ) x Vôlei Nestlé (SP), às 10h, Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro (RJ)

Rexona-Sesc carimba vaga na final da Superliga feminina

O Rexona-Sesc está pela 13º vez seguida na final da superliga feminina. E não foi uma missão muito fácil para o time carioca derrotar o time da Camponesa-Minas por 3 a 1 em jogo realizado na Jeunesse Arena, que precisou de 5 jogos para garantir mais essa participação.

A central Juciely se destacou no confronto, foi eleita a melhor da partida em votação popular no site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e ficou com o Troféu VivaVôlei. Ao final do duelo, a atacante comentou sobre a atuação das cariocas e destacou a força do grupo.

Destaque na partida, Juciely foi a pontuadora do jogo. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ 

"Sabíamos desde o começo que não seria uma série fácil. O Camponesa/Minas é uma grande equipe. Conseguimos sair de um momento de muita dificuldade depois de perder duas partidas seguidas em casa. Essa equipe é marcada por grandes viradas e, talvez de todas que eu vivi aqui dentro, essa tenha sido a mais difícil pela grandiosidade da equipe delas. Nosso time está de parabéns pela união e a força do nosso grupo", disse.

Outro destaque das cariocas nas semifinais, a ponteira Drussyla, de 20 anos, agradeceu a chance recebida pela comissão técnica e o apoio das companheiras. 

"Fiquei muito surpresa e agradeço muito a toda comissão técnica e o apoio das jogadoras pela confiança no meu trabalho. Sempre vou tentar dar o meu melhor para esse grupo", afirmou Drussyla. 

O Jogo

O primeiro ponto do jogo começou com fortes emoções com um rally logo de cara onde o time de Minas conseguiu o primeiro ponto do placar. Mas depois o que se viu foi o time do Rexona abrindo 5 a 1 no placar forçando o técnico mineiro a pedir tempo. De alguma forma até surtiu efeito, mas muito mais concentradas, o time carioca foi tomando conta do jogo e chegou a ter 20 a 10 no placar. As mineiras até chegaram a fazer 5 pontos seguidos e aos pouquinhos, o Rexona foi tomando conta do jogo de novo e em 25 minutos numa bola fora, fecharam o primeiro set e ficaram 1 a 0 no placar.

A atacante Hoocker do time de Minas é parada no bloqueio do Rexona. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

Muito diferente do primeiro, o set foi de extremo equilíbrio. O Rexona chegou até a timidamente abrir no placar, mas o time da Camponesa não estava querendo vender barato o set e até chegou a liderar no placar rodando com dois pontos de vantagem por um bom tempo. E foi numa bola de segunda de Robert com o placar a 19 a 20 que o time carioca tomou as rédeas do jogo. As mineiras chegaram até a empatar o jogo no 23 a 23 numa bola polêmica que fez Bernardinho pedir tempo. A volta a partida continuou empatada e no bloqueio de Roberta, o Rexona fechou em 26 a 24 e botar 2 a 0 no placar em 26 minutos de set.

No terceiro, um outro panorama no jogo. Quem saiu na frente foi o time a Camponesa que cresceu mais ainda e passou a comandar o set, criando dificuldades para o Rexona. O time carioca até conseguia empatar em alguns momentos, mas não conseguia dominar o jogo como fez nos primeiros sets e quando Gabi ficou no bloqueio, o time de minas venceu o set por 25 a 21 e o jogo foi para o quarto set.

No set decisivo, o Rexona voltou a jogar seu melhor jogo, Comandada por Juciely e com a torcida empurrando, o time cresceu e logo se impôs no placar, abrindo o placar e não dando chance ao adversário. E já com uma vantagem mais cômoda, fecharam o jogo em 25 a 21 e carimbaram mais uma vez a vaga na final.

Monique fez alguns pontos que garantiram a vaga na fina. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

A grande final:

O jogo que decide a Superliga feminina desse entre o Rexona-Sesc e o Vôlei Nestlé será dia 23 às 10hrs também no Jeunesse Arena com promessa de casa cheia.  

“Vai ser bom jogar com a torcida ao nosso lado diante do time de Osasco. E do mesmo jeito que jogamos essa semifinal, vamos para cima delas e conseguir manter o título aqui no Rio.” – Conta Gabi sobre a expectativa da final.

Bernardinho chega a mais uma final em sua carreira vitoriosa. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

 

 

Rexona-Sesc e Camponesa/Minas fazem confronto final nesta sexta-feira

Rexona-Sesc (RJ) e Camponesa/Minas (MG) estarão frente e frente nesta sexta-feira (14.04) para o quinto e decisivo confronto pelo playoff melhor de cinco das semifinais da Superliga feminina de vôlei 16/17. A equipe carioca receberá o time mineiro, às 20h, na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro (RJ). O vencedor do duelo garantirá um lugar na decisão.

Até o momento na série semifinal entre Rexona-Sesc e Camponesa/Minas, as equipes venceram as partidas fora de casa. O time carioca levou a melhor no primeiro e quarto jogo da série, em Belo Horizonte (MG), por 3 sets a 0 e 3 sets a 1. A equipe mineira superou o grupo carioca no segundo e terceiro duelos, no Rio de Janeiro, por, respectivamente, 3 sets a 1 e 3 sets a 2. 

A experiente líbero Fabi, de 37 anos, ressaltou a importância da torcida carioca no quinto e decisivo confronto da série semifinal. 

"Será mais uma partida entre duas equipes que se conhecem cada vez mais. Estamos trabalhando forte e vamos buscar essa vitória e a vaga na final diante da nossa torcida. Desde o início essa série prometeu muito equilíbrio como aconteceu nesses quatro jogos. Temos que colocar o coração em quadra e aproveitar o apoio dos nossos torcedores", afirmou Fabi 

Ao final do quarto jogo da série, a ponteira Rosamaria, do Camponesa/Minas, comentou sobre o equilíbrio entre as equipes e mostrou confiança para o duelo no Rio de Janeiro. 

"Sabíamos das dificuldades que teríamos ao enfrentar o Rexona-Sesc e ainda não acabou. Vencemos dois seguidos lá e temos condições de ganhar novamente. Vamos tentar vencer novamente", disse Rosamaria. 

O vencedor da série entre o Rexona-Sesc e o Camponesa/Minas terá como adversário na final, o Vôlei Nestlé. A equipe do treinador Luizomar de Moura fechou o playoff melhor de cinco contra o Dentil/Praia Clube (MG) em 3 a 0. 

Dentil/Praia Clube vai precisar de forças para se manter de pé na competição

A terceira partida da série melhor de cinco das semifinais da Superliga feminina de vôlei 16/17 entre Dentil/Praia Clube e Vôlei Nestlê será decisiva, uma vez que a equipe praiana precisa vencer fora de casa para se manter viva na competição. O Vôlei Nestlé (SP) receberá o Dentil/Praia Clube (MG), às 19h, no ginásio José Liberatti, em Osasco (SP). O time de Osasco lidera a série com duas vitórias e está a um resultado positivo da final. Na série o time de Osasco levou a melhor no primeiro duelo por 3 sets a 1 (em Osasco) e no segundo por 3 sets a 0 (em Uberlândia)

Apesar da vantagem na série, a levantadora Dani Lins, do Vôlei Nestlé, ressaltou que não tem nada decidido e pediu o apoio da torcida de Osasco.

"Temos mais um jogo em casa e não vai ser fácil. Elas não desistem nunca, têm um elenco muito bom e temos que estar preparadas para isso. Vamos lotar o caldeirão em casa", apostou Dani Lins.

Pelo lado do Dentil/Praia Clube, o treinador Ricardo Picinin mostrou confiança na recuperação da equipe no duelo contra o Vôlei Nestlé.

"Disse às jogadoras ao final da segunda partida que não tem nada perdido. A melhor de cinco dá essa possibilidade de o time reverter a situação. Com a qualidade do nosso elenco e das nossas atletas é possível. Já evoluímos desde o último jogo e em algumas situações temos que ser mais assertivos, mas vamos trabalhar para isso. Agora é tudo ou nada, então vamos dar o sangue dentro de quadra", apostou Ricardo Picinin.

Apesar de ter retornado aos treinamentos a escalação da central Fabiana ainda é dúvida na equipe mineira, Picinin falou sobre o assunto: "A Fabiana é importante em qualquer time do mundo. Estamos trabalhando com ela em quadra, fazendo saltos e bloqueios de ataque. Ela tem evoluído, tem se sentido bem. Agora, temos que esperar essa resposta dela. Talvez jogue. Se estiver em condições, joga. Mas temos que ver tudo: se ela vai estar bem fisicamente, com ritmo de jogo. O tratamento com nossa comissão técnica foi maravilhoso. Ela quer muito jogar, ajudar a equipe e nós queremos que ela jogue. Vamos ver como ela se comporta nesses últimos treinos para bater o martelo" 

Outro ponto importante tem sido o rodizio de atletas em quadra principalemnte Alix, Michelle, Carla e Ellen. A capitã Walewska falou sobre o assunto e pediu para a equipe reunir forças e ir em busca do unico resultado que interessa: "A gente tem rodado muito as jogadoras durante o jogo. Dificulta muito. Ter uma base que joga o tempo inteiro, fica mais fácil. A série é longa, temos que pensar nisso. Vai ser um jogo muito difícil nesta sexta-feira no José Liberatti. Temos que reunir forças, não temos tempo para chorar ou sorrir até lá"

Vôlei Nestlé vence Dentil/Praia Clube na abertura da semifinal

O Vôlei Nestlé abriu com vitória o confronto de semifinal da Superliga 2016/17 diante do Dentil/Praia Clube, com o ginásio lotado (4 mil pessoas) e uma grande festa nas arquibancadas. Nesta sexta-feira (31), o time comandado pelo técnico Luizomar superou o adversário de Uberlândia, por 3 sets a 1, parciais de 25/27, 25/17, 25/12 e 25/13, com duração de 1h47min. Tandara e Bia foram decisivas, com a ponteira sendo a maior pontuadora, com 26 acertos, e a central a melhor em quadra, saindo com o troféu VivaVôlei. A equipe de Osasco jogou desfalcada da levantadora Dani Lins, que teve problemas particulares e não foi relacionada. 

Bia teve uma noite inspirada com eficiência em ataques, bloqueios e marcou também um ace. "Ganhar o VivaVôlei, fazer vários bloqueios (marcou 10 pontos no fundamento) e levantar essa torcida é uma sensação de muita alegria. Jogamos muito bem taticamente, mas não tem nada ganho ainda. Sabemos do potencial delas e precisamos continuar focadas para enfrentá-las agora em Uberlândia, o que não será nada fácil", disse a central. O segundo compromisso diante do adversário desta semifinal será na terça-feira (4/4), novamente às 19h, no ginásio do Praia Clube.

Tandara destacou o poder de recuperação da equipe, após a derrota na primeira parcial. "O determinante para a vitória foi diminuir os erros e se impor a partir do segundo set. Tivemos um deslize na reta final da primeira parcial, mas depois o nosso jogo fluiu nas outras três. Conseguimos colocar o nosso ritmo e passando a responsabilidade para o lado delas. A característica do Vôlei Nestlé é jogar com alegria e fizemos isso muito bem. Mas temos que seguir adiante porque na terça-feira já teremos um confronto extremamente difícil fora de casa", analisou a ponteira. 

Experiente, Carol Albuquerque destacou a atuação coletiva. "Deu gosto de ver o time jogando. A equipe poderia sentir a ausência da Dani Lins, por ser uma das líderes do elenco, mas suprimos isso jogando juntas, com uma ajudando a outra o tempo inteiro. Isso fez uma grande diferença. Estou aqui para ajudar e conseguimos sair com uma vitória em casa nessa série melhor de cinco. Sair em vantagem é importante, mas sabemos que tem muita coisa pela frente", comentou a levantadora. 

Em 13 partidas em Osasco, Tandara e suas companheiras ganharam sete, por 3 sets a 0, quatro, por 3 a 1, e duas, por 3 a 2. Na fase de classificação, o Vôlei Nestlé foi superado pelo Dentil/Praia Clube, no primeiro turno, em Uberlândia, por 3 sets a 2, parciais de 16/25, 25/22, 23/25, 25/21 e 17/15. Na ocasião, Tandara foi a maior pontuadora, com 23 acertos. No returno, no José Liberatti, a equipe de Osasco marcou 3 a 0, com séries fechadas em 25/15, 25/22 e 25/22. Tandara novamente foi a jogadora que mais pontuou, com 17 bolas no chão. Na história da Superliga, os clubes se enfrentaram 23 vezes, com 20 vitórias para o time comandado por Luizomar e três para o Praia Clube. 

O Vôlei Nestlé chegou para este primeiro jogo liderando as estatísticas da CBV no fundamento ataque com 27,38% de eficiência, sendo segundo em saque, com 6,18%, e em defesa, com 41,35%, e quarto em bloqueio, com 29,81%. Individualmente, Tandara aparece como terceira melhor atacante, com 26,65% e a primeira em saque, com 10,04%. A ponteira é também a terceira maior pontuadora com 334 acertos. Camila Brait é a terceira em defesa, com 40,32%, e Bia, quinta colocada em aproveitamento de bloqueios com 32,47%, é a jogadora que lidera em pontos anotados neste fundamento, com 98 acertos.

O jogo - Como era de se esperar, a série foi equilibrada. As duas equipes procuraram forçar o saque e conseguiram quebrar o passe. Com isso, o bloqueio funcionou de ambos os lados e o contra-ataque acabou sendo uma tônica. Na fase decisiva do set, Tandara fez quatro prontos seguidos e o Vôlei Nestlé chegou a ter a chance de fechar com 24/23. Mas não aproveitou e uma boa sequência do Praia definiu a parcial em 27/25.

O Vôlei Nestlé e Tandara voltaram com tudo. Tanto que rapidamente a ponteira marcou 5 pontos e sua equipe abriu 8/3. Depois foi a vez de Bia assumir o protagonismo e marcar três vezes seguidas, 12/5. A partir daí, as donas da casa mantiveram o ritmo e administraram a diferença até fechar a série em 25/17, com Gabi, empatando a partida. Tandara marcou 8 pontos e Bia 7.

Repetição do set anterior. As donas da casa forçaram o saque e aproveitaram os contra-ataques. Resultado: 13/3, com quatro pontos de Gabi, que levantou o ginásio ao marcar num ataque do fundo de quadra. Sem perder a concentração, o Vôlei Nestlé foi abrindo vantagem, com a eficiência de Bjelica (marcou 4 pontos), e finalizou sem dificuldade em 25/12.

Embalado pela torcida, que cantou o tempo inteiro, o Vôlei Nestlé manteve o ritmo e continuou forte. Tandara vibrou muito ao fazer 9/3 e Gabi marcou duas vezes, para abrir 16/8. Aí foi a vez de Bjelica confirmar a boa fase e somar mais 4 dos 7 pontos que fez na série, 23/13, com um ace. Bia, um dos destaques do time, fez mais um bloqueio, 24/13, e Tandara fechou o set em 25/13 para vibração completa do ginásio José Liberatti. 

Pelo Vôlei Nestlé jogaram e marcaram: Carol (3), Bjelica (14), Tandara (26), Malesevic (1), Bia (18), Nati Martins (5) e a líbero Camila Brait. Entraram: Gabi (12). Técnico: Luizomar de Moura.

Pelo Dentil/Praia Clube jogaram e marcaram: Claudinha, Ramirez (7), Alix Klineman (13), Michelle (7), Natasha (10), Ednéia (5) e a líbero Tássia. Entraram: Ellen (2), Carla (2), Malu (3), Jú Carrijo (1) e Mariana Galon. Técnico: Ricardo Piccinin.

Unilever encerra ciclo de 20 anos no vôlei brasileiro

Os rumores que começaram na segunda-feira (13/03) após entrevista da ex-atleta Fernanda Venturini a Veja sobre uma possível saída da Univeler do vôlei brasileiro se concretizou nesta terça por meio de comunicado oficial da equipe. 

Sem qualquer sombra de dúvidas é uma notícia ruim, e que já aconteceu com outras equipes, no vôlei brasileiro, porém desta vez foi feita de forma menos traumática com uma transição pensada tendo a Unilever passando o bastão para o Sesc, que também apoia uma equipe masculina comandada pelo técnico Giovane Gávio. Acredito que esse poderia ser o momento das equipes se unirem e começarem a cobrar mudanças na maneira como os patrocinadores são boicotados nas transmissões esportivas, excetuando a RedeTV todas as outras transmissões omitem descaradamente os nomes dos patrocinadores, patrocinadores estes que ajudam a manter a modalidade e não recebem a devida exposição que merecem. Além existe uma discussão em curso sobre transmissões das partidas na web, agora já estamos nos playoffs o que impossibilita essa estratégia mas é algo que deva ser pensado para as próximas temporadas, as equipes precisam se unir para buscar uma valorização maior. 

Veja o comunicado abaixo:

Há 20 anos, Unilever e Bernardinho se uniram para fazer história no vôlei brasileiro com um projeto inovador. Durante o patrocínio, a gigante dos bens de consumo firmou uma parceria com o então promissor treinador e transformou a iniciativa na mais vitoriosa de todos os tempos, com 12 títulos nacionais, três sul-americanos, entre muitos outros. Fora das quadras, o sucesso se repetiu. O braço social, criado simultaneamente ao time de alto rendimento, atendeu mais de 100 mil crianças e adolescentes. O Sesc RJ assume integralmente o time de vôlei feminino que já faz parte do Programa Sesc Esporte.

“Está no DNA da Unilever apoiar ações sustentáveis. Por isso, ao longo desta última temporada, colaboramos com a sucessão de patrocínio da equipe, passando o bastão para o Sesc Rio. Seguimos acreditando no esporte, no impacto positivo que ele traz à sociedade, e compartilhamos dos mesmos valores. É muito gratificante constatar que construímos, juntos, o time mais vencedor da história do vôlei brasileiro e transformamos a vida de mais de 100 mil crianças e adolescentes”, afirmou Julio Campos, vice-presidente de vendas da Unilever.

Figura central do projeto, o técnico Bernardinho não poupa elogios à Unilever e credita à parceria o sucesso atingido pela equipe.

“Eu só posso agradecer à Unilever por ter sido a nossa grande  apoiadora. Tenho certeza que só conseguimos realizar o sonho que idealizamos lá atrás, em 1997, pelo apoio da companhia por todos esses anos. As vitórias, os títulos, foram importantíssimos, mas acredito que nosso maior triunfo foi mostrar que o sucesso só pode ser atingido com seriedade, comprometimento e trabalho duro. Tanto a Unilever quanto nós, dentro das quadras, queríamos levar isso para as pessoas. Inspirar pelo exemplo. E acredito que conseguimos. Você só cria parcerias quando compartilha valores. Nesse último ano da parceria, a Unilever nos proporcionou uma transição tranquila com o Sesc RJ, que assumirá o projeto daqui em diante. O Programa Sesc Esporte tem como foco passar valores importantes para crianças e jovens para que sejam cidadãos que façam a diferença na sociedade.”, revelou o treinador, complementando com seu depoimento pessoal.

“Falar da Unilever é uma coisa que me emociona, pois, particularmente, eu fiz amigos, cresci como homem, vivendo, conhecendo, me inspirando com as pessoas que eu encontrei dentro dessa empresa. Me senti realmente parte de um time. Muito mais que um time de voleibol, de um projeto social. Minha sensação é de agradecimento absoluto. Tenho certeza que o voleibol feminino brasileiro não seria o que é hoje sem a presença da Unilever. A contribuição deles para o nosso esporte, para sua difusão, foi fundamental.”, encerrou. 

A Unilever continuará a apoiar a equipe comandada por Bernardinho até o final da temporada, em maio, na disputa do Mundial de Clubes. 

 

 

FIVB e CBV confirmam Fase Final da Liga Mundial no Estádio Atlético Paranaense

A Liga Mundial, primeira competição do novo momento da seleção brasileira masculina de vôlei, sob o comando de Renan Dal Zotto, terá sua Fase Final disputada em casa. A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) confirmaram nesta segunda-feira (06.03) que as finais, entre as cinco seleções mais bem classificadas, mais o Brasil, serão um grande evento realizado no Estádio Atlético Paranaense, em Curitiba (PR), de 4 a 8 de julho deste ano.

Essa será a segunda experiência do vôlei no campo do clube paranaense. No dia 3 de setembro de 2016, a CBV realizou o Desafio de Ouro neste mesmo local em comemoração à conquista da medalha dourada nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, e o evento foi um sucesso de público, com a presença de 33 mil pagantes. O Estádio Atlético Paranaense, que foi uma das sedes da Copa do Mundo de futebol em 2014, tem cobertura, o que garante proteção contra chuva e sol, e piso sintético, facilitando a operação de instalação de uma quadra de vôlei no campo.

Garantida na Fase Final por ser a sede, a seleção brasileira terá a oportunidade de disputar a fase classificatória sem a necessidade de vitórias. Neste tempo, Renan Dal Zotto terá a chance de deixar o grupo cada vez mais entrosado, já que terá menos de um mês de treinamento antes da estreia na Liga Mundial.

O primeiro jogo do Brasil na competição será no dia 2 de junho, contra a Polônia, em Pesaro, na Itália. Neste mesmo local, a equipe verde e amarela ainda enfrenta o Irã e os donos da casa. A segunda fase será em Varna, na Bulgária, contra Canadá, Polônia e Bulgária. Encerrando a etapa classificatória, a seleção brasileira irá a Córdoba, na Argentina, jogar contra os búlgaros, argentinos e sérvios.

Dentil/Praia Clube vence duelo mineiro contra o Camponesa/Minas

No duelo mineiro entre Dentil/Praia Clube (MG) e Camponesa/Minas (MG), disputado na tarde deste sábado (04.03), no Praia Clube, em Uberlândia (MG), melhor para o time da casa, que contou com o apoio da torcida. O Praia venceu por 3 sets a 1 (25/19, 26/24, 18/25 e 25/20), em 2h07 de partida válida pela nona rodada do returno da Superliga feminina de vôlei 2016/2017. A norte-americana Alix foi a maior pontuadora do confronto, com 21 pontos.

Com boa distribuição, a levantadora Claudinha ajudou seu time a conseguir o resultado positivo e foi premiada com o Troféu VivaVôlei após ser a mais votada no site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Satisfeita com a vitória, a levantadora destacou o momento da sua equipe. "A semana foi sensacional. Tivemos uma ajuda de uns meninos para treinar com a gente e isso foi fundamental na nossa preparação. A equipe está tendo altos e baixos, mas o nosso time é muito unido. Independentemente de tática e técnica, era um clássico, e a nossa equipe tem que apresentar esse voleibol, sem desistir. A gente vai errar, acertar, mas o importante é não desistir nunca", disse Claudinha.

As duas equipes voltam à quadra para jogar pela Superliga na próxima terça-feira (07.03). O Dentil/Praia Clube seguirá em casa e receberá o Fluminense (RJ) para o duelo às 19h30. O Camponesa/Minas estará no Rio de Janeiro (RJ) para um super jogo contra o Rexona-Sesc (RJ), na Jeunesse Arena, dentro do Parque Olímpico, às 20h. Este confronto terá transmissão ao vivo pelo facebook da CBV.

 

O JOGO

Com bom saque de Michelle e bloqueio de Fabiana, o Dentil/Praia Clube abriu 2/0 logo no começo do jogo. A equipe de Uberlândia ainda abriu 4/1. No erro do adversário, o Camponesa/Minas encostou em 3/4. O Praia voltou a abrir vantagem em 7/3 e Paulo Coco pediu tempo. O Minas reagiu, aproximou no placar em 6/8, e foi a vez de Picinin parar o jogo. O time da casa abriu novamente boa vantagem e fez 17/11 depois de dois bons saques de Fabiana. Com Alix bem no jogo, o Dentil/Praia Clube marcou 21/14. Embalada, a equipe da casa não deu chances do adversário e fechou em 25/19.

O Dentil/Praia Clube teve três de vantagem no começo do set (6/3) com ponto de bloqueio de Claudinha. O Camponesa/Minas buscou e aproximou no placar em 5/6. Com Jaqueline pontuando, a equipe visitante deixou tudo igual em 8/8. Na sequência, o Praia voltou a abrir três de vantagem em 13/10. Depois de uma bola muito disputada, o time da casa pontuou e, com Claudinha explorando o bloqueio adversário, marcou 15/11. Paulo Coco parou o jogo. O Minas mexeu no time e, com Fran bem no saque, encostou em 16/17. O set passou a ser disputado ponto a ponto e ficou igual em 19/19. O Dentil/Praia Clube voltou a abrir no final (23/20), mas, no bloqueio de Fran, o Minas deixou tudo igual em 24/24. No final, melhor para o Praia: 26/24.

Sem se abalar com a derrota nos dois primeiros sets, o Camponesa/Minas volto u bem para o terceiro set e abriu 2/0. Na sequência, a equipe visitante ainda abriu 4/1. A vantagem aumentou em 7/3 e Picinin pediu tempo para conversar com suas atletas. O Dentil/Praia Clube aproximou no placar (6/8) e foi a vez de Paulo Coco parar o jogo. Walewska pontuou e colocou o time da casa empatado: 10/10. Com Pri Daroit bem no saque, o Minas voltou a abrir (14/10). Jaqueline explorou o bloqueio e colocou o Camponesa/Minas em 17/12. A vantagem do time visitante foi de 21/16 com ponto de Hoocker. Dessa vez, o Camponesa/Minas que venceu: 25/18.

O terceiro set começou com equilíbrio, com as duas equipes empatando em 3/3. O jogo esteve novamente igual em 7/7. Com dois pontos seguidos de Alix, o Dentil/Praia Clube abriu 9/7. O set seguiu totalmente equilibrado, com empates em 12/12 e depois em 15/15 e 17/17. Quando o Camponesa/Minas marcou 18/17, Ricardo Picinin pediu tempo para orientar a equipe. Michelle rodou e o Praia chegou a mais um empate (18/18). Com bloqueio de Fabiana, o Praia conseguiu abrir dois na reta final do set: 22/20. Com Alix bem no jogo, o Dentil/Praia Clube fechou em 25/20.

 

EQUIPES

DENTIL/PRAIA CLUBE - Claudinha, Daymi, Walewska, Fabiana, Alix e Michelle. Líbero - Tássia

Entraram - Ellen, Ju Carrijo, Malu

Técnico: Ricardo Picinin

 

CAMPONESA/MINAS - Naiara, Hoocker, Carol Gattaz, Mara, Jaqueline e Rosamaria. Líbero - Léia

Entraram - Karine, Pri Daroit, Domingas, Fran

Técnico: Paulo Coco

Rexona-Sesc vence Osasco e garante primeiro lugar antecipado na fase de grupos da Superliga

O Rexona-Sesc venceu o clássico contra Osasco, chegou aos 56 pontos e não pode mais ser alcançado na tabela de classificação. Na Jeunesse Arena, a equipe carioca fez 3 sets a 1, parciais de 25-20, 21-25, 25-21 e 25-15, e contou com ótima presença de sua torcida, 2.402 espectadores, que impulsionaram o time durante toda a partida. 

Além de contar com todas as atacantes efetivas, o Rexona-Sesc conseguiu um ótimo volume de jogo durante todas as parciais. O esquema tático traçado pelo técnico Bernardinho funcionou, e a equipe conseguiu jogar pontuando no contra-ataque. 

Eleita a melhor em quadra, a oposta Monique não só obteve grande atuação no ataque, como foi responsável por inúmeras defesas no time carioca. 

“Eu estou ali no fundo para defender também. Treino para isso, a gente estudou demais o time delas. Tentamos marcar no bloqueio, mas a gente sabe que se passar pelo bloqueio, a defesa precisa funcionar. E a gente conseguiu isso nos três sets que vencemos. No segundo erramos demais, mas tínhamos a certeza de que poderíamos fazer melhor. Então nos concentramos melhor, e no terceiro e quarto set conseguimos executar tudo que treinamos durante a semana”. 

Outro destaque da equipe carioca, a ponteira Gabi ressaltou o pouco número de erros do Rexona-Sesc. 

“Jogar contra Osasco é sempre tenso. Todo mundo sabe que é um jogo muito disputado e decidido em detalhes. Começamos dominando a partida, erramos muito pouco, com a defesa e o bloqueio funcionando. No segundo erramos e colocamos o time delas no jogo, mas nos outros sacamos melhor e conseguimos neutralizar a Tandara, que é uma grande atacante”, analisou Gabi, que agradeceu o apoio incondicional da torcida carioca. 

“A torcida foi nosso sétimo jogador dentro de quadra. Encheu o ginásio, vibrou, nos ajudou e impulsionou durante todo o jogo. Isso não tem preço, é um carinho imenso e agente só tem a agradecer. Esperamos contar com essa energia durante todas as partidas daqui para frente”, finalizou Gabi. 

 

O jogo 

Um ace de Monique colocou o Rexona-Sesc na frente do placar (5-4), e com dois pontos de Anne a equipe carioca abriu vantagem (11-8), forçando o pedido de tempo para Osasco. Gabi pontuava pela ponta e contando com erros da equipe paulista, o Rexona-Sesc abriu 17-12. Com o saque forçado, o bloqueio passou a funcionar e o Rexona-Sesc fechou em 25-20. 

Pressionando Tandara no bloqueio, o Rexona-Sesc abriu 4-0. Osasco chegou ao empate (10-10), mas o bloqueio voltou a surtir efeito (13-11). Com ótima distribuição de Roberta a equipe carioca abriu 18-14 com um ataque de Anne. Em uma sequência de saque, Osasco virou a parcial (18-20), e com boa marcação de bloqueio fechou em 21-25. 

O terceiro set começou muito disputado, mas a ponteira Anne desequilibrou para o Rexona-Sesc (8-6). Após um longo rally, Gabi explorou o bloqueio e marcou 15-13. O bloqueio voltou a fazer efeito e o Rexona-Sesc abriu 20-16 e fechou em 25-21. 

Apresentando muito volume de jogo, com Monique defendendo no fundo de quadra, o Rexona-Sesc abriu 6-3. O bloqueio voltou a funcionar e contando com muitos erros de Osasco, a equipe carioca aumentou a vantagem: 12-7. Com Monique efetiva, o Rexona-Sesc disparou no placar (18-11) e fechou o jogo em 25-15.

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