Renan Dal Zotto anuncia os 18 convocados para Liga Mundial

O treinador da seleção brasileira masculina de vôlei, Renan Dal Zotto, anunciou, nesta segunda-feira (08.05), em coletiva de imprensa na sede da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), no Rio de Janeiro (RJ), os 18 convocados para a Liga Mundial que terá a fase final em Curitiba, no Brasil, de quatro a oito de julho. Os brasileiros são os maiores vencedores da história da competição e lutam pelo 10º título.

Renan Dal Zotto esteve ao lado do diretor de voleibol de quadra da CBV, Radamés Lattari, nesta manhã, no anúncio realizado no Rio de Janeiro (RJ) e pelo facebook na fanpage do Vôlei Brasil.

Os convocados para a Liga Mundial foram os levantadores Bruninho, Raphael e Murilo Radke; os opostos Wallace, Evandro e Renan Buiatti; os centrais Lucão, Éder, Maurício Souza e Otávio; os ponteiros Lucarelli, Lipe, Maurício Borges, Lucas Lóh, Douglas Souza e Rodriguinho e os líberos Tiago Brendle e Thales.

Após o anúncio dos nomes, o treinador destacou a importância deste ano e o quanto este é um período importante na programação da seleção brasileira.

"Esse é um ano muito importante para o voleibol brasileiro. É um novo ciclo olímpico após a conquista do ouro no Rio de Janeiro pela seleção masculina. Temos como primeiro compromisso a Liga Mundial que terá a primeira etapa em Pesaro na Itália com um grupo muito difícil (Itália, Polônia e Irã)", disse Renan.

O novo treinador também comentou sobre a presença de 10 dos 12 campeões olímpicos em 2016 na lista da Liga Mundial.

"Sabemos que esporte é momento. Eu vejo os atletas, com a evolução tecnológica, tendo uma longevidade maior o que é muito interessante. Dos 12 campeões olímpicos apenas o Serginho declarou que não estaria mais na seleção. Todos os outros estão em totais condições de participar da seleção brasileira. É justo fazer com que esses atletas (campeões olímpicos) joguem a fase final da Liga Mundial no Brasil", afirmou Renan Dal Zotto, que também falou sobre a conversa com o levantador William que pediu para ficar um tempo com a família e não está na lista da Liga Mundial.

"Tive uma conversa com o William em Canoas e falei que contava com ele. O William me explicou desse compromisso familiar após a Superliga, o que é justo. Ele agradeceu nossa conversa e eu disse que contava com ele a princípio até o Mundial. Ele na hora respondeu que iria até os Jogos Olímpicos. Que bom que ele está com essa cabeça. Ele é um jogador diferenciado", explicou Renan.

O treinador da seleção masculina também comentou sobre os principais objetivos da seleção masculina nesse início de ciclo olímpico.

"Temos focos muito claros. A curto prazo a Liga Mundial, a médio prazo o Mundial de 2018 e a longo prazo os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. Sabemos que toda a competição que o Brasil participa a responsabilidade é muito grande sempre sendo um dos favoritos e isso é um fato ", explicou Renan.

O diretor de vôlei de quadra da CBV, Radamés Lattari, destacou o número de competições das seleções brasileiras em 2017.

"Já começamos os treinamentos das seleções de base em Saquarema. Esse ano temos seis campeonatos mundiais de base e o Brasil espera estar presente nos seis. Falta apenas jogar a classificatória do sub-21 masculino. Estamos conseguindo fazer amistosos internacionais com todas as categorias e isso é muito positivo", disse Radamés Lattari.

Os três compromissos da seleção brasileira masculina de vôlei em 2017 são Liga Mundial, Campeonato Sul-Americano e Copa dos Campeões.

Liga Mundial

A seleção brasileira fará sua estreia na Liga Mundial, ainda pela fase classificatória, no dia 2 de junho, contra a Polônia, em Pesaro, na Itália. Neste mesmo local, a equipe verde e amarela ainda enfrenta o Irã e os donos da casa. A segunda fase será em Varna, na Bulgária, contra Canadá, Polônia e Bulgária. Encerrando a etapa classificatória, a seleção brasileira irá a Córdoba, na Argentina, jogar contra os búlgaros, argentinos e sérvios.

Os jogos da Fase Final acontecerão de 4 a 8 de julho deste ano, em uma quadra montada no meio do campo de futebol, em Curitiba, no Brasil. Estarão na disputa pelo título as cinco melhores equipes da fase classificatória, além da seleção brasileira, já classificada antecipadamente por ser o país-sede.

Levantadores

Bruninho (Sesi-SP)
Raphael (Funvic Taubaté)
Murilo Radke (Montes Claros)

Opostos

Wallace (Funvic Taubaté)
Evandro (Sada Cruzeiro)
Renan Buiatti (JF Vôlei)

Centrais

Lucão (Sesi-SP)
Éder (Funvic Taubaté)
Maurício Souza (Brasil Kirin)
Otávio (Funvic Taubaté)

Ponteiros

Lucarelli (Funvic Taubaté)
Lipe (Halkbank/Turquia)
Maurício Borges (Arkas Izmir/Turquia)
Lucas Lóh (Funvic Taubaté)
Douglas Souza(Sesi-SP)
Rodriguinho (Sada Cruzeiro)

Líberos

Tiago Brendle (Brasil Kirin)
Thales (Lebes Gedore Canoas)

Sada Cruzeiro vence Funvic Taubaté e conquista quinto título

O Sada Cruzeiro (MG) é o campeão da Superliga masculina de vôlei 2016/2017. A equipe mineira contou com o apoio de 13.956 torcedores, que encheram o ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG), neste domingo (07.05), e venceu o Funvic Taubaté (SP) por 3 sets a 1 (25/22, 25/22, 18/25 e 25/19), em 1h57 de partida. Esse é o quinto título do time dirigido pelo técnico Marcelo Mendez.

A equipe campeã chegou a decisão com apenas uma derrota em toda a Superliga, justamente para o time de Taubaté, no segundo turno da competição, quanto atuou com o grupo quase todo reserva. Nas quartas de final, eliminou o Lebes/Gedore/Canoas (RS) e, nas semifinais, o Vôlei Brasil Kirin (SP).

Na Superliga em que 10 dos 12 campeões olímpicos nos Jogos Rio-2016 estiveram presentes (William, Evandro, Éder, Wallace e Lucarelli, todos nesta final, além de Maurício Souza, Bruninho, Lucão, Douglas e Serginho), o oposto Evandro foi eleito o melhor da grande final. O jogador recebeu o Troféu VivaVôlei após ser eleito, por votação, o grande nome da decisão.

Ao final do confronto, o oposto campeão olímpico fez questão de agradecer o apoio da torcida celeste.

"Foi uma temporada maravilhosa com o Sada Cruzeiro. Nunca tinha ganho tanto título em um único período. Estou impressionado com a força dessa torcida e muito feliz por representar a equipe cruzeirense. Essa torcida é maravilhosa, fez uma festa linda no Mineirinho e nos incentivou o tempo inteiro", disse Evandro, que ainda foi o maior pontuador do confronto, com 19 acertos.

O treinador Marcelo Mendez, do Sada Cruzeiro, ressaltou a força do projeto mineiro e agradeceu o empenho de todos os jogadores durante a Superliga 16/17.

"Esse título é a confirmação de um projeto forte e de um grupo de jogadores que trabalha junto há um tempo, sempre se dedicou e acreditou em todo o processo. Estou muito feliz. Agora temos que seguir treinando, trabalhando duro e buscando a evolução como equipe nos próximos campeonatos", afirmou Marcelo Mendez.

Pelo Funvic Taubaté, o ponteiro Lucarelli é um dos principais nomes da equipe do Vale do Paraíba, e, por isso mesmo, um dos mais provocados pela torcida cruzeirense. "Já fiz outras decisões contra o Sada Cruzeiro e sempre foi com essa rivalidade que enfrentamos hoje. A torcida deles pega no meu pé, mas nunca faltaram com respeito e não tenho nada a reclamar", afirmou Lucarelli.

O técnico Cezar Douglas analisou o desempenho do seu time. "Para uma final, o equilíbrio é fundamental para que o time consiga se manter competitivo. Os três sets que perdemos, nós tivemos desequilíbrios em momentos especiais do set em que o Cruzeiro nem precisou forçar muito o jogo para reverter o placar", concluiu o treinador do Funvic Taubaté.

O JOGO
O ponteiro Lucas Loh fez o primeiro ponto da partida para o Funvic Taubaté. O confronto começou equilibrado. Bem no bloqueio, a equipe do treinador Cezar Douglas fez 4/3. O oposto Evandro se destacava no ataque e no saque e os mineiros abriram três pontos (8/5). Com um bloqueio simples do levantador Wiliam, o time celeste manteve a vantagem (10/7) e o técnico Cezar Douglas pediu tempo. Numa boa sequência de saques do central Otávio, o time de Taubaté encostou (12/11).

E foi com um ponto de bloqueio que o Funvic Taubaté virou o marcador (14/13). Neste momento o técnico Marcelo Mendez pediu tempo. O set seguiu disputado ponto a ponto. Numa bola rápida do central Isac, os mineiros abriram dois pontos (21/19). O ponteiro Leal conseguiu uma boa sequência de saques e a diferença no marcador subiu para quatro (23/19). O time mineiro segurou a vantagem até o final e venceu o primeiro set por 25/22.

O Funvic Taubaté voltou melhor para o segundo set e fez 4/2. Se aproveitando dos erros do time celeste, a equipe do treinador Cezar Douglas abriu quatro pontos (7/3) e o técnico Marcelo Mendez pediu tempo. A paralização fez bem a equipe mineira que empatou (8/8). O central Simon cresceu de produção e os atuais campeões fizeram 11/10. O set ficou disputado ponto a ponto. Com um ace do central Éder, o Funvic Taubaté assumiu a liderança do placar (16/15). Depois de um rally, o time mineiro empatou (20/20). O ponteiro Leo conseguiu um bom saque e o Sada Cruzeiro abriu dois pontos (23/21). Com um ponto de bloqueio simples do levantador William, os mineiros levaram a melhor no segundo set por 25/22.

O Funvic Taubaté começou melhor o terceiro set e fez 5/2. Bem no saque, a diferença para o time de Taubaté subiu para seis pontos (10/4). O Sada Cruzeiro cresceu de produção e encostou no marcador (15/13). Com um ponto de ataque do ponteiro Lucarelli, o time de Taubaté segurou a vantagem (18/15). Bem no ataque e na defesa, a equipe do treinador Cezar Douglas abriu quatro pontos (20/16). Se aproveitando dos erros do Sada Cruzeiro, o Funvic Taubaté foi melhor até o final e venceu o terceiro set por 25/18 com um ace do central Éder.

O quarto set começou equilibrado e disputado ponto a ponto. Com um ponto de bloqueio do central Simon, o time mineiro fez 8/7. Se aproveitando dos erros do Funvic Taubaté, o Sada Cruzeiro abriu três pontos (10/7). Quando os mineiros abriram quatro pontos (13/9), o treinador Cezar Douglas pediu tempo. Mesmo com a paralização, o time mineiro seguiu melhor e bem no saque e no bloqueio e abriu oito pontos (19/11). O Sada Cruzeiro segurou a vantagem até o final e venceu o quarto set por 25/19 e o jogo por 3 sets a 1.

Serginho se torna novo recordista

A final Superliga masculina de vôlei 16/17 teve início, neste domingo (07.05), com dois jogadores empatados com o redorde de títulos: o central do Funvic Taubaté (SP), Éder, e o líbero do Sada Cruzeiro (MG), Serginho. No final, melhor para o jogador cruzeirense, que faturou a medalha de ouro e passou a ser o único jogador do Brasil com oito títulos da principal competição de voleibol no país.

Além do título, Serginho ainda recebeu a premiação de melhor defesa do campeonato. Todas as conquistas, de títulos ou prêmios individuais, foram divididas com os jogadores que passaram por sua carreira.

"Dou crédito a todos os meus companheiros. Sem eles, eu não ganharia nada. Tenho que dividir com todos que passaram por mim, me ajudaram nos treinos, os que me deram uma chamada a mais quando era preciso e esse prêmio de hoje já vai ficar guardado. O próximo é sempre o mais importante", afirmou Serginho.

Já com 38 anos, o líbero do Sada Cruzeiro nem pensa em parar de jogar. "Por mim, vou até 69 anos. Não posso deixar o Éder passar a minha frente", se divertiu o jogador. "Mas, falando sério, no final do jogo agradeci a ele, que é um cara vencedor, e por ter jogado uma final e ter vencido de um jogador tão competente como ele", finalizou Serginho.

Festa de voleibol brasileiro é coroada com super final

Faltando apenas dois dias para a final da Superliga masculina de vôlei 2016/2017, o principal campeonato da modalidade no país já começa a deixar saudade. Foram 162 jogos realizados, ainda falta um, 12 equipes envolvidas neste naipe, 209 atletas inscritos, 10 cidades envolvidas, e uma torcida fanática por voleibol que lotou ginásios pelo país, inclusive em Belém (PA), onde não há time, mas que recebeu uma partida entre Vôlei Brasil Kirin (SP) e Sesi-SP, com o total de 7.450 pessoas.

Para a decisão deste domingo (07.05), a expectativa é de cerca de 14.400 pessoas lotando o Mineirinho. Todos os ingressos colocados à venda esgotaram desde a última quarta-feira (03.05) e todas as cortesias, aos clubes finalistas e patrocinadores, foram distribuídas. Sada Cruzeiro (MG) e Funvic Taubaté (SP) irão jogar sob o calor de uma torcida apaixonada e empolgada, que terá a chance de ver alguns dos campeões olímpicos em quadra.

Na Superliga 16/17, estiveram 10 dos 12 medalhistas de ouro nos Jogos Rio-2016. Além de William e Evandro, que defendem o time cruzeirense, e Éder, Wallace e Lucarelli, jogadores da equipe de Taubaté, estiveram na disputa o central Maurício Souza, pelo Vôlei Brasil Kirin, e o levantador Bruninho, o central Lucão, o ponteiro Douglas e o líbero Serginho, todos no Sesi-SP.

Para a final deste domingo, dois times que se conhecem bem e sabem que essa tem tudo para ser uma das melhores finais da história da competição. Profundo conhecedor do jogo do oposto adversário, Wallace, o ponteiro do Sada Cruzeiro, Filipe, sabe que vai ser difícil parar o atante do Funvic Taubaté nesta decisão.

"Temos que tomar muito cuidado, sabemos do potencial de ataque que ele tem, pela quantidade de pontos que já marcou nessa Superliga e é ainda jovem, tem condição de fazer muito pelos times que defender e pela seleção brasileira, como fez nos Jogos Olímpicos", comentou Filipe.

Para tentar parar o adversário deste domingo, Filipe, que até temporada passada era companheiro de Wallace no Sada Cruzeiro, garante que só há uma forma: "Sabemos que a forma ideal de segurar o Wallace é deixando ele preso no ônibus", brincou o ponteiro do time mineiro. "Mas, já que isso não é possível, vamos tentar estruturar o nosso sistema defensivo, ajustando bem o bloqueio para ajudar nisso", complementou
Filipe.

Pelo lado do Funvic Taubaté, o central Éder, que também se transferiu do Sada Cruzeiro para o time paulista nesta temporada, procura passar algumas informações para o seu treinador que possam ajudam a buscar uma vitória nesta decisão.

"Conhecemos como o time deles funciona, como o Marcelo Mendez pensa e alguns pontos do adversário que podemos explorar. Claro que eles estudam as nossas características também, mas procuramos passar a experiencia que tivemos aqui ao longo dos anos para o Cezar Douglas desenvolver o trabalho dele em função do nosso time neste momento", disse o central.

Outro jogador com bastante experiência nesta decisão é o líbero Mário Jr, que defende o Funvic Taubaté.

"Sabemos que temos muitos atletas talentosos em quadra nesta final. Um deles é o Filipe, que estar aqui no Sada Cruzeiro há bastante tempo e um jogador muito técnico. Temos que procurar estudar bem os golpes dele e termos um olhar que antecipe o que ele vai fazer", comentou Mário Jr.

Além dos brasileiros, esta Superliga masculina também contou com grandes nomes internacionais. Os dois finalistas contam com jogadores cubanos em seus elencos: o Sada Cruzeiro com o ponteiro Leal e o central Simon, e o Funvic Taubaté com o central Mesa.

Festa também do lado de fora do ginásio

Além de todas as atrações oferecidas pelo Vôlei Brasil (Confederação Brasileira de Voleibol) nesta edição da Superliga, mais uma novidade será apresentada nesta final. Os torcedores que não conseguiram comprar ingresso para a decisão ainda têm a chance de estar próximo e sentir o clima da grande decisão. Pela primeira vez na competição, será realizada a Superliga Fanfest, uma realização da Federação Mineira de Voleibol, em parceria com a Conecte Inovação.

A partir das 8h, irá acontecer uma festa no estacionamento do Mineirinho com direito a telão onde será exibido o jogo, DJ, food truck e, ao final da partida, um show.

Outra atração deste evento é que o canhoto do ingresso da partida oficial vai dar acesso a Área VIP do Mineirão para assistir ao jogo de futebol do Cruzeiro através de vários telões. Para quem não for ao vôlei, o ingresso será pago.

Rexona-Sesc embarca nesta segunda para o Mundial de clubes

A temporada vai chegando ao fim para o Rexona-Sesc. Após manter a hegemonia nacional e continental, com os títulos da Supercopa, Copa Brasil, Superliga e Sul-Americano, o time comandado por Bernardinho medirá forças com verdadeiras seleções no Mundial de clubes. Mesmo com estreia marcada para o dia 9 de maio, o elenco carioca embarca na noite desta segunda-feira (01.05), visando uma melhor aclimatação. A primeira parada será na Holanda, onde treinará por dois dias, e depois partirá de vez para o Japão. Primeiro para Osaka, onde trabalhará também por dois dias, até chegar em Kobe, local da competição.
 
Sem descansar após a conquista da 12ª Superliga, há pouco mais de uma semana, o Rexona-Sesc trabalhou forte desde então. E mesmo com problemas, espera fazer uma boa campanha no Japão.
 
“Treinamos bem na semana pós final da Superliga, mas foi um pouco complicado. Não tivemos o time completo, com a Drussyla pegando uma virose, a Gabi, Monique e Juciely com alguns problemas físicos. Nosso papel será conseguir recuperar as jogadoras para que, como time, possamos surpreender. Nosso grande objetivo será passar da fase de grupos, avançar na chave. Esse é nosso objetivo neste momento. Passar já não será simples. Caso consigamos, vamos tentar dar um tiro para disputar o título”, disse Bernardinho.
 
No grupo A, ao lado do campeão europeu Vakifbank, da Turquia, do Dínamo Moscou, da Rússia, e das donas da casa, do Hisamitsu Springs, o Rexona-Sesc terá que se superar para lutar pelo título.
 
“O Mundial é uma competição que tem um nível de exigência altíssimo. As equipes lá de fora investem muito para esta competição. Para nós, é um complemento, é a cereja no bolo. Vamos tentar fazer o nosso melhor, mas sabemos que é muito difícil. Os asiáticos são times que jogam com muito entrosamento, velocidade e estarão em casa. Temos ainda as equipes europeias. As duas turcas são verdadeiras seleções, dois all stars mundiais. Eles possuem jogadoras chinesas, holandesas, americanas, sérvias, russas, brasileiras... São dois combinados de jogadoras de altíssimo nível de todo o mundo. E tem o time da Rússia, que é muito forte e também conta com estrangeiras. Sem dúvida é um nível acima do nosso, são superiores”, analisou Bernardinho, lembrando que a tabela é outro desafio.
 
“Nós enfrentaremos um grande fuso e teremos que nos adaptar. Faremos uma viagem muito longa e num momento como esse da temporada. A própria tabela nos apresenta mais uma dificuldade. Faremos a última partida na primeira rodada, depois a segunda partida da segunda rodada e a primeira da terceira. Isso nos dá pouco tempo de recuperação, de descanso, entre os jogos. Não é uma tabela simples, uma competição simples, mas vamos com tudo para tentar surpreender lá”.
 
Conhecido por ser um time operário, o Rexona-Sesc espera utilizar novamente o conjunto e a força de sua união para superar as dificuldades e brigar pelo único título que falta em sua história. E na história do técnico Bernardinho.
 
Realmente é o único título que me falta. Mas temos que ser realistas, olhar para a diferença de investimento. Tem que ter consciência de sua capacidade, ter bom senso, ser sensato. Nossas chances são pequenas. Mas existe chance, é claro. E nós vamos lá brigar por essa chance. Ano passado ficamos fora das semifinais, mas perdemos para os dois finalistas por 3 a 2. E isso nos mostrou que estamos bem perto, próximos de chegar ali. E o que queremos no Japão é dar esse passo a mais. Alcançar uma semifinal e ver o que vai acontecer”, finalizou o treinador carioca.
 
 Jogos do Rexona-Sesc no Mundial de clubes
09.05 – Rexona-Sesc x Hisamitsu Springs, às 7h (Horário de Brasília)
10.05 – Rexona-Sesc x Vakifbank, às 0h45 (Horário de Brasília)
11.05 – Rexona-Sesc x Dínamo Moscou, às 21h30 (Horário de Brasília)

José Roberto Guimarães faz primeira convocação da temporada

Treinador da seleção brasileira feminina de vôlei, José Roberto Guimarães anunciou nesta quarta-feira (26.04) os nomes das seis primeiras convocadas para a temporada 2017. A líbero Léia, a levantadora Naiane, a ponteira Rosamaria e a central Mara, ambas do Camponesa/Minas (MG), a central Adenízia, do Savino Del Bene Volley Scandicci (Itália), e a líbero Suelen, do Foppapedretti Bergamo (Itália), foram chamadas pelo técnico tricampeão olímpico para treinamentos que visam Montreux Volley Masters, Grand Prix, Campeonato Sul-Americano e Copa dos Campeões - quatro compromissos da equipe brasileira neste ano.

O treinador José Roberto Guimarães também convidou três jogadoras para um período de treinamentos, as ponteiras Edinara e Fernanda Tomé, do São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP), e a também ponteira Amanda, do Terracap/BRB/Brasília Vôlei (DF). As nove jogadoras se apresentarão na próxima segunda-feira (01.05), no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema.

O primeiro desafio da seleção brasileira feminina de vôlei nessa temporada será o Montreux Volley Masters, na Suíça, entre os dias seis e 11 de junho.

Rexona-Sesc comemora título da Superliga com fãs

Título bom é título comemorado dentro de quadra, mesmo que seja dois dias depois de ter levantado a taça da Superliga. E quando é compartilhado com fãs, melhor ainda.  Assim foi a terça-feira (25.04) das jogadoras do Rexona-Sesc e do técnico Bernardinho. Ovacionados por mais de 250 crianças e adolescentes, eles ministraram uma clínica de vôlei na unidade do Sesc na Tijuca e, além de ensinarem os fundamentos da modalidade, posaram para fotos e distribuíram muitos autógrafos com os aspirantes a atletas.
 
De longe a personalidade mais tietada no evento, o técnico Bernardinho fez questão de transmitir um pouco de seus ensinamentos para os pequenos fãs, que aprimoravam passes, manchetes e cortadas com as campeãs da Superliga.
 
“Ver essas crianças e jovens com brilho nos olhos, batendo bola com as atletas é sempre especial. É fundamental esse papel de inspirá-los. Sempre digo que os títulos, as medalhas são importantes, mas o verdadeiro legado do esporte são as pessoas, o quanto elas inspiraram e podem continuar inspirando”, disse o treinador, já pensando no último compromisso da temporada: o Mundial de Clubes.
 
“Hoje pela manhã já voltamos a treinar. Vencemos a Superliga, tivemos uma folga na segunda, mas o trabalho continua. Temos essa semana e, na próxima segunda, embarcaremos para a disputa do Mundial. Sabemos que é uma competição dificílima, com verdadeiras seleções, e esperamos fazer um bom campeonato”, finalizou o treinador.

Deu Rexona-Sesc mais uma vez na Superliga Feminina

Foi uma batalha de 5 sets numa Arena da Barra bem lotada. E pela 12º vez, o Rexona-Sesc do Rio de Janeiro se sagrou campeão da Superliga Feminina 2016/2017 vencendo o time do Vôlei Nestlé numa partida de tirar o fôlego das mais de 12 mil pessoas presentes.

"Este é um grande clássico, que sempre gera esse grande espetáculo e não ia ser diferente desta vez. Parabéns a torcida, que deu um show aqui e agora é hora de curtir", disse Juciely.

O técnico Bernardinho comemorou o resultado, claro, e destacou a importância do patrocinador mantido na equipe por 20 anos, Unilever, que anunciou que não seguirá na próxima temporada. 

Bernardinho comandou o time em mais uma conquista. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

"É tão difícil conseguir superar um jogo como esse no tie break, então, foi uma vitória fantástica que coroou o título. Agora, ao final desta temporada agradeço do fundo do meu coração por tudo que a Unilever fez por nós ao longo desses 20 anos. Foi uma empresa que possibilitou o desenvolvimento de tantos jovens de qualidades. É um parceiro do voleibol brasileiro que tem que ser reconhecido", afirmou Bernardinho.

Apesar do resultado não desejado, Tandara agradeceu. "Quero agradecer muito a todo o time, ao suporte que foi me dado, tanto dentro como fora de quadra. Tenho que agradecer a toda a comissão técnica. Acredito que essa temporada tenha sido sensacional para mim e espero ser muito melhor daqui para frente", concluiu a ponteira do Vôlei Nestlé.

Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

O Jogo

No primeiro set, o time carioca aproveitando que estava jogando em casa, tratou de abrir vantagem abrindo 5 a 2 no placar o que fez o Luizomar pedir tempo para o time de sp. Mesmo assim, o Rexona abria frente e chegou rapidamente a 10 a 5. Só então as jogadoras do Nestle entraram efetivamente no jogo e começaram a cavar um lugar e conseguiram empatar a partida no 15 a 15 e até conseguiram uma virada. Bernardinho pediu tempo e o seu time voltou a reagir. Numa brilhante atuação de Gabi e Monique, voltaram a abrir o placar e em 25 minutos fecharam o set em 25 a 19 abrindo 1 a 0 no placar.

O início do segundo set não foi diferente do primeiro. O Rexona abriu frente no placar chegando a ter dois pontos de vantagem no 5 a 3. Foi então que o Nestlé equilibrou a partida se seguiu numa sequência de um ponto lá e um ponto aqui e nenhum time conseguindo escapar no placar. Somente no 22 a 22, num erro de arbitragem, o time do Osasco abriu frente para fechar o set em 25 a 22 e empatar o jogo em 1 a 1 depois de 22 minutos.

Roberta foi destaque mais uma vez na partida. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

O terceiro set começou do mesmo jeito que foi o segundo com nenhuma equipe conseguindo abrir alguma frente. Quem foi o primeiro a escapar um pouco foi o Rexona que chegou a abrir 3 pontos de vantagem e o Osasco buscou e até conseguiu virar no placar. Bernardinho pediu tempo e as meninas mais concentradas voltaram a abrir frente. Luisomar então pediu tempo e conseguiu encostar de novo. No final do set, foi o time carioca quem conseguiu botar três pontos de vantagem e fechou o set em 25 a 22 e botou 2 a 1 no jogo.

O set seguinte se viu uma cena muito diferente na partida. Aproveitando um momento muito superior, o Vôlei Nestlé parecia que jogava em casa. A torcida conseguiu calar o time do Rio e não parava de cantar um único instante sequer. Elas tiveram 9 pontos de frente chegando a ter 19 a 10. O time carioca até tentou reagir e a torcida começou a ir no ritmo delas, mas não deu. O time de Osasco fechou o set em 25 a 18 empatando o jogo em 2 a 2 e levando a partida para o tie-break decisivo.

 

O último e decisivo set, o time do Rexona voltou aos eixos e literalmente atropelou o time de Osasco. Com a torcida que acordou na Arena da Barra, as meninas fizeram 15 a 6 e venceram a superliga 2016/2017.

Mais um ponto para o time do Rexona.rédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

Jogadoras tiraram vários fotos na comemoração. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

Rexona-Sesc e Vôlei Nestlé decidem título neste domingo

Um dos grandes clássicos do voleibol brasileiro terá mais um capítulo escrito neste domingo (23.04). Rexona-Sesc (RJ) e Vôlei Nestlé (SP) duelarão, às 10h, na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro, pelo título da 23ª edição da Superliga feminina de vôlei 16/17. Será a 11ª vez que o time carioca e a equipe de Osasco estarão frente a frente em uma final da competição nacional. 

O Rexona-Sesc luta pelo 12º título da competição enquanto o Vôlei Nestlé busca o sexto. No confronto direto entre as duas equipes na história da Superliga são 82 jogos, com 47 vitórias do time carioca e 35 da equipe de Osasco. Nessa edição da Superliga, uma vitória para cada lado. O Vôlei Nestlé levou a melhor no primeiro turno por 3 sets a 2 e o Rexona-Sesc no segundo por 3 sets a 1. 

O treinador Bernardinho, do Rexona-Sesc, fez uma análise sobre a decisão da Superliga e falou sobre o momento das duas equipes na competição. 

"Tivemos altos e baixos na série semifinal contra o Minas, mas ganhamos moral depois da virada quando perdíamos por duas partidas a uma. Esses confrontos também nos deram ritmo de jogo e nos ajudaram a ajustar algumas coisas. O Osasco passou muito bem pelo time de Uberlândia (Dentil/Praia Clube). O time delas cresceu na competição e jogou muito bem os playoffs. Elas têm uma atleta muito experiente que é a Dani Lins. Ela assumiu um papel que antes foi de jogadoras como a Fernanda e a Fofão. É uma final que já se tornou um clássico com muitos confrontos decisivos", analisou Bernardinho. 

Pelo lado do Vôlei Nestlé, a líbero Camila Brait falou sobre a representatividade do clássico entre o time de Osasco e o Rexona-Sesc. 

"Do ano passado para esse trocamos 70% da equipe e fomos crescendo ao longo da temporada. Acredito que será uma grande partida. Rexona-Sesc contra Vôlei Nestlé é sempre um clássico. É só vermos o retrospecto dos últimos anos que entendemos o que representa esse confronto. Acredito que os torcedores vão ficar satisfeitos com o espetáculo que teremos amanhã", finalizou Camila Brait. 

Final

23.04 (DOMINGO) - Rexona-Sesc (RJ) x Vôlei Nestlé (SP), às 10h, Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro (RJ)

Rexona-Sesc carimba vaga na final da Superliga feminina

O Rexona-Sesc está pela 13º vez seguida na final da superliga feminina. E não foi uma missão muito fácil para o time carioca derrotar o time da Camponesa-Minas por 3 a 1 em jogo realizado na Jeunesse Arena, que precisou de 5 jogos para garantir mais essa participação.

A central Juciely se destacou no confronto, foi eleita a melhor da partida em votação popular no site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e ficou com o Troféu VivaVôlei. Ao final do duelo, a atacante comentou sobre a atuação das cariocas e destacou a força do grupo.

Destaque na partida, Juciely foi a pontuadora do jogo. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ 

"Sabíamos desde o começo que não seria uma série fácil. O Camponesa/Minas é uma grande equipe. Conseguimos sair de um momento de muita dificuldade depois de perder duas partidas seguidas em casa. Essa equipe é marcada por grandes viradas e, talvez de todas que eu vivi aqui dentro, essa tenha sido a mais difícil pela grandiosidade da equipe delas. Nosso time está de parabéns pela união e a força do nosso grupo", disse.

Outro destaque das cariocas nas semifinais, a ponteira Drussyla, de 20 anos, agradeceu a chance recebida pela comissão técnica e o apoio das companheiras. 

"Fiquei muito surpresa e agradeço muito a toda comissão técnica e o apoio das jogadoras pela confiança no meu trabalho. Sempre vou tentar dar o meu melhor para esse grupo", afirmou Drussyla. 

O Jogo

O primeiro ponto do jogo começou com fortes emoções com um rally logo de cara onde o time de Minas conseguiu o primeiro ponto do placar. Mas depois o que se viu foi o time do Rexona abrindo 5 a 1 no placar forçando o técnico mineiro a pedir tempo. De alguma forma até surtiu efeito, mas muito mais concentradas, o time carioca foi tomando conta do jogo e chegou a ter 20 a 10 no placar. As mineiras até chegaram a fazer 5 pontos seguidos e aos pouquinhos, o Rexona foi tomando conta do jogo de novo e em 25 minutos numa bola fora, fecharam o primeiro set e ficaram 1 a 0 no placar.

A atacante Hoocker do time de Minas é parada no bloqueio do Rexona. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

Muito diferente do primeiro, o set foi de extremo equilíbrio. O Rexona chegou até a timidamente abrir no placar, mas o time da Camponesa não estava querendo vender barato o set e até chegou a liderar no placar rodando com dois pontos de vantagem por um bom tempo. E foi numa bola de segunda de Robert com o placar a 19 a 20 que o time carioca tomou as rédeas do jogo. As mineiras chegaram até a empatar o jogo no 23 a 23 numa bola polêmica que fez Bernardinho pedir tempo. A volta a partida continuou empatada e no bloqueio de Roberta, o Rexona fechou em 26 a 24 e botar 2 a 0 no placar em 26 minutos de set.

No terceiro, um outro panorama no jogo. Quem saiu na frente foi o time a Camponesa que cresceu mais ainda e passou a comandar o set, criando dificuldades para o Rexona. O time carioca até conseguia empatar em alguns momentos, mas não conseguia dominar o jogo como fez nos primeiros sets e quando Gabi ficou no bloqueio, o time de minas venceu o set por 25 a 21 e o jogo foi para o quarto set.

No set decisivo, o Rexona voltou a jogar seu melhor jogo, Comandada por Juciely e com a torcida empurrando, o time cresceu e logo se impôs no placar, abrindo o placar e não dando chance ao adversário. E já com uma vantagem mais cômoda, fecharam o jogo em 25 a 21 e carimbaram mais uma vez a vaga na final.

Monique fez alguns pontos que garantiram a vaga na fina. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

A grande final:

O jogo que decide a Superliga feminina desse entre o Rexona-Sesc e o Vôlei Nestlé será dia 23 às 10hrs também no Jeunesse Arena com promessa de casa cheia.  

“Vai ser bom jogar com a torcida ao nosso lado diante do time de Osasco. E do mesmo jeito que jogamos essa semifinal, vamos para cima delas e conseguir manter o título aqui no Rio.” – Conta Gabi sobre a expectativa da final.

Bernardinho chega a mais uma final em sua carreira vitoriosa. Crédito: Bruno Neves Lopes/EAZ

 

 

Rexona-Sesc e Camponesa/Minas fazem confronto final nesta sexta-feira

Rexona-Sesc (RJ) e Camponesa/Minas (MG) estarão frente e frente nesta sexta-feira (14.04) para o quinto e decisivo confronto pelo playoff melhor de cinco das semifinais da Superliga feminina de vôlei 16/17. A equipe carioca receberá o time mineiro, às 20h, na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro (RJ). O vencedor do duelo garantirá um lugar na decisão.

Até o momento na série semifinal entre Rexona-Sesc e Camponesa/Minas, as equipes venceram as partidas fora de casa. O time carioca levou a melhor no primeiro e quarto jogo da série, em Belo Horizonte (MG), por 3 sets a 0 e 3 sets a 1. A equipe mineira superou o grupo carioca no segundo e terceiro duelos, no Rio de Janeiro, por, respectivamente, 3 sets a 1 e 3 sets a 2. 

A experiente líbero Fabi, de 37 anos, ressaltou a importância da torcida carioca no quinto e decisivo confronto da série semifinal. 

"Será mais uma partida entre duas equipes que se conhecem cada vez mais. Estamos trabalhando forte e vamos buscar essa vitória e a vaga na final diante da nossa torcida. Desde o início essa série prometeu muito equilíbrio como aconteceu nesses quatro jogos. Temos que colocar o coração em quadra e aproveitar o apoio dos nossos torcedores", afirmou Fabi 

Ao final do quarto jogo da série, a ponteira Rosamaria, do Camponesa/Minas, comentou sobre o equilíbrio entre as equipes e mostrou confiança para o duelo no Rio de Janeiro. 

"Sabíamos das dificuldades que teríamos ao enfrentar o Rexona-Sesc e ainda não acabou. Vencemos dois seguidos lá e temos condições de ganhar novamente. Vamos tentar vencer novamente", disse Rosamaria. 

O vencedor da série entre o Rexona-Sesc e o Camponesa/Minas terá como adversário na final, o Vôlei Nestlé. A equipe do treinador Luizomar de Moura fechou o playoff melhor de cinco contra o Dentil/Praia Clube (MG) em 3 a 0. 

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