Rexona-Sesc vence na estreia do Sul-Americano de clubes

Concentração, um bom aproveitamento de saque e paciência. Foram estes os ingredientes da primeira vitória do Rexona-Sesc no campeonato Sul-Americano de clubes. Tricampeão da competição, a equipe carioca não teve dificuldades para vencer por 3 sets a 0, parciais de 25-17, 25-8 e 25-8, o Boca Juniors, da Argentina, nesta terça-feira (14.02), em Uberaba.

Sem muitas informações sobre o adversário, o Rexona-Sesc entrou em quadra muito concentrado para conquistar uma vitória. Imprimindo muita pressão no saque, a equipe carioca não se deixou levar pela pouca resistência apresentada pelo Boca Juniors. 

Com tanta facilidade, o técnico Bernardinho aproveitou para dar ritmo a todas as jogadoras. Mayhara e Drussyla substituíram Carol e Anne ainda no segundo set, e no terceiro Regiane, Helô, Camilla Adão e a líbero Vitória também tiveram oportunidade de jogar. 

“Foi um jogo tranquilo, mas é importante vencer por 3 sets a 0. Temos um grande objetivo neste Sul-Americano, e para chegar lá precisamos vencer todas as partidas. Foi importante dar ritmo para todas as jogadoras. As dificuldades vão aumentar, e a gente vai precisar de todo mundo pronto para ajudar. Então tivemos a chance de se ambientar ao ginásio e sentir a adrenalina que só o jogo nos dá. Nos impusemos, erramos pouco e isso também foi positivo”, analisou Juciely que também agradeceu o carinho da torcida de Uberaba com as jogadoras do Rexona-Sesc. 

“Eu nunca tinha vindo jogar em Uberaba, e é um carinho muito gostoso. O ginásio cheio, todo mundo nos incentivando e felizes por poder presenciar um campeonato de vôlei. Isso nos dá mais vontade ainda de fazer um bom torneio e buscar mais um título”, finalizou a meio de rede. 

O Rexona-Sesc volta à quadra na próxima quinta-feira (16/02), contra o San Martin, do Peru, também em Uberaba, às 19h. As duas melhores equipes do grupo B se classificam para a semifinal, que será disputada na sexta-feira (17.02).  

 

O jogo 

Uma sequência de Roberta no saque abriu 7-0 para o Rexona-Sesc. Com muito volume de jogo e o contra-ataque eficiente, a equipe carioca fez 12-4 obrigando o técnico argentino a pedir tempo. A parada foi em vão, o Rexona-Sesc seguiu abrindo vantagem até fechar o set em 25-17.

No segundo set o Rexona-Sesc seguiu arrasador e abriu 8-2. Contando com muitos erros do adversário e um bloqueio que amortecia o ataque argentino, a equipe carioca se distanciou no marcador: 16-5. Com o placar elástico, o técnico Bernardinho aproveitou para ritmo de jogo as jogadoras reservas, Drussyla e Mayhara substituíram Anne e Carol. Helô e Camilla Adão também substituíram Monique e Roberta, que mantiveram o mesmo nível e ajudaram o Rexona-Sesc a vencer por 25-8. 

Com o time mesclado no terceiro set, o Rexona-Sesc manteve a pressão sobre o Boca Juniors: 8-3. O saque seguiu fazendo efeito (17-6) e com muitos erros argentinos, o Rexona-Sesc fechou a partida em 25-8. 

Rexona-Sesc vai em busca do tetracampeonato no Sul-Americano de clubes

Líder isolado da Superliga, o Rexona-Sesc dará uma pausa na competição nacional para ir em busca do tetracampeonato do Sul-Americano de clubes. A equipe carioca viajou na manhã desta segunda-feira (13.02) para Uberaba-MG, onde será disputada a primeira fase do torneio, e já estreia nesta terça (14.02), diante do Boca Juniors, da Argentina, às 19h30, no Centro Olímpico de Uberaba.

Sem possuir muitas informações sobre o adversário, a meio de rede Carol espera um Rexona-Sesc concentrado para se adaptar rapidamente ao estilo de jogo argentino. 

“A gente está muito feliz em disputar mais um Sul-Americano. É um torneio que já faz parte do calendário e é de grande importância, pois dará ao campeão uma vaga no Mundial. Que bom que será em Minas Gerais, assim poupamos grandes viagens e problemas de adaptação. É um torneio curto, mas perigoso. São equipes que a gente não tem muitas informações e que entram em quadra como franco atiradores. Precisamos ter muita cautela e entrar em quadra muito concentradas para nos adaptarmos o mais rápido possível. Vamos pensar em cada jogo, dando um passo de cada vez, para quem sabe chegar em uma decisão. Então o primeiro passo é conquistar uma vitória contra o Boca Juniors, e depois já contaremos com mais informações sobre os adversários”, analisou Carol. 

No grupo B do Sul-Americano, o Rexona-Sesc ainda terá pela frente o San Martin, do Peru, na próxima quinta-feira (16.02), também às 19h30, no Centro Olímpico de Uberaba. No outro grupo da competição, que será disputado em Uberlândia-MG estão o Praia Clube/Uberlândia, Villa Dora, da Argentina, e Olympic, da Bolívia. 

Os dois primeiros de cada grupo avançam para as semifinais, que serão disputadas no dia 17, sexta-feira, em Uberaba. A decisão será no sábado (18.02), às 20h, em Uberlândia. O campeão sul-americano garante uma vaga no Mundial de Clubes, que será disputado de 8 a 14 de maio, em Kobe, no Japão.

Vôlei Nestlé quer manter invencibilidade em casa contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Com 37 pontos em 15 jogos, o Vôlei Nestlé aparece na terceira posição da Superliga 2016/17 e terá pela frente nesta sexta-feira (10) o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, quarto colocado com 32 e uma partida a mais. O confronto está marcado para o ginásio José Liberatti, às 21h30. No primeiro turno, fora de casa, o time de Osasco foi superado pelo rival brasiliense em sets diretos. Como mandante, Dani Lins e suas companheiras estão invictas na competição nacional, com 8 resultados positivos. 

A ponteira Malesevic recorda-se da partida do primeiro turno e acredita que o caminho para conquistar o resultado positivo é a regularidade e o apoio da torcida. "O Brasília é uma equipe forte e que possui jogadoras com bastante experiência. Foi bem difícil jogar lá e penso que elas atuaram bem também. Mas agora jogamos em casa e ganhamos todos os confrontos que fizemos como mandante até o momento. Temos que fazer isso prevalecer e contamos com a ajuda da nossa torcida para fazer uma boa partida", afirma a sérvia.

Dani Lins aponta o aspecto coletivo como fundamental para conquistar mais três pontos. "Perdemos por 3 a 0 no primeiro turno, mas com parciais bem justas. Sabemos que precisamos ter paciência na hora de rodar uma bola e sabermos o momento certo para arriscar, evitando erros. Enfim, primeiro jogar como grupo, com todas atuando em bom nível. Não podemos ter nenhuma abaixo, todas precisam estar jogando perto do 100%. Pode observar que as partidas que ganhamos foi porque atuamos bem coletivamente. É um adversário que requer atenção porque é bastante qualificado, com atletas experientes como a Paula. Tem a Roberta que é uma central forte e a Amanda e Macris que estão fazendo uma ótima Superliga. Portanto, temos que ter cuidado e foco", analisa a levantadora. 

Como mandantes, o Vôlei Nestlé soma vitórias contra São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Rio do Sul, Camponesa/Minas, Rexona-Sesc, Renata Valinhos/Country, Genter Vôlei Bauru e Sesi-SP. São 23 pontos ganhos em casa dos 37 no geral. O duelo contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei é a reedição das quartas de final da Superliga da temporada passada, quando o time de Osasco ganhou os dois embates e avançou para a fase semifinal da competição. 

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Vôlei Nestlé quer manter invencibilidade em casa contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Com 37 pontos em 15 jogos, o Vôlei Nestlé aparece na terceira posição da Superliga 2016/17 e terá pela frente nesta sexta-feira (10) o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, quarto colocado com 32 e uma partida a mais. O confronto está marcado para o ginásio José Liberatti, às 21h30, e terá transmissão do SporTV. No primeiro turno, fora de casa, o time de Osasco foi superado pelo rival brasiliense em sets diretos. Como mandante, Dani Lins e suas companheiras estão invictas na competição nacional, com 8 resultados positivos. 

A ponteira Malesevic recorda-se da partida do primeiro turno e acredita que o caminho para conquistar o resultado positivo é a regularidade e o apoio da torcida. "O Brasília é uma equipe forte e que possui jogadoras com bastante experiência. Foi bem difícil jogar lá e penso que elas atuaram bem também. Mas agora jogamos em casa e ganhamos todos os confrontos que fizemos como mandante até o momento. Temos que fazer isso prevalecer e contamos com a ajuda da nossa torcida para fazer uma boa partida", afirma a sérvia.

Dani Lins aponta o aspecto coletivo como fundamental para conquistar mais três pontos. "Perdemos por 3 a 0 no primeiro turno, mas com parciais bem justas. Sabemos que precisamos ter paciência na hora de rodar uma bola e sabermos o momento certo para arriscar, evitando erros. Enfim, primeiro jogar como grupo, com todas atuando em bom nível. Não podemos ter nenhuma abaixo, todas precisam estar jogando perto do 100%. Pode observar que as partidas que ganhamos foi porque atuamos bem coletivamente. É um adversário que requer atenção porque é bastante qualificado, com atletas experientes como a Paula. Tem a Roberta que é uma central forte e a Amanda e Macris que estão fazendo uma ótima Superliga. Portanto, temos que ter cuidado e foco", analisa a levantadora. 

Como mandantes, o Vôlei Nestlé soma vitórias contra São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Rio do Sul, Camponesa/Minas, Rexona-Sesc, Renata Valinhos/Country, Genter Vôlei Bauru e Sesi-SP. São 23 pontos ganhos em casa dos 37 no geral. O duelo contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei é a reedição das quartas de final da Superliga da temporada passada, quando o time de Osasco ganhou os dois embates e avançou para a fase semifinal da competição. 

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Vôlei Nestlé quer manter invencibilidade em casa contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Com 37 pontos em 15 jogos, o Vôlei Nestlé aparece na terceira posição da Superliga 2016/17 e terá pela frente nesta sexta-feira (10) o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, quarto colocado com 32 e uma partida a mais. O confronto está marcado para o ginásio José Liberatti, às 21h30, e terá transmissão do SporTV. No primeiro turno, fora de casa, o time de Osasco foi superado pelo rival brasiliense em sets diretos. Como mandante, Dani Lins e suas companheiras estão invictas na competição nacional, com 8 resultados positivos. 

A ponteira Malesevic recorda-se da partida do primeiro turno e acredita que o caminho para conquistar o resultado positivo é a regularidade e o apoio da torcida. "O Brasília é uma equipe forte e que possui jogadoras com bastante experiência. Foi bem difícil jogar lá e penso que elas atuaram bem também. Mas agora jogamos em casa e ganhamos todos os confrontos que fizemos como mandante até o momento. Temos que fazer isso prevalecer e contamos com a ajuda da nossa torcida para fazer uma boa partida", afirma a sérvia.

Dani Lins aponta o aspecto coletivo como fundamental para conquistar mais três pontos. "Perdemos por 3 a 0 no primeiro turno, mas com parciais bem justas. Sabemos que precisamos ter paciência na hora de rodar uma bola e sabermos o momento certo para arriscar, evitando erros. Enfim, primeiro jogar como grupo, com todas atuando em bom nível. Não podemos ter nenhuma abaixo, todas precisam estar jogando perto do 100%. Pode observar que as partidas que ganhamos foi porque atuamos bem coletivamente. É um adversário que requer atenção porque é bastante qualificado, com atletas experientes como a Paula. Tem a Roberta que é uma central forte e a Amanda e Macris que estão fazendo uma ótima Superliga. Portanto, temos que ter cuidado e foco", analisa a levantadora. 

Como mandantes, o Vôlei Nestlé soma vitórias contra São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Rio do Sul, Camponesa/Minas, Rexona-Sesc, Renata Valinhos/Country, Genter Vôlei Bauru e Sesi-SP. São 23 pontos ganhos em casa dos 37 no geral. O duelo contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei é a reedição das quartas de final da Superliga da temporada passada, quando o time de Osasco ganhou os dois embates e avançou para a fase semifinal da competição. 

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Rexona-Sesc vence Camponesa/Minas e é campeão da Copa do Brasil

Time carioca ganha mais um título no vôlei. Crédito: William Lucas/inovafoto/CBV

O Rexona-Sesc (RJ) é campeão da Copa Banco do Brasil feminina de vôlei 2017. Neste sábado (27.01) diante de mais de 2.700 pessoas, a equipe carioca venceu o Camponesa/Minas (MG) na decisão por 3 sets a 0 (25/15, 25/20 e 25/21), no ginásio do Taquaral, em Campinas (SP). O time do treinador Bernardinho conquistou o terceiro título da competição. 

Com grandes defesas, a líbero Fabi teve atuação destacada e foi eleita pela comissão técnica do Rexona-Sesc a melhor jogadora do confronto. Ao final do duelo, a defensora comentou sobre o título das cariocas. 

"Foi uma atuação muito boa da nossa equipe nessa final. O Camponesa/Minas tem uma grande equipe que está buscando a evolução e acredito que elas ainda vão melhorar muito para a fase final da Superliga. Nós respeitamos muito o time delas. Hoje conseguimos imprimir um ritmo muito forte de saque, bloqueio e defesa. Fico feliz não só pela vitória, mas pela forma que o nosso time se comportou nos momentos decisivos. Estamos sempre buscando a melhora individual e coletiva. Hoje saímos de quadra com a sensação que fizemos o nosso melhor nesse momento ", disse Fabi. 

A central Carol, do time carioca, fez questão de elogiar o saque e a defesa do Rexona-Sesc na partida decisiva. 

"Estamos muito felizes de ter conseguido esse título. Nosso saque e o sistema defensivo funcionaram muito bem contra a equipe do Camponesa/Minas. Conseguimos anular as principais jogadas delas e acabamos com a vitória. Agora é manter o foco para o restante da temporada", afirmou Carol. 

Depois do título, o Rexona-Sesc volta a atenção para a Superliga. O time carioca enfrentará o São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP) às 19h30 desta sexta-feira (03.02), na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus (AM). 

O JOGO

O Rexona-Sesc começou melhor e fez 7/4. Se aproveitando dos erros das mineiras, as cariocas aumentaram a diferença no placar para quatro pontos (10/6). Quando a equipe do treinador Bernardinho fez 11/6, o técnico Paulo Coco trocou as ponteiras. Entrou Jaqueline e saiu Rosamaria. O volume de jogo das cariocas incomodava as mineiras e o Rexona-Sesc abriu oito pontos (20/12). O Rexona-Sesc dominou a parcial até o final e venceu o primeiro set por 25/15. 

O Rexona-Sesc seguiu melhor no início do segundo set e fez 4/2. O saque das cariocas incomodava as mineiras e a diferença no placar subiu para cinco pontos (7/2). Numa boa sequência de saques da oposta Hooker, o time mineiro encostou (7/5). Depois de um longo rally, as cariocas fizeram 10/6. Quando o placar estava 12/6, o treinador Paulo Coco trocou as levantadoras. Entrou Karine e saiu Naiane. Bem nos contra-ataques, o Rexona-Sesc seguiu melhor e fez 16/11. Com bom volume de jogo, as cariocas mantiveram a vantagem em cinco pontos (19/14). O Camponesa/Minas cresceu de produção e encostou (22/20). O Rexona-Sesc segurou a reação das mineiras e fechou o segundo set por 25/21.

O Camponesa/Minas voltou melhor para o terceiro set e fez 7/4. Numa boa sequência de saques da central Juciely, o time carioca empatou (8/8). Bem no saque, as cariocas viraram o marcador (11/09) e o treinador Paulo Coco pediu tempo. Com um ace da central Carol Gattaz, as mineiras empataram (14/14).O bloqueio do Rexona-Sesc voltou a funcionar e as cariocas abriram dois pontos (18/16). O time do treinador Bernardinho dominou a parte final do set e venceu a parcial por 25/20 e o jogo por 3 sets a 0. 

EQUIPES:

REXONA-SESC - Roberta, Monique, Buijs, Gabi, Juciely e Carol. Líbero - Fabi 
Técnico - Bernardinho 

CAMPONESA/MINAS - Naiane, Hooker, Pri Daroit, Rosamaria, Mara e Carol Gattaz. Líbero - Léia 
Entraram - Jaqueline, Fran, Karol e Karine 
Técnico - Paulo Coco

 

Rexona vence Sesi e mantem invencibilidade

 

Rexona venceu jogo com facilidade. crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

 

Sem muitas dificuldades, o Rexona venceu o time do Sesi-Sp no ginásio do Tijuca Tenis Clube por 3 sets a 0 e se manteve invicto na superliga com 6 vitorias seguidas.

“O time do Sesi é um time jovem e sabíamos que elas viriam despreocupadas para o jogo. Até passamos algum sufoco, mas no final, conseguimos a vitória” – Conta Juciely sobre a partida.

O Grande destaque da partida foi Roberta que ao final, saiu com um troféu de melhor saque. “Esperamos esse jogo difícil e fizemos bem o dever de casa e nosso time foi bem. Mesmo dando espaço a elas, conseguimos chegar ao objetivo” – Conta.

O Jogo

O primeiro set começou com o time carioca abrindo uma boa vantagem e caminhando para uma vitória fácil. Mas o Sesi não estava disposto a entregar o set e resolveu valorizar um pouco a partida e se aproveitando dos erros e em ótimas jogadas de ataque, as paulistas começaram a encostar perigosamente no placar. A diferença que chegou a ser de oito ponto, se reduziu a três. Mas numa boa virada Juciely que foi destaque, o Rexona voltou no jogo e conseguiu fechar o primeiro set em 25 a 21 abrindo 1 a 0 no placar.

Já o segundo, o set começou com muito equilíbrio. Nenhuma das equipes conseguia abrir vantagem no placar. Somente depois de um tempo, o time do Rio conseguiu engatar bolas seguidas e abrir 4 pontos no placar e desenhando a vitória no set. O Sesi ainda tentou reagir, mas muito melhor, o Rexona só administrou a vantagem e até conseguiu ampliar um pouco, fechando o set em 25 a 17 e botando 2 a 0 no jogo.

O terceiro começou com um Sesi abrindo dois pontos de vantagem sobre o Rexona. Mas não demorou para vir a virada e um massacre por parte das cariocas. Com um set rápido, o placar fechou em 25 a 12 e 3 sets a 0.

Na próxima rodada, o Rexona enfrenta o time do Rio do Sul fora de casa. “É um time que joga bem em casa e sempre temos dificuldades em jogar lá. Vai ser difícil e faremos o nossos melhor.”  - Completa Roberta

 

Rexona-Sesc vence o Dentil/Praia Clube e é bicampeão

Depois de perderam o carioca, Rexona vence o Praia Clube e é campeão da supercopa. Crédito: Raphael Oliveira/Esportes de A à Z

 

O Rexona-Sesc (RJ) é bicampeão da Supercopa. Nesta sexta-feira (07.10), a equipe carioca venceu o Dentil/Praia Clube (MG) por 3 sets a 1 (25/12, 25/19, 25/27 e 25/20), no ginásio do Praia, em Uberlândia (MG), e garantiu o segundo título consecutivo da competição. A partida reuniu as equipes que decidiram a Superliga e a Copa Banco do Brasil na última temporada. 

A ponteira Gabi, do Rexona-Sesc, foi um dos destaques da partida e comemorou o primeiro título das cariocas nesta temporada. 

"Estou muito feliz pelo nosso crescimento. Não fizemos uma boa partida na final do Carioca, quando fomos superadas pelo Fluminense, e hoje jogamos muito bem contra o Dentil/Praia Clube, que minha opinião é a favorita nessa temporada. Isso traz confiança para o nosso grupo que tem uma competição importante na sequência, que é o Mundial de clubes", disse Gabi, que ainda fez uma análise sobre o duelo desta sexta-feira contra o Dentil/Praia Clube.

"Conseguimos sair de uma situação difícil no jogo depois do terceiro set e jogamos a partida como um grupo. Isso foi o mais importante. Mesmo jogando fora de casa alcançamos um grande resultado. Sabemos que temos muito ainda para melhorar, mas estamos no caminho certo", afirmou Gabi. 

A ponteira holandesa Anne Buijs, que conquistou seu primeiro título pelo Rexona-Sesc, falou sobre a sua adaptação ao voleibol brasileiro. 

"Nós começamos muito bem a partida colocando muita pressão na equipe delas, mas depois elas melhoraram e o final do jogo foi muito disputado. Jogamos muito bem nos momentos decisivos e acredito que isso foi determinante na partida. Estou muito feliz com esse meu início no Brasil. As jogadoras e a comissão técnica têm me ajudado muito. Quero aprender o português o mais rápido possível e evoluir como jogadora ao lado desse grupo", comentou Anne Buijs. 

Pelo do Dentil/Praia Clube, a central Walewska lamentou a derrota, mas lembrou que o time mineiro está apenas no início de temporada. 

"Foi o nosso primeiro jogo oficial da temporada. Jogamos contra o time muito forte que é o Rexona-Sesc e acredito que hoje sentimos um pouco a falta de ritmo de jogo. Vamos seguir trabalhando forte para evoluirmos até o início da Superliga", explicou Walewska.

O JOGO

A partida começou com um longo rally que terminou com um ponto de ataque da central Carol para o Rexona-Sesc. Com um ace da ponteira Gabi, a equipe carioca abriu dois pontos (6/4). Bem no saque, as cariocas fizeram 12/6 e o treinador Ricardo Picinin pediu tempo. Se aproveitando dos erros das mineiras, as cariocas voltaram a abrir no marcador (18/9). Sem dar chances para as donas da casa, o Rexona-Sesc venceu o primeiro set por 25/12. 

A segunda parcial começou equilibrada. O Dentil/Praia Clube cresceu de produção e fez 4/2. A central Juciely conseguiu uma boa sequência de saques e o Rexona-Sesc virou o marcador (6/5). O set ficou disputado ponto. Bem no saque e se aproveitando dos erros das donas da casa, o Rexona-Sesc abriu três pontos (14/11). A central Fabiana cresceu no bloqueio e as mineiras empataram (16/16). O Rexona-Sesc voltou a dominar o set na parte final da parcial e fez 19/16. O Rexona-Sesc foi melhor até o final e venceu o set por 25/19. 

O Dentil/Praia Clube voltou melhor para o terceiro set e fez 5/2. Bem no bloqueio, o Rexona-Sesc empatou (5/5). Os contra-ataques das mineiras eram eficientes e elas voltaram a abrir no marcador (11/7). A central Juciely se destacou no saque e no ataque e as cariocas viraram o marcador para 20/18. O final da parcial foi disputado ponto a ponto e as donas da casa levaram a melhor por 27/25. 

Time agora foca na disputa da próxima superliga. Crédito: Raphael Oliveira/Esportes de A à Z

A quarta parcial começou equilibrada. Com um ponto de ataque da ponteira Gabi, o Rexona-Sesc abriu dois pontos (11/9). O Dentil/Praia Clube - liderado pela norte-americana Alix e a ponteira Ellen - virou o marcador (15/13). A levantadora Roberta conseguiu uma boa sequência de saques e o Rexona-Sesc voltou a liderar o marcador (16/15). Quando as donas da casa assumiram a liderança do placar e fizeram 19/17 o treinador Bernardinho pediu tempo. A paralização fez bem para as atuais campeãs que empataram (20/20). O time do treinador Bernardinho foi melhor na parte final da parcial e venceu o quarto set por 25/20 e o jogo por 3 sets a 1.

EQUIPES

Dentil/Praia Clube - Claudinha, Ramirez, Michelle, Alix, Wal e Fabiana. Líbero - Tássia 
Entraram - Malu, Jú Carrijo, Ellen, Natasha e 
Técnico - Ricardo Picinin 

Rexona-Sesc - Roberta, Monique, Anne Buijs, Gabi, Juciely e Carol. Líbero - Fabi e Vitória 
Entraram - Drussyla, Helô e Camilla Adão 
Técnico - Bernardinho 

Fluminense vence Rexona e é campeão no carioca

Time do Fluminense superou o favorito Rexona e se tornou campeão carioca. Crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

O ginásio do Tijuca Tênis Clube recebeu na noite de hoje a final carioca entre o Rexona e o Fluminense. Numa decisão digna, a partida teve cinco sets e pela primeira vez depois de 12 anos, o time de Bernardinho foi superado por 3 sets a 2 com parciais de 25/23, 13/25, 21/25, 25/20 e 16 a 14.

“A gente sabia que seria difícil. Temos que parabenizar o Fluminense, que fez um ótimo jogo e acreditou até o final. Eu não gostei da minha performance, o time cometeu muitos erros e falhamos em uma hora decisiva. Elas se aproveitaram disso e nós vamos aprender com o resultado. Fica uma grande lição. Agora é trabalhar duro e focar na Supercopa e no Mundial” - Conta Gabi, jogadora do Rexona.

Jogadoras do Fluminense pousam para tradicional foto. Crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

O Rexona disputa na próxima semana a decisão do título da supercopa contra o Praia Clube em Uberlândia em busca de mais um título. Já o Fluminense se prepara para a disputa da superliga já com um título em mãos.

Serginho se despede da seleção brasileira em grande evento

Festa em comemoração ao ouro olímpico marcou a última partida do líbero de 40 anos com a camisa do Brasil. Crédito: Wander Roberto/Inovafoto/CBV

Dono de quatro medalhas olímpicas, um dos maiores ícones no vôlei brasileiro se despediu da seleção brasileira. Neste domingo (04.09), depois de 15 anos de dedicação, o líbero Serginho fez hoje a última partida com a camisa do Brasil. E a ocasião não podia ser melhor. Um super evento, o Desafio de Ouro, reuniu cerca de 40 mil pessoas no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, em Brasília (DF), e a equipe verde e amarela saiu de quadra com a vitória sobre Portugal por 3 sets a 1 (25/20, 20/25, 25/21 e 15/8).

Campeão olímpico em Atenas, em 2004, Serginho disputou as finais de Pequim/08 e Londres/12, quando ficou com a medalha de prata, e conquistou novamente o ouro há duas semanas, no Rio2016. E se ele achava que toda a emoção desse momento de despedidas havia se encerrado na final olímpica, hoje o líbero da seleção brasileira reviveu mais um dia inesquecível com a realização do último jogo e as homenagens recebidas.

"São anos dedicados a seleção e estou feliz demais por tudo que aconteceu na minha vida. Eu só tenho gratidão ao voleibol. Muitas pessoas têm uma história linda nesse esporte e eu fui contemplado para ser uma delas. Estou muito feliz por ter feito história junto com esses meninos, com toda a comissão técnica e é uma felicidade enorme", disse Serginho, prestes a completar 41 anos.

Realizado profissional e pessoalmente, o líbero recordou o início de sua trajetória, quando foi do Paraná para São Paulo com apenas nove meses.

"Tem que aparecer novos ídolos. O Brasil precisa de espelhos e todos têm que lembrar que nunca pode desistir dos sonhos. Através de uma bola, eu mudei a minha vida e a da minha família. Toda história tem que se encerrar. Agora temos que bater palmas para esses meninos que estão aí. Essa é uma geração que vou carregar no meu coração, assim como todas as outras com quem joguei", afirmou o jogador.

Comandante de tudo isso, o técnico Bernardinho fez questão de enaltecer a importância do dia de hoje para todos os envolvidos no Desafio de Ouro.

"A última partida do Serginho pela seleção também é um momento muito significativo. Esse jogo teve um simbolismo forte. Os próprios portugueses que certamente cresceram vendo o Serginho em quadra falaram que para eles foi um momento único poder ter participado disso", comentou Bernardinho.

O maior líbero de todos os tempos encerrou a carreira na seleção brasileira, mas segue no vôlei atuando pelo seu time, Sesi-SP. Serginho já se apresenta ao clube nesta segunda-feira (05.09), quando segue na rotina de trabalho e dedicação ao esporte.

Histórico

Serginho foi campeão olímpico com a seleção brasileira em 2004 e conquistou a medalha de prata nos Jogos de Pequim, em 2008. O líbero brasileiro é bicampeão mundial (2002 e 2006) e octacampeão da Liga Mundial (2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009 e 2010). Com a camisa verde-amarela, Sérgio também venceu a Copa do Mundo (2003), a Copa dos Campeões (2005 e 2009), os Jogos Pan-Americanos (2007) e o Campeonato Sul-Americano (2001, 2003, 2005 e 2007, 2011, 2015).

Também foi vice-campeão na Liga Mundial e campeão no Sul-Americano, em 2011. Em 2012, integrou a seleção que ficou com a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres. Logo após a final, anunciou a aposentadoria da seleção brasileira e retornou na temporada 2015. Neste ano, esteve com a seleção na disputa da Liga Mundial, quando ajudou o Brasil a conquistar a medalha de prata e na campanha do ouro olímpico nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

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