Rexona-Sesc vence e é tetracampeão Sul-Americano

É campeão! Pela quarta vez o Rexona-Sesc conquistou o campeonato Sul-Americano de clubes. Foi o primeiro confronto entre Rexona-Sesc e Dentil/Praia Clube em um Sul-Americano. Mas a equipe carioca manteve a invencibilidade diante do rival mineiro e venceu por 3 sets a 1 (25-19, 20-25, 25-19 e 25-10), conquistando o título do torneio continental e uma vaga no Mundial de clubes, que será disputado em maio, em Kobe, no Japão. 
 
Mesmo jogando na casa do adversário, o Rexona-Sesc começou a partida impondo um forte ritmo de jogo. E, apesar da ascensão mineira no segundo set, a equipe carioca soube controlar os nervos e ajustar os detalhes para voltar a liderar o marcador a partir do terceiro set . 
 
 
 
 
“Quando começou a temporada a gente sabia da importância desse campeonato. E sendo em Minas só aumentou as nossas dificuldades. Enfrentar o Praia na casa deles é uma missão dificílima. O primeiro set foi duro, mas a gente conseguiu ajustar e no detalhe abrimos uma diferença para vencer. No segundo desperdiçamos muito contra-ataque e isso fez toda a diferença. Mas a partir do terceiro, colocamos a cabeça no lugar, paramos de errar, jogamos a pressão para o lado delas e nosso jogo funcionou. O quarto set foi atípico, mas que bom que deu tudo certo para a gente. Missão cumprida”, analisou Gabi, que foi eleita a jogadora mais valiosa do Sul-Americano de clubes. 
 
“É clichê, mas é a mais pura verdade. O que importa para a gente são os títulos coletivos, não adiantaria ganhar o prêmio, sem ganhar o campeonato. Fico muito feliz, mas qualquer uma poderia ter ganhado, jogamos como um time e todas foram muito bem”. 
 
Apesar da euforia com a conquista do título, o técnico Bernardinho prefere agora voltar as atenções para a Superliga, para só depois pensar no Mundial de clubes. 
 
“Vencemos um campeonato muito importante. Uma vitória na casa delas, mas agora nosso foco será a Superliga. Temos quatro jogos que serão dificílimos, queremos manter a liderança, então teremos que trabalhar muito. O que muda é que agora sabemos que nossa temporada só terminará em maio. Mas o Mundial é um torneio muito difícil, as equipes contam com muitas estrangeiras. Temos que focar primeiro na Superliga, para só depois pensar nas pedreiras do Mundial”, finalizou o técnico Bernardinho. 
 
Além da ponteira Gabi ter sido eleita a melhor jogadora da competição, Fabi ganhou o prêmio de melhor líbero, Monique, melhor oposta e Roberta, melhor levantadora. 
 
O jogo 
 
Com o passe na mão, a levantadora Roberta começou a partida colocando as meios de rede para jogar (8-7). Com as duas equipes errando muito o placar seguiu empatado (13-13). Contando com três erros consecutivos, o Rexona-Sesc abriu vantagem (20-17) e com um ponto de Anne fechou em 25-19. 
 
Uberlândia voltou mais concentrado (1-4) obrigando o técnico Bernardinho a pedir tempo. Contando novamente com os erros mineiros, o Rexona-Sesc encostou no placar (8-9), mas Uberlândia abriu de novo amortecendo os ataques cariocas e pontuando no contra-ataque (9-14). Mais agressivo, o Uberlândia abriu 12-19 e fechou em 20-25. 
 
O terceiro set voltou a começar equilibrado (6-6), mas o Rexona-Sesc aproveitou dois erros consecutivos de Uberlândia e abriu vantagem (14-11). Uberlândia buscou o empate (16-16), mas com bom volume de jogo a equipe carioca voltou à frente do marcador (20-18). Um bloqueio garantiu a vitória no terceiro set: 25-19. 
 
O Rexona-Sesc voltou embalado para o quarto set: 8-3. Com ótimo aproveitamento da oposta Monique, a equipe carioca abriu 12-5. Uma marcação certeira de bloqueio ajudou o Rexona-Sesc a abrir 18-8 e fechar o jogo em 25-10. 

Praia vence com tranquilidade na estreia no torneio Sulamericano

As anfitriãs praianas não tomaram conhecimento do time boliviano e impuseram seu ritmo de jogo, com Alix de volta após retornar de contusão o time titular do Praia precisou de apenas 12 minutos para fechar o primeiro set em 25/2. Após um tranquilo primeiro set o técnico Picinin resolveu dar ritmo para o grupo e entrou nos sets seguintes com as jogadoras reservas e o resultado não foi diferente, as donas da casa venceram o segundo e terceiro set pelo placar de 25/6.

Com o resultado da partida os classificados já são conhecidos, Vila Dora que havia vencido ontem (14/02) o Olympic e o Praia avançam, bastando agora a definição das colocações. A definição do grupo está marcada para as 19:30 desta quinta (15/02) na Arena Praia.

 

A Partida

A torcida praiana pode ver o retorno de Alix após de uma luxação que a tirou de algumas partidas pela Superliga. O Praia começou a partida com força máxima e não teve dificuldades para superar o Olympic, com suas principais armas em quadra a levantadora Claudinha distribuiu bem as jogadas e em apenas 12 minutos o Praia conseguiu chegar ao placar de 25/2, a baixa estatura das jogadoras bolivianas impediram qualquer impeto de reação.

Após um primeiro set tranquilo o técnico Ricardo Picinin modificou toda a equipe e entrou com o time reserva para o segundo set. Mesmo com a alteração total no time o ritmo não caiu e conseguiu fechar o set em 25/6

No derradeiro set as anfitriãs mantiveram a mesma formação do segundo set e o placar também não foi alterado, novamente 25/6 para o Praia.

Vôlei Nestlé vira e bate o Fluminense no quinto set

O confronto entre Vôlei Nestlé e Fluminense marcou a 14ª vitória da equipe de Osasco na Superliga 2016/17. Com Gabi inspirada e eleita a melhor em quadra, superou o rival por 3 sets a 2, parciais de 25/18, 26/28, 22/25, 25/16 e 15/12, numa batalha de quase 2h30min, disputada no ginásio José Liberatti. Com a invencibilidade mantida em casa, após o décimo resultado positivo, o técnico Luizomar e suas comandadas chegaram aos 42 pontos, um a menos do que o Dentil/Praia Clube, vice-líder da competição, que tem um jogo a mais.

Gabi começou na reserva, entrou na metade do primeiro set e não saiu mais, sendo determinante para a vitória do Vôlei Nestlé. "Eu ou qualquer outra jogadora que comece de fora tem que entrar com energia para mudar o jogo. Quando chamada sempre procuro fazer algo diferente e hoje deu certo. O mais importante é a vontade de querer ajudar o time. Esses dois pontos foram fundamentais, pois diante das circunstâncias poderíamos ter saído sem nada. Sabemos que poderíamos ter feito uma partida melhor, mas temos que comemorar porque deixamos a quadra com uma vitória", afirmou a ponteira.

A oposta Bjelica iniciou como titular, foi para o banco e depois regressou atuando bem como nas partidas anteriores. "Foi um jogo muito difícil porque elas defenderam quase tudo e atuaram com grande motivação e força. Precisamos perder dois sets para acordar e só depois jogamos com a qualidade que podemos apresentar. Parabéns para a equipe que esteve junta em todos os momentos, principalmente nas adversidades. Essa vitória foi importante, porém, para o confronto contra o Minas precisamos jogar melhor", disse a atacante sérvia. 

O Vôlei Nestlé tem um jogo a menos em relação ao Dentil/Praia Clube e pode assumir a segunda posição na próxima sexta-feira (17) quando enfrenta o Camponesa/Minas, em Belo Horizonte, na Arena Minas, às 20h, pela sétima rodada do segundo turno. No embate do primeiro turno, no José Liberatti, o clube de Osasco superou o adversário mineiro, por 3 a 0, parciais de 25/16, 25/11 e 25/20. Naquele duelo, a oposta Paula foi a maior pontuadora com 17 acertos e a líbero Camila Brait ganhou o troféu VivaVôlei, melhor em quadra. 

O jogo - Depois de um início instável, quando chegou a ficar atrás em 14/7, o Vôlei Nestlé conquistou uma virada espetacular. Quatro bloqueios seguidos, sendo três da central Bia, colocaram as donas da casa em vantagem de 16/15. Mas não pararam por aí. Marcaram 11 pontos seguidos, chegando a 22/15. A central Bia continuou brilhando, fez 6 pontos na série, e Paula deu números finais ao set, 25/18.

Série muito equilibrada. As duas equipes erraram pouco e começaram a forçar mais o saque. Com isso trocaram pontos até o final, quando prevaleceu o maior esforço das visitantes, que empataram a partida em 28/26. Destaques: Gabi e Nati Martins, com 6 pontos cada.

O cenário se manteve. Uma equipe abria pequena vantagem e em seguida a outra chegava ao empate. Assim seguiu até 22/22, quanto uma boa sequência de saque das visitantes definiu o set em 25/22. Tandara, que voltou à quadra no lugar de Malesevic, fez 6 pontos.

Mordido pela desvantagem, o Vôlei Nestlé voltou concentrado e disposto a levar o jogo para o quinto set. Com garra, as donas da casa foram ampliando vantagem, contando com a boa performance de Bjelica (responsável por 7 pontos) . Resultado, 25/16 e a decisão ficou para o tie break. 

Normalmente quem decide o tie break é a bola de segurança. Desta vez, foi bem diferente. A ponteira Gabi desequilibrou o set desempate, com uma sequência de três pontos, 6/4, e foi para o serviço. Forçou o saque e provocou erros das adversárias para abrir 11/5. A partir daí, o Vôlei Nestlé contou com Bjelica, 12/7, com Saraelen no bloqueio, 13/8, com Tandara, 14/11, e tinha de ser com Gabi para finalizar em 15/12.

Rexona-Sesc vence na estreia do Sul-Americano de clubes

Concentração, um bom aproveitamento de saque e paciência. Foram estes os ingredientes da primeira vitória do Rexona-Sesc no campeonato Sul-Americano de clubes. Tricampeão da competição, a equipe carioca não teve dificuldades para vencer por 3 sets a 0, parciais de 25-17, 25-8 e 25-8, o Boca Juniors, da Argentina, nesta terça-feira (14.02), em Uberaba.

Sem muitas informações sobre o adversário, o Rexona-Sesc entrou em quadra muito concentrado para conquistar uma vitória. Imprimindo muita pressão no saque, a equipe carioca não se deixou levar pela pouca resistência apresentada pelo Boca Juniors. 

Com tanta facilidade, o técnico Bernardinho aproveitou para dar ritmo a todas as jogadoras. Mayhara e Drussyla substituíram Carol e Anne ainda no segundo set, e no terceiro Regiane, Helô, Camilla Adão e a líbero Vitória também tiveram oportunidade de jogar. 

“Foi um jogo tranquilo, mas é importante vencer por 3 sets a 0. Temos um grande objetivo neste Sul-Americano, e para chegar lá precisamos vencer todas as partidas. Foi importante dar ritmo para todas as jogadoras. As dificuldades vão aumentar, e a gente vai precisar de todo mundo pronto para ajudar. Então tivemos a chance de se ambientar ao ginásio e sentir a adrenalina que só o jogo nos dá. Nos impusemos, erramos pouco e isso também foi positivo”, analisou Juciely que também agradeceu o carinho da torcida de Uberaba com as jogadoras do Rexona-Sesc. 

“Eu nunca tinha vindo jogar em Uberaba, e é um carinho muito gostoso. O ginásio cheio, todo mundo nos incentivando e felizes por poder presenciar um campeonato de vôlei. Isso nos dá mais vontade ainda de fazer um bom torneio e buscar mais um título”, finalizou a meio de rede. 

O Rexona-Sesc volta à quadra na próxima quinta-feira (16/02), contra o San Martin, do Peru, também em Uberaba, às 19h. As duas melhores equipes do grupo B se classificam para a semifinal, que será disputada na sexta-feira (17.02).  

 

O jogo 

Uma sequência de Roberta no saque abriu 7-0 para o Rexona-Sesc. Com muito volume de jogo e o contra-ataque eficiente, a equipe carioca fez 12-4 obrigando o técnico argentino a pedir tempo. A parada foi em vão, o Rexona-Sesc seguiu abrindo vantagem até fechar o set em 25-17.

No segundo set o Rexona-Sesc seguiu arrasador e abriu 8-2. Contando com muitos erros do adversário e um bloqueio que amortecia o ataque argentino, a equipe carioca se distanciou no marcador: 16-5. Com o placar elástico, o técnico Bernardinho aproveitou para ritmo de jogo as jogadoras reservas, Drussyla e Mayhara substituíram Anne e Carol. Helô e Camilla Adão também substituíram Monique e Roberta, que mantiveram o mesmo nível e ajudaram o Rexona-Sesc a vencer por 25-8. 

Com o time mesclado no terceiro set, o Rexona-Sesc manteve a pressão sobre o Boca Juniors: 8-3. O saque seguiu fazendo efeito (17-6) e com muitos erros argentinos, o Rexona-Sesc fechou a partida em 25-8. 

Rexona-Sesc vai em busca do tetracampeonato no Sul-Americano de clubes

Líder isolado da Superliga, o Rexona-Sesc dará uma pausa na competição nacional para ir em busca do tetracampeonato do Sul-Americano de clubes. A equipe carioca viajou na manhã desta segunda-feira (13.02) para Uberaba-MG, onde será disputada a primeira fase do torneio, e já estreia nesta terça (14.02), diante do Boca Juniors, da Argentina, às 19h30, no Centro Olímpico de Uberaba.

Sem possuir muitas informações sobre o adversário, a meio de rede Carol espera um Rexona-Sesc concentrado para se adaptar rapidamente ao estilo de jogo argentino. 

“A gente está muito feliz em disputar mais um Sul-Americano. É um torneio que já faz parte do calendário e é de grande importância, pois dará ao campeão uma vaga no Mundial. Que bom que será em Minas Gerais, assim poupamos grandes viagens e problemas de adaptação. É um torneio curto, mas perigoso. São equipes que a gente não tem muitas informações e que entram em quadra como franco atiradores. Precisamos ter muita cautela e entrar em quadra muito concentradas para nos adaptarmos o mais rápido possível. Vamos pensar em cada jogo, dando um passo de cada vez, para quem sabe chegar em uma decisão. Então o primeiro passo é conquistar uma vitória contra o Boca Juniors, e depois já contaremos com mais informações sobre os adversários”, analisou Carol. 

No grupo B do Sul-Americano, o Rexona-Sesc ainda terá pela frente o San Martin, do Peru, na próxima quinta-feira (16.02), também às 19h30, no Centro Olímpico de Uberaba. No outro grupo da competição, que será disputado em Uberlândia-MG estão o Praia Clube/Uberlândia, Villa Dora, da Argentina, e Olympic, da Bolívia. 

Os dois primeiros de cada grupo avançam para as semifinais, que serão disputadas no dia 17, sexta-feira, em Uberaba. A decisão será no sábado (18.02), às 20h, em Uberlândia. O campeão sul-americano garante uma vaga no Mundial de Clubes, que será disputado de 8 a 14 de maio, em Kobe, no Japão.

Vôlei Nestlé quer manter invencibilidade em casa contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Com 37 pontos em 15 jogos, o Vôlei Nestlé aparece na terceira posição da Superliga 2016/17 e terá pela frente nesta sexta-feira (10) o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, quarto colocado com 32 e uma partida a mais. O confronto está marcado para o ginásio José Liberatti, às 21h30. No primeiro turno, fora de casa, o time de Osasco foi superado pelo rival brasiliense em sets diretos. Como mandante, Dani Lins e suas companheiras estão invictas na competição nacional, com 8 resultados positivos. 

A ponteira Malesevic recorda-se da partida do primeiro turno e acredita que o caminho para conquistar o resultado positivo é a regularidade e o apoio da torcida. "O Brasília é uma equipe forte e que possui jogadoras com bastante experiência. Foi bem difícil jogar lá e penso que elas atuaram bem também. Mas agora jogamos em casa e ganhamos todos os confrontos que fizemos como mandante até o momento. Temos que fazer isso prevalecer e contamos com a ajuda da nossa torcida para fazer uma boa partida", afirma a sérvia.

Dani Lins aponta o aspecto coletivo como fundamental para conquistar mais três pontos. "Perdemos por 3 a 0 no primeiro turno, mas com parciais bem justas. Sabemos que precisamos ter paciência na hora de rodar uma bola e sabermos o momento certo para arriscar, evitando erros. Enfim, primeiro jogar como grupo, com todas atuando em bom nível. Não podemos ter nenhuma abaixo, todas precisam estar jogando perto do 100%. Pode observar que as partidas que ganhamos foi porque atuamos bem coletivamente. É um adversário que requer atenção porque é bastante qualificado, com atletas experientes como a Paula. Tem a Roberta que é uma central forte e a Amanda e Macris que estão fazendo uma ótima Superliga. Portanto, temos que ter cuidado e foco", analisa a levantadora. 

Como mandantes, o Vôlei Nestlé soma vitórias contra São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Rio do Sul, Camponesa/Minas, Rexona-Sesc, Renata Valinhos/Country, Genter Vôlei Bauru e Sesi-SP. São 23 pontos ganhos em casa dos 37 no geral. O duelo contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei é a reedição das quartas de final da Superliga da temporada passada, quando o time de Osasco ganhou os dois embates e avançou para a fase semifinal da competição. 

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Vôlei Nestlé quer manter invencibilidade em casa contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Com 37 pontos em 15 jogos, o Vôlei Nestlé aparece na terceira posição da Superliga 2016/17 e terá pela frente nesta sexta-feira (10) o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, quarto colocado com 32 e uma partida a mais. O confronto está marcado para o ginásio José Liberatti, às 21h30, e terá transmissão do SporTV. No primeiro turno, fora de casa, o time de Osasco foi superado pelo rival brasiliense em sets diretos. Como mandante, Dani Lins e suas companheiras estão invictas na competição nacional, com 8 resultados positivos. 

A ponteira Malesevic recorda-se da partida do primeiro turno e acredita que o caminho para conquistar o resultado positivo é a regularidade e o apoio da torcida. "O Brasília é uma equipe forte e que possui jogadoras com bastante experiência. Foi bem difícil jogar lá e penso que elas atuaram bem também. Mas agora jogamos em casa e ganhamos todos os confrontos que fizemos como mandante até o momento. Temos que fazer isso prevalecer e contamos com a ajuda da nossa torcida para fazer uma boa partida", afirma a sérvia.

Dani Lins aponta o aspecto coletivo como fundamental para conquistar mais três pontos. "Perdemos por 3 a 0 no primeiro turno, mas com parciais bem justas. Sabemos que precisamos ter paciência na hora de rodar uma bola e sabermos o momento certo para arriscar, evitando erros. Enfim, primeiro jogar como grupo, com todas atuando em bom nível. Não podemos ter nenhuma abaixo, todas precisam estar jogando perto do 100%. Pode observar que as partidas que ganhamos foi porque atuamos bem coletivamente. É um adversário que requer atenção porque é bastante qualificado, com atletas experientes como a Paula. Tem a Roberta que é uma central forte e a Amanda e Macris que estão fazendo uma ótima Superliga. Portanto, temos que ter cuidado e foco", analisa a levantadora. 

Como mandantes, o Vôlei Nestlé soma vitórias contra São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Rio do Sul, Camponesa/Minas, Rexona-Sesc, Renata Valinhos/Country, Genter Vôlei Bauru e Sesi-SP. São 23 pontos ganhos em casa dos 37 no geral. O duelo contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei é a reedição das quartas de final da Superliga da temporada passada, quando o time de Osasco ganhou os dois embates e avançou para a fase semifinal da competição. 

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Com 37 pontos em 15 jogos, o Vôlei Nestlé aparece na terceira posição da Superliga 2016/17 e terá pela frente nesta sexta-feira (10) o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, quarto colocado com 32 e uma partida a mais. O confronto está marcado para o ginásio José Liberatti, às 21h30, e terá transmissão do SporTV. No primeiro turno, fora de casa, o time de Osasco foi superado pelo rival brasiliense em sets diretos. Como mandante, Dani Lins e suas companheiras estão invictas na competição nacional, com 8 resultados positivos. 

A ponteira Malesevic recorda-se da partida do primeiro turno e acredita que o caminho para conquistar o resultado positivo é a regularidade e o apoio da torcida. "O Brasília é uma equipe forte e que possui jogadoras com bastante experiência. Foi bem difícil jogar lá e penso que elas atuaram bem também. Mas agora jogamos em casa e ganhamos todos os confrontos que fizemos como mandante até o momento. Temos que fazer isso prevalecer e contamos com a ajuda da nossa torcida para fazer uma boa partida", afirma a sérvia.

Dani Lins aponta o aspecto coletivo como fundamental para conquistar mais três pontos. "Perdemos por 3 a 0 no primeiro turno, mas com parciais bem justas. Sabemos que precisamos ter paciência na hora de rodar uma bola e sabermos o momento certo para arriscar, evitando erros. Enfim, primeiro jogar como grupo, com todas atuando em bom nível. Não podemos ter nenhuma abaixo, todas precisam estar jogando perto do 100%. Pode observar que as partidas que ganhamos foi porque atuamos bem coletivamente. É um adversário que requer atenção porque é bastante qualificado, com atletas experientes como a Paula. Tem a Roberta que é uma central forte e a Amanda e Macris que estão fazendo uma ótima Superliga. Portanto, temos que ter cuidado e foco", analisa a levantadora. 

Como mandantes, o Vôlei Nestlé soma vitórias contra São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Rio do Sul, Camponesa/Minas, Rexona-Sesc, Renata Valinhos/Country, Genter Vôlei Bauru e Sesi-SP. São 23 pontos ganhos em casa dos 37 no geral. O duelo contra o Terracap/BRB/Brasília Vôlei é a reedição das quartas de final da Superliga da temporada passada, quando o time de Osasco ganhou os dois embates e avançou para a fase semifinal da competição. 

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Rexona-Sesc vence Camponesa/Minas e é campeão da Copa do Brasil

Time carioca ganha mais um título no vôlei. Crédito: William Lucas/inovafoto/CBV

O Rexona-Sesc (RJ) é campeão da Copa Banco do Brasil feminina de vôlei 2017. Neste sábado (27.01) diante de mais de 2.700 pessoas, a equipe carioca venceu o Camponesa/Minas (MG) na decisão por 3 sets a 0 (25/15, 25/20 e 25/21), no ginásio do Taquaral, em Campinas (SP). O time do treinador Bernardinho conquistou o terceiro título da competição. 

Com grandes defesas, a líbero Fabi teve atuação destacada e foi eleita pela comissão técnica do Rexona-Sesc a melhor jogadora do confronto. Ao final do duelo, a defensora comentou sobre o título das cariocas. 

"Foi uma atuação muito boa da nossa equipe nessa final. O Camponesa/Minas tem uma grande equipe que está buscando a evolução e acredito que elas ainda vão melhorar muito para a fase final da Superliga. Nós respeitamos muito o time delas. Hoje conseguimos imprimir um ritmo muito forte de saque, bloqueio e defesa. Fico feliz não só pela vitória, mas pela forma que o nosso time se comportou nos momentos decisivos. Estamos sempre buscando a melhora individual e coletiva. Hoje saímos de quadra com a sensação que fizemos o nosso melhor nesse momento ", disse Fabi. 

A central Carol, do time carioca, fez questão de elogiar o saque e a defesa do Rexona-Sesc na partida decisiva. 

"Estamos muito felizes de ter conseguido esse título. Nosso saque e o sistema defensivo funcionaram muito bem contra a equipe do Camponesa/Minas. Conseguimos anular as principais jogadas delas e acabamos com a vitória. Agora é manter o foco para o restante da temporada", afirmou Carol. 

Depois do título, o Rexona-Sesc volta a atenção para a Superliga. O time carioca enfrentará o São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP) às 19h30 desta sexta-feira (03.02), na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus (AM). 

O JOGO

O Rexona-Sesc começou melhor e fez 7/4. Se aproveitando dos erros das mineiras, as cariocas aumentaram a diferença no placar para quatro pontos (10/6). Quando a equipe do treinador Bernardinho fez 11/6, o técnico Paulo Coco trocou as ponteiras. Entrou Jaqueline e saiu Rosamaria. O volume de jogo das cariocas incomodava as mineiras e o Rexona-Sesc abriu oito pontos (20/12). O Rexona-Sesc dominou a parcial até o final e venceu o primeiro set por 25/15. 

O Rexona-Sesc seguiu melhor no início do segundo set e fez 4/2. O saque das cariocas incomodava as mineiras e a diferença no placar subiu para cinco pontos (7/2). Numa boa sequência de saques da oposta Hooker, o time mineiro encostou (7/5). Depois de um longo rally, as cariocas fizeram 10/6. Quando o placar estava 12/6, o treinador Paulo Coco trocou as levantadoras. Entrou Karine e saiu Naiane. Bem nos contra-ataques, o Rexona-Sesc seguiu melhor e fez 16/11. Com bom volume de jogo, as cariocas mantiveram a vantagem em cinco pontos (19/14). O Camponesa/Minas cresceu de produção e encostou (22/20). O Rexona-Sesc segurou a reação das mineiras e fechou o segundo set por 25/21.

O Camponesa/Minas voltou melhor para o terceiro set e fez 7/4. Numa boa sequência de saques da central Juciely, o time carioca empatou (8/8). Bem no saque, as cariocas viraram o marcador (11/09) e o treinador Paulo Coco pediu tempo. Com um ace da central Carol Gattaz, as mineiras empataram (14/14).O bloqueio do Rexona-Sesc voltou a funcionar e as cariocas abriram dois pontos (18/16). O time do treinador Bernardinho dominou a parte final do set e venceu a parcial por 25/20 e o jogo por 3 sets a 0. 

EQUIPES:

REXONA-SESC - Roberta, Monique, Buijs, Gabi, Juciely e Carol. Líbero - Fabi 
Técnico - Bernardinho 

CAMPONESA/MINAS - Naiane, Hooker, Pri Daroit, Rosamaria, Mara e Carol Gattaz. Líbero - Léia 
Entraram - Jaqueline, Fran, Karol e Karine 
Técnico - Paulo Coco

 

Rexona vence Sesi e mantem invencibilidade

 

Rexona venceu jogo com facilidade. crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

 

Sem muitas dificuldades, o Rexona venceu o time do Sesi-Sp no ginásio do Tijuca Tenis Clube por 3 sets a 0 e se manteve invicto na superliga com 6 vitorias seguidas.

“O time do Sesi é um time jovem e sabíamos que elas viriam despreocupadas para o jogo. Até passamos algum sufoco, mas no final, conseguimos a vitória” – Conta Juciely sobre a partida.

O Grande destaque da partida foi Roberta que ao final, saiu com um troféu de melhor saque. “Esperamos esse jogo difícil e fizemos bem o dever de casa e nosso time foi bem. Mesmo dando espaço a elas, conseguimos chegar ao objetivo” – Conta.

O Jogo

O primeiro set começou com o time carioca abrindo uma boa vantagem e caminhando para uma vitória fácil. Mas o Sesi não estava disposto a entregar o set e resolveu valorizar um pouco a partida e se aproveitando dos erros e em ótimas jogadas de ataque, as paulistas começaram a encostar perigosamente no placar. A diferença que chegou a ser de oito ponto, se reduziu a três. Mas numa boa virada Juciely que foi destaque, o Rexona voltou no jogo e conseguiu fechar o primeiro set em 25 a 21 abrindo 1 a 0 no placar.

Já o segundo, o set começou com muito equilíbrio. Nenhuma das equipes conseguia abrir vantagem no placar. Somente depois de um tempo, o time do Rio conseguiu engatar bolas seguidas e abrir 4 pontos no placar e desenhando a vitória no set. O Sesi ainda tentou reagir, mas muito melhor, o Rexona só administrou a vantagem e até conseguiu ampliar um pouco, fechando o set em 25 a 17 e botando 2 a 0 no jogo.

O terceiro começou com um Sesi abrindo dois pontos de vantagem sobre o Rexona. Mas não demorou para vir a virada e um massacre por parte das cariocas. Com um set rápido, o placar fechou em 25 a 12 e 3 sets a 0.

Na próxima rodada, o Rexona enfrenta o time do Rio do Sul fora de casa. “É um time que joga bem em casa e sempre temos dificuldades em jogar lá. Vai ser difícil e faremos o nossos melhor.”  - Completa Roberta

 

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