Rexona-Sesc e Camponesa/Minas fazem confronto final nesta sexta-feira

Rexona-Sesc (RJ) e Camponesa/Minas (MG) estarão frente e frente nesta sexta-feira (14.04) para o quinto e decisivo confronto pelo playoff melhor de cinco das semifinais da Superliga feminina de vôlei 16/17. A equipe carioca receberá o time mineiro, às 20h, na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro (RJ). O vencedor do duelo garantirá um lugar na decisão.

Até o momento na série semifinal entre Rexona-Sesc e Camponesa/Minas, as equipes venceram as partidas fora de casa. O time carioca levou a melhor no primeiro e quarto jogo da série, em Belo Horizonte (MG), por 3 sets a 0 e 3 sets a 1. A equipe mineira superou o grupo carioca no segundo e terceiro duelos, no Rio de Janeiro, por, respectivamente, 3 sets a 1 e 3 sets a 2. 

A experiente líbero Fabi, de 37 anos, ressaltou a importância da torcida carioca no quinto e decisivo confronto da série semifinal. 

"Será mais uma partida entre duas equipes que se conhecem cada vez mais. Estamos trabalhando forte e vamos buscar essa vitória e a vaga na final diante da nossa torcida. Desde o início essa série prometeu muito equilíbrio como aconteceu nesses quatro jogos. Temos que colocar o coração em quadra e aproveitar o apoio dos nossos torcedores", afirmou Fabi 

Ao final do quarto jogo da série, a ponteira Rosamaria, do Camponesa/Minas, comentou sobre o equilíbrio entre as equipes e mostrou confiança para o duelo no Rio de Janeiro. 

"Sabíamos das dificuldades que teríamos ao enfrentar o Rexona-Sesc e ainda não acabou. Vencemos dois seguidos lá e temos condições de ganhar novamente. Vamos tentar vencer novamente", disse Rosamaria. 

O vencedor da série entre o Rexona-Sesc e o Camponesa/Minas terá como adversário na final, o Vôlei Nestlé. A equipe do treinador Luizomar de Moura fechou o playoff melhor de cinco contra o Dentil/Praia Clube (MG) em 3 a 0. 

Dentil/Praia Clube vai precisar de forças para se manter de pé na competição

A terceira partida da série melhor de cinco das semifinais da Superliga feminina de vôlei 16/17 entre Dentil/Praia Clube e Vôlei Nestlê será decisiva, uma vez que a equipe praiana precisa vencer fora de casa para se manter viva na competição. O Vôlei Nestlé (SP) receberá o Dentil/Praia Clube (MG), às 19h, no ginásio José Liberatti, em Osasco (SP). O time de Osasco lidera a série com duas vitórias e está a um resultado positivo da final. Na série o time de Osasco levou a melhor no primeiro duelo por 3 sets a 1 (em Osasco) e no segundo por 3 sets a 0 (em Uberlândia)

Apesar da vantagem na série, a levantadora Dani Lins, do Vôlei Nestlé, ressaltou que não tem nada decidido e pediu o apoio da torcida de Osasco.

"Temos mais um jogo em casa e não vai ser fácil. Elas não desistem nunca, têm um elenco muito bom e temos que estar preparadas para isso. Vamos lotar o caldeirão em casa", apostou Dani Lins.

Pelo lado do Dentil/Praia Clube, o treinador Ricardo Picinin mostrou confiança na recuperação da equipe no duelo contra o Vôlei Nestlé.

"Disse às jogadoras ao final da segunda partida que não tem nada perdido. A melhor de cinco dá essa possibilidade de o time reverter a situação. Com a qualidade do nosso elenco e das nossas atletas é possível. Já evoluímos desde o último jogo e em algumas situações temos que ser mais assertivos, mas vamos trabalhar para isso. Agora é tudo ou nada, então vamos dar o sangue dentro de quadra", apostou Ricardo Picinin.

Apesar de ter retornado aos treinamentos a escalação da central Fabiana ainda é dúvida na equipe mineira, Picinin falou sobre o assunto: "A Fabiana é importante em qualquer time do mundo. Estamos trabalhando com ela em quadra, fazendo saltos e bloqueios de ataque. Ela tem evoluído, tem se sentido bem. Agora, temos que esperar essa resposta dela. Talvez jogue. Se estiver em condições, joga. Mas temos que ver tudo: se ela vai estar bem fisicamente, com ritmo de jogo. O tratamento com nossa comissão técnica foi maravilhoso. Ela quer muito jogar, ajudar a equipe e nós queremos que ela jogue. Vamos ver como ela se comporta nesses últimos treinos para bater o martelo" 

Outro ponto importante tem sido o rodizio de atletas em quadra principalemnte Alix, Michelle, Carla e Ellen. A capitã Walewska falou sobre o assunto e pediu para a equipe reunir forças e ir em busca do unico resultado que interessa: "A gente tem rodado muito as jogadoras durante o jogo. Dificulta muito. Ter uma base que joga o tempo inteiro, fica mais fácil. A série é longa, temos que pensar nisso. Vai ser um jogo muito difícil nesta sexta-feira no José Liberatti. Temos que reunir forças, não temos tempo para chorar ou sorrir até lá"

Vôlei Nestlé vence Dentil/Praia Clube na abertura da semifinal

O Vôlei Nestlé abriu com vitória o confronto de semifinal da Superliga 2016/17 diante do Dentil/Praia Clube, com o ginásio lotado (4 mil pessoas) e uma grande festa nas arquibancadas. Nesta sexta-feira (31), o time comandado pelo técnico Luizomar superou o adversário de Uberlândia, por 3 sets a 1, parciais de 25/27, 25/17, 25/12 e 25/13, com duração de 1h47min. Tandara e Bia foram decisivas, com a ponteira sendo a maior pontuadora, com 26 acertos, e a central a melhor em quadra, saindo com o troféu VivaVôlei. A equipe de Osasco jogou desfalcada da levantadora Dani Lins, que teve problemas particulares e não foi relacionada. 

Bia teve uma noite inspirada com eficiência em ataques, bloqueios e marcou também um ace. "Ganhar o VivaVôlei, fazer vários bloqueios (marcou 10 pontos no fundamento) e levantar essa torcida é uma sensação de muita alegria. Jogamos muito bem taticamente, mas não tem nada ganho ainda. Sabemos do potencial delas e precisamos continuar focadas para enfrentá-las agora em Uberlândia, o que não será nada fácil", disse a central. O segundo compromisso diante do adversário desta semifinal será na terça-feira (4/4), novamente às 19h, no ginásio do Praia Clube.

Tandara destacou o poder de recuperação da equipe, após a derrota na primeira parcial. "O determinante para a vitória foi diminuir os erros e se impor a partir do segundo set. Tivemos um deslize na reta final da primeira parcial, mas depois o nosso jogo fluiu nas outras três. Conseguimos colocar o nosso ritmo e passando a responsabilidade para o lado delas. A característica do Vôlei Nestlé é jogar com alegria e fizemos isso muito bem. Mas temos que seguir adiante porque na terça-feira já teremos um confronto extremamente difícil fora de casa", analisou a ponteira. 

Experiente, Carol Albuquerque destacou a atuação coletiva. "Deu gosto de ver o time jogando. A equipe poderia sentir a ausência da Dani Lins, por ser uma das líderes do elenco, mas suprimos isso jogando juntas, com uma ajudando a outra o tempo inteiro. Isso fez uma grande diferença. Estou aqui para ajudar e conseguimos sair com uma vitória em casa nessa série melhor de cinco. Sair em vantagem é importante, mas sabemos que tem muita coisa pela frente", comentou a levantadora. 

Em 13 partidas em Osasco, Tandara e suas companheiras ganharam sete, por 3 sets a 0, quatro, por 3 a 1, e duas, por 3 a 2. Na fase de classificação, o Vôlei Nestlé foi superado pelo Dentil/Praia Clube, no primeiro turno, em Uberlândia, por 3 sets a 2, parciais de 16/25, 25/22, 23/25, 25/21 e 17/15. Na ocasião, Tandara foi a maior pontuadora, com 23 acertos. No returno, no José Liberatti, a equipe de Osasco marcou 3 a 0, com séries fechadas em 25/15, 25/22 e 25/22. Tandara novamente foi a jogadora que mais pontuou, com 17 bolas no chão. Na história da Superliga, os clubes se enfrentaram 23 vezes, com 20 vitórias para o time comandado por Luizomar e três para o Praia Clube. 

O Vôlei Nestlé chegou para este primeiro jogo liderando as estatísticas da CBV no fundamento ataque com 27,38% de eficiência, sendo segundo em saque, com 6,18%, e em defesa, com 41,35%, e quarto em bloqueio, com 29,81%. Individualmente, Tandara aparece como terceira melhor atacante, com 26,65% e a primeira em saque, com 10,04%. A ponteira é também a terceira maior pontuadora com 334 acertos. Camila Brait é a terceira em defesa, com 40,32%, e Bia, quinta colocada em aproveitamento de bloqueios com 32,47%, é a jogadora que lidera em pontos anotados neste fundamento, com 98 acertos.

O jogo - Como era de se esperar, a série foi equilibrada. As duas equipes procuraram forçar o saque e conseguiram quebrar o passe. Com isso, o bloqueio funcionou de ambos os lados e o contra-ataque acabou sendo uma tônica. Na fase decisiva do set, Tandara fez quatro prontos seguidos e o Vôlei Nestlé chegou a ter a chance de fechar com 24/23. Mas não aproveitou e uma boa sequência do Praia definiu a parcial em 27/25.

O Vôlei Nestlé e Tandara voltaram com tudo. Tanto que rapidamente a ponteira marcou 5 pontos e sua equipe abriu 8/3. Depois foi a vez de Bia assumir o protagonismo e marcar três vezes seguidas, 12/5. A partir daí, as donas da casa mantiveram o ritmo e administraram a diferença até fechar a série em 25/17, com Gabi, empatando a partida. Tandara marcou 8 pontos e Bia 7.

Repetição do set anterior. As donas da casa forçaram o saque e aproveitaram os contra-ataques. Resultado: 13/3, com quatro pontos de Gabi, que levantou o ginásio ao marcar num ataque do fundo de quadra. Sem perder a concentração, o Vôlei Nestlé foi abrindo vantagem, com a eficiência de Bjelica (marcou 4 pontos), e finalizou sem dificuldade em 25/12.

Embalado pela torcida, que cantou o tempo inteiro, o Vôlei Nestlé manteve o ritmo e continuou forte. Tandara vibrou muito ao fazer 9/3 e Gabi marcou duas vezes, para abrir 16/8. Aí foi a vez de Bjelica confirmar a boa fase e somar mais 4 dos 7 pontos que fez na série, 23/13, com um ace. Bia, um dos destaques do time, fez mais um bloqueio, 24/13, e Tandara fechou o set em 25/13 para vibração completa do ginásio José Liberatti. 

Pelo Vôlei Nestlé jogaram e marcaram: Carol (3), Bjelica (14), Tandara (26), Malesevic (1), Bia (18), Nati Martins (5) e a líbero Camila Brait. Entraram: Gabi (12). Técnico: Luizomar de Moura.

Pelo Dentil/Praia Clube jogaram e marcaram: Claudinha, Ramirez (7), Alix Klineman (13), Michelle (7), Natasha (10), Ednéia (5) e a líbero Tássia. Entraram: Ellen (2), Carla (2), Malu (3), Jú Carrijo (1) e Mariana Galon. Técnico: Ricardo Piccinin.

Unilever encerra ciclo de 20 anos no vôlei brasileiro

Os rumores que começaram na segunda-feira (13/03) após entrevista da ex-atleta Fernanda Venturini a Veja sobre uma possível saída da Univeler do vôlei brasileiro se concretizou nesta terça por meio de comunicado oficial da equipe. 

Sem qualquer sombra de dúvidas é uma notícia ruim, e que já aconteceu com outras equipes, no vôlei brasileiro, porém desta vez foi feita de forma menos traumática com uma transição pensada tendo a Unilever passando o bastão para o Sesc, que também apoia uma equipe masculina comandada pelo técnico Giovane Gávio. Acredito que esse poderia ser o momento das equipes se unirem e começarem a cobrar mudanças na maneira como os patrocinadores são boicotados nas transmissões esportivas, excetuando a RedeTV todas as outras transmissões omitem descaradamente os nomes dos patrocinadores, patrocinadores estes que ajudam a manter a modalidade e não recebem a devida exposição que merecem. Além existe uma discussão em curso sobre transmissões das partidas na web, agora já estamos nos playoffs o que impossibilita essa estratégia mas é algo que deva ser pensado para as próximas temporadas, as equipes precisam se unir para buscar uma valorização maior. 

Veja o comunicado abaixo:

Há 20 anos, Unilever e Bernardinho se uniram para fazer história no vôlei brasileiro com um projeto inovador. Durante o patrocínio, a gigante dos bens de consumo firmou uma parceria com o então promissor treinador e transformou a iniciativa na mais vitoriosa de todos os tempos, com 12 títulos nacionais, três sul-americanos, entre muitos outros. Fora das quadras, o sucesso se repetiu. O braço social, criado simultaneamente ao time de alto rendimento, atendeu mais de 100 mil crianças e adolescentes. O Sesc RJ assume integralmente o time de vôlei feminino que já faz parte do Programa Sesc Esporte.

“Está no DNA da Unilever apoiar ações sustentáveis. Por isso, ao longo desta última temporada, colaboramos com a sucessão de patrocínio da equipe, passando o bastão para o Sesc Rio. Seguimos acreditando no esporte, no impacto positivo que ele traz à sociedade, e compartilhamos dos mesmos valores. É muito gratificante constatar que construímos, juntos, o time mais vencedor da história do vôlei brasileiro e transformamos a vida de mais de 100 mil crianças e adolescentes”, afirmou Julio Campos, vice-presidente de vendas da Unilever.

Figura central do projeto, o técnico Bernardinho não poupa elogios à Unilever e credita à parceria o sucesso atingido pela equipe.

“Eu só posso agradecer à Unilever por ter sido a nossa grande  apoiadora. Tenho certeza que só conseguimos realizar o sonho que idealizamos lá atrás, em 1997, pelo apoio da companhia por todos esses anos. As vitórias, os títulos, foram importantíssimos, mas acredito que nosso maior triunfo foi mostrar que o sucesso só pode ser atingido com seriedade, comprometimento e trabalho duro. Tanto a Unilever quanto nós, dentro das quadras, queríamos levar isso para as pessoas. Inspirar pelo exemplo. E acredito que conseguimos. Você só cria parcerias quando compartilha valores. Nesse último ano da parceria, a Unilever nos proporcionou uma transição tranquila com o Sesc RJ, que assumirá o projeto daqui em diante. O Programa Sesc Esporte tem como foco passar valores importantes para crianças e jovens para que sejam cidadãos que façam a diferença na sociedade.”, revelou o treinador, complementando com seu depoimento pessoal.

“Falar da Unilever é uma coisa que me emociona, pois, particularmente, eu fiz amigos, cresci como homem, vivendo, conhecendo, me inspirando com as pessoas que eu encontrei dentro dessa empresa. Me senti realmente parte de um time. Muito mais que um time de voleibol, de um projeto social. Minha sensação é de agradecimento absoluto. Tenho certeza que o voleibol feminino brasileiro não seria o que é hoje sem a presença da Unilever. A contribuição deles para o nosso esporte, para sua difusão, foi fundamental.”, encerrou. 

A Unilever continuará a apoiar a equipe comandada por Bernardinho até o final da temporada, em maio, na disputa do Mundial de Clubes. 

 

 

FIVB e CBV confirmam Fase Final da Liga Mundial no Estádio Atlético Paranaense

A Liga Mundial, primeira competição do novo momento da seleção brasileira masculina de vôlei, sob o comando de Renan Dal Zotto, terá sua Fase Final disputada em casa. A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) confirmaram nesta segunda-feira (06.03) que as finais, entre as cinco seleções mais bem classificadas, mais o Brasil, serão um grande evento realizado no Estádio Atlético Paranaense, em Curitiba (PR), de 4 a 8 de julho deste ano.

Essa será a segunda experiência do vôlei no campo do clube paranaense. No dia 3 de setembro de 2016, a CBV realizou o Desafio de Ouro neste mesmo local em comemoração à conquista da medalha dourada nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, e o evento foi um sucesso de público, com a presença de 33 mil pagantes. O Estádio Atlético Paranaense, que foi uma das sedes da Copa do Mundo de futebol em 2014, tem cobertura, o que garante proteção contra chuva e sol, e piso sintético, facilitando a operação de instalação de uma quadra de vôlei no campo.

Garantida na Fase Final por ser a sede, a seleção brasileira terá a oportunidade de disputar a fase classificatória sem a necessidade de vitórias. Neste tempo, Renan Dal Zotto terá a chance de deixar o grupo cada vez mais entrosado, já que terá menos de um mês de treinamento antes da estreia na Liga Mundial.

O primeiro jogo do Brasil na competição será no dia 2 de junho, contra a Polônia, em Pesaro, na Itália. Neste mesmo local, a equipe verde e amarela ainda enfrenta o Irã e os donos da casa. A segunda fase será em Varna, na Bulgária, contra Canadá, Polônia e Bulgária. Encerrando a etapa classificatória, a seleção brasileira irá a Córdoba, na Argentina, jogar contra os búlgaros, argentinos e sérvios.

Dentil/Praia Clube vence duelo mineiro contra o Camponesa/Minas

No duelo mineiro entre Dentil/Praia Clube (MG) e Camponesa/Minas (MG), disputado na tarde deste sábado (04.03), no Praia Clube, em Uberlândia (MG), melhor para o time da casa, que contou com o apoio da torcida. O Praia venceu por 3 sets a 1 (25/19, 26/24, 18/25 e 25/20), em 2h07 de partida válida pela nona rodada do returno da Superliga feminina de vôlei 2016/2017. A norte-americana Alix foi a maior pontuadora do confronto, com 21 pontos.

Com boa distribuição, a levantadora Claudinha ajudou seu time a conseguir o resultado positivo e foi premiada com o Troféu VivaVôlei após ser a mais votada no site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Satisfeita com a vitória, a levantadora destacou o momento da sua equipe. "A semana foi sensacional. Tivemos uma ajuda de uns meninos para treinar com a gente e isso foi fundamental na nossa preparação. A equipe está tendo altos e baixos, mas o nosso time é muito unido. Independentemente de tática e técnica, era um clássico, e a nossa equipe tem que apresentar esse voleibol, sem desistir. A gente vai errar, acertar, mas o importante é não desistir nunca", disse Claudinha.

As duas equipes voltam à quadra para jogar pela Superliga na próxima terça-feira (07.03). O Dentil/Praia Clube seguirá em casa e receberá o Fluminense (RJ) para o duelo às 19h30. O Camponesa/Minas estará no Rio de Janeiro (RJ) para um super jogo contra o Rexona-Sesc (RJ), na Jeunesse Arena, dentro do Parque Olímpico, às 20h. Este confronto terá transmissão ao vivo pelo facebook da CBV.

 

O JOGO

Com bom saque de Michelle e bloqueio de Fabiana, o Dentil/Praia Clube abriu 2/0 logo no começo do jogo. A equipe de Uberlândia ainda abriu 4/1. No erro do adversário, o Camponesa/Minas encostou em 3/4. O Praia voltou a abrir vantagem em 7/3 e Paulo Coco pediu tempo. O Minas reagiu, aproximou no placar em 6/8, e foi a vez de Picinin parar o jogo. O time da casa abriu novamente boa vantagem e fez 17/11 depois de dois bons saques de Fabiana. Com Alix bem no jogo, o Dentil/Praia Clube marcou 21/14. Embalada, a equipe da casa não deu chances do adversário e fechou em 25/19.

O Dentil/Praia Clube teve três de vantagem no começo do set (6/3) com ponto de bloqueio de Claudinha. O Camponesa/Minas buscou e aproximou no placar em 5/6. Com Jaqueline pontuando, a equipe visitante deixou tudo igual em 8/8. Na sequência, o Praia voltou a abrir três de vantagem em 13/10. Depois de uma bola muito disputada, o time da casa pontuou e, com Claudinha explorando o bloqueio adversário, marcou 15/11. Paulo Coco parou o jogo. O Minas mexeu no time e, com Fran bem no saque, encostou em 16/17. O set passou a ser disputado ponto a ponto e ficou igual em 19/19. O Dentil/Praia Clube voltou a abrir no final (23/20), mas, no bloqueio de Fran, o Minas deixou tudo igual em 24/24. No final, melhor para o Praia: 26/24.

Sem se abalar com a derrota nos dois primeiros sets, o Camponesa/Minas volto u bem para o terceiro set e abriu 2/0. Na sequência, a equipe visitante ainda abriu 4/1. A vantagem aumentou em 7/3 e Picinin pediu tempo para conversar com suas atletas. O Dentil/Praia Clube aproximou no placar (6/8) e foi a vez de Paulo Coco parar o jogo. Walewska pontuou e colocou o time da casa empatado: 10/10. Com Pri Daroit bem no saque, o Minas voltou a abrir (14/10). Jaqueline explorou o bloqueio e colocou o Camponesa/Minas em 17/12. A vantagem do time visitante foi de 21/16 com ponto de Hoocker. Dessa vez, o Camponesa/Minas que venceu: 25/18.

O terceiro set começou com equilíbrio, com as duas equipes empatando em 3/3. O jogo esteve novamente igual em 7/7. Com dois pontos seguidos de Alix, o Dentil/Praia Clube abriu 9/7. O set seguiu totalmente equilibrado, com empates em 12/12 e depois em 15/15 e 17/17. Quando o Camponesa/Minas marcou 18/17, Ricardo Picinin pediu tempo para orientar a equipe. Michelle rodou e o Praia chegou a mais um empate (18/18). Com bloqueio de Fabiana, o Praia conseguiu abrir dois na reta final do set: 22/20. Com Alix bem no jogo, o Dentil/Praia Clube fechou em 25/20.

 

EQUIPES

DENTIL/PRAIA CLUBE - Claudinha, Daymi, Walewska, Fabiana, Alix e Michelle. Líbero - Tássia

Entraram - Ellen, Ju Carrijo, Malu

Técnico: Ricardo Picinin

 

CAMPONESA/MINAS - Naiara, Hoocker, Carol Gattaz, Mara, Jaqueline e Rosamaria. Líbero - Léia

Entraram - Karine, Pri Daroit, Domingas, Fran

Técnico: Paulo Coco

Rexona-Sesc vence Osasco e garante primeiro lugar antecipado na fase de grupos da Superliga

O Rexona-Sesc venceu o clássico contra Osasco, chegou aos 56 pontos e não pode mais ser alcançado na tabela de classificação. Na Jeunesse Arena, a equipe carioca fez 3 sets a 1, parciais de 25-20, 21-25, 25-21 e 25-15, e contou com ótima presença de sua torcida, 2.402 espectadores, que impulsionaram o time durante toda a partida. 

Além de contar com todas as atacantes efetivas, o Rexona-Sesc conseguiu um ótimo volume de jogo durante todas as parciais. O esquema tático traçado pelo técnico Bernardinho funcionou, e a equipe conseguiu jogar pontuando no contra-ataque. 

Eleita a melhor em quadra, a oposta Monique não só obteve grande atuação no ataque, como foi responsável por inúmeras defesas no time carioca. 

“Eu estou ali no fundo para defender também. Treino para isso, a gente estudou demais o time delas. Tentamos marcar no bloqueio, mas a gente sabe que se passar pelo bloqueio, a defesa precisa funcionar. E a gente conseguiu isso nos três sets que vencemos. No segundo erramos demais, mas tínhamos a certeza de que poderíamos fazer melhor. Então nos concentramos melhor, e no terceiro e quarto set conseguimos executar tudo que treinamos durante a semana”. 

Outro destaque da equipe carioca, a ponteira Gabi ressaltou o pouco número de erros do Rexona-Sesc. 

“Jogar contra Osasco é sempre tenso. Todo mundo sabe que é um jogo muito disputado e decidido em detalhes. Começamos dominando a partida, erramos muito pouco, com a defesa e o bloqueio funcionando. No segundo erramos e colocamos o time delas no jogo, mas nos outros sacamos melhor e conseguimos neutralizar a Tandara, que é uma grande atacante”, analisou Gabi, que agradeceu o apoio incondicional da torcida carioca. 

“A torcida foi nosso sétimo jogador dentro de quadra. Encheu o ginásio, vibrou, nos ajudou e impulsionou durante todo o jogo. Isso não tem preço, é um carinho imenso e agente só tem a agradecer. Esperamos contar com essa energia durante todas as partidas daqui para frente”, finalizou Gabi. 

 

O jogo 

Um ace de Monique colocou o Rexona-Sesc na frente do placar (5-4), e com dois pontos de Anne a equipe carioca abriu vantagem (11-8), forçando o pedido de tempo para Osasco. Gabi pontuava pela ponta e contando com erros da equipe paulista, o Rexona-Sesc abriu 17-12. Com o saque forçado, o bloqueio passou a funcionar e o Rexona-Sesc fechou em 25-20. 

Pressionando Tandara no bloqueio, o Rexona-Sesc abriu 4-0. Osasco chegou ao empate (10-10), mas o bloqueio voltou a surtir efeito (13-11). Com ótima distribuição de Roberta a equipe carioca abriu 18-14 com um ataque de Anne. Em uma sequência de saque, Osasco virou a parcial (18-20), e com boa marcação de bloqueio fechou em 21-25. 

O terceiro set começou muito disputado, mas a ponteira Anne desequilibrou para o Rexona-Sesc (8-6). Após um longo rally, Gabi explorou o bloqueio e marcou 15-13. O bloqueio voltou a fazer efeito e o Rexona-Sesc abriu 20-16 e fechou em 25-21. 

Apresentando muito volume de jogo, com Monique defendendo no fundo de quadra, o Rexona-Sesc abriu 6-3. O bloqueio voltou a funcionar e contando com muitos erros de Osasco, a equipe carioca aumentou a vantagem: 12-7. Com Monique efetiva, o Rexona-Sesc disparou no placar (18-11) e fechou o jogo em 25-15.

Dentil/Praia Clube e Camponesa/Minas fazem duelo mineiro

Uma disputa mineira promete agitar a nona rodada do returno da Superliga feminina de vôlei 2016/2017 na tarde deste sábado (04.03). Dentil/Praia Clube (MG) e Camponesa/Minas (MG), terceiro e quarto na tabela, encerram a rodada, que terá os outros cinco jogos realizados ainda na noite desta sexta-feira (03.03). O confronto será no Praia Clube, em Uberlândia (MG), às 14h10, com transmissão ao vivo da RedeTV.

O Dentil ocupa o terceiro lugar na classificação, com o total de 43 pontos (15 vitórias e quatro derrotas), atrás apenas de Rexona-Sesc (RJ) e Vôlei Nestlé (SP). O Camponesa/Minas cresceu nessa reta final de fase classificatória e se aproximou do adversário, já somando 39 pontos (14 resultados positivos e cinco negativos).

Neste duelo de Minas Gerais, a garantia de bom nível técnico vem com jogadoras renomadas dos dois lados da rede. Pelo time da casa, a bicampeã olímpica Fabiana entra com a experiência. A central de 32 anos destaca o valor da partida deste sábado.

"O jogo contra o Minas é super importante para nós. Vamos enfrentar um adversário complicado, que está logo atrás do nosso time na classificação, e que vem crescendo muito nessa Superliga. Conhecemos bem o time delas, tem muita qualidade em todas as posições. Por isso, é preciso impor nosso jogo desde o início, forçar bem o saque, acertar nosso bloqueio e defesa e entrar com vontade desde o começo. Não podemos deixar o foco ou o ritmo cair contra uma equipe como a do Minas", garantiu Fabiana.

Pelo Camponesa/Minas, a juventude da segunda maior pontuadora da Superliga, Rosamaria. Entusiasmada para encarar o duelo deste sábado, a ponteira de 22 anos 

"O nosso grupo vem vivendo a melhor fase até agora. Viemos de uma boa sequência de vitórias e sabemos da importância dessa partida. A motivação vem daí porque sabemos que podemos subir na tabela. Ainda dependemos de outros resultados, claro, mas essa vitória é muito importante. Classificar na melhor posição para o playoff é fundamental. Esse é um clássico mineiro, um clássico da Superliga e tudo isso influencia nessa partida, mas nosso objetivo é vencer e subir na classificação", destacou Rosamaria.

Rexona-Sesc vence e é tetracampeão Sul-Americano

É campeão! Pela quarta vez o Rexona-Sesc conquistou o campeonato Sul-Americano de clubes. Foi o primeiro confronto entre Rexona-Sesc e Dentil/Praia Clube em um Sul-Americano. Mas a equipe carioca manteve a invencibilidade diante do rival mineiro e venceu por 3 sets a 1 (25-19, 20-25, 25-19 e 25-10), conquistando o título do torneio continental e uma vaga no Mundial de clubes, que será disputado em maio, em Kobe, no Japão. 
 
Mesmo jogando na casa do adversário, o Rexona-Sesc começou a partida impondo um forte ritmo de jogo. E, apesar da ascensão mineira no segundo set, a equipe carioca soube controlar os nervos e ajustar os detalhes para voltar a liderar o marcador a partir do terceiro set . 
 
 
 
 
“Quando começou a temporada a gente sabia da importância desse campeonato. E sendo em Minas só aumentou as nossas dificuldades. Enfrentar o Praia na casa deles é uma missão dificílima. O primeiro set foi duro, mas a gente conseguiu ajustar e no detalhe abrimos uma diferença para vencer. No segundo desperdiçamos muito contra-ataque e isso fez toda a diferença. Mas a partir do terceiro, colocamos a cabeça no lugar, paramos de errar, jogamos a pressão para o lado delas e nosso jogo funcionou. O quarto set foi atípico, mas que bom que deu tudo certo para a gente. Missão cumprida”, analisou Gabi, que foi eleita a jogadora mais valiosa do Sul-Americano de clubes. 
 
“É clichê, mas é a mais pura verdade. O que importa para a gente são os títulos coletivos, não adiantaria ganhar o prêmio, sem ganhar o campeonato. Fico muito feliz, mas qualquer uma poderia ter ganhado, jogamos como um time e todas foram muito bem”. 
 
Apesar da euforia com a conquista do título, o técnico Bernardinho prefere agora voltar as atenções para a Superliga, para só depois pensar no Mundial de clubes. 
 
“Vencemos um campeonato muito importante. Uma vitória na casa delas, mas agora nosso foco será a Superliga. Temos quatro jogos que serão dificílimos, queremos manter a liderança, então teremos que trabalhar muito. O que muda é que agora sabemos que nossa temporada só terminará em maio. Mas o Mundial é um torneio muito difícil, as equipes contam com muitas estrangeiras. Temos que focar primeiro na Superliga, para só depois pensar nas pedreiras do Mundial”, finalizou o técnico Bernardinho. 
 
Além da ponteira Gabi ter sido eleita a melhor jogadora da competição, Fabi ganhou o prêmio de melhor líbero, Monique, melhor oposta e Roberta, melhor levantadora. 
 
O jogo 
 
Com o passe na mão, a levantadora Roberta começou a partida colocando as meios de rede para jogar (8-7). Com as duas equipes errando muito o placar seguiu empatado (13-13). Contando com três erros consecutivos, o Rexona-Sesc abriu vantagem (20-17) e com um ponto de Anne fechou em 25-19. 
 
Uberlândia voltou mais concentrado (1-4) obrigando o técnico Bernardinho a pedir tempo. Contando novamente com os erros mineiros, o Rexona-Sesc encostou no placar (8-9), mas Uberlândia abriu de novo amortecendo os ataques cariocas e pontuando no contra-ataque (9-14). Mais agressivo, o Uberlândia abriu 12-19 e fechou em 20-25. 
 
O terceiro set voltou a começar equilibrado (6-6), mas o Rexona-Sesc aproveitou dois erros consecutivos de Uberlândia e abriu vantagem (14-11). Uberlândia buscou o empate (16-16), mas com bom volume de jogo a equipe carioca voltou à frente do marcador (20-18). Um bloqueio garantiu a vitória no terceiro set: 25-19. 
 
O Rexona-Sesc voltou embalado para o quarto set: 8-3. Com ótimo aproveitamento da oposta Monique, a equipe carioca abriu 12-5. Uma marcação certeira de bloqueio ajudou o Rexona-Sesc a abrir 18-8 e fechar o jogo em 25-10. 

Praia vence com tranquilidade na estreia no torneio Sulamericano

As anfitriãs praianas não tomaram conhecimento do time boliviano e impuseram seu ritmo de jogo, com Alix de volta após retornar de contusão o time titular do Praia precisou de apenas 12 minutos para fechar o primeiro set em 25/2. Após um tranquilo primeiro set o técnico Picinin resolveu dar ritmo para o grupo e entrou nos sets seguintes com as jogadoras reservas e o resultado não foi diferente, as donas da casa venceram o segundo e terceiro set pelo placar de 25/6.

Com o resultado da partida os classificados já são conhecidos, Vila Dora que havia vencido ontem (14/02) o Olympic e o Praia avançam, bastando agora a definição das colocações. A definição do grupo está marcada para as 19:30 desta quinta (15/02) na Arena Praia.

 

A Partida

A torcida praiana pode ver o retorno de Alix após de uma luxação que a tirou de algumas partidas pela Superliga. O Praia começou a partida com força máxima e não teve dificuldades para superar o Olympic, com suas principais armas em quadra a levantadora Claudinha distribuiu bem as jogadas e em apenas 12 minutos o Praia conseguiu chegar ao placar de 25/2, a baixa estatura das jogadoras bolivianas impediram qualquer impeto de reação.

Após um primeiro set tranquilo o técnico Ricardo Picinin modificou toda a equipe e entrou com o time reserva para o segundo set. Mesmo com a alteração total no time o ritmo não caiu e conseguiu fechar o set em 25/6

No derradeiro set as anfitriãs mantiveram a mesma formação do segundo set e o placar também não foi alterado, novamente 25/6 para o Praia.

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