Brasil vence Estados Unidos e é campeão pela 11ª vez

Time do Brasil conquista pela 11o vez o título do Grand Prix. Crédito: Divulgação/FIVB

A seleção brasileira feminina de vôlei é campeã do Grand Prix pela 11ª vez. Na decisão, a equipe do treinador José Roberto Guimarães venceu, neste domingo (10.07), os Estados Unidos, líder do ranking mundial, por 3 sets a 2 (18/25, 25/17, 25/23, 22/25 e 15/9), em 1h56 de jogo, no Huamark Indoor Stadium, em Bangcoc, na Tailândia. A Holanda superou a Rússia por 3 sets a 2 e ficou com a medalha de bronze. 

Com o resultado, o time verde e amarelo aumentou o número de conquistas em relação a segunda seleção com mais títulos. Enquanto as brasileiras venceram pela décima primeira vez (1994, 1996, 1998, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009, 2013, 2014 e 2016), os Estados Unidos, segunda equipe com mais conquistas, têm seis.
O Brasil terminou a fase final invicto e perdeu apenas dois sets. Ao longo de toda a edição 2016 do Grand Prix, o time verde e amarelo venceu 11 partidas e foi superado em apenas duas na fase de classificação pela Sérvia e China, respectivamente. 

A central Fabiana foi a maior pontuadora entre as brasileiras na final, com 18 acertos. A oposta Sheilla e a ponteira Fê Garay, com 14 cada, a central Thaisa e a campeã olímpica Natália, com 12 cada, também pontuaram bem numa distribuição homogênea da levantadora Dani Lins. Apesar da derrota, os Estados Unidos tiveram a maior pontuadora do confronto, a central Akinradewo, com 19 acertos. 

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da participação do Brasil no Grand Prix e comentou sobre o duelo contra os Estados Unidos. 

"A vontade e a disposição que esse grupo apresentou foram fatores muito positivos. Fico feliz pela atitude que esse time teve durante a competição. Quando elas jogam abaixo eu cobro muito e nós somos uma equipe que precisa jogar sempre no limite. Dependemos muito da agressividade do nosso ataque para conseguirmos ter bons resultados. O ataque também direciona o resto dos fundamentos. Esse resultado de 3 sets a 2 contra os Estados Unidos tem um significado de que vai ser muito difícil nos Jogos Olímpicos. Vamos precisar manter essa postura porque as norte-americanas vão vir ainda mais fortes no Rio. Estamos no caminho certo, mas como falei ontem é daí para cima", analisou José Roberto Guimarães, que no final do terceiro set foi o responsável por pedir o desafio que selou a vitória brasileira na parcial. 

Eleita a segunda melhor central da competição, a bicampeã olímpica Thaisa parabenizou o grupo pelo resultado e lembrou da importância de seguir evoluindo até os Jogos Olímpicos. 

"Foi bom, porém sabemos que ainda temos muito o que melhorar. Os Jogos Olímpicos são uma outra competição e é outra história Estou feliz, mas não satisfeita. O Grand Prix foi importante porque ganhamos confiança. Hoje saímos atrás na partida contra os Estados Unidos e conseguirmos virar. Isso fortalece o grupo, mas sabemos que ainda precisamos evoluir", disse Thaisa. 

O JOGO

O set começou equilibrado e os Estados Unidos foram para a primeira parada técnica com um de vantagem (8/7). Quando as norte-americanas fizeram 10/7, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Os Estados Unidos se destacavam no saque e abriram cinco pontos (14/9). A equipe do treinador Karch Kiraly seguiu melhor, fez 19/14 e o técnico José Roberto Guimarães voltou a parar o jogo. Os Estados Unidos seguiram melhores e venceram o primeiro set por 25/18. 

O treinador José Roberto Guimarães trocou as ponteiras no início da segunda parcial. Entrou Jaqueline e saiu Fê Garay. Bem no bloqueio, os Estados Unidos fizeram 7/5. As brasileiras cresceram de produção e viraram o marcador (8/7). Com um ace da central Thaisa, o time verde e amarelo fez 11/9. O Brasil foi para o segundo tempo técnico com três de vantagem (16/13). A ponteira Jaqueline se destacava e as brasileiras fizeram 17/14. O Brasil foi melhor na parte final da parcial e levou a melhor no segundo set por 25/17. 

Os Estados Unidos voltaram melhores para o segundo set e fizeram 6/4. O volume de jogo das brasileiras passou a dificultar o jogo das norte-americanas e a equipe verde e amarelo fez quatro pontos seguidos (8/6). Quando o Brasil fez 14/11 foi a vez do técnico norte-americano, Karch Kiraly, pedir tempo. Mesmo com a paralisação, as brasileiras foram para o segundo tempo técnico com quatro de vantagem (16/12). O Brasil segurou uma reação dos Estados Unidos e venceu o terceiro set por 25/23, depois do treinador José Roberto Guimarães usar o recurso do desafio que apontou toque no bloqueio em um ataque da central Thaisa. 

O Brasil começou melhor no quarto set e fez 8/7. Os Estados Unidos abriram dois pontos (10/8) e o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. O volume de jogo das brasileiras voltou a aparecer e o Brasil empatou (12/12). Numa bola rápida da central Thaisa, o time verde e amarelo abriu dois pontos (15/13). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. Os Estados Unidos aproveitaram os erros do Brasil no final da parcial e venceram o quarto set por 25/22.

As brasileiras começaram melhores no tie-break e fizeram 5/3. Com um ponto de bloqueio, o time verde e amarelo abriu três pontos (8/5). Neste momento, o treinador norte-americano pediu tempo. O bloqueio das brasileiras incomodava as americanas e o Brasil aumentou a diferença no placar para cinco pontos (10/5). O Brasil segurou a diferença até o final e venceu o set por 15/9 e o jogo por 3 sets a 2. 

Seleção do Grand Prix

O Brasil ainda teve outros motivos para comemorar neste domingo. A ponteira Natália foi eleita a melhor jogadora da competição, a central Thaisa, a segunda melhor jogadora da sua posição, e a atacante Sheilla, a melhor ponteira. Natália analisou a participação do Brasil no Grand Prix e ressaltou a força do grupo na conquista. 

"Estou muito feliz pelo nosso grupo. Começamos o Grand Prix de uma maneira e terminamos de outra. A nossa atitude dentro de quadra mudou e hoje estamos mais agressivas. Treinamos muito para alcançarmos esse resultado. Nosso primeiro objetivo do ano foi alcançado, mas ainda temos um maior pela frente que são os Jogos Olímpicos", disse Natália que ainda falou sobre a premiação de MVP do Grand Prix. 

"Esse prêmio individual me deixa feliz por estar podendo ajudar ao time e isso é o mais importante. Ainda tenho muito o que melhorar e vou seguir trabalhando forte para isso", afirmou Natália. 

SELEÇÃO DO GRAND PRIX

MVP: Natália Pereira (Brasil)
Melhor levantadora: Nootsara Tomkom (Tailândia)
Melhor ponteira: Sheilla Castro (Brasil)
2ª melhor ponteira: Kimberly Hill (Estados Unidos)
Melhor central: Rachael Adams (Estados Unidos)
2ª melhor central: Thaisa Menezes (Brasil)
Melhor oposto: Lonneke Slöetjes (Holanda)
Melhor líbero: Li Lin (China)

Brasil estreia com vitória na Liga Mundial

Brasil larga na frente e vence a primeira na Liga Mundial. Crédito: Célio Messias/Inovafoto/CBV 

 

O Brasil fez sua estreia na Liga Mundial de Vôlei na Arena 1 no Parque Olímpico, competição que é 10 vezes campeão, contra a seleção do Irã e saiu vitoriosa com 3 a 0 no placar. Mas a vitória não foi tão fácil assim com o time passando sufoco no último set. O Grande destaque do time do Brasil foi Lucarelli que foi o maior pontuador do jogo. 

“Estamos tentando implantar uma nova filosofia de forçar os saques. No voleibol moderno, o saque é uma das armas mais importantes que se tem. Temos que correr o risco e hoje deu certo e alguns erros. Podemos crescer com entrosamento e isso requer tempo. Esse é só o primeiro passo e podemos ter esperança. Foi bom sentir o clima de casa e algo que nos espera daqui há 50 dias” – Conta Lucarelli sobre a partida.

A seleção do Brasil vem desde 2010 sem títulos na competição. Esta é a 26º participação do time na Liga Mundial. 

O Jogo

O Brasil começou arrasador no primeiro set e abriu 5 pontos de vantagem para cima do Irã o que já fez o técnico deles pedir tempo logo de início. Acabou de surtiu efeito e eles encostaram no placar com 5 a 4. Com uma boa atuação de Lucarelli no ataque e no bloqueio, o time brasileiro voltou a abrir frente diante dos iranianos abrindo 11 a 5 e fez o técnico faz um novo pedido de tempo, porém não surtiu muito efeito dessa vez e o Brasil abria mais no placar com o time da Ásia só pontuando em erros do Brasil como numa bola mal levantada por Bruninho em que a bola caiu no chão sem nem cruzar a rede. Eles até começaram a encostar perigosamente no placar, mas Lucas também inspirado ajudou na recuperação. Num bloqueio de Lucão, o Brasil fechou o set em 25 a 19 abrindo 1 a 0 no placar.

O segundo set teve um outro contorno. O Irã começou abrindo 2 pontos de vantagem para cima do Brasil e o empate veio logo em seguida. A partida seguiu muito equilibrada com nenhuma das equipes abrindo frente até o 10 a 10 quando Lucão acertou um ace. O que se viu a partir daí foi uma sequência de pontos para o time do Brasil com o Irã se apagando em quadra. Bem que o técnico deles tentou mexer no time e fez dois pedidos de tempo para tentar salvar seu time, mas não surtiu muito efeito. O time do Brasil comandado por Lucarelli fechou o set com 25 a 16 e ficando com 2 a 0 no jogo.

O terceiro set foi extremamente equilibrado e disputado. A partida ganhou contorno de emoção com as duas equipes andando juntas o tempo todo ao longo do set. O Brasil até chegou a ter alguma vantagem em várias bolas que Lucarelli foi acertando e o Irã recuperava a vantagem. O brasil chegou a ter o match point e em duas jogadas espetaculares o Irã virou o placar tendo o set point. O Irã teve tudo para fechar o set, mas Mauricio salvou o set point. Bruninho chegou a errar o saque e novamente o Irã teve a oportunidade de fechar o set e não conseguiu. Foi a vez de Lucarelli em acertar o ataque e botar o Brasil em vantagem. Coube a ele dar dois ótimos saques e fechar o set em 28 a 26 e vencer por 3 sets a 0.

Amanhã o Brasil entra em quadra contra a Argentina também as 14:10 e fecha a primeira fase da Liga Mundial contra os Estados Unidos no sábado as 23:10.

 

Brasil vence Sérvia em jogo sem dificuldades

Vitória do Brasil foi tranquila. Crédito: Bruno Neves Lopes/Esportes de A à Z

 

O Brasil terminou com 100% de aproveitamento na primeira rodada do Grand Prix de vôlei jogando na Arena 1 no Rio ao derrotar a Sérvia por 3 a 0 no placar com destaque para Gabi que entrou no segundo set e ficou na quadra até o final da partida. Outro destaque foi a homenagem que as ex-jogadoras da seleção receberam.

“Fiquei muito feliz com a oportunidade e tive a oportunidade de jogar e mostrar mais o que posso fazer. Espero poder crescer bastante e não foi surpresa ficar em quadra, o Zé tinha me avisado e é bom o rodizio que ele está fazendo e está uma boa briga pelas vagas na seleção” – conta Gabi sobre a partida.

Zé Roberto ficou satisfeito com essa primeira rodada. “Está uma ótima fase de preparação para as olimpíadas. Pude colocar o máximo de jogadoras que pude em quadra para poder dar ritmo a elas. Agora partimos para Macau e teremos a Sérvia novamente e jogaremos com a China que tem privilégio de jogar em casa sempre nas primeiras rodadas.” 

Natalia foi destaque no bloqueio. Crédito: Bruno Neves Lopes/Esportes de A à Z

O Jogo

O primeiro set começou muito bem para o Brasil. Natalia fez o primeiro ponto para o Brasil e disparou no placar abrindo 6 a 2 o que fez o técnico da Sérvia pedir tempo para acertar seu time. Acabou que surtiu efeito e elas passaram a acertar no jogo e encostaram no placar e chegaram até a virar e obrigou Zé Roberto a pedir tempo. Coube a Natália chamar a responsabilidade no set e botar a seleção na frente, voltando a abrir e não demorou para confirmar o set em 25 a 20 e 1 a 0 no placar.

No segundo o ritmo não foi muito diferente e o Brasil abriu 5 a 1 no placar e mais uma vez as sérvias encostaram no placar. A entrada de Gabi no time deu outro ritmo ao time e ela ajudou o time a manter a frente no placar e continuar abrindo no placar. Thaisa acabou sendo a grande pontuadora do set e a vitória se tornou mais tranquila com o Brasil fechando em 25 a 18.

Antes do terceiro set, aconteceu uma homenagem as jogadoras brasileiras de várias gerações do vôlei desde as olimpíadas de moscou em 1980 até as seleções campeãs em Pequim 2008 e Londres em 2012. As atletas foram ovacionadas pelo público. 

Jogadoras de todos os tempos foram homenageadas na Arena 1. Crédito: Bruno Neves Lopes/Esportes de A à Z

Depois da homenagem, as brasileiras entraram desconcentradas em quadra e cometeram erros bobos e permitiu a Sérvia ficar a frente no placar com 5 a 2. Depois de um rally que teve mais de 20 pontos, Sheilla definiu o ponto e assim iniciou a reação do time do Brasil que virou no placar e voltou a rotina abrindo para 12 a 7. A vantagem foi só aumento chegando a 20 a 11 quando as servias começaram a reagir no placar e perigosamente começaram a encostar. Zé Roberto colocou Adenisia em quadra e tentar manter o time à frente. As duas equipes passaram a trocar bolas e com um bloqueio de Thaisa, o Brasil venceu o terceiro set por 25 a 18 e fechou a rodada no Rio com 3 vitórias.

Fe Garay voa em mais um ataque do Brasil. Crédito: Bruno Neves Lopes/Esportes de A à Z

O Brasil volta a quadra na sexta em Macau contra a Sérvia novamente na segunda rodada do Grand Prix.

 

Brasil tem mais atitude e vence Japão

Seleção brasileira teve mais atitude em quadra e venceu fácil o Japão. Crédito: Ricardo Erlich/Esportes de A à Z 

 

Com muito mais atitude em quadra, o Brasil não encontrou muitas dificuldades para vencer o time do Japão por 3 sets a 0 na segunda partida do Grand Prix com parciais de 25/20, 25/23 e 25/13 em uma partida em que Thaisa foi o grande destaque como pontuadora acertando várias bolas.

“Foi um jogo de bate e rebate, um jogo que pede muita paciência contra as japonesas. Elas são de trocar muito de posição e até posso dizer que sai com dor de cabeça com essas trocas. O Zé nos cobrou mais atitude ontem e em campo conseguimos demostrar para poder ter uma vitória mais tranquila. ” – Conta Thaisa sobre a vitória.

O técnico Zé Roberto gostou mais da partida de hoje.

“Ontem cobrei das atletas para que elas tivessem mais atitude e não repetir os mesmos erros que cometeram diante do time da Itália. Apesar de um pequeno vacilo ali no segundo set em que quase perdemos o set, o time se comportou muito melhor e conseguimos trazer a vitória fácil.” – Narra Zé Roberto.

O Jogo

Mais relaxadas depois da estreia, as brasileiras entraram muito mais tranquilas em quadra e mesmo com um jogo diferente das japonesas, tomaram a frente do placar no primeiro set e abriram uma ampla vantagem de mais de 8 pontos com Thaisa acertando a maior parte das bolas, ela que não jogou ontem no rodizio que Zé Roberto está promovendo no time para dar ritmo de jogo. As japonesas até chegaram a esboçar uma reação no final do set se aproximando no placar, o que obrigou a um pedido de tempo. Foi o suficiente para se concentrarem e fechar o primeiro set com 25 a 20 abrindo 1 a 0 no placar.

Diferente do primeiro, o segundo set começou muito mais equilibrado sem nenhuma das equipes abrindo no placar e num toque na rede de Fernanda Garay, as japonesas passaram a frente com 2 pontos de vantagem. Depois da parada técnica a vantagem foi só ampliando num jogo muito mais consistente delas. Em uma boa cortada de Thaisa, o Brasil começou a reagir e devolveu a diferença empatando a partida. O jogo seguiu apertado com as duas equipes pontuando até o 23 a 23, quando em duas ótimas infiltradas, o Brasil virou e fechou o segundo set em 25 a 23 botando 2 a 0 no placar.

O terceiro começou com as brasileiras massacrando as japonesas abrindo logo de cara 6 pontos no placar. O jogo ficou fácil para as brasileiras e apenas administrando e fecharam o terceiro set em 25 a 13 dando números fnais a partida.

No domingo, o Brasil enfrenta a Sérvia as 10hrs.

 

Brasil sofre mas vence na estréia do Grand Prix

Brasil começou mal a partida, mas venceu a Itália por 3 sets a 1. Crédito: Ricardo Erlich/Esportes de A à Z

 

Em uma estreia nervosa no Grand Prix, a seleção brasileira venceu a seleção italiana por 3 sets a 1 na Arena 1 no Rio de Janeiro dando início a sua busca pelo 11º título em sua 23º participação.

“É importante ter serenidade de vez em quando como foi a final da partida. Queremos ganhar sempre, mas tivemos uma reação no final e é uma prova que estamos em busca do título. Nós sabíamos que é uma equipe sem responsabilidade e jogaram bem mais soltas e agora vamos focar no Japão que tem outro estilo de jogo e temos que mudar a chave muito rapidamente. Conta Fernanda Garay sobre a partida de hoje.

O Jogo

Com um ótimo retrospecto contra as italianas no Grand Prix (20 vitórias contra 4 na história) o jogo começou mal para a nossa seleção. Muito nervosas, elas saíram atrás do placar com vantagem de 5 a 1 para as Italianas. Foi nessa hora que Sheila chamou a responsabilidade e conseguiram equilibrar a partida chegando ao empate e até a virar. O que se viu a partir de então foi um jogo muito equilibrado que acabou sendo decidido num bloqueio que Fernanda Garay levou e permitiu que as italianas abrissem dois pontos no placar e fechar o set em 25 a 23 e abrindo 1 a 0.

O segundo começou no mesmo ritmo do primeiro com as Italianas abrindo 5 a 2 no placar e mais uma vez, as brasileiras começam a buscar no placar e jogando de forma bem mais tranquila, viraram a partida, bem como se impuseram abrindo 5 pontos de vantagem com o placar em 11 a 6. O jogo seguiu mais tranquilo para as brasileiras que só precisaram administrar o jogo delas e ir abrindo aos pouquinhos no placar. As brasileiras chegaram a ter 20 a 10 no placar quando as italianas acertaram duas ótimas bolas e ameaçaram reagir no set. Ao final, confirmaram e fecharam em 25 a 15 empatando o jogo em 1 a 1.

Finalmente no terceiro set, as brasileiras saíram em vantagem no placar e coube as italianas buscarem o placar e equilibrar a partida. Mas foi o time do Brasil que abriu e fez 11 a 5 em pouco tempo, obrigando o técnico italiano a pedir tempo. Sem muitas dificuldades e com um jogo muito superior, o time brasileiro tornou a ficar à frente e disparou botando 10 pontos de vantagem e sem muita dificuldade, fecharam o set em 25 a 15 e virando em 2 a 1 no jogo.

E mais uma vez no quarto set, as brasileiras saíram na frente no placar e diferente dos outros três, o início foi muito equilibrado sem nenhuma das duas equipes abrirem no placar. Quem conseguiu abrir no placar foram as italianas que conseguiram abrir o placar em 4 pontos chegando a ter 15 a 11 a frente. E num bloqueio triplo, o time brasileiro chegou a esboçar uma reação, mas jogando muito melhor, as italianas voltaram a pontuar e abriram 5 pontos. As brasileiras enfim, começaram a reagir e diminuíram para 2 pontos a vantagem para as gringas com o placar e 22 a 20 incendiando a partida. As italianas tiveram o set point e as brasileiras conseguiram empatar em 24 a 24 e em seguida virar tendo o set point. As italianas acabaram empatando, mas em seguida, o Brasil confirmou duas bolas fechando com 27 a 25 e vencendo por 3 a 1.

“Sabíamos que a Itália ia arriscar e não gostei da atitude do time logo no inicio do jogo e no quarto set. Não precisávamos ter sofrido como foi e irei conversar com nossas jogadoras para melhorar esse ponto. Para amanhã contra o Japão, irei fazer um rodízio para que nossas atletas possam ganhar ritmo de jogo e já treinar com elas já que iremos enfrenta-las em nossa chave nas olimpíadas. Nosso objetivo que é o título do Grand Prix. 

 Amanhã a seleção enfrenta as japonesas as 14:10 e no domingo, as sérvias as 10h05min

 

Brasil é superado pela Itália no Foro Itálico

Um espetáculo pôde ser visto pelas cerca de 11.130 pessoas que estiveram no Foro Itálico, em Roma, nesta sexta-feira (19). Um dos maiores clássicos do vôlei mundial, Itália x Brasil, aconteceu a céu aberto, algo incomum na modalidade, e as duas seleções fizeram uma bela apresentação pela quarta etapa da Liga Mundial. No final, melhor para o time da casa, que venceu por 3 sets a 2 (26/24, 21/2525/18, 17/25 e 14/16), em 2h22 de partida.

Mesmo com o resultado negativo, o Brasil contou com os maiores pontuadores do jogo: o oposto Wallace e o ponteiro Lucarelli, ambos com 20 pontos. O desempenho individual não agradou Wallace, que, sempre prioriza o sucesso da seleção brasileira. "Sempre disse isso e hoje, mais uma vez. O importante aqui é a vitória do Brasil. Infelizmente, não conseguimos, mas vamos buscar esse resultado no jogo de domingo", afirmou Wallace.

Tagged sob

Rexona-AdeS vence San Martin e está na final do Sul-Americano de clubes

O que todos esperavam acabou acontecendo no Sul-Americano de clubes. Após vencer o San Martin, do Peru, por 3 sets a 0 (25/15, 25/13 e 25/19), neste sábado (07.02), o Rexona-AdeS confirmou seu nome na final da competição, onde terá pela frente o Molico/Nestle. Invictas, as equipes brasileiras duelarão neste domingo (08.02), às 13h30, no ginásio José Liberatti, em Osasco.

Fazendo sua estreia na competição, a ponteira Natalia brilhou. Foi a maior pontuadora com 15 acertos e ajudou o Rexona-AdeS a conquistar a vaga em mais uma final. “Sempre faz bem ter um descanso, mesmo que seja forçado. Já estou bem do ombro e pude ajudar a equipe a chegar em mais uma final”, disse a ponteira, já mostrando concentração para a final.

Molico/Nestlé decide o título do Sul-Americano neste domingo

O Molico/Nestlé entra em quadra neste domingo (8), às 13h30, para buscar seu quinto título sul-americano. O adversário será o vencedor da semifinal entre Rexona-Ades e as peruanas do San Martin de Porres, partida em andamento neste momento. Se o time brasileiro confirmar o favoritismo, a final será uma reedição do maior clássico do vôlei nacional. A decisão será disputada no ginásio José Liberatti, sede de todos os jogos do torneio, com transmissão do SporTV. Neste sábado, a equipe comandada por Luizomar venceu o Villa Dora, da Argentina, por 3 a 0, parciais de 25/11, 25/9 e 25/16, em 1h02. A maior pontuadora foi a ponteira Carcaces, com 19 acertos.

Reserva de Samara na sexta-feira, a ponteira Gabi começou como titular na semifinal e foi a segunda maior pontuadora do time, com 10 acertos. "Foi uma partida em que soubemos jogar diminuindo os erros e com responsabilidade. O comprometimento é grande por ser uma semifinal e a boa atuação dá confiança para a final. Não sei se começo jogando amanhã (domingo), mas estou pronta. O Luizomar está dando ritmo para todas as jogadoras e estarei à disposição se for para entrar no decorrer do jogo ou iniciando a partida. O time está preparado e vamos com muita vontade em busca da vitória", disse Gabi. 

Rexona-AdeS estreia com vitória no Sul-Americano de clubes

A diferença técnica era grande. A tradição, também. E esses fatores realmente acabaram fazendo a diferença na estreia do Rexona-Ades na estreia do Sul-Americanos de clubes nesta quarta-feira (04.02), em Osasco. Diante do Aragua Voleibol Club, da Venezuela, o time comandado pelo técnico Bernardinho fez 3 sets a 0 (25/17, 25/9 e 25/11) e confirmou seu favoritismo.

Com o intuito de dar mais rodagem para algumas atletas e poupar outras, Bernardinho escalou a equipe com Bruna, Roberta, Regiane, Gabi, Mayhara, Carol e Fabi. E uma das titulares do time que esteve em quadra o tempo todo acabou fazendo a diferença. Com 16 pontos, Carol foi a maior pontuadora e o nome do jogo.

Molico/Nestlé vence com facilidade na estreia do Sul-Americano

O Molico/Nestlé não teve dificuldades para aplicar 3 sets a 0 no Club Atletico Bohemios, do Uruguai, na primeira rodada do Campeonato Sul-Americano de Clubes. O time comandado por Luizomar estreou com tranquilidade e venceu por 25/4, 25/9 e 25/8, em duelo realizado no ginásio José Liberatti com duração de 58 minutos. Adenízia, Mari e Gabi foram os destaques com 10 acertos cada. Na segunda rodada, a equipe de Osasco encara o Boston College, do Chile, nesta quinta-feira (5), novamente às 19h30. 

Mari iniciou a partida como titular e apontou qual foi a principal motivação diante das uruguaias. "É difícil manter a concentração sabendo que não precisaremos fazer muito esforço para ganhar. Nesta situação, o principal sinal de respeito que podemos dar é jogar com seriedade. E fizemos isso. Em jogos como esse precisamos dosar e tomar cuidado para não nos machucarmos. Temos de entrar sempre firmes e a principal motivação é manter o nível", disse a ponteira. 

Assinar este feed RSS