Bruno Lopes

Bruno Lopes

Flamengo volta a ter time de vôlei feminino para disputar Superliga

Campeão da Superliga feminina na temporada 2000/2001, o Flamengo volta a ter um time profissional no vôlei. Em lançamento realizado na sede do clube hoje, foi apresentado o projeto e o time que irá disputar o campeonato carioca e a Superliga B no inicio do ano que vem com a ideia de chegar a elite para temporada 2019/2020.

O time será composto por: As ponteiras Nayara Felix (capitã da equipe), Natasha Valente, Juliana Ribeiro e Thayná Soares; as opostas Angélica Caboclo e Maria Bárbara Bierman; as levantadoras Rafaela Lima, Thaís Oliveira e Laura Canedo; as centrais Juliana Mello, Nandyala Gama e Luiza Scher; e as líberos Fernanda Oliveira e Paola Cascardo. O treinador Alexandre Ferrante tem em seu plantel os assistentes técnicos Abel Martins e Alexandre Rozenberg, o estatístico Hugo Hargreaves, o preparador físico Giovani Ciprandi e os roupeiros Célia Mendonça e Adailton Lourenço. 

“O voleibol sempre teve uma tradição enorme dentro do Flamengo. As equipes de Jacqueline e Izabel, de Virna e Leila, do Nalbert nas categorias de base, de Bernard e Tande, de Ênio Figueiredo e Radamés Lattari, entre outras tantas gerações anteriores, não saem do imaginário rubro-negro. Agora, com a estrutura montada, pés no chão - mas com a ambição da vitória lá no alto - e com um projeto estruturado, chegou a hora de retomarmos esse sonho.  A força do Manto Sagrado vai nos levar de volta à Superliga A, para seguirmos o caminho da elite do voleibol nacional”, comentou Póvoa, que frisou também que a cobrança é grande. 

 

"Falei com as meninas: a boa notícia é que vocês estão vindo para o maior clube esportivo do Brasil, com a maior torcida do mundo. A má notícia, e a realidade, é que o Flamengo tem que ganhar. Não entramos em campeonatos para ser segundo, ou terceiro. Temos a obrigação de ganhar. Isso dá muita força para a gente. E esse grupo foi escolhido a dedo", disse.

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Deu Quênia na Meia Maratona do Rio

Com o cenário deslumbrante de um sábado perfeito de sol, a Meia Maratona Olympikus da Cidade do Rio de Janeiro terminou com vitórias de atletas africanos e estreantes na prova. Na disputa feminina de elite, a etíope Meseret Merine foi a primeira a cruzar a linha de chegada, em 1h15min21s. No masculino, o queniano Paul Kipkemoi Kipkorir venceu com o tempo de 1h04min05s. O Brasil ficou com a medalha de prata nas duas provas. Entre as mulheres, Gessica Ladeira ficou em segundo lugar (1h19min17s), enquanto Giovane dos Santos ficou com o vice entre os homens (1h06min13s). Além da disputa de elite, aproximadamente 15 mil corredores coloriram a orla carioca no percurso de 21km.  A prova largou na Avenida do Pepê, na Barra da Tijuca, e terminou no Aterro do Flamengo. O sábado ainda contou com a prova infantil - Maratoninha Gloob. 

A corrida foi muito boa. Estava fazendo um pouco de calor, mas com o vento vindo da orla e a torcida nos empurrando ao longo do percurso. Formamos um time muito competitivo de quenianos e brasileiros. Na marca de 10km, decidi apertar o ritmo e consegui a vitória”, afirmou Paul Kipkorir, da equipe Luasa Sports Caixa.

Giovani dos Santos chegou em segundo e foi o melhor brasileiro. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

A Maratona CAIXA do Rio de Janeiro terá sua 16ª edição neste domingo, dia 3, com largada marcada para 7h, na Praça Tim Maia, no Pontal. O evento promete disputas emocionantes entre nomes da elite do atletismo, como Franck Caldeira, campeão da maratona nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007.  


O brasileiro Giovani dos Santos,  que foi campeão da Meia Maratona Olympikus da Cidade do Rio de Janeiro em 2017, falou sobre a disputa desse ano. O mineiro de Natércia estava empolgado com o resultado na Cidade Maravilhosa. 

 

“A gente disputa com os africanos, e o nível é muito alto. Estou feliz pelo pódio. Em maio, em Santos, a gente chegou praticamente na mesma posição de hoje: o queniano (Paul Kipkorir) ficou em segundo e eu fiquei em terceiro. Competir no Rio também é muito bom. O percurso é duro mas essa prova é muito especial. Tinha até torcida em alguns pontos como a Praia de Copacabana”, afirmou Giovane dos Santos.

Cerca de 15 mil corredores participaram da prova que saiu do Pepê até o Aterro. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ


“Foi meu segundo ano na Meia Maratona. Ano passado fui terceira colocada e este ano fui vice-campeã com muita fé, amor e persistência. Estou muito feliz”, disse Gessica Ladeira, de 24 anos.

Maratoninha Gloob bota a criançada para correr

 

Também neste sábado, dia 2, foi disputada a Maratoninha Gloob, novidade da programação do fim de semana da 16ª edição da Maratona CAIXA do Rio de Janeiro. A prova reuniu crianças de 3 a 10 anos, com percursos de 100m a 800m no Aterro do Flamengo. Mais do que o resultado, o que importava era a emoção de pais e filhos. O corredor Gastão Neder, por exemplo, conseguiu dar conta de um desafio especial. Completou a Meia Maratona em menos de duas horas, a tempo de participar da Maratoninha ao lado do filho João Pedro, de 5 anos.

 

“Foi a primeira corrida dele. Eu inscrevi o João Pedro, mas tinha combinado com a minha esposa e ela veio também, porque eu não sabia se chegaria da Meia Maratona a tempo”, descreveu Gastão, de 37 anos, que precisou se superar para encontrar o filho. “Eu tinha me preparado para fazer a Meia Maratona em menos de duas horas pela primeira vez, mas, quando cheguei ao quilômetro 4, senti um estiramento na panturrilha direita. Parei no quilômetro 5, peguei gelo e continuei. Como tinha prometido ao João Pedro que ia chegar para correr com ele, não queria decepcioná-lo. Ele foi a minha motivação para completar a prova em menos de duas horas.”

Cerca de 2 mil corredores ainda vão encarar a Maratona amanhã para fechar o Desafio Cidade Maravilhosa como o atleta Luiz Plácido. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ 

RESULTADOS MEIA MARATONA OLYMPIKUS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

  

Feminino

 

1)    Meseret Merine (Etiópia/ Luasa Sports Caixa), 1h15min21

2)    Gessica Ladeira (Brasi/ Filé e Marcia Narloch), 1h19min17s

3)    Rejane Ester Bispo da Silva (Brasil/ Filé e Marcia Narloch), 1h20min02s

4)    Caroline Jepkemei Kimosop (Quênia/ Luasa Sports Caixa), 1h25min20s

5)    Larissa Marcelle (Brasil/ Pé de Vento), 1h26min02s

 

Masculino

 

1)    Paul Kipkemoi Kipkorir (Quênia/ Luasa Sports Caixa), 1h04min05s

2)    Giovane dos Santos (Brasil), 1h06min13s

3)    Jacob Kemboi Kiprotich (Quênia/ Luasa Sports Caixa), 1h07min17s

4)    Glenison Gilbert de Carvalho (Brasil/ Elite Academia), 1h08min23s

5)    Gustavo Henrique Pereira Nascimento (Brasil/ Luasa Sports Caixa RKM) 1h09min07s

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