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Redação

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Vôlei Nestlé vence Dentil/Praia Clube na abertura da semifinal

O Vôlei Nestlé abriu com vitória o confronto de semifinal da Superliga 2016/17 diante do Dentil/Praia Clube, com o ginásio lotado (4 mil pessoas) e uma grande festa nas arquibancadas. Nesta sexta-feira (31), o time comandado pelo técnico Luizomar superou o adversário de Uberlândia, por 3 sets a 1, parciais de 25/27, 25/17, 25/12 e 25/13, com duração de 1h47min. Tandara e Bia foram decisivas, com a ponteira sendo a maior pontuadora, com 26 acertos, e a central a melhor em quadra, saindo com o troféu VivaVôlei. A equipe de Osasco jogou desfalcada da levantadora Dani Lins, que teve problemas particulares e não foi relacionada. 

Bia teve uma noite inspirada com eficiência em ataques, bloqueios e marcou também um ace. "Ganhar o VivaVôlei, fazer vários bloqueios (marcou 10 pontos no fundamento) e levantar essa torcida é uma sensação de muita alegria. Jogamos muito bem taticamente, mas não tem nada ganho ainda. Sabemos do potencial delas e precisamos continuar focadas para enfrentá-las agora em Uberlândia, o que não será nada fácil", disse a central. O segundo compromisso diante do adversário desta semifinal será na terça-feira (4/4), novamente às 19h, no ginásio do Praia Clube.

Tandara destacou o poder de recuperação da equipe, após a derrota na primeira parcial. "O determinante para a vitória foi diminuir os erros e se impor a partir do segundo set. Tivemos um deslize na reta final da primeira parcial, mas depois o nosso jogo fluiu nas outras três. Conseguimos colocar o nosso ritmo e passando a responsabilidade para o lado delas. A característica do Vôlei Nestlé é jogar com alegria e fizemos isso muito bem. Mas temos que seguir adiante porque na terça-feira já teremos um confronto extremamente difícil fora de casa", analisou a ponteira. 

Experiente, Carol Albuquerque destacou a atuação coletiva. "Deu gosto de ver o time jogando. A equipe poderia sentir a ausência da Dani Lins, por ser uma das líderes do elenco, mas suprimos isso jogando juntas, com uma ajudando a outra o tempo inteiro. Isso fez uma grande diferença. Estou aqui para ajudar e conseguimos sair com uma vitória em casa nessa série melhor de cinco. Sair em vantagem é importante, mas sabemos que tem muita coisa pela frente", comentou a levantadora. 

Em 13 partidas em Osasco, Tandara e suas companheiras ganharam sete, por 3 sets a 0, quatro, por 3 a 1, e duas, por 3 a 2. Na fase de classificação, o Vôlei Nestlé foi superado pelo Dentil/Praia Clube, no primeiro turno, em Uberlândia, por 3 sets a 2, parciais de 16/25, 25/22, 23/25, 25/21 e 17/15. Na ocasião, Tandara foi a maior pontuadora, com 23 acertos. No returno, no José Liberatti, a equipe de Osasco marcou 3 a 0, com séries fechadas em 25/15, 25/22 e 25/22. Tandara novamente foi a jogadora que mais pontuou, com 17 bolas no chão. Na história da Superliga, os clubes se enfrentaram 23 vezes, com 20 vitórias para o time comandado por Luizomar e três para o Praia Clube. 

O Vôlei Nestlé chegou para este primeiro jogo liderando as estatísticas da CBV no fundamento ataque com 27,38% de eficiência, sendo segundo em saque, com 6,18%, e em defesa, com 41,35%, e quarto em bloqueio, com 29,81%. Individualmente, Tandara aparece como terceira melhor atacante, com 26,65% e a primeira em saque, com 10,04%. A ponteira é também a terceira maior pontuadora com 334 acertos. Camila Brait é a terceira em defesa, com 40,32%, e Bia, quinta colocada em aproveitamento de bloqueios com 32,47%, é a jogadora que lidera em pontos anotados neste fundamento, com 98 acertos.

O jogo - Como era de se esperar, a série foi equilibrada. As duas equipes procuraram forçar o saque e conseguiram quebrar o passe. Com isso, o bloqueio funcionou de ambos os lados e o contra-ataque acabou sendo uma tônica. Na fase decisiva do set, Tandara fez quatro prontos seguidos e o Vôlei Nestlé chegou a ter a chance de fechar com 24/23. Mas não aproveitou e uma boa sequência do Praia definiu a parcial em 27/25.

O Vôlei Nestlé e Tandara voltaram com tudo. Tanto que rapidamente a ponteira marcou 5 pontos e sua equipe abriu 8/3. Depois foi a vez de Bia assumir o protagonismo e marcar três vezes seguidas, 12/5. A partir daí, as donas da casa mantiveram o ritmo e administraram a diferença até fechar a série em 25/17, com Gabi, empatando a partida. Tandara marcou 8 pontos e Bia 7.

Repetição do set anterior. As donas da casa forçaram o saque e aproveitaram os contra-ataques. Resultado: 13/3, com quatro pontos de Gabi, que levantou o ginásio ao marcar num ataque do fundo de quadra. Sem perder a concentração, o Vôlei Nestlé foi abrindo vantagem, com a eficiência de Bjelica (marcou 4 pontos), e finalizou sem dificuldade em 25/12.

Embalado pela torcida, que cantou o tempo inteiro, o Vôlei Nestlé manteve o ritmo e continuou forte. Tandara vibrou muito ao fazer 9/3 e Gabi marcou duas vezes, para abrir 16/8. Aí foi a vez de Bjelica confirmar a boa fase e somar mais 4 dos 7 pontos que fez na série, 23/13, com um ace. Bia, um dos destaques do time, fez mais um bloqueio, 24/13, e Tandara fechou o set em 25/13 para vibração completa do ginásio José Liberatti. 

Pelo Vôlei Nestlé jogaram e marcaram: Carol (3), Bjelica (14), Tandara (26), Malesevic (1), Bia (18), Nati Martins (5) e a líbero Camila Brait. Entraram: Gabi (12). Técnico: Luizomar de Moura.

Pelo Dentil/Praia Clube jogaram e marcaram: Claudinha, Ramirez (7), Alix Klineman (13), Michelle (7), Natasha (10), Ednéia (5) e a líbero Tássia. Entraram: Ellen (2), Carla (2), Malu (3), Jú Carrijo (1) e Mariana Galon. Técnico: Ricardo Piccinin.

  • Publicado em Vôlei

Com ouro Stefannie Koyama, Brasil conquista cinco medalhas em Tbilisi

O Brasil faturou medalhas em todas as categorias em disputa no primeiro dia do Grand Prix de Tbilisi. Foram cinco, sendo uma de ouro, duas de prata e duas de bronze. O destaque brasileiro foi, mais uma vez, Stefannie Koyama (48kg) que derrotou a ucraniana Maryna Cherniak na decisão por waza-ari e conquistou seu segundo ouro seguido em eventos do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô. Há três semanas, Koyama foi campeã do Grand Slam de Baku. Érika Miranda (52kg) e Rafaela Silva (57kg) também chegaram à decisão de suas categorias e ficaram com a prata. Phelipe Pelim (60kg) e Charles Chibana (66kg) conquistaram o bronze.

"Estou muito feliz em ter conquistado meu segundo ouro na terceira competição pela seleção brasileira. Obrigado a todos que torceram", disse Stefannie Koyama.

Para chegar à final, ela precisou fazer três lutas. Estreou com ippon sobre a britânica Kimberley Renicks. Depois passou pela francesa Melanie Clement por waza-ari e, na semifinal, conseguiu o ippon contra Taciana Cesar, brasileira que defende as cores da Guiné-Bissau. Na decisão, nova vitória por waza-ari contra Cherniak.

O Brasil esteve ainda em outras duas finais com Érika Miranda (52kg) e Rafaela Silva (57kg). A meio-leve passou por Chelsie Giles, da Grã Bretanha, por waza-ari e por Charline Van Snick, da Bélgica, no golden score depois de uma punição. Na decisão, acabou derrotada pela francesa Amandine Buchard por waza-ari e ficou com a prata.

Mesmo desempenho da campeã olímpica, Rafaela Silva, que venceu Khulan Tseregbaatar, da Mongólia, por dois waza-aris, e Natalia Golomidova, da Rússia, na semifinal por uma punição da adversária no golden score. Na decisão, acabou sofrendo uma chave de braço da russa Irina Zabludina e terminou na segunda colocação.

Um dos bronzes do dia veio com Phelipe Pelim (60kg) que se recuperou da derrota para Albert Oguzov, venceu Mehman Sadigov (AZE), na repescagem, e Mukhriddin Tilovov (UZB) na disputa de terceiro lugar para chegar ao pódio.

O outro bronze veio com Charles Chibana (66kg). Ele chegou até a semifinal depois de vencer Strahinja Bucic (SRB), Shalva Gazashvili (GEO) e Sergiu Oleinic (POR), mas acabou derrotado por Lasha Giunashvili (GEO). Na disputa de bronze, venceu Matej Poliak (SVK) por ippon. Nessa mesma categoria, Daniel Cargnin caiu nas oitavas de final e não chegou à disputa por medalhas. Confira as súmulas nos arquivos ao final do texto.

O Brasil terá mais quatro judocas em ação no Grand Prix de Tbilisi neste sábado, primeiro de abril: Victor Penalber (81kg), Mariana Silva (63kg), Yanka Pascoalino (63kg) e Maria Portela (70kg). No domingo, Gustavo Assis (90kg), Rafael Buzacarini (100kg), Luciano Corrêa (100kg), David Moura (+100kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg) encerram a participação brasileira na Geórgia.

 

Medalhistas

Ouro

Stefannie Koyama (48kg/FPJUDO/E.C. Pinheiros/SP)

Prata

Érika Miranda (52kg/FGJ/Sogipa/RS)

Rafaela Silva (57kg/FJERJ/Instituto Reação/RJ)

Bronze

Phelipe Pelim (60kg/FPJUDO/E.C. Pinheiros/SP)

Charles Chibana (66kg/FPJUDO/E.C. Pinheiros/SP)

 

Sábado 01/04

Victor Penalber (81kg/FJERJ/Instituto Reação/RJ)

Mariana Silva (63kg/FMJ/Minas Tênis Clube/MG)

Yanka Pascoalino (63kg/FPJUDO/E.C. Pinheiros/SP)

Maria Portela (70kg/FGJ/Sogipa/RS)

 

Domingo 02/04

Gustavo Assis (90kg/FMJ/Minas Tênis Clube/MG)

Rafael Buzacarini (100kg/FPJUDO/Assoc. Vila Sônia/SP)

Luciano Corrêa (100kg/FMJ/Minas Tênis Clube/MG)

David Moura (+100kg/FJERJ/Instituto Reação/RJ)

Maria Suelen Altheman (+78kg/FPJUDO/E.C. Pinheiros/SP)  

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Prova Ciclística 9 de Julho abre as inscrições

A tradicional Prova Ciclística Internacional 9 de Julho está com as inscrições abertas para a sua 71ª edição. Atletas aspirantes, federados e de elite, masculino e feminino, podem confirmar presença no site oficial da prova, www.gazetaesportiva.com/corrida9dejulho. O valor é R$ 195,00 e as inscrições deverão ser feitas até 12 de junho, ou quando o limite de 4 mil participantes for alcançado.

Assim como no ano passado, os participantes deverão obrigatoriamente comparecer à Fundação Cásper Líbero (Av. Paulista, 900) para o Congresso Técnico e a retirada dos kits nas datas e horários a serem divulgados pela organização.

Tradicionalmente realizada no dia 9 de Julho, neste ano, a Corrida será disputada no domingo pela manhã e percorrerá algumas das principais ruas e avenidas da capital paulista. A largada e a chegada acontecerão na Avenida Lineu de Paula Machado, em frente ao Jockey Club de São Paulo.

Os ciclistas passarão por alguns dos principais parques da cidade, como Ibirapuera, Povo e Villa Lobos, além das pontes Cidade Universitária e Cidade Jardim, e avenidas Juscelino Kubitschek, República do Líbano e Pedro Álvares Cabral, entre outras.

O pelotão de aspirantes vai abrir a disputa, com largada às 6h45 e um circuito de 28,3 km a ser concluído em até 1 hora. A elite masculina sairá às 8h e terá que completar o percurso de 96,4 km, sendo uma volta de 28,3 km e três voltas de 22,7 km de acordo com trajeto programado. Logo em seguida, às 8h02, os atletas federados irão percorrer os mesmos 96,4 km. O pelotão feminino terá a largada às 8h05 e percorrerá o trajeto de 73,7 km, com uma volta a menos do que o masculino.

A Prova Ciclística 9 de Julho é uma das principais atrações do calendário esportivo da cidade de São Paulo e a cada ano vem registrando novos feitos. O ano de 2015 marcou a volta da Prova às ruas de São Paulo. Em 2016, alcançou o número de 2.129 participantes e, com isso, passou a ser a prova ciclística com o maior número de participantes no Brasil.

Na edição passada, Joel Prado Júnior (Green Bike/Piracicaba ) garantiu o bicampeonato, enquanto, entre as mulheres, a paranaense Daniela Lionço (Funvic Soul Cycles/São José dos Campos), levou a melhor e conquistou o primeiro título na tradicional disputa. Joel cumpriu o percurso de  96,4 km com o tempo de 2h06min47seg, enquanto Daniela marcou 2h15min27seg para os 73,7 km.

Isadora Williams estreia no Mundial de Patinação Artística no Gelo

Após atingir o índice em dezembro de 2016 e intensificar seus treinamentos nas últimas semanas, a brasileira Isadora Williams estreia nesta quarta-feira, 29 de março, no Mundial de Patinação Artística no Gelo desta temporada. O torneio acontece em Helsinque, capital da Finlândia.

Isadora vai participar do programa curto a partir das 4h40 no horário de Brasília (10h40 no horário local). No total, 37 atletas de 29 nacionalidades participam do primeiro dia de competição entre as mulheres. As 24 melhores avançam para o programa longo, na sexta-feira, e seguem na disputa pelo título mundial.

Isadora Williams retorna ao Mundial de Patinação Artística no Gelo após quatro anos. Em 2013, aos 17 anos, ela terminou na 25ª colocação, apenas cinco posições atrás da vaga olímpica. Ainda hoje é o melhor resultado do país na história da competição.

Agora, mais experiente, a brasileira novamente almeja conseguir a classificação para os Jogos Olímpicos de PyeongChang, em 2018. A atleta vive grande fase na carreira: nas últimas duas temporadas ela conquistou quatro medalhas em torneios internacionais de patinação artística, incluindo o primeiro ouro do país na categoria olímpica durante o Sofia Trophy, na Bulgária, em fevereiro de 2017.

“Eu tenho dois programas bons, com elementos fortes e se eu conseguir executá-los sem erros, a minha chance de classificação é boa. Conquistei bons resultados nas duas últimas temporada, tive maior visibilidade perante os juízes e competi mais. Estou mais madura como patinadora”, admite Isadora Williams.

O Mundial de Patinação Artística no Gelo começa nesta quarta-feira, 29 de março, e termina no domingo, 2 de abril, com a exibição de gala. Ainda no primeiro dia acontece o programa curto da disputa dos pares. Na disputa feminina, a definição das medalhistas e dos países classificados para os Jogos Olímpicos acontece na sexta-feira, 31, com o programa longo, a partir das 12h no horário de Brasília (18h na Finlândia).

 

Mundial distribui 24 das 30 vagas olímpicas na disputa feminina

O Mundial de Patinação Artística no Gelo de 2017 funciona como pré-olímpico para os Jogos de Inverno de PyeongChang, em fevereiro de 2018. Entre as mulheres a competição vai definir 24 das 30 cotas disponíveis. O sistema é complexo e leva em conta o número de atletas que cada país possui na disputa e a posição final dos competidores na classificação.

A posição que uma atleta terminar no Mundial corresponde ao número de pontos que ela ganha nas contas do pré-olímpico: a campeã mundial, por exemplo, ganha um ponto, a segunda, dois, a terceira, três, e assim por diante. A partir daí, entra um cálculo específico para definir nações com direito a três ou duas vagas.

Se o país tiver apenas uma representante no Mundial e ela conquistar dois pontos (ou seja, ficar entre as duas primeiras colocadas), vai garantir três cotas olímpicas para PyeongChang. Mas se ficar entre a terceira e a décima posição, a atleta consegue duas vagas – mesmo que seja a única competidora de sua seleção no torneio.

Contudo, se o país tiver dois ou três atletas no Mundial, soma-se as colocações finais dos dois melhores competidores. Se o resultado der até 13, a nação também terá direito a três vagas. No caso da soma der até 28, são duas cotas. Só após essa definição as vagas remanescentes serão distribuídas a cada país que aparecer na classificação final.

Caso a brasileira Isadora Williams não consiga a vaga olímpica no Mundial de Patinação Artística no Gelo, ela ainda terá uma segunda chance durante o Troféu Nebelhorn, na Alemanha, em setembro de 2017. O torneio vai definir as últimas seis classificadas para PyeongChang.

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