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Medalhista dos Jogos Rio 2016 migra do futebol de 7 para o atletismo e faz estreia no Circuito

A etapa regional Rio-Sul do Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação, que será disputada neste fim de semana, 6 e 7, no Rio de Janeiro, será a estreia de um medalhista paralímpico dos Jogos Rio 2016 no atletismo. Wanderson Oliveira, um dos mais habilidosos jogadores da Seleção Brasileira de futebol de 7 (atletas com paralisia cerebral), tentará repetir o sucesso dos campos nas provas de velocidade da competição regional.
 
O meia da Seleção está inscrito nos 100m, 200m e 400m da classe T38 e ainda não sabe o que esperar das provas. Há pouco mais de um mês treinando com mais intensidade, Wanderson ainda está se adaptando à nova modalidade, mas acredita que será uma boa experiência. "É bem mais difícil do que imaginei. os treinos são bem intensos e sinto que ainda preciso aprender muita coisa. Fico com aquela ansiedade de uma estreia, mas vou me soltar para fazer essas provas", analisou.
 
O jogador não será o primeiro a migrar do futebol de 7 para o atletismo. Os exemplos, aliás, são bem positivos. Mateus Evangelista e Fábio Bordignon são dois ex-jogadores que passaram para o atletismo e conquistaram medalhas nos Jogos Rio 2016. Mateus chegou a disputar o Parapan de Jovens, em 2009, com a Seleção de futebol, mas anos depois, passou a se dedicar só ao atletismo e, no Rio, levou a prata nos salto em distância T37. Fábio, por sua vez, atuou nos campos até 2014. Com muita dedicação ao novo esporte, em pouco mais de um ano chegou à Seleção de atletismo e conquistou a prata nos 100m e nos 200m T35 no Rio.
 
"Já treinei com o Mateus e com o Fábio e fiquei feliz em ver que se destacam agora no atletismo. O Fábio está me ajudando muito nessa minha adaptação, me deu dicas para a hora da prova e espero ter o sucesso que eles dois tiveram", contou Wanderson.
 
A etapa Rio-Sul do Circuito terá provas de atletismo e natação. As duas modalidades têm disputas no sábado, das 8h às 12h e das 14h às 18h, e no domingo, das 8h às 12h. O evento será realizado no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), às margens da avenida Brasil, no bairro da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Gaúcho Alex Pires é ouro no Mundial Paralímpico de Maratona, em Londres

O atleta paralímpico Alex Pires faturou na manhã deste domingo, 23, a medalha de ouro no Campeonato Mundial Paralímpico de Maratona do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês). O gaúcho da cidade de Sapiranga foi o melhor entre os atletas da classe T45/46 (amputados de membros superiores), em prova disputada simultaneamente à Maratona de Londres, na Grã-Bretanha.   
  
Alex completou os 42km do percurso em 2h28min20 - mais de um minuto à frente do segundo colocado, o marroquino Abelhadi El Harti, que registrou 2h29min38. Completou o pódio o britânico Derek Rae, que cravou 2h33min24. 
 
Essa é a segunda medalha de Alex em competições deste tipo. Em 2015, ele havia ficado com a medalha de prata, também na Maratona de Londres. O atleta de 26 anos ainda soma quatro medalhas em Mundiais de Atletismo, todas em provas de fundo - três pratas e um bronze. 
 
Alex descobriu que possuía um encurtamento no braço esquerdo com apenas oito anos. Desde então, procurou tratamento, mas devido à complexidade da situação em perder o movimento do membro, optou por não fazer uma cirurgia. Conheceu o atletismo paralímpico em 2007.
 

Thiago Paulino abre Open Internacional com recorde mundial no lançamento de disco

O paulista Thiago Paulino bateu nesta sexta-feira, 21, o recorde mundial do lançamento de disco, classe F57. O paulista foi a estrela da abertura do Open Internacional de Atletismo e Natação. A competição acontece no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, e segue até domingo, 23. 
 
Thiago registrou a marca de 48,04m - melhor do que o antigo recorde, que pertencia a ele próprio, de 47,68m. Como consequência, o lançador ainda atingiu o índice A e garantiu a sua vaga para o Mundial de atletismo paralímpico, que acontecerá em julho, em Londres. 
 
"Estou muito feliz porque trabalhei bastante para este resultado. Fiquei um pouco frustrado por não conseguir uma medalha no Rio 2016, no arremesso de peso, mas já comecei logo em seguida a preparação para o lançamento de disco. Conseguir este resultado logo na primeira competição do ano leva a minha confiança lá em cima para ir muito bem no Mundial também", disse o atleta de 31 anos. 
 
Thiago teve de amputar a perna esquerda abaixo do joelho devido a um acidente de moto, em 2010. No ano passado, ele ficou com a quinta colocação no arremesso de peso F57 nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016. O lançamento de disco não fez parte do programa da competição. 
 
Quem também alcançou a marca classificatória para o Mundial de Londres foi Renata Bazone. A meio-fundista da classe T11 (cegos totais) classificou-se nos 800m, em que registrou o tempo de 2min31s22 - mais de um segundo abaixo do índice estabelecido pelo CPB, de 2min32s40.  
 
A competição de atletismo segue na tarde desta sexta-feira. A natação terá sua primeira sessão, a partir de 15h30 (confira a programação completa abaixo). 
 
Programação da competição 
21/04 - sexta
Atletismo: 9h às 11h - 15h às 17h 
Natação: 15h30 às 17h40
 
22/04 - sábado 
Atletismo: 9h às 11h - 16h às 18h 
Natação: 9h às 12h - 15h30 às 18h45
 
23/04 - domingo
Atletismo: 9h às 11h 
Natação: 9h às 12h30

Brasil fecha com bronze na maratona participação nos jogos paralimpicos

Edneusa trouxe primeiro bronze para o Brasil na maratona. Crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

 

No último dia de jogos paralimpicos no Rio de Janeiro, foi dia de uma baiana fazer a festa na praia de Copacabana. Em um percurso de cinco voltas, Edneusa de Jesus conquistou um bronze inédito para o Brasil na maratona na categoria T12 para deficientes visuais em uma manhã ensolarada e com pouco vento. Ela completou a prova com 3h18min42s.  Ela foi a primeira mulher do Brasil a ganhar medalha em maratonas.

“Foi minha primeira vez na maratona e consegui chegar em terceiro, espero poder crescer e buscar o ouro. O público gritando ao meu lado foi só puro incentivo para poder completar e meu guia me empurrou para que acabasse bem. ” – Conta ela sobre sua medalha.

Edneusa esteve sempre brigando no pelotão de frente e ficou numa briga boa com a japonesa Misato Michishita, quando ainda esteve com a prata na mão e acabou não conseguindo acompanhar o seu ritmo. Lá na frente, a espanhola Elena Congost dominou e disparou na frente. Ela acabou vencendo a prova com 3h01min43s.  Já a japonesa fez 3h06min52. 

Alex Pires não conseguiu completar sua prova. Crédito: Bruno Lopes/Esportes de A á Z

Quem também participou da maratona foi o Alex Pires na categoria T46 para membros amputados, porém ele não conseguiu completar a prova que foi vencida pelo chinês Chaoyan Li. Também foi sua primeira participação nos jogos.

“Por causa do clima, acabei tendo uma fadiga muscular e não consegui completar. Vim de uma virose e tenho certeza que isso afetou minha imunidade. Mesmo ainda estando com um ritmo forte e até melhor do que estava, não deu para mim. ” – Conta

Na categoria T54 para as duas pernas amputadas, Aline Rocha ficou na décima posição. Já Maria de Fátima Fonseca também não completou a prova e desistiu.

Aline Rocha (a frente) e Maria de Fátima Fonseca competiram pela classe T54. Crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

Teresinha Guilhermina fecha participação nas paralimpiadas com mais um bronze

Teresinha foi bronze em sua despedida nas paralimpiadas. Crédito: Ricardo Erlich/Esportes de A à Z

A velocista Teresinha Guilhermina encerrou sua participação nas paralimpiadas ganhando uma medalha de bronze nos 400m T11 nesta noite no Engenhão. Ela até chegou a liderar a prova, mas foi superada pela chinesa Liu Cuiqing que levou o ouro. 

Teresinha largou bem e chegou a liderar a prova nos primeiros 200m da prova, mas acabou ultrapassada pela chinesa na última curva e pouco depois pela venezuelana e acabou com a prata. Thalita acabou desclassificada mesmo chegando em quarto.

“Chegar aqui e estar entre as quatro do mundo em todas as provas, e diante de todas as adversidades, mostra que eu estou condicionada como antes. Estou muito feliz de estar aqui e inteira, pronta para a próxima. Todas as emoções da minha vida, nestes 37 anos, eu vivi nesta semana. Me sinto lisonjeada e privilegiada por fazer parte desta festa” – Conta Teresinha Guilhermina 

Na seletiva masculina, Daniel Silva e Felipe Gomes conseguiram garantir um lugar na final ao vencerem suas seletivas. Daniel foi beneficiado com a desclassificação do francês Timothee Chamoleia. Já Lucas Prado que poderia ser o terceiro brasileiro na final, acabou nem indo para competição por estar lesionado.

 

Petrucio e Yohanson ganham medalha para o Brasil no atletismo

 

Petrucio e Yohason ganharam ouro e bronze na manhã do atletismo. Crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

A manhã começou dourada para o Brasil. O engenhão presenciou Petrucio dos Santos ganhar o ouro nos 100m rasos, categoria T47 e Yohanson Nascimento o bronze numa prova muito acirrada.

 “Estar ali no alto do pódio e ouvindo o hino nacional só me lembrei dos dias que ralei muito nos treinos, que chegava cansado e só queria tomar banho e agora estou muito feliz com essa medalha de ouro. Essa torcida aqui foi demais. ”  - Conta Petrucio sobre a vitória

“Fiz meus treinos com o Petrucio e sabia que faríamos um bom duelo. Estou feliz com minha prata e agora vamos correr juntos o revezamento 4x100m e quero trazer mais uma medalha pro Brasil.” – Diz Yahanson sobre sua prata.

Torcida gritou muito durante a competição. Crédito: Bruno Lopes/Esportes de A à Z

O ouro começou a ser desenhado para Petrucio ainda nas seletivas, quando ele venceu sua prova. Yohanson venceu também sua seletiva o que encheu de esperanças a chance de o Brasil sair com a sua primeira dobradinha nas paralimpiadas.

Mas faltou combinar com o polonês Michal Derus. Ele fez uma ótima prova e a decisão acabou ficando para o foto chart que por uma cabeça ganhou a medalha de prata.

Com as duas medalhas da manhã, o Brasil soma 6 ouros, 9 pratas e 6 bronzes com 21 medalhas no total, já superando o que os atletas olímpicos ganharam.

 

Teresinha Guilhermina é desclassifica e fica sem medalha

Com uma chegada apertada, a inglesa acabou ficando com a vitória. Crédito: Ricardo Erlich/Esportes de A à Z

 

Teresinha Guilhermina, a cega mais rápida do mundo, acabou desclassificada na final dos 100m categoria T11. Ela que vinha em busca de um bicampeonato olímpico, acabou ficando em quarto e apareceu desclassificada, mesmo com todo o apoio da torcida que estava lá para apoiá-la.

“Eu ainda não sei qual critério eles usaram para me desqualificar. Eu tenho muito grandes dúvidas nas regras destes Jogos Paralímpicos. Eles são diferentes de qualquer outra competição que fui e eu não preparar para esses tipos de regras. ” – Conta sobre  sua eliminação.

A maior polêmica está no fato de a ganhadora da medalha, a inglesa Libby Clegg ter sido desclassificada nas semi-finais por supostamente seu guia a ter puxado, recurso que o comitê paralímpico inglês contestou e foi atendido. A inglesa bateu o recorde mundial que pertencia a brasileira.

“É uma situação difícil, se você precisa para competir contra os homens. Não é uma situação justa. Em outras competições que eu estive competindo dentro, fora do Brasil, os atletas têm muitas vezes sido desqualificado porque os seus guias foram puxando-os ou terminou à frente deles. Infelizmente, nestes jogos no Brasil parece ser diferente ". – Desabafa

A programação noturna no atletismo começou com a medalha de prata para o brasileiro Fabio da Silva nos 100m na categoria T35. Ele que era atleta do futebol de 7 e acabou mudando de esporte e dando certo no atletismo. 

“Estou muito feliz, é uma enorme alegria que eu não posso descrever. Eu só senti essa alegria quando me tornei pai. É como se fosse uma outra criança que eu tenho. Graças a Deus por ter me dado essa mudança no atletismo e aqui estou eu em 2016 com uma medalha de prata e não há palavras para descrever este momento. ” – Conta Fabio que tem uma tatuagem com o logo dos jogos em seu corpo. 

O Brasil ganhou outras medalhas nesta noite. Izabela Campos foi bronza no lançamento do disco na categoria T11 e Veronica Hipolito nos 100m T38.

 

Daniel Martins é ouro e quebra recorde mundial

Daniel Martins quebrou o recorde pela segunda vez no Engenhão. Crédito: ©Daniel Zappe/MPIX/CPB

Depois de quebrar o recorde mundial nos 400m na categoria T20 no evento teste para as paralimpiadas no engenhão, Daniel Dias repetiu a dose mais uma vez e de quebra, trouxe mais uma medalha de ouro para o Brasil na manhã de hoje com o tempo de 47.22s 

"Estou em casa aqui. Eu tenho o recorde mundial em maio. Eu fiz isso de novo. "Foi como um filme passando por minha mente ... todos os tempos difíceis que tive que passar. Agora eu só quero relaxar um pouco e se concentrar no próximo ano." - Conta sobre a vitória.

A disputa foi acirrada na pista. Daniel definiu sua vitória bem perto da linha de chegada vencendo o venezuelano Arturo Paiva e o atleta de Cabo Verde Tavares Barbosa. 

Brasil fecha primeiro dia dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 com dois ouros, uma prata e um bronze

Ricardo da Costa trouxe o primeiro ouro para o Brasil. Crédito: ©Washington Alves/MPIX/CPB

Com dois ouros, uma prata e um bronze conquistados no primeiro dia de competições dos Jogos Paralímpicos, o Brasil já mostrou que #pódiotododia não é brincadeira. A primeira medalha chegou logo pela manhã, quando Odair Santos garantiu a prata ao completar os 5000m T11 em 15min17s55, atrás do queniano Samwel Mushai Kimani, que fez 15min16s11. Pouco depois, Ricardo Costa ultrapassou o recordista mundial Lex Gillette (EUA) em seu último salto, alcançando 6m52 e conquistando o ouro numa prova emocionante, que agitou torcida presente do Estádio Olímpico do Engenhão.

À noite, Daniel Dias começou a aumentar sua coleção de medalhas no Estádio Olímpico de Esportes Aquáticos. Até então, o nadador era dono de 15, sendo 10 de ouro, quatro de prata e uma de bronze, de edições anteriores de Jogos Paralímpicos. A 11ª medalha dourada – e 16ª no total – veio nos 200m livre S5, numa prova que foi dominada por Daniel do início ao fim. O astro brasileiro das piscinas ainda vai disputar outras oito provas na competição, podendo chegar a impressionantes 24 pódios paralímpicos. Para encerrar o dia, Ítalo Pereira foi bronze nos 100m costas S7, fechando uma noite empolgante.  

Odair Santos trouxe a primeira medalha para o Brasil nos 5000m e foi de prata. Crédito: ©Marcelo Regua/MPIX/CPB

Esta sexta-feira, 9 de setembro, promete novas emoções. Para começar, logo às 9h, a seleção brasileira de futebol de 5, tricampeã paralímpica, estreia contra o Marrocos. Dono de sete ouros e três pratas em Pequim 2008 e Londres 2012, André Brasil estreia nas piscinas nos 50m livre S10. Após ser ovacionado na cerimônia de abertura ao acender a pira na quarta-feira, Clodoaldo Silva é uma das estrelas do revezamento 4x50m livre (20 pontos). No atletismo, o recordista mundial dos 400m rasos T20, Daniel Martins, busca seu ouro. Veja abaixo a programação brasileira neste dia 9 de setembro.

 

Atletas ficam satisfeitos com pista do Engenhão

Atletas correm a prova de 1500m no último dia do Aberto do Rio de Para-atletismo. Crédito: Bruno Neves Lopes/Esportes de A á Z

Faltando 100 dias para as paralimpiadas, o Engenhão foi palco do último dia de eventos-teste e mostrou que o local está pronto para receber os atletas. A pista foi muito elogiada pelos atletas que puderam pela primeira vez, competir num dia de sol e tiveram noção do quanto a pista está rápida.

“O Engenhão tem alguns desafios que de algum jeito conseguimos resolver com rampas para a entrada e saída dos atletas e como estrutura geral, vai dar conta. Temos muito ainda o que resolver. Estamos com uma ótima delegação e estamos no caminho certo. Tenho certeza que os atletas vão uscar muitas medalhas e conseguir o 5º lugar geral das paralimpiadas” – Diz Andrew Parsons, presidente da CPB (Confederação Paralimpica Brasileira) sobre o evento que virá em breve.

Já na pista, os atletas estão satisfeitos

“Foi muito bom correr misturado com a categoria de cima hoje e pude fazer um bom ritmo hoje e chegar em segundo lugar. Hoje no sol, a pista está muito veloz e está muito rápida e tenho certeza que vou me dar bem aqui” – Conta Ariosvaldo Fernandes, o Parré da categoria T53 que numa disputa com o suíço Hug Marcel da categoria T54 nos 400m.

Parré competiu nos 400m e elogiou a pista. Crédito: Bruno Neves Lopes/Esportes de A à Z

Nas disputas de hoje, alguns atletas estrangeiros sentiram um pouco o calor da cidade maravilhosa e ao terminar as provas, muitos caíram com as atletas do 400m da categoria T47. Houve disputas nos 400m e salto em distância. 

As provas de revezamento foram diferentes do que estamos acostumados a ver. Em 3 disputadas de 4x100m tanto no masculino quanto no feminino, somente atletas brasileiros competiram.

Prova de salto fez parte da programação do último dia de competições. Crédito: Bruno Neves Lopes/Esportes de A à Z

Os resultados podem ser vistos no site da CPB: www.cpb.org.br 

 

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