Ricardo Erlich

Ricardo Erlich

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O que leva as pessoas a fraudar uma corrida? Veja as consequências!

Olha lá! Joãozinho diminuiu seu tempo e muito na corrida. Será que ele correu mesmo ou só entrou para pegar medalha? Mariazinha está seca e perfumada, ela só quer aparecer! Algumas dessas histórias lhe parece familiar? O Esportes de A à Z tem notado um certo aumento nesses casos que viralizaram nas redes sociais. E o que leva essas pessoas a fraudarem o resultado?

Neste último fim de semana, o caso aconteceu em Divinópolis - MG na meia maratona local onde um atleta de Belo Horizonte até tentou solicitar a troca de titularidade da inscrição minutos antes da largada, algo que não foi possível atender. Ele tinha uma inscrição para sua esposa e ele acabou correndo 21 km o que gerou premiação a ela. Na hora do pódio o número surgiu com ela e tentou ganhar a inscrição. Resultado: Foi denunciado e confirmado que havia sido ele que correu, foi banido das corridas dessa organização e ainda denunciado à polícia por crime de falsidade ideológica.

Na semana anterior, uma menina em Porto Alegre que havia entrado na competição para buscar índice para Maratona de Boston e ao chegar 40 km, sentiu dores e no desespero, pegou uma bicicleta de aluguel e completou a prova carregando ela até o final. Segundo o Blog do Harry que a entrevistou (clique aqui e leia), foi uma ação de amor, onde ela havia prometido levar a medalha ao pai que está doente e se arrependeu de ter tido essa atitude, o que lhe rendeu expulsão da assessoria esportiva que treina.

Já na Maratona do Rio, tiveram relatos de corredores que também usaram do recurso da bicicleta para se adiantar na primeira parte da prova e o Esportes de A à Z que esteve presente na linha de chegada, notou algumas pessoas com “tempos extraordinários” aparentando que não fizeram o devido esforço que uma competição de 42 km exige depois de meses de treinamento.


Em ação desesperada, atleta terminou maratona de bicicleta e arrependida, pediu desclassificação. Crédito: Divulgação/Facebook

Apenas foi citado casos nacionais. Antes que você pense que este seja um fenômeno pela má fama que o brasileiro tem de querer passar a perna nos outros, os mesmos tipos de relato existem no mundo todo com os mesmos tipos de personagens e onde podemos incluir homens que correm com numeral de mulheres, dois chips para ajudar alguém que não pode correr, aqueles que se aproveitam da lei dos idosos inscrevendo parente para pagar menos, vendem sua inscrição para outros ou até pior, os que correm sem inscrição, algo que não abordaremos nesta matéria.

Falando um pouco de atletas de elite, impossível não falar de uma das maiores fraudes da história e vem do ciclismo. O americano Lance Armostrong ficou famoso por ter tido um câncer que quase tirou a sua vida e lutou muito para continuar vivo e na sua recuperação, foram cinco vitórias na famosa Tour de France. Mas o que ninguém sabia que para ele conseguir tais resultados, ele se dopava e depois de muitas denúncias, acabou confessando, perdendo seus títulos e banido do esporte, sem contar a perda de patrocinadores. Essa mancha o queimou em definitivo.

Casos não faltam e sempre haverá um novo a cada fim de semana e vindo tanto de atletas que competem por um lugar ao sol, como também pelo povo. Como podemos entender esse tipo de pessoa? Consultamos a psicóloga e corredora Vanessa Protásio que já venceu a Maratona do Rio e a Corrida da Ponte na década de 80 para tentar esclarecer um pouco e ela comenta:

“Pessoas apresentam comportamentos que estão alinhados com seus valores. Podemos dizer que a mentira mascara uma verdade, é no caso quando um corredor não atinge seu objetivo, a verdade perde força para a mentira. Suportar uma frustração é muito difícil e o corredor faz a opção de se esconder atrás da mentira para não enfrentar suas limitações físicas ou emocionais” – Comenta.

 

O comportamento nas redes sociais ou de nossos políticos pode ser alguma influência para aqueles que querem cometer algum tipo de fraude? Vanessa comenta:

 

“Acho que o comportamento do homem não vem de uma influência externa e seria péssimo aceitar que o homem se influencia por tão pouco e que direciona suas ações desta forma.

Inventar, mentir, fraudar fazem parte de uma educação errada, de falta de ética, de respeito ao próximo, de espirito esportivo, de competitividade. Quando alguém mente ou frauda, está prejudicando outro em seu lugar e este princípio deveria ser básico. Educação está ao alcance de todos, basta querer mudar”. – Finaliza

 

No outro lado da balança, estão as empresas organizadoras das corridas que é quem literalmente corre atrás por meses para oferecer uma estrutura mínima para que você corra e a maioria delas é preocupada com esse problema das fraudes, principalmente se ela tiver premiação do faixa etária.

 

O mecanismo de recurso que elas têm hoje em dia é a passagem por tapetes de chip ao longo do percurso e algumas tem filmagem também, sendo a maioria na linha de chegada. E a utilização desse recurso, incide diretamente no valor da inscrição fazendo com que seu custo aumente ainda mais por uma minoria que insiste em fraudar o resultado achando que não irá prejudicar ninguém, apenas por uma medalha.

 

Procuramos algumas das empresas e até o fechamento da matéria, a Yescom, responsável pela Meia Maratona Internacional do Rio, 10 milhas da Garoto, Volta da Pampulha, São Silvestre e outras nos respondeu. Desde a edição da São Silvestre de 2016, quando a quantidade de pipocas quase dobrou a quantidade de participantes da prova gerando falta de água a aqueles que pagaram, a empresa tem feito forte campanha contra vários comportamentos errados de participantes.

 

Dentre as medidas é isolar a linha de largada e chegada, só permitindo a entrada de inscritos e a hidratação com a quantidade somente para servir aos inscritos. Mesmo assim, na edição de 2017, ficou famoso o caso de uma assessoria de Sorocaba onde homens e mulheres corriam com o mesmo número.

 

Segundo a Yescom, desde o começo da campanha, houve uma diminuição na quantidade de fraudes, principalmente nas inscrições de idosos. E todos aqueles que tiverem a fraude comprovada, primeiramente são apenas desclassificados e em seguida banidos de qualquer evento organizado por eles.

 

Em caso de fraude, você pode fazer a sua parte. Não deixe de denunciar ao organizador da corrida que estiver participando se notar algo errado com outro participante. Eles costumam estar perto da linha de chegada e não faltam mecanismos para desclassificar quem estiver errado. Para aqueles que fraudam, as redes sociais podem ser cruéis com você. Mesmo que se o seu objetivo for só pegar a medalha, muitos fotógrafos estão pelo caminho para vender fotos e podem te clicar e sua imagem ficará queimada e poderá até ser banido de várias corridas.  Caso não possa participar da corrida e queira transferir a titularidade, você pode entrar em contato com o organizador e verificar se há essa possibilidade ou reembolso em caso de até sete dias de quando comprou a inscrição conforme o código de defesa do consumidor.

 

Como uma sinfonia, Quarteto de Cordas vence prova tradicional do turfe

Com 86 anos de vida e já um clássico na cidade maravilhosa, o Grande Prêmio Brasil de Hipismo no Jockey Club na Gávea presenciou com a mais fina e elegância um quarteto de cordas faturar o principal prêmio do turfe nacional. O nome do cavalo? Sim, é quarteto de cordas!

A vitória do cavalo montado por Luís Silva Machado chegou na frente de Arrocha montado por J. Ricardo e Or Noir de A. Correia, faturando a prova principal.

A vitória de Quarteto de Cordas foi decidida no detalhe. Arrocha assumiu a liderança ao final da grande da curva e vinha tranquilo para a vitória, quanto Quarteto de Cordas veio por fora e encostou. A vitória foi decidida no detalhe na linha de chegada, onde os dois cavalos praticamente chegaram juntos.

“Foi uma vitória muito importante. Desde criança estou lutando para chegar nesse momento. Meu pai não queria que eu fosse jóquei com todos os riscos junto com o meu irmão que já venceu em São Paulo. Tenho que agradecer muito ao meu treinador por ter acreditado em mim e há um mês atrás, ele já tinha me dito que tinha muita chance de conseguir” – Diz Luís com sua vitória.

Veja algumas imagens da prova:

Cavalos largam para a competição. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

 

Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

Prova foi decidida no detalhe. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

 

Assista como foi a 86º edição do GP Brasil de Turfe:

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Em primeira maratona da vida, Etíope vence Maratona do Rio

Imagine você sair do seu país pela primeira vez, disputar sua primeira maratona, sem falar inglês e muito menos a língua local? Foi o que aconteceu hoje na Maratona do Rio que premiou o etíope Mersimoy Niguse Alem ao percorrer os 42,195km do Pontal ao Aterro do Flamengo mais rápido que todos os 14 mil inscritos na prova em uma manhã de céu nublado.

É uma proeza para poucos. O etíope se manteve sempre atrás no primeiro pelotão da prova e ao chegar no Leblon, puxou junto com o segundo colocado, o queniano Nicolas Kipkorir Chelimo e a vitória foi decidida apenas nos metros finais, quando ele acelerou e abriu 18 segundos de vantagem ao passar na linha de chegada.

Pelotão no entorno dos 5km de prova. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

Com a típica timidez de quem não está acostumado a dar entrevistas e ainda com a ajuda de um tradutor, ele contou um pouco sobre como foi a vitória de hoje:

“Fiquei muito honrado de competir aqui. Nunca tinha saído do meu país até vir para cá. Gostei muito da cultura do Rio e do clima. O visual é muito bonito. Só não esperava as duas subidas do percurso” – Diz.

No masculino, os melhores brasileiros foram os irmãos gêmeos Gilmar e Gilberto Silvestre Lopes que representavam a equipe do cruzeiro e pé de vento respectivamente. Mineiros de nascença, eles se mantiveram na cola dos africanos ao longo do percurso até eles abrirem na orla.

Com 15 km de prova. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

“A gente treina muito para chegar ao pódio. Corri no bloco da frente o tempo todo, junto com os africanos. No quilômetro 30 tentei sair, mas os africanos corresponderam e não consegui me aproximar nos últimos dois quilômetros. Já estava muito esgotado. A Maratona do Rio está crescendo cada vez mais, com o nível melhor a cada ano. A melhor coisa que fizeram foi ter botado a Meia Maratona no sábado e a Maratona no domingo. Foi muito bom”, afirmou Gilmar.

Já na competição feminina, vitória tranquila da etíope Zinash Estifo Banetirga. Representando a Marinha, Mirela Saturnino de Andrade conseguiu chegar em segundo lugar.

Pouco depois de cruzarem os 21 km. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

 

Carlos e Letícia Martins cumprem promessa:

Em matéria publicada na sexta-feira, o Esportes de A à Z publicou uma matéria contando a história do casal Carlos e Letícia Martins, onde Carlos, depois de uma doença no ano passado quase teve que amputar a perna, prometeram completar a maratona para comemorar a recuperação dele e juntos cruzaram a linha de chegada.

Carlos e Letícia cumpriram promessa feita na véspera dos 42 km. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

“Sofremos um bocado e foi tudo de bom. É isso que esperamos de uma maratona. Valeu a guerra e é mais uma para nossa coleção” – Declarou Carlos após cruzar a linha de chegada.

Junto com o casal, outros tantos corredores completaram os 42 km da prova. Outros participaram pela primeira vez do Desafio Cidade Maravilhosa e tiveram a oportunidade de correr 63 km somando com os 21 km da Meia Maratona de ontem e foram captados em imagens do nosso fotógrafo oficial e estarão no decorrer da matéria.

Muitos corredores completaram os 42 km depois de 21 km conseguindo a medalha do desafio Cidade Maravilhosa. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

RESULTADOS

 

MARATONA CAIXA DO RIO DE JANEIRO

 

Feminino

 

1)    Zinash Estifo Banetirga (Etiópia/Nova Flor), 2h41min40s

2)    Mirela Saturnino de Andrade (Brasil/Marinha), 2h42min26s

3)    Priscilla Lorchima (Quênia/Luasa Sports/Caixa), 2h44mins02s

4)    Roselaine de Souza Ramos Benitis (Brasil/Filé & Marcia Narloch), 2h46min35s

5)    Marcela Cristina Gomez Cordeiro (Brasil/Cruzeiro), 2h47min52s

 

65% dos corredores eram de fora do Rio de Janeiro. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

 

Masculino

 

1)    Mersimoy Niguse Alem (Etiópia/Nova Flor), 2h18min41s

2)    Nicolas Kipkorir Chelimo (Quênia/Luasa Sports/Caixa), 2h18min59s

3)    Gilmar Silvestre Lopes (Brasil/Cruzeiro), 2h21min01s

4)    Gilberto Silvestre Lopes (Brasil/Pé de Vento), 2h21min55s)

5)    Valdir Sergio de Oliveira (Brasil/Cruzeiro), 2h22min54s

 

MEIA MARATONA OLYMPIKUS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

 

Feminino

 

1)    Meseret Merine (Etiópia/ Luasa Sports Caixa), 1h15min21

2)    Gessica Ladeira (Brasi/ Filé e Marcia Narloch), 1h19min17s

3)    Rejane Ester Bispo da Silva (Brasil/ Filé e Marcia Narloch), 1h20min02s

4)    Caroline Jepkemei Kimosop (Quênia/ Luasa Sports Caixa), 1h25min20s

5)    Larissa Marcelle (Brasil/ Pé de Vento), 1h26min02s

Na chegada, valia de tudo para comemorar os meses de treinamento especifico. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

 

Masculino

 

1)    Paul Kipkemoi Kipkorir (Quênia/ Luasa Sports Caixa), 1h04min05s

2)    Giovane dos Santos (Brasil), 1h06min13s

3)    Jacob Kemboi Kiprotich (Quênia/ Luasa Sports Caixa), 1h07min17s

4)    Glenison Gilbert de Carvalho (Brasil/ Elite Academia), 1h08min23s

5)    Gustavo Henrique Pereira Nascimento (Brasil/ Luasa Sports Caixa RKM) 1h09min07s

 

FAMILY RUN 10KM

 

Feminino

 

1)    Gisele Barros de Jesus (Brasil/Filé & Marcia Narloch), 37min45s

2)    Solange Maria Mariano (Brasil/ Street Runner USA), 38min18s

3)    Luzinete Andrade dos Santos Miranda (Brasil/MT Fit Run), 39min41s

4)    Evillim Rezende Correa (Brasil/MT Fit Run), 40min05s

5)    Iris Ribeiro do Nascimento (Brasil), 41min22s

 

Masculino

 

1)    Pablo Fagundes da Costa (Brasil/MT Fit Run), 31min06s

2)    Alison Vinicios Leão Costa (Brasil/MT Fit Run), 31min08s

3)    Eduardo de Brito Ramos (Brasil), 32min46s

4)    Rodrigo Lira (Brasil/Diana Cretaro Sports), 33min22s

5)    José Ivanildo Amorim de Paiva (Brasil), 33min27s

 

FAMILY RUN 6KM

 

Feminino

 

1)    Margarita Andrea Masias Guineo (Argentina), 22min10s

2)    Joseli Janes de Castro (Brasil/Casa do Corredor), 22min21s

3)    Magda Amaral dos Santos Miranda (Brasil/Club da Corrida), 23min43s

4)    Maria Julia da Silva (Brasil/Marines), 24min09s

5)    Marina Malachias (Brasil/Massas de Geovani Braga), 24min18s

 

Masculino

 

1)    Welerson Rafael Pires do Nascimento (Brasil/Appai), 18min48s

2)    Paulo Machado dos Santos Silva (Brasil/Appai), 18min54s

3)    Equipe Solange Aparecida, 18min56s

4)    Marcelo Avelar (Brasil/Equipe Solange Aparecida), 19min02s

5)    Douglas C. da Silva (Brasil/Floripa Runners), 19min04s

 

Maratona do Rio se tornou a maior da América Latina. Crédito: Bruno Lopes/BNLPhotopress/EAZ

 

Casais anteciparão o dia dos namorados na Maratona do Rio

Se correr já é um esporte que traz uma ótima sensação de bem-estar, imagina poder juntar o esporte com o amor da sua vida? É o que muitos casais estarão fazendo na Maratona do Rio neste fim de semana antecipando em alguns dias a comemoração do dia dos namorados que será dia 12 correndo pela orla da Cidade Maravilhosa.

E quando esse casal é aquele que corre e ainda trabalha junto? É o caso de Carlos e Leticia Martins que convivem 24 horas do dia juntos. Ambos se formaram em educação física na mesma faculdade e a vida os juntos anos depois onde juntos são donos de uma escola de natação e da assessoria esportiva Pé Carioca há 11 anos que monta sua tenda no Maracanã.

A história deles começou ainda na faculdade:

“Sempre que um acabava a aula antes, ia na sala do outro para perguntar se o outro ainda iam treinar. O pessoal mexia com gente mas terminamos o curso apenas amigos. Anos mais tarde, nos encontramos na rua e falamos de como era bom nossos treinos e resolvemos marcar um outro treino. Resultado: Não voltei mais casa e nos casamos direto! ” – Conta Carlos sobre o começo da história deles.

Antes mesmo de casar, eles tiveram a maior alegria deles, o nascimento de seu filho Daniel. E daí se casaram passando a participar de várias competições de corrida e triatlo e a maratona acabou sendo um caminho natural que eles seguiram participando e levando seus alunos em provas aqui no Rio e outras pelo Brasil. E sempre no fim de semana, aproveita para fazer “turismo correndo” pela cidade maravilhosa

“A minha primeira maratona eu não estava preparada. Eu fui lá e me inscrevi e participei. Fui na empolgação do momento batendo mãozinha com as crianças do Vidigal e completei. No ano seguinte voltei e mesmo sofrendo, consegui completar de novo “ – Conta Leticia sobre seu início nos 42kms.

Neste ano de 2018, o casal participará por um motivo muito especial. No ano passado, Carlos esteve doente com comprometimento da arteira na perna direita e correu o risco de ter ela amputada. Mas conseguiu se recuperar e mesmo sofrendo com lesões, estará neste domingo largando no Recreio junto com a Leticia em busca de mais uma medalha para a suas vidas.

Fora participar de corridas pelo Brasil, sempre ao final do ano, eles organizam uma corrida chamada Drunks em que a hidratação é diferente.

“Essa corrida tem a dura missão de fim do ano correr pela orla do Rio e comemorar o fim do ano trocando a hidratação por cerveja, onde todos podem participar” – Finaliza Carlos

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