Redação

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Inscrições esgotadas para a Corrida de São Sebastião CAIXA 2018

A mais de um mês da Corrida São Sebastião CAIXA, as provas de 5km e 10km estão com as inscrições esgotadas.  O tradicional evento esportivo evento reunirá 5 mil pessoas, no dia 20 de janeiro, no Aterro do Flamengo e Enseada de Botafogo. A prova, que está entre as mais queridas pelos cariocas, abre o calendário de corridas da Cidade Maravilhosa, fazendo parte do calendário de eventos oficiais da Cidade conforme Decreto lei nº 4.760, e é realizado em comemoração ao dia do padroeiro.

A Corrida de São Sebastião CAIXA contará com atletas de elite e amadores uma das novidades para 2018 é o aumento no valor da premiação.  Os cinco primeiros colocados nas categorias masculina e feminina na prova de 10Km receberão prêmio em dinheiro e troféus, enquanto os cinco melhores classificados nas categorias masculina e feminina na prova de 5Km receberão troféus. As cinco equipes de academias, personal trainer, grupos de corridas, empresas ou colégios com maior número de inscritos também recebem troféus. O evento ainda realizará sorteio de brindes.  A largada está marcada às 7h30.

No dia 28, será a vez da criançada participar da Corrida São Sebastiãozinho CAIXA. O evento também está com as inscrições esgotadas. A novidade para 2018 é a realização da prova para os pequenos no Estádio Nilton Santos, o Engenhão. O evento receberá 1200 crianças, de 3 a 14 anos, em distâncias que variam de 25m a 800m.  

Todas as informações da Corrida podem ser encontradas no site www.corridadesaosebastiao.com.br. A Corrida de São Sebastião conta com o patrocínio da CAIXA e do Governo Federal. O evento também possui o apoio da Appai e da Prefeitura do Rio. A realização e organização do evento é da Spiridon Eventos.

Valores premiação Corrida de São Sebastião CAIXA:

1° - R$4500,00

2° - R$2750,00

3° - R$2000,00

4° - R$1200,00

5° - R$750,00

 

Serviço Corrida de São Sebastião CAIXA:

Data: 20 de janeiro

Local: Aterro do Flamengo entre as ruas Cruz Lima e Tucumã

Largada: 7h30

Inscrições: Esgotadas

 

Serviço Corrida de São Sebastiãozinho CAIXA:

Data: 28 de janeiro

Local: Estádio Nilton Santos (Engenhão)

Entrega de kits: a partir das 6h30

Inscrições: Esgotadas

Rei e Rainha do Mar: multidão de atletas "invade" Praia de Copacabana no maior festival de esportes de praia

O Circuito  Rei e Rainha do Mar movimentou a orla carioca neste sábado, dia 9, com a realização do maior festival de esportes de praia do Brasil. Mais de 4 mil pessoas de 16 estados participaram das disputas de Beach Run, Beach Biathlon e diferentes distâncias de natação em águas abertas. A manhã começou com névoa, mas logo o sol brindou quem estava na Praia de Copacabana. Um dos eventos mais marcantes do dia foi o Super Challenge, prova de natação no mar com 10km, mesma distância dos Jogos Olímpicos. A prova contou com quase 200 nadadores e participação especial da medalhista nos Jogos Olímpicos Rio 2016, Poliana Okimoto. O campeão da prova foi o gaúcho Matheus Emerim Evangelista, com o tempo de 2h08min04. No feminino, vitória de Catarina Ganzeli (2h26min52).

Eu achei incrível ter tanta gente nadando a prova de 10km. É uma prova difícil de fazer, quando a gente vê uma distância como essa crescendo e o Rei e Rainha do Mar apoiando, é muito bom”, declara Poliana. A atleta também falou sobre a sensação de nadar a primeira volta (2,5km) ao lado dos amadoresÉ sempre uma honra enorme estar no Rei e Rainha do Mar. É um prova que eu gosto muito de fazer. Sempre que eu posso eu venho prestigiar. Esse fim de semana está sendo a minha despedida das provas oficiais da maratona aquática. Estou muito feliz. Foi especial nadar essa volta simbólica. As pessoas vinham falar comigo, agradecer, pediam pra eu não parar. Muito feliz com tudo isso”, finaliza.

Poliana Okimoto foi homenageada com o selo Princesinha do Mar celebrando suas conquistas ao longo da carreira. Entre os amadores, uma história mereceu destaque: Sandro Braz, morador da Baixada Fluminense, nadou a prova de 1km (Sprint) ao lado do filho Enzo, de 17 anos.

Cada ano que passa o rei e rainha cresce e melhora, com mais prestigio. Vem gente de toda a parte do Brasil. As pessoas adoram, prestigiam. Eu comecei e nadar no piscinão de Ramos, sem nenhuma instrução. Depois que conheci o Rei e Rainha minha vida mudou. O amor é tão grande que eu tatuei no peito o nome do evento”, empolga-se Sandro.

Na Beach Run, os campeões foram (2,5km corrida na areia) Eduardo Sutero (8min59) e Adriana Pinto Ribeiro (11min56). Nos 5km, vitória de Adair José dos Santos (17min37) e Beatriz Fernandes (23min23). No Beach Biathlon (1km de natação + 2,5km na areia) os campeões foram Antonio Ferraz Bravo Neto (25min30) e Claudia Dumont (29min01).

Nas prova mais veloz de águas abertas (Sprint - 1km de natação no mar) os vencedores foram Daniel Costa Cunha (13min42) e Priscila Lira Klaes (26min18). No Classic (2,5km de natação no mar), o primeiro lugar ficou com Matheus Ehrich Avellar (31min46) e Rafaela Monilly Pereira de Souza (34min19). No Challenge (5km de natação no mar) o primeiro lugar mais alto do pódio ficou com Carlos Eduardo de Aguiar (1h07min06) e Ana Luiza das Neves Mourão (1h13min21).

A manhã ainda teve ação social. Pela 15ª vez o ultramaratonista Marcio Vilar correu 100km em prol de verba para o Pro Criança. Os papais e mamães também  puderam garantir um fim de semana com muita diversão em família. O evento contou com modalidades voltadas ao público infantil a Natação e o Beach Run. Considerado o "padrinho" e um dos criadores do Rei e Rainha do Mar, o ex-nadador Luiz Lima conduziu as largadas e falou sobre o sentimento que tem pelo Rei e Rainha do Mar.

É maravilhoso inspirar pessoas que começaram a nadar tarde, aqueles que que usam o esporte para melhorar a qualidade de vida ou com outras histórias. Fico completo como profissional de educação física e também como pessoa. Você se sente útil pra sociedade e isso é muito bom. Confesso que fico com vontade de entrar no mar, nadar, competir, mas ficar aqui e receber as pessoas, em um evento que eu ajudei a criar, é uma sensação muito boa”, explica Luiz Lima.

No domingo, dia 10, além do Desafio Rei e Rainha do Mar, às 10h30, o público poderá acompanhar as disputas de SUP Race (2, 4 ou 8km de Stand Up Paddle). O Desafio de elite contará com com quartetos mistos da Africa, Europa, Américas e Brasil (2 atletas no masculino e 2 atletas no feminino) e um percurso com oito voltas. Cada atleta deverá fazer duas voltas de 400m (350m de água e 50m de areia). A competição ainda marcará a despedida da Poliana Okimoto.

Resultados Circuito Rei e Rainha do Mar

Beach Run 2,5km corrida na areia

1º-  Mas - Eduardo Sutero - 8min59

1º - Fem – Adriana Pinto Ribeiro - 11min56

 

Beach Run 5km corrida na areia

1º - Mas - Adair José dos Santos - 17min37

1º - Fem - Beatriz Fernandes - 23min23

 

Beach Biathlon (1km de natação + 2,5km na areia)

1º - Mas- Antonio Ferraz Bravo Neto – 25min30

1º - Fem- Claudia Dumont - 29min01

 

Sprint (1km de natação no mar)

1º - Mas – Daniel Costa Cunha - 13min42

1º - Fem – Priscila Lira Klaes – 26min18

 

Classic (2,5km de natação no mar)

1º-  Mas - Matheus Ehrich Avellar – 31min46

1º - Fem - Rafaela Monilly Pereira de Souza – 34min19

 

 Challenge (5km de natação no mar)

1º-  Mas - Carlos Eduardo de Aguiar – 1h07min06

1º - Fem - Ana Luiza das Neves Mourão – 1h13min21

 

Super Challenge (10k de natação no mar)

1º-  Mas – Matheus Emerim Evangelista - 2h08min04

1º - Fem -  Catarina Cucati Ganzeli - 2h26min52

No quinto set, Sesc RJ supera Vôlei Nestlé

Em mais um capítulo de um dos grandes clássicos do voleibol brasileiro, melhor para o Sesc RJ. Já na madrugada deste sábado (09.12), a equipe carioca superou o Vôlei Nestlé (SP) por 3 sets a 2 (23/25, 25/12, 20/25, 25/22 e 16/14), no José Liberatti, em Osasco (SP). A partida foi válida pela última rodada do turno da Superliga feminina de vôlei 17/18.

O Sesc RJ terminou o turno da competição em segundo lugar, com 28 pontos (10 vitórias e um derrota). O Vôlei Nestlé aparece em terceiro lugar, com 22 pontos (sete resultados positivos e quatro negativos). O Dentil/Praia Clube (MG) é o líder, com 33 pontos.

A ponteira Kasiely substituiu a dominicana Peña no segundo set, foi eleita a melhor da partida em votação popular no site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e ficou com o Troféu VivaVôlei CIMED. A atacante analisou a vitória das cariocas.

“Estou muito feliz com esse resultado. Temos um time em construção e procuramos a formação  ideal. Tivemos muitos problemas de lesões e jogamos como um grupo. Tentei ajudar mais no passe e conseguirmos essa vitória importante”, disse Kasiely.

 Pelo lado do Vôlei Nestlé, o treinador Luizomar de Moura lamentou a derrota e destacou pontos positivos do confronto.

“Fizemos uma grande partida, digna da tradição deste clássico. Apresentamos alguns números importantes, mas que a derrota acaba escondendo. Tivemos um jogo bastante forte de bloqueios, tanto que marcamos 19 pontos neste fundamento. Sofremos com problemas na linha de passe, assim como o Rio de Janeiro. No tie break construímos uma boa vantagem, que nos deu chance de sair com a vitória, mas acabamos desperdiçando. Mas esse é o preço do crescimento, de uma equipe que tem muito a melhorar ao longo da competição e vai continuar lutando para atingir esse objetivo”, explicou Luizomar de Moura.

Pelo lado do Sesc RJ, a oposta Monique, com 25 pontos, e a ponteira Drussyla, com 24, foram as maiores pontuadoras. No Vôlei Nestlé, a oposta Tandara deixou a partida, com 25 acertos.

As duas equipes voltarão à quadra pela Superliga no dia 19/12. O Sesc RJ jogará com o Sesi-SP, às 20h, no ginásio do Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ). Já o Vôlei Nestlé lutará pela reabilitação contra o Hinode Barueri, às 21h30, no José Liberatti, em Osasco (SP).

O JOGO

O Vôlei Nestlé fez os três primeiros pontos da partida. O Sesc RJ cresceu de produção e empatou (5/5). Bem no saque, o time de Osasco abriu dois pontos (8/6). Depois de um longo rally, o time carioca encostou (11/10). O set ficou disputado ponto a ponto. A set seguiu disputado até o final e o time de Osasco venceu o set com um ponto de contra-ataque da ponteira Mari Paraíba.

O Sesc RJ voltou melhor para o segundo set e fez 7/1. O time carioca seguiu melhor e manteve seis pontos de vantagem (13/7). As cariocas continuaram ditando o ritmo da parcial e, numa bola de segunda da levantadora Roberta fizeram 19/8. O Sesc RJ não deu chances para o time de Osasco até o final e venceu o segundo set por 25/12.

O terceiro set começou equilibrado. Quando o Sesc RJ abriu dois pontos (9/7), o treinador Luizomar de Moura pediu tempo. Com um ponto de bloqueio da central Bia, o time de Osasco empatou (9/9). Depois de um contra-ataque da ponteira Mari Paraíba, as donas da casa abriram dois pontos (15/13). Bem no bloqueio, o time de Osasco aumentou a diferença no placar para três pontos (18/15). O Vôlei Nestlé foi melhor até o final e venceu o terceiro set por 25/20.

O Sesc RJ voltou melhor para o quarto set e fez 3/1. Bem no saque e no bloqueio, o Vôlei Nestlé virou o marcador (10/9). A oposta Monique cresceu de produção e o time carioca empatou (13/13). Com volume de jogo, as cariocas abriram dois pontos (18/16). A equipe do treinador Bernardinho segurou a vantagem até o final e venceu o quarto set por 25/22.

O Vôlei Nestlé fez os cinco primeiros pontos do quinto set. O time da casa segurou a vantagem e fez 8/4. Bem no saque, o time carioca encostou (8/6) e o treinador Luizomar de Moura pediu tempo. O Sesc RJ conseguiu uma grande reação e venceu o set por 16/14 e o jogo por 3 sets a 2.

EQUIPES:

VÔLEI NESTLÉ – Fabíola, Tandara, Mari Paraíba, Ângela Leyva, Nati Martins e Bia. Líbero – Tássia 
Entraram – Kika, Paula Borgo, Carol Albuquerque, Bruna Neri 
Técnico – Luizomar de Moura

SESC RJ – Roberta, Monique, Peña, Drussyla, Juciely e Vivian. Líbero – Fabi 
Entrou – Kasiely
Técnico – Bernardinho

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Brasil se despede do Mundial de Natação Paralímpica com 18 medalhas de ouro

Chegou ao fim nas primeiras horas desta sexta-feira, 8, a oitava edição do Campeonato Mundial de Natação Paralímpica, realizado na Cidade do México. O Brasil participou com 17 atletas de 16 Estados e volta para casa com o retrospecto de 18 ouros, de um total de 36 medalhas conquistadas em seis dias de competição.
 
A China terminou em primeiro lugar no quadro de medalhas, com 30 ouros, seguidos dos Estados Unidos (21 ouros), Itália em terceiro (20).
 
A última conquista brasileira no México foi um eletrizante ouro nos 100m livre da classe S12 do carioca Thomaz Matera, que foi marcado por uma série de resultados históricos para a natação paralímpica nacional.
 
"A nossa participação foi extremamente positiva. Conquistamos um número muito expressivo de medalhas, superando nossa performance de Glasgow 2015, e estamos felizes com a renovação, por termos seis novos campeões mundiais. Daniel Dias e Andre Brasil são sempre os principais destaques e estão sempre liderando o nosso grupo, mas é muito importante ressaltar jovens como Talisson Glock, Ítalo Pereira e Cecília Pereira, a mais nova da delegação, com apenas 19 anos, e que venceu uma medalha de ouro", disse Jonas Freire, diretor-técnico adjunto do Comitê Paralímpico Brasileiro. 
 
O desempenho é histórico para o Brasil, a começar pelo total de medalhas de ouro conquistadas. Os 18 ouros do México superam o desempenho do Brasil no Mundial de Eindhoven, na Holanda, em 2010, quando fomos ao pódio ouvir o Hino Nacional em 14 oportunidades. Jamais conseguimos romper esta barreira, até a noite da quarta-feira, 6, na capital azteca, quando Andre Brasil conquistou o 15º ouro nos 100m borboleta da classe S10. Depois disso, ainda vieram outros três pódios dourados.
 
Este resultado leva a outro momento nunca antes alcançado em competições deste porte pelos nadadores brasileiros. É a primeira vez na história que a delegação verde e amarela supera a marca das 26 medalhas em um Mundial. Coincidentemente, o país chegara a esta quantidade de premiações em duas competições consecutivas: Durban 2006, Eindhoven 2010. Na última edição do Mundial, em Glasgow 2015, o Brasil se despediu com 23 pódios.
 
Parte desta conquista no México se deve à participação feminina na Piscina Olímpica Francisco Márquez, na Cidade do México. O local, uma das arenas dos Jogos Olímpicos da capital mexicana em 1968, serviu de palco para que todas as seis representantes do sexo feminino do Brasil chegassem ao pódio neste Mundial.  A cearense Edênia Garcia (S3), a paulista Raquel Viel (S12), a mineira Patrícia Santos (S3), a potiguar Joana Neves (S5) e a paranaense Beatriz Carneiro (S14) levarão para casa uma medalha cada. A potiguar Cecília Araújo (S8) teve a oportunidade de faturar duas medalhas.
 
O Brasil ganhou também seis novos campeões mundiais de natação paralímpica em provas individuais. O tocantinense Ítalo Pereira (S7), o pernambucano Phelipe Rodrigues (S10), o carioca Thomaz Matera (S12), o paulista Ruan Souza (S9), o catarinense Talisson Glock (S6), além de Cecília Araújo, experimentaram ouvir o hino pela primeira vez à pérgola de uma piscina de Campeonato Mundial. Quatro deles têm 25 anos ou menos, numa prova de que o processo de maturação corre em ritmo forte na modalidade. 
 
Não é possível encerrar o Mundial do México sem lembrar, também, da meta pessoal de medalhas de Daniel Dias. No último treino antes da estreia, ainda em 1º de dezembro, ele avisara que deixara aos filhos Asaph, 3 anos, e Danielzinho, 2, a promessa de levar para casa duas medalhas para cada. O nadador de 29 anos, nascido em Campinas, São Paulo, não só cumpriu a meta, como quase a dobrou. Despediu-se do México com sete pódios, sendo seis ouros (quatro individuais e dois revezamentos) e uma prata, na última prova do Mundial, na madrugada (no Brasil) de sexta-feira, 8, no 4 x 50m livre 20 pontos.
 
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