Brasil garante dez skatistas nas semifinais femininas do Mundial de Skate Street

Time brasileiro segue bem representado na competição

Lucas Rabelo passou em primeiro. Crédito: Ludmila Villalba/EAZ

Dez brasileiras estão na semifinal do Mundial de Skate Street, do Super Crown da Street League Skateboarding (SLS), que ocorre em São Paulo até domingo, 22. Elas entram em ação na pista montada no Pavilhão de Exposições do Anhembi neste sábado, a partir das 15h

Virgínia Fortes Águas, de 13 anos, foi a brasileira mais bem colocada nas quartas de final, terminando na sexta colocação geral. “Estou muito feliz de estar na semifinal com todas as minhas amigas. Espero que todas andem bem e que ninguém se machuque”, disse Virgínia. Isabelle Menezes, Isabelly Ávila, Gabriela Mazetto, Ariadne Silvera, Karen Feitosa e Marina Gabriela também garantiram vaga, completando o time de dez representantes brasileiras (confira abaixo lista completa das classificadas nas quartas). Neste sábado, elas se juntarão às primeiras colocadas do ranking mundial, que entram em cena apenas nas semifinais da competição. Entre as quatro pré-classificadas, três são brasileiras e ocupam as três primeiras posições: Pâmela Rosa, a número um, Rayssa Leal, dois, e Letícia Bufoni, a número três. Além delas, a australiana Hayley Wilson completa o pelotão de elite que já estava garantido.

Ariadne segue na competição. Crédito: Ludmila Villalba/EAZ

As 24 semifinalistas do feminino e do masculino voltam à área de competição nesta sábado, a partir das 14h. Entre os homens, um dos destaques é Kelvin Hoefler, o brasileiro mais bem colocado do ranking mundial, quarto lugar, já estava classificado e não precisou disputar as quartas de final nesta sexta-feira. “Lutei muito para entrar na semi direto e não foi fácil. Tive que correr muitos campeonatos para isso. Mas hoje me sinto muito bem preparado”, revelou Kelvin. Ele que esteve na área de competição aproveitou para avaliar o potencial dos adversários e dos conterrâneos, que disputaram as quartas. “É muito legal ver outros brasileiros avançar na competição. Isso ajuda o skate a crescer ainda mais em nosso território”, acrecentou Kelvin. “Percebo que a criançada hoje pira de ver essa galera andando bem e ganhando competições importantes.”

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dungo

Jornalista, corredor e admirador da cidade maravilhosa

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